The Internet belongs to everyone. Let’s keep it that way.

Protect Net Neutrality
Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Os Maias - capitulo 4

No description
by

Joana Pessoa

on 23 January 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Os Maias - capitulo 4

Os Maias Capitulo IV Continuação Caracterização
Personagens Caracterização
personagens Resumo Pontos Essenciais Resumo Carlos vai para Coimbra, para se formar em Medicina. Apesar de ser contra as expectativas de Afonso, comprova as consequências de uma educação livre.
Em Coimbra, dá-se bem com todos e faz muitas vezes em sua casa encontros em que se discutia tudo (embora superficialmente), se jogava e se esgrimia.
Toda esta agitação e o ambiente “campestre” dos Paços de Celas fizeram Carlos abandonar progressivamente os estudos, tendo-se dedicado à escrita de artigos e sonetos, bem como à pintura.
A hereditariedade faz com que Carlos não se dedique com muito empenho às tarefas.
Ega está também em Coimbra a estudar Direito a sustento da mãe, sendo muito revolucionário (em especial no que se refere à religião) mas sentimental.
Após concluir os estudos, Carlos abre um consultório e um laboratório em Lisboa. Por tradição, os ricos da sociedade não trabalhavam, daí que Carlos não tivesse clientes no consultório, já que ninguém acreditava nas suas intenções de trabalhar.
Ega, com o seu casaco do estrangeiro, queixa-se de que em Portugal “importa-se tudo”.
Paços de Celas (a estadia de Carlos em Coimbra)
João da Ega (amigo de Carlos)
Amores de Carlos
Carlos forma-se em medicina
Carlos parte para uma viagem
O regresso de Carlos
A instalação no Ramalhete (1875)
Os projetos de Carlos (consultório, laboratório)
Ega vem para Lisboa Ega, João da Ega:
usava "um vidro entalado no olho", tinha "nariz adunco, pescoço esganiçado, punhos tísicos, pernas de cegonha". João da Ega é a projeção literária de Eça de Queirós. É um personagem contraditório. Por um lado, romântico e sentimental, por outro, progressista e crítico, sarcástico do Portugal Constitucional. Amigo íntimo de Carlos desde os tempos de Coimbra, onde se formara em Direito (muito lentamente). Ega: A sua mãe era uma mulher rica, viúva e beata que vivia ao pé de Celorico de Bastos, com a filha. Ega era boémio, excêntrico, exagerado, caricatural, anarquista sem Deus e sem moral. É leal com os amigos. Sofre também de diletantismo. Terminado o curso, vem viver para Lisboa e torna-se amigo inseparável de Carlos. Ele teve a sua grande paixão – Raquel Cohen. Um falhado, corrompido pela sociedade. Encarna a figura defensora dos valores da escola realista por oposição à romântica. Na prática, revela-se um eterno romântico. Nos últimos capítulos ocupa um papel de grande relevo no desenrolar da intriga. É a ele que Guimarães entrega o cofre. É juntamente com ele, que Carlos revela a verdade a Afonso. É ele que diz a verdade a Maria Eduarda e a acompanha quando esta parte para Paris definitivamente. Aspectos Fundamentais Apresentação de Ega: o dândi, o rebelde, o provocador, o sentimental.
Fim da analepse
outono 1875 - Carlos instala-se no Ramalhete, depois da sua "longa viagem pela Europa:
- os planos de trabalho;
- a oposição entre o entusiástico desejo de ser útil e o carácter inconstante e diletante de Carlos; - os projectos - o consultório, o laboratório, o livro...; Aspectos fundamentais - a influência da ociosidade lisboeta;
- o reencontro com Ega: as aventuras amorosas, a sua excentridade, os seus projectos - "O livro do Ega", o seu olhar crítico e impiedoso em relação a Portugal.
Full transcript