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ECONOMIA ESCRAVISTA MINEIRA

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on 25 February 2014

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ECONOMIA ESCRAVISTA MINEIRA
Povoamento e
articulações das regiões meridionais
REGRESSÃO ECONÔMICA E EXPANSÃO DA ÁREA DE SUBSISTÊNCIA
Image by goodtextures: http://fav.me/d2he3r8
Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Sociais e Aplicadas
Departamento de Economia
Disciplina: História Econômica Geral
Professor: Francisco Galdêncio
Equipe:
Daniella Alves
Heytel
Luan Felipe
Renato
Parte III do livro "Formação Econômica do Brasil"
(Celso Furtado)
Século XVIII
MOTIVAÇÕES
Que poderia Portugal esperar da extensa colônia sul-americana, que se empobrecia a cada dia, crescendo ao mesmo tempo seus gastos de manutenção?
Iniciara-se uma intensa concorrência no mercado de produtos tropicais, apoiando-se os principais produtores - colônias francesas e inglesas - nos respectivos mercados metropolitanos.
Para um observador de fins de século XVII, os destinos da colônia deveriam parecer incertos.
Em Portugal compreendeu-se claramente que a única saída estava na descoberta de metais preciosos. Retrocedia-se, assim, à idéia primitiva de que as terras americanas só se justificavam economicamente se chegassem a produzir os ditos metais
Consequências e caracteristícas
Trabalho escravo
. Os escravos em nenhum momento chegam a constituir a maioria da população. Por outro lado, a forma como se organiza o tra- balho permite que o escravo tenha maior iniciativa e que circule num meio social mais complexo. Muitos escravos chegam mesmo a trabalhar por conta própria, comprometendo-se a pagar periodicamente uma quantia fixa a seu dono, o que lhes abre a possibilidade de comprar a própria liberdade. Esta simples possibilidade deveria constituir um fator altamente favorável ao seu desenvolvimento mental.
Marca principal da economia mineira
MIGRA
GERAIS
Incerteza e correspondente
mobilidade da empresa
alta lucratividade e
correspondente especialização
A crer nas informações disponíveis, a população do Brasil teria alcançado 100 mil habitantes . em 1600, um máximo de 300 mil em 1700 e ao redor de 3.250 000 em 1800. A população de origem européia seria de cerca de 30 mü em 1600 e dificilmente alcançaria 100 mil em 1700. Ignorando-se qualquer contribuição migratória européia ocorrida no século **, deduz-se que o crescimento vegetativo dessa população permitia no máximo que a mesma triplicasse no correr de um século. Se se admite esse ritmo de crescimento para o século seguinte, a popula- ção de origem européia deveria alcançar (ignorado o efeito migratório) cerca de 300 mil pes- soas ao término do século xvm. Como os dados de que se dispõe indicam para essa época uma população de origem européia de algo mais de um milhão, deduz-se que a emigração européia para o Brasil no século da mineração não terá sido inferior a 300 mil e poderá haver alcançado meio milhão. Como o grosso desses imigrantes eram lusitanos, cabe deduzir que Portugal contribuiu com um maior contingente de população para o Brasa do que a Espanha para todas as suas colônias da América.
Inchaço populacional
Fome e Riqueza?
A fome acompanhava sempre a riqueza nas regiões do ouro. A elevação dos preços dos alimentos e dos animais de transporte nas regiões vizinhas constituiu o mecanismo de irradiação dos benefícios econômicos da mineração.
A base geográfica da economia mineira estava situada numa vasta região compreendida entre a serra da Mantiqueira, no atual estado de minas, e a região de Cuiabá, no mato grosso, passando por Goiás. Em algumas regiões a curva de produção subiu e baixou rapidamente, provocando assim grandes fluxos e refluxos de população. A renda média dessa economia, isto é, sua produtividade média, é algo que dificilmente ser pode definir. Em dados momentos deveria alcançar pontos altíssimos em uma sub-região, e quanto mais altos fossem esses pontos, maiores seriam as quedas subsequentes.
A exportação de ouro cresceu na primeira metade do século XVIII, alcançando assim, seu ponto máximo em torno de 1760, atingindo 2,5 milhões de libras. Entretanto, o declínio no terceiro quartel do século foi rápido e, já por volta de 1780, não alcançava 1 milhão de libras.


O decênio compreendido entre 1750 e 1760 constitui o apogeu da economia mineira, portanto, as importações se manteve então, em torno de 2 milhões de libras.
Admitindo-se em quatro quintas partes do valor do ouro exportado correspondessem á renda criada na região mineira. Embora a renda média da economia mineira haja ido mais baixa do que a da região do açúcar, seu mercado apresentava potencialidades muitos maiores, suas dimensões absolutas eram superiores, pois as importações representavam menor proporção do dispêndio total. Por outro lado, a renda estava muito menos concentrada, enquanto a proporção da população era muito maior.
A composição da procura teria que ser necessariamente diversa, ocupando um espaço muito mais significativo relacionado aos bens de consumo corrente e ocorrendo o contrário aos artigos de luxo. A população se bem que dispersa num território extenso, estava em grande parte reunida em grupos urbanos e semi-urbanos. E por ultimo, a grande distância existente entre a região mineira e os portos que contribuía para encarecer relativamente os artigos importados.
Portanto, esse conjunto de circunstância tornava a região mineira muito mais propícia ao desenvolvimento de atividades ligadas ao mercado interno de que havia sido até então a região açucareira.

O desenvolvimento endogino , ou seja o desenvolvimento feito com recursos oriundos da propria região mineira foi praticamente nulo , é facil compreender que a atividade mineradora absolveu todos os recursos disponiveis na etapa inicial. entrentando , uma vez estabelecidos os centros urbanos , não se tenham desenvolvimente suficientemente as atividades manufatureiras de grau inferior, as quais poderiam expandir-se na etapa subsequente de dificuldades de importação. Tem-se buscando explicação para esse fato na política portuqusa, cuja preocupação era dificultar o desenvolvimento manufatureiro da colônia.
Essas distintas regiões viviam independentemente e tenderiam prova-. velmente a desenvolver-se, num regime de subsistência, sem vínculos de solidariedade econômica que as articulassem. A economia mineira abriu um novo ciclo de desenvolvimento para todas elas. Por um lado, elevou 55 substancialmente a rentabilidade da atividade pecuária, induzindo a uma utilização mais ampla das terras e do rebanho. Por outro, fez interdependentes as diferentes regiões, especializadas umas na criação, outras na engorda e distribuição e outras constituindo os principais mer- cados consumidores. É um equívoco supor que foi à criação que uniu essas regiões. Quem as uniu foi a procura de gado que se irradiava do centro dinâmico constituído pela economia mineira.
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