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O Uso do Software Livre no Programa Um Computador por Aluno: um olhar sobre a prática dos professores e alunos

Palestra apresentada no I ESLE - Encontro de Software Livre na Educação XXI SBIE
by

Ana Beatriz

on 1 September 2011

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Transcript of O Uso do Software Livre no Programa Um Computador por Aluno: um olhar sobre a prática dos professores e alunos

O Uso do Software Livre no UCA Programa de inclusão digital;
Governo federal (SEED/MEC);
Distribuição de laptops educacionais. O que é? Para quem? Alunos e professores das escolas públicas;
Escolas urbanas e rurais;
Aproximadamente dez escolas por Estado;
Extensivo à família do aluno com a proposta de levar o laptop para casa. Alguns números: O Laptop Critérios de Escolha Secretarias de Educação Estadual ou Municipal dos estados e à União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME). Número de alunos e professores;
Estrutura da escola;
Localização (urbana e rural;
Termo de adesão do sistema (estadual ou municipal;
Anuência do corpo docente. Softwares O conceito adotado pelos idealizadores do Programa UCA é somente utilizar softwares livres. Linux (distribuição Metasys)
KOffice
KPresenter
KWord
KSpread Pacote Educacional Tux Math
Tux Paint
Typing
Squeak/Etoys
Logo Portal Domínio Público
Portal do Professor
TV Escola
Ferramentas Tux
Jogos variados Formação dos Professores Curso de extensão com 180h distribuídas em cinco módulos:
Módulo 1: Apropriação tecnológica (40h)
Módulo 2: Web 2.0 (30h)
Módulo 3a Formação de professores (40h)
Módulo 3b Formação de gestores (40h)
Módulo 4: Elaboração de Projetos (40h)
Módulo 5: Construção compartilhada do ProGI Tec (30h) Objetivos da Formação Estruturar uma rede de formação, de acompanhamento e apoio às práticas pedagógicas, com o uso do laptop educacional nas escolas.
Contribuir com a inserção de uma prática inovadora do uso das tecnologias educacionais nos cursos e programas de formação inicial e continuada de professores.
Criar uma cultura de redes cooperativas, intra e inter escolas, com o uso de tecnologias digitais, favorecendo a autonomia, o aprofundamento e a ampliação do conhecimento sobre a realidade contemporânea. A apropriação dos professores Resistência ao uso de novas ferramentas;
Desconhecimento do SL;
Nível de apropriação como iniciante, sem domínio efetivo ou inovação significativa. Os que já são usuários (softwares proprietários) Os que nunca tiveram contato Dificuldades no domínio inicial para usar o equipamento;
Facilidade na apropriação dos softwares;
Disposição para aprender e se apropriar das ferramentas. Já os alunos... Não existe nenhum tipo de formação prevista;
Os laptops são entregues aos alunos apenas com informações básicas;
A apropriação é imediata, principalmente das ferramentas mais lúdicas ou das redes sociais;
A colaboração e o compartilhamento de informações é intenso. Os alunos que já utilizavam softwares proprietários (a maior parte em lanhouses) afirmaram que encontraram dificuldades no uso do "uquinha". Ao perguntarmos em quanto tempo eles conseguiram dominar os softwares do laptop com desenvoltura, a resposta da maioria foi: dois dias! Em algumas escolas, os alunos tem ajudado os professores no processo de apropriação. É interessante observar que alguns educadores acreditam que o laptop incentiva o isolamento e o individualismo do aluno. Nós estamos observando exatamente o contrário: o "uquinha" se tornou uma ferramenta de colaboração e trabalho em grupo. E, é claro, acessibilidade... A formação é realizada a distância, com apoio dos multiplicadores dos NTE e NTM. Mas é preciso relativizar o conceito de "dificuldade" entre os alunos... Quais os benefícios esperados com o uso do software livre pelos alunos? Construção do conceito de compartilhamento e colaboração;
Participação em redes;
Uso de ferramentas livres;
Apropriação das tecnologias digitais de forma efetiva e consistente;
Construção de uma cidadania com princípios de colaboração e respeito;
Incremento da criatividade, liberdade e publicação que propiciem o fortalecimento do protagonismo juvenil. Como os alunos estão se apropriando das ferramentas? Problemas decorrentes do descompasso na apropriação tecnológica entre professores e alunos: Demandas diferenciadas entre professores e alunos para o uso dos laptops;
Ausência de inovação pedagógica utilizando a tecnologia;
Uso instrucionista do laptop;
Não reconhecimento das possibilidades do uso laptop na aprendizagem;
Uso inadequado das ferramentas pelos alunos. Obrigada!
anabeatrizgpc@gmail.com
www.anabeatrizgomes.pro.br A cultura como centro do olhar A ideia de mudança - seja na dimensão da produção, do trabalho ou da educação - sempre perpassa a noção de uma cultura que precisa ser modificada. O uso da tecnologia vem se tornando um dispositivo de poder (FOUCAULT, 2005) apropriado por sujeitos dentro da escola que determinam a sua inserção, tanto do ponto de vista da quantidade do seu uso (horários e pré-requisitos para utilização dos equipamentos), quanto para a qualidade do seu uso (restrição ao acesso de sites e softwares). Se a inclusão digital já é um conceito controverso no âmbito da sociedade informacional, a situação de pensar o interior da escola, ou a partir dela, assume uma dimensão muito mais complexa. Historicamente, as escolas públicas vêm se apropriando das ferramentas tecnológicas de forma lenta e quase sempre problemática. A inserção da tecnologia e do uso das redes em sua concepção mais ampla, como espaço de compartilhamento de informações, entra em choque com a compreensão do professor como única autoridade na transmissão do conhecimento. No caso do Programa Um Computador por Aluno, o objetivo do programa é promover a inclusão digital e fomentar inovações pedagógicas nas escolas beneficiadas. Obviamente, a formação de uma cibercultura no campo escolar também será alcançada, caso os objetivos gerais do programa se realizem. Porém, existem outras dimensões que não estão explicitadas no programa, que escapam do discurso oficial e remodelam o uso dos laptops e as relações entre os alunos, alunos e professores, professores e gestores. As possibilidades de apropriação, sobretudo na esfera social, apontam para a amplitude de programas de inclusão social e as mudanças efetivas que podem realizar. Wallet trabalhou com três paradigmas sobre o uso das tecnologias na educação: a fratura digital, a inteligência coletiva e a diferença entre gerações. O primeiro paradigma foi descartado porque seria mais correto falar em fratura social e cultural, já que em muitos países pobres a inclusão digital não amenizou as diferenças sociais. O segundo paradigma ainda está em discussão porque nos últimos anos nenhuma descoberta significativa foi realizada pela inteligência coletiva, mas sim por grupos ou indivíduos. Para Wallet, o paradigma que está no centro da discussão sobre educação e tecnologia é o terceiro: a diferença entre gerações. Um aspecto interessante é que os jovens, adolescentes e jovens professores são nativos digitais e consumidores de serviços na web Alguns benefícios no uso das tecnologias em sala de aula podem ser comprovados, mas que outros não, apesar de sua citação frequente em documentos oficiais. Os benefícios que não podem ser comprovados são: motivação, facilitação, transformação, massificação, redução dos custos e supressão dos professores. Algumas questões: Podemos pensar em outros modelos de inclusão digital a partir da cultura escolar?
Os elementos da apropriação tecnológica e mudança nos paradigmas culturais, devem ser considerados nos programas de inclusão digital?
A inclusão digital dos alunos deve ser o foco, independente das outros níveis e sujeitos na escola?
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