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Semiologia x Semiótica

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by

Roberto Chiachiri

on 8 February 2013

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Transcript of Semiologia x Semiótica

Linguagens

Semiologia
x
Semiótica Linguagens VISUAIS Linguagens SONORAS Linguagens TÁTEIS

Linguagens GUSTATIVAS

Linguagens OLFATIVAS - Cromáticas/Luz
- Gestuais
- Verbal escrita
- Imagem - Verbal oral
- Música
- Ruídos Semiótica e eficácia da comunicação
Pós-graduação Lato Sensu
Prof. Dr. Antonio Roberto Chiachiri Filho
prof.arcf@uol.com.br Cromáticas/Luz Cromáticas/Luz Cromáticas/Luz Gestuais Gestuais Gestuais Gestuais Gestuais Gestuais Gestuais Verbal escrita Verbal escrita Verbal escrita Semiologia
x
Semiótica Semiologia: No séc. XX nome ligado à tradição semiótica do linguista Ferdinand de Saussure.

Continuada por Louis Hjelmslev, Roland Barthes entre outros. teoria dos signos humanos, culturais e, especialmente, textuais. uma ciência mais geral dos signos (incluindo signos animais e da natureza). Semiótica Semiologia Hjelmslev e Greimas: “semiótica é um sistema de signos com estruturas hierárquicas análogas à linguagem – tal como língua, um código de trânsito, arte, música ou literatura – ao passo que semiologia é a teoria geral, a metalíngua, ou melhor, a metassemiótica desses sistemas, que trata dos aspectos semióticos comuns a todos os sistemas semióticos”. 1969: por iniciativa de Roman Jakobson, a Associação Internacional de Semiótica decide adotar o termo Semiótica para todas as investigações nas tradições da semiologia e da semiótica geral. (Nöth, 1995) Semiologia O Estruturalismo Uma teoria linguística Uma escola linguística em comunhão com outras disciplinas das ciências humanas (história, literatura, antropologia, psicanálise). Ferdinand de SAUSSURE (1857-1913) cursos de linguística na Universidade de Genève (Suíça) – fundador desta teoria. Para Saussure a língua é uma “instituição social”, enquanto a palavra é um ato individual. Língua é um sistema organizado de signos que exprimem ideias (aspecto codificado da linguagem). A linguagem pode ser segmentada, logo, analisada (descobrir as oposições, as diferenças que permitem a língua funcionar e significar). Saussure – ciência geral de todas as linguagens
(faladas ou não). Todos os signos sociais. A Semiologia tem por objeto qualquer sistema de signos, sistema de significação, que estuda a linguagem dos sistemas, sejam quais forem a sua substância ou os seus limites: As imagens Os gestos Os sons
melódicos Os objetos Os ritos A moda A foto O cinema “uma ciência que estude a vida dos signos no interior da vida social...nós a chamaremos semiologia (do grego semeion, signo). Ela nos diria em que consistem os signos, que leis os regem”. Cabe a Roland BARTHES “tocar” este projeto. Roland BARTHES

Nasceu em 1915, na Normandia e morreu em 80 em Paris.

Estudou literatura clássica na Sorbonne, foi pesquisador do Centre National de Recherches Scientifiques (CNRS) e por 18 anos ministrou um concorrido seminário na École Pratique des Hautes Etudes, de semiologia literária. Considerado o maior crítico literário deste século.

Um dos pensadores mais originais da geração que sucedeu a Sartre e a Camus, na França.

Além de crítico literário, é um semiólogo, sociólogo, escritor.

Seus temas foram sempre em torno da pesquisa semiológica, i.e, reconstituir o funcionamento dos sistemas de significação que não a língua, a luz do modelo linguístico. Seu papel na sociedade Seu projeto Fazer da semiologia (= ciência geral dos signos) um instrumento crítico. Para ele, a semiologia enquanto ciência geral dos signos poderia atingir e propiciar a crítica social.

Outro elemento constante em seu itinerário é a atenção privilegiada que concede à linguagem. O porquê de o campo da significação ter hoje uma grande atualidade O desenvolvimento das comunicações de massa confere hoje uma grande atualidade ao campo imenso da significação e as ciências como a linguística, a antropologia, a teoria da informação fornecem novos meios à análise semântica. A própria história do mundo moderno faz uma solicitação semiológica. Elementos de Semiologia publicado na revista Communications (1964) “A semiologia tem por objeto todo o sistema de signos, qualquer que seja sua substância, quaisquer que sejam seus limites: as imagens, os gestos, os sons melódicos, os objetos e os complexos dessas substâncias que encontramos em ritos, protocolos ou espetáculos constituem, se não ‘linguagem’, a menos sistemas de significação”. Barthes ordena esse sistema em 4 rubricas: Língua e
palavra/fala Significante e
significado Sistema e
sintagma Denotação e
conotação Linguagem Participa ao mesmo tempo do físico, do fisiológico e do psíquico, do individual e do social. Língua Conjunto sistemático de convenções necessárias à comunicação, indiferente à matéria dos sinais que a compõem. Fala Recobre a parte puramente individual da linguagem (fonação, realização das regras e combinações de signos). Língua - Uma instituição social e um sistema de valores.

- O indivíduo não pode, sozinho, nem criá-la, nem modificá-la.

- Contrato coletivo para podermos nos comunicar.

- Com regras – só se pode manejá-la depois de aprendida.

- Arbitrária. Fala Ato individual de seleção e atualização.

“combinações graças as quais o falante pode utilizar o código da língua com vistas a exprimir o pensamento pessoal” ... “mecanismos psicofísicos que lhes permitem exteriorizar estas combinações”. Língua e fala “não há língua sem fala e não há fala fora da língua”.

Merleau-Ponty: “a Língua é uma entidade puramente abstrata, uma norma superior aos indivíduos, um conjunto de tipos essenciais, que realiza a fala de modo infinitamente variável”.

A Língua é, em suma, o produto e o instrumento da Fala. Sistema e sintagma Para Mídia (estudo do discurso da Mídia) dois binômios são mais importantes: Significado-Significante Denotação-Conotação A língua é um sistema organizado de signos. Cada signo apresenta, nesta linha de pensamento (nesta teoria), um duplo aspecto: um perceptível, audível – o significante; o outro, contido no precedente, trazido por ele – o significado. Significado Não é uma “coisa” e sim uma representação psíquica da “coisa”.

“o significado da palavra BOI não é o animal BOI, mas sua imagem psíquica”
Distinguem: a Representação psíquica / a Coisa real / o “Dizível”
O significado não é nem a Representação psíquica e nem a Coisa real e sim o “Dizível”. Uma definição puramente funcional O significado é um dos relata do signo; a única diferença que o opõe ao significante é que este é um mediador. Significante É um puro relatum, não se pode separar sua definição da do significado. A única diferença é que o significante é um mediador: a matéria lhe é necessária. Se So Denotação-Conotação Denotação Significar, exprimir, simbolizar:

A espada e a balança denotam o caráter da justiça. (dic. Aurélio eletrônico) Conotação Sentido translato, ou subjacente, às vezes de teor subjetivo, que uma palavra ou expressão pode apresentar paralelamente à acepção em que é empregada:

O vocábulo roto, em Portugal, tem a conotação de homossexual masculino; conotação pejorativa; (dic. Aurélio eletrônico) Denotação Conotação Referências BARTHES, Roland. Elementos de Semiologia.10ª edição. São Paulo: Cultrix, 1997.

_______________. L’aventure sémiologique. Paris: ed. Du Seuil, 1985.

MATTELART, Armand e Michèle. História das Teorias da Comunicação.5ª edição. São Paulo: Loyola, 1999.

NÖTH, Winfried. Panorama da semiótica: de Platão a Peirce. São Paulo: Annablume, 1995) Semiótica Russa
ou da cultura "toda atividade humana em desenvolvimento troca e armazena informação por meio de signos e apresenta uma certa unidade". O homem enquanto indivíduo, membro de uma sociedade, é necessariamente um ser semiótico ou, aquele que produz significação pelos seus comportamentos e que interpreta o sentido que incorpora das ações do outro. Desenvolver estudos de natureza semiótica sobre: teoria da literatura, do texto, do mito e do folclore, do cinema, do teatro e dos sistemas culturais em geral considerando suas regularidades e mecanismos sistemático-estruturais, tipológicos e histórico-dinâmicos. Semiótica da cultura é uma disciplina teórica dos estudos russos. Constituiu-se no Departamento de Semiótica da Universidade de Tártu, Estônia, nos anos 60, explorando fronteiras com vários campos do conhecimento, deriva seus princípios da Linguística, da Teoria da Informação e da Comunicação, da Cibernética e da Semiótica. Entender a comunicação como sistema semiótico e a cultura como um conjunto unificado de sistemas, ou melhor, como um grande texto. Reelabora-se o conceito de língua, sem o qual seria impossível estender a noção de linguagem a uma diversidade de sistemas como mito, religião, literatura, teatro, artes, arquitetura, música, cinema, moda, ritos, comportamentos: códigos e sistemas semióticos da cultura. A cultura é entendida como texto e a comunicação, como processo semiótico. Semióticas especiais Semiologia -
Semiótica Discursiva Semiótica russa Semiótica geral Semiótica Peirceana Obrigado! prof.arcf@uol.com.br
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