Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of Untitled Prezi

No description

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Untitled Prezi

“[...] duas concepções complementares de narrativa: narrativa como mudança de estados, operada pelo fazer transformador de um sujeito que age no e sobre o mundo em busca de valores investidos nos objetos; narrativa como sucessão de estabelecimentos e de rupturas de contratos entre um destinador e um destinatário, de que decorrem a comunicação e os conflitos entre sujeitos e a circulação de objetos. As estruturas narrativas simulam [...] tanto a história do homem em busca de valores ou à procura de sentido quanto a dos contratos e dos conflitos que marcam os relacionamentos humanos.” (BARROS, 2011, p. 16)
Nível narrativo
Algumas premissas
- “Enunciados de estado: são os que estabelecem uma relação de junção (disjunção ou conjunção) entre um sujeito e um objeto [...]” (FIORIN, 2011, p. 28). Vale lembrar, porém, que é “[...] a relação que define os actantes; a relação transitiva entre sujeito e objeto dá-lhes existência, ou seja, o sujeito é o actante que se relaciona transitivamente com o objeto, o objeto aquele que mantém laços com o sujeito.” (BARROS, 2011, p. 17)

- “Enunciados de fazer: são os que mostram as transformações, os que correspondem à passagem de um enunciado a outro [...]” (FIORIN, 2011, p. 28)

- “Não se pode confundir sujeito com pessoa e objeto com coisa. Sujeito e objeto são papéis narrativos que podem ser representados num nível mais superficial por coisas, pessoas ou animais.” (FIORIN, 2011, p. 29)
- “A primeira objeção que se poderia fazer, quando se diz que um dos níveis do percurso é o narrativo é que nem todos os textos são narrativos.” (FIORIN, 2011, p. 27)

- Narratividade é diferente de narração: a primeira, caracterizando-se por uma “[...] transformação situada entre dois estados [...]” (FIORIN, 2011, p. 27), está presente em qualquer texto, ao passo que “[...] a narração constitui a classe de discurso em que estados e transformações estão ligados a personagens individualizadas.” (FIORIN, 2011, p. 28)
A noção de objeto-valor
"A junção [...] é a relação que determina o estado, a situação do sujeito em relação a um objeto qualquer. O objeto, enquanto objeto sintático, é uma espécie de
casa vazia
, que recebe investimentos e projetos e de determinações do sujeito. [...] Os investimentos fazem do objeto um objeto-valor e é, assim, por meio do objeto que o sujeito tem acesso aos valores." (BARROS, 2011, p. 19)
Sequência canônica da narrativa
Os textos em geral, ao contrário do que pode ter parecido até aqui, muitas vezes não nos apresentam esses conceitos narrativos de forma tão organizada, tão simples: eles "[...] não são narrativas mínimas. Ao contrário, são narrativas complexas, em que uma série de enunciados de fazer e de ser (de estado) estão organizados hierarquicamente [...]" (FIORIN, 2011, p. 29)
- "Uma narrativa complexa estrutura-se numa sequência canônica [...]: a manipulação, a competência, a performance e a sanção." (FIORIN, 2011, p. 29)

- Manipulação - Competência - Performance - Sanção
(querer e/ou dever) (saber e/ou poder) (fazer) (julgar)
Os tipos de manipulação
Os tipos de manipulação: “Quando o manipulador propõe ao manipulado uma recompensa, ou seja, um objeto de valor positivo, com a finalidade de levá-lo a fazer alguma coisa, dá-se uma tentação. Quando o manipulador [...] obriga [o destinatário-manipulado] a [cumprir o] fazer por meio de ameaças, ocorre uma intimidação. Se o manipulador leva a fazer manifestando um juízo positivo sobre a competência do manipulado, há uma sedução. Se ele impele à ação, exprimindo um juízo negativo a respeito da competência do manipulado, sucede uma provocação.” (FIORIN, 2011, p. 30)
Atividade
Reconheçamos que tipo(s) de manipulação está(ão) presente(s) nos seguintes textos:
Referências bibliográficas
BARROS, Diana Luz Pessoa de.
Teoria semiótica do texto
. 5. ed. São Paulo: Ática, 2011.

FIORIN, José Luiz.
Elementos de análise do discurso
. 15. ed. São Paulo: Contexto, 2011.
Indicação de leitura
Até a página 41 do livro do Fiorin, contemplando toda a parte do nível narrativo; e até a página 41 do livro da Diana (nesse livro, apenas até a parte da sintaxe do nível narrativo).
Full transcript