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Quem Faz e Como Se Faz o Brasil ?

Esse trabalho trata da mistura da sociologia com o trabalho, abordando temas como escravidão, imigrantes, trabalho informal e informal. Explicando em que sociedade vivemos, com suas regras, normas e punições dentro das "atividades produtivas".
by

Julio C

on 20 September 2014

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Transcript of Quem Faz e Como Se Faz o Brasil ?

Quem Faz e Como Se Faz o Brasil ?
A Sociologia e o mundo do trabalho
Como o sociólogo Émile Durkheim observou durante sua vida, todos nós (homens ou mulheres) passamos a maior parte do tempo no trabalho, aprendendo a se relacionar com outras pessoas.
Se desde criança somos questionados quanto ao que queremos ser quando crescer é com intuito de mostrar-nos que fazer parte da sociedade é estar inserido em alguma atividade produtiva.
Essa mesma sociedade que queremos nos inserir criou uma diversidade de ocupações, onde podemos trabalhar. A sociedade se caracteriza por regras, normas e orientações para que todos as obedeçam e não sejam punidos.

Trabalho Livre: libertos e imigrantes
Os escravos foram libertos, mas saíram de uma tradição escravista sem acesso aos benefícios da civilização: estudo, proteção social, preparação psicológica, educação para o mercado, O negro foi jogado na sociedade competitiva sem qualquer habilidade para competir e além de tudo sofreram com o preconceito, que aos poucos se tornava algo comum, eram conhecidos como inferiores, incapazes e inabilitados para o trabalho livre.
Completada duas décadas de republica, o Brasil estimulava a vinda de imigrantes. Mas a vinda foi tão grande que em 1930 foi aprovada a lei dos dois terços. Obrigando as empresas a ter dois terços de trabalhadores brasileiros. Mesmo assim muitos imigrantes conseguiram fazendas, principalmente no oeste paulista.
A primeira república foi marcada por manifestações de trabalhadores. As décadas de 20 e 30 foram tomadas por movimentos trabalhistas que reivindicavam a redução da carga horária, a regulamentação do trabalho feminino e a promulgação de uma lei contra acidentes de trabalho. Faziam greves e campanhas contra os altos preços. Eles organizavam a vida coletiva com o objetivo de melhorar suas próprias condições de vida e trabalho.

Garimpo de Ouro em Serra Pelada, Pará, 1986
Imigrantes italianos posando para fotografia no pátio central da Hospedaria dos Imigrantes, 1890
Trabalhadores do Brasil
A chegada maciça dos imigrantes europeus contribuiu para a valorização social do trabalho. Nossa tradição era predominantemente escravista, e como era degradante ser escravo, logo era degradante trabalhar. A presença de imigrantes brancos que tinham alguma educação formal propiciou o contato dos brasileiros com formas mais organizadas de pressão.
Fazer com que o trabalho fosse aceito como algo digno era a bandeira de alguns governantes brasileiros, o mais importante deles com relação à essa causa foi Getulio Vargas, que governou o país durante dois mandados (1930/1945 e 1951/1954). O “presidente dos trabalhadores” com era conhecido, criou a carteira de trabalho e assinou a consolidação das leis trabalhistas.
A expressão “trabalho informal” se refere à ausência de documentação legal no exercício do trabalho, por exemplo feirantes, camelôs e etc., são classificados como trabalhadores informais. A carteira de trabalho foi criada como a materialização de um vasto conjunto de direitos trabalhistas e acabou por instituir a ideia de formalidade no universo trabalhista.


Durante o século XVI, com o desenvolvimento dos engenhos de açúcar no Brasil Colonial, os portugueses se depararam com a necessidade de adquirir mão de obra para trabalhar nesses engenhos.
A saída foi introduzir o trabalho escravo negro africano no Brasil, por meio do tráfico negreiro. Quando os escravos chegavam no Brasil, eles eram levados e comercializados, depois, eram submetidos a trabalhar nas fazendas e engenhos.
Quando a Princesa Isabel decretou a Abolição da Escravatura, o trabalho se tornou livre, e então o comércio de escravos foi proibido. Mas a caminhada para conseguir isso foi longa, com muitas revoltas e lutas, umas foram ganhas e outras perdidas.
Começamos mal, ou o passado nos condena ?
O trabalho no período colonial do Brasil sempre foi compulsório, utilizando-se da escravidão. Se hoje não conhecemos muito bem nossas origens, devemos aos portugueses.
Quando eles desembarcaram no Brasil, imporão aos nativos (indígenas), hábitos, religião e trabalho escravo. Tentando transformar os indígenas em "legítimos portugueses", acabando com sua cultura.
Mas se fosse apenas a "morte" da cultura indígena, não teria nos afetado tanto, porém houve a morte de milhares de nativos, mesmo sendo acolhidos pelos jesuítas. Se temos hoje um trabalho sofrido e praticamente escravo, devemos ao nosso passado, a nosso cultura miscigenada.

Portugueses no período pré-colonial
O mercado de gente
Cartaz Getúlio Vargas implementador das leis trabalhistas no Brasil
Carteira de trabalho
A carteira de trabalho é um item essencial tanto para os jovens que estão começando sua jornada para o mercado de trabalho quanto para os próprios trabalhadores. É um instrumento prático para a contratação, facilitando a avaliação profissional do portador.
É um sinônimo de segurança e estabilidade e que resume toda a história profissional de quem a possui. Podemos saber como o trabalhador é apenas examinando sua carteira de trabalho. Podemos saber se ainda busca sua vocação, se já encontrou o trabalho que gosta de exercer ou se já é veterano em uma área.
A busca por um trabalho “De carteira assinada” é o objetivo mais visado para os trabalhadores, para poder evitar o risco de desemprego. Mas apesar disso, 42% dos brasileiros economicamente ativos não têm suas atividades reguladas conforme a legislação, anulando a segurança profissional dada pelo estado.

O trabalho feminino era visto como, trabalho domestico mas, as mulheres trabalhavam nas lavouras e nos engenhos(E em 1880 tinham cerca de 44% de escravas). inicio do séc. XX os costumes criaram uma lista de ocupações femininas. Assim conquistaram espaço para um serviço remunerado.
Elas lutaram por melhores condições de trabalho, 13º e férias. Ate 1960 o marido podia impedi a mulher de trabalha se a atividade perturbasse as obrigações dela em casa, pois o cód. civil dizia q o marido era o chefe da família. Em 1988 instituiu igualdade de direitos e deveres entre ambos.
No sec. XVII, as ordenações Filipinas consideravam aptas para trabalho as crianças que tinhas 7 anos completos, eram obrigadas a trabalhar e ficavam mantidas fora da escola. Hoje no brasil o jovem só pode ser admitido em um emprego se tiver pelo menos 16 anos.
E as mulheres, e as crianças ?
Escola Técnica Estadual Santa Cruz
Disciplina: Sociologia
Professor: Paulo César
Curso: Informática
Alunos: Julio Cesar (15), Matheus C.(25), João Victor(14), Jean Marcos(13), Matheus H.(28), Luiz Carlos(23)
Turma: 1110

Video relacionado ao tema principal:
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