Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Aprendizagem online - síntese final

No description
by

rosalia ribeiro

on 10 October 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Aprendizagem online - síntese final

Tema 2
Aprendizagem online

COMUNICAÇÃO ONLINE (SÍNCRONA E ASSÍNCRONA
Aprendizagem em que a interação entre professores (tutores) e alunos (treinandos/formandos) ocorre com um certo intervalo de tempo. A aprendizagem assíncrona ocorre em cursos onde o próprio aluno determina a duração. Esse tipo de aprendizagem geralmente ocorre por intermédio da Internet, CD-ROM, grupos de discussões on-line ou e-mail.
GESTÃO DO TEMPO
APRENDIZAGEM COLABORATIVA vs AUTO-APRENDIZAGEM (avaliação do processo e/ou do produto).
Perspetiva dos Teóricos
ASSÍNCRONA
A avaliação do processo e/ou do produto:
ANO LETIVO 2014/2015
MESTRADO EM EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DIGITAIS
Ambientação
online

Síntese final


Comunicação assíncrona é aquela na qual os participantes se comunicam em momentos distintos para realizar algum tipo de atividade. São exemplos os fóruns, wikis, trabalhos em grupo, entre outros.


Síncrona
Aprendizagem em tempo real, onde o professor o conteúdo pode também ser entregue usando áudio ou videoconferência, Internet, e transmissões ao vivo de confêrencias em uma sala de aula, chat's.

INTRODUÇÃO
No contexto do tópico 2 da fase de ambientação online, "Aprendizagem online", depois da leitura dos documentos "Desafios de um estudante online" e "How to succeed in your online classes", fomos desafiados a debater os seguintes tópicos:
Gestão do tempo;
Comunicação online (síncrona e assíncrona);
Aprendizagem colaborativa vs auto-aprendizagem (avaliação do processo e/ou do produto).

Apresentamos de seguida a síntese da discussão que se gerou em torno dos tópicos anteriores.
O debate foi bastante animado e rico de conteúdos.
Ambientes digitais / Aprendizagem online:
- Falta de preparação / sensibilidade de professores, alunos e famílias em encarar os ambientes virtuais como plataformas de aprendizagem.

- Aprendizagens deveriam ser sempre colaborativas, nomeadamente em ambientes virtuais;
- Ambientes virtuais permitem apostar em estratégias suscetíveis de promover uma aprendizagem mais eficaz e o desenvolvimento integral dos alunos.
- Não há fórmulas mágicas, mas não podemos descurar o seu potencial e a mais valia que pode representar no contexto educativo.

- Nos ambientes virtuais pode existir o erro de apenas se trabalhar de forma individual, ignorando o grupo.
- "Não haver" contacto físico entre muitos de nós leva a uma discussão sobre os assuntos mais "limitadas", pois falar sobre um assunto de forma escrita ou de forma verbal é completamente diferente.
- Avaliação só do produto final ou também do percurso? Dever-se-á ter uma avaliação que priorize o percurso e não somente uma avaliação pontual.
- Deverá utilizar diversos parâmetros, onde o professor pode avaliar constantemente o aluno na sua participação nas atividades, o seu interesse e seu nível de cooperação/colaboração com os colegas.
- Deve ser feita com rigor e utilizar diversas ferramentas.
- O docente ou tutor deve refletir permanentemente sobre o valor didático desse percurso formativo a distância mediado pelas novas tecnologias de informação e comunicação que sugere ao seu grupo de alunos, perceber para que servem as ferramentas online que disponibiliza, auxiliando em simultâneo os alunos a aprenderem a aprender, otimizando assim novas competências em novos domínios.
- Na aprendizagem colaborativa, só há sucesso quando todos os elementos do grupo estão ao mesmo nível. Não podemos tomar a avaliação como sendo individual.
- É subjetiva apesar de parâmetros e critérios que possam ser objetivamente definidos.
- A diversificação de estratégias e ferramentas de avaliação, a implicação do próprio e dos seus pares no processo, dilui de algum modo a subjetividade.
- As diferenças intelectuais, participativas, de leituras são situações que produzem a distorção do sentido de avaliar.
- Existe uma certa limitação de quem avalia e do seu poder de criar critérios que sejam justos (uma utopia da educação).
- A avaliação não está associada ao tipo de aprendizagem (individual ou coletiva).
- Existe uma complexa discussão sobre maneiras mais adequadas de aferi-la.
Piaget
e a sua teoria construtivista defende que a interação social e a troca de ideias entre alunos funcionam como estímulos ao processo de aquisição de conhecimentos. Esta teoria reconhece que os sujeitos são agentes ativos na construção do conhecimento de maneira que, a trabalhar colaborativamente possam trazer as suas próprias contribuições e ideias, podendo analisar as questões de diferentes pontos de vista e produzindo significados com base na compreensão entre os diversos sujeitos.
- Teoria construtivista de Piaget defende:
- interação social e a troca de ideias entre alunos funcionam como estímulos ao processo de aquisição do conhecimento;
- os sujeitos são agentes ativos na construção do conhecimento, a trabalhar colaborativamente, trazem as suas próprias contribuições/opiniões/ideias, podendo analisar as questões de diferentes pontos de vista e produzir significados com base na compreensão entre os diversos sujeitos.
- Didática em rede deve fomentar tanto a construção individual como a construção partilhada de saberes.
- Trabalho individual tem um significado estratégico para consolidar aprendizagens.
-O trabalho de grupo favorece o intercâmbio crítico de ideias, a partilha de recursos, a criação de soluções comuns para problemas complexos.
- Para aprender a colaborar é preciso trabalhar em equipa.
- Para aprender sobre conteúdos é preciso fazer pesquisas.
- É importante educar para a autonomia em ambientes virtuais, sobretudo para que cada um encontre o seu ritmo de aprendizagem.
- A autoaprendizagem tal como a aprendizagem colaborativa são aprendizagens por descoberta.
- É fundamental também educar para a cooperação, para participar em projetos e realizar pesquisas em conjunto.
- A aprendizagem tem de implicar trabalho individual e colaborativo.
- Autoaprendizagem: o aluno constrói o seu próprio conhecimento no contacto com a informação em diferentes suportes ou canais, ao fazê-lo descobre os meandros do seu próprio pensamento (metacognição), conhece-se a si mesmo, torna-se cada vez mais autónomo, crítico e apto para interagir com os outros...
- Aprendizagem colaborativa: permite experimentar outras formas de pensar, outros pontos de vista, aprimorar o espírito crítico, para além de promover a cooperação, o respeito pelo outro e pela diferença.
- Em qualquer situação, a aprendizagem pode ser facilitada em ambientes virtuais.
- A autoaprendizagem leva ao sucesso da aprendizagem colaborativa.
- Aprendizagem Colaborativa implica interajuda, partilha, discussão e interação no sentido de se atingir um fim comum que é a aprendizagem e a construção do conhecimento. (fonte http://aeducacaodesofia.blogspot.pt/2008/11/aprendizagem-colaborativa.html)
- Exemplos de blogues que apresentam situações em que se promove o trabalho autónomo dos alunos http://eraumavezemperugia.blogspot.it/; http://percursosacompanhados.blogspot.pt/search?updated-min=2008-01-01T00:00:00Z&updated-max=2009-01-01T00:00:00Z&max-results=24
- O trabalho autónomo pode ajudar o aluno a descobrir o seu ritmo.
- A colaboração e a troca de experiências com diferentes sujeitos em seus múltiplos espaços-tempos também favorece a promoção da criticidade ao curso desse processo.
- O sujeito deve ter papel ativo na sua aprendizagem.
A teoria sóciointeracionista de
Vygotsky
diz que o Homem constrói a sua história através das relações que estabelece com os outros. A interação social na construção do conhecimento é fundamental para a aprendizagem no contexto escolar.
Para
Paulo Freire
, o ser toma consciência de si, reflete sobre si mesmo na relação com o mundo, através das relações sociais e não de uma forma isolada. O diálogo, que é sempre comunicação, funda a colaboração.
No processo de aprendizagem, cada um tem seu o tempo
- A comunicação com os outros (online) permite que aprendamos a argumentar, a vermos outros pontos de vista que não ficam vagos e sim registados na plataforma.
- Deve haver um equilíbrio entre essas duas formas de aprendizagem.
- O aluno é o centro desse processo, o seu sucesso dependerá de seu do seu empenho
- Aprender pressupõe uma ação colaborativa
- A aprendizagem individual é uma construção reflexiva que provém da interação com os outros
- Sozinho ninguém aprende e, portanto, mesmo "sozinho" lendo um texto na internet há uma aprendizagem colaborativa pois alguém dialoga contigo (o autor).
- Ser autodidata e aprender pela descoberta permite mantermo-nos atualizados.
Chats
: são uma ferramenta interessante de comunicação síncrona porém, se houver muitos alunos interagindo ao mesmo tempo, perde-se em meio a tantas informações. É legal para aproximar um pouco mais as pessoas pois acaba ficando um bate papo mais informal.
Em atividades em tempo real é quase impossível termos uma presença de 100% dos alunos
Poderemos também considerar os tutoriais e os mapas conceptuais como outros dois instrumentos da comunicação assíncrona.
A resolução de problemas permite a aprendizagem.
A aprendizagem colaborativa é inevitável e faz parte do nosso dia à dia – observamos os outros e repetimos o que vemos – aprendemos por imitação.
Aprendizagem não é apenas assimilar informação. Só existe aprendizagem se houver uma mudança de comportamento. A informação por si só não gera aprendizagem.
- A demonstração facilita / permite a aprendizagem.
Enquadrar e articular conhecimento potencia a aprendizagem.
- A aprendizagem depende da motivação e do seu objetivo.
- Se o objetivo da aprendizagem for “inovação” a autoaprendizagem será muito limitada. (o conhecimento alcançado não vai muito além da interpretação pessoal da informação a que o indivíduo teve acesso).
- A análise feita, por diferentes indivíduos, sobre o mesmo tema pode proporcionar diferentes respostas, possibilitando uma perspetiva inovadora resultante da discussão gerada. Podendo esta nova perspetiva, ela própria, alvo de reflexão e análise realimentando a discussão proporcionando uma evolução do conhecimento sobre o tema.
A autoaprendizagem é essencial na nossa formação, contribui para nos tornarmos aptos a participar de uma aprendizagem colaborativa.
A autoaprendizagem e a aprendizagem colaborativa devem caminhar harmonicamente.
A aprendizagem colaborativa pode ser condicionada pela falta de humildade e/ou solidariedade de alguns, isto é, têm dificuldade em aceitarem a opinião alheia, têm falta de paciência em desenvolver de trabalhos colaborativos.
O “Ser Humano é um ser naturalmente social” pelo que faz sentido a aprendizagem colaborativa que pode ocorrer através do contacto social intermediado pela Internet.
A capacidade da pessoa interagir com os demais envolvidos em determinadas atividades ou não, permite o aprimoramento do talento individual ou de um determinado grupo.
A aprendizagem colaborativa não deve ser um artifício puro e simplesmente académico, mas sim uma experiência de vida que alguém pode realizar em qualquer segmento de sua rotina.
Deleuze e Guattari
, na década de 80, propuzeram o conceito de rizoma cujo significado representa um sistema aberto, múltiplo, cujas pequenas raízes emaranhadas se entrelaçam formando um conjunto complexo cujos elementos remetem-se uns aos outros, sem apresentar hierarquização estrutural, tanto no aspecto do poder e da importância, quanto no aspecto das prioridades na circulação. Ao romper com essa hierarquização, o fluxo de saber ocorre numa perspectiva transversal apontando na direção da globalização, colocando em questão a relação intrínseca entre as várias áreas do saber.

Para
Wallon
, o processo de aprendizagem passa por diferentes fases onde a individualização vai de um tipo de sociabilidade para outro. Nessa teoria, a construção do objeto é instrumento para a construção do sujeito. Assim, o discurso toma significado no psicológico e não no epistemológico. A inteligência é algo corporificado na pessoa e a construção do conceito é algo
autoconstruído
através da interiorização do conhecimento (DANTAS, 1992).
A importância da gestão do tempo
Em 1748, Benjamim Franklin escreveu a imortal frase “Tempo é dinheiro”. Podemos complementar de uma maneira mais humanizada que tempo é vida.

Para que pode servir aprender a administrar o tempo numa modalidade de ensino não presencial? Para evitar sobretudo a desorganização no estudo e a falta de ânimo em prosseguir caminho rumo à aprendizagem.
Estratégias para uma eficaz gestão do tempo como contributo para o sucesso numa aprendizagem online:
Estabelecer objetivos e prioridades;
Criar um cronograma de estudos;
Procurar seguir uma rotina de horário sem que porém tal horário seja rígido;
Respeitar o seu ritmo biológico;
Anotar as tarefas a realizar e organizá-las por níveis de pertinência e importância;
Organizar o tempo que se terá à disposição para participar nas atividades online;
Cumprir prazos na realização das atividades;
Não acumular leituras de uma semana para a outra;
Procurar aceder à plataforma com regularidade para ir acompanhando o que é partilhado nos fóruns;
Passar pelo menos uma hora de estudo sem interrupções;
Criar intervalos de distração entre atividades muito prolongadas (5-10 minutos) para na hora da execução o trabalho ser mais focado;
Aproveitar o tempo livre otimizando-o como tempo de estudo;
Criar checklists e agrupar tarefas similares;
Criar milestones (marcos) acompanhados de avaliação;
Utilizar ferramentas disponíveis (Google Calendar sincronizado com o telemóvel, agendas, etc);
Salvar no computador o material que se considera relevante para o desenvolvimento do próprio trabalho (ex.: mensagens dos fóruns de discussão, links para páginas da Internet, ficheiros disponibilizados, etc.);
Evitar deixar tarefas inacabadas;
Avaliar a importância de tarefas que ficaram por realizar;
Distribuir tarefas em caso de trabalho colaborativo;
Aprender a lidar com imprevistos;
Resolver em tempo breve qualquer tipo de problema que esteja a prejudicar o trabalho recorrendo ao formador e/ou suporte técnico;
Planificar diferentes 'tempos' a dedicar não só à sua vida educativa mas igualmente à sua vida profissional e pessoal.
Algumas conclusões:

- Todo e qualquer trabalho interrompido leva mais tempo;
- É a persistência, a responsabilidade, a disciplina e a capacidade de automotivação que ditam o sucesso do aluno;
- Uma auto-organização do tempo ajuda a desfrutar das vantagens de uma aprendizagem online.
Foi um execelente impulso para a integração dos participantes do grupo e para a reflexão sobre os temas.

Os grupos mais heterogéneos, inclusive em contexto digital, facilitam a troca de diferentes conhecimentos, os quais são mais abrangentes, enriquecendo a aprendizagem individual.
RESUMINDO
E
CONCLUINDO
Aprendizagem colaborativa vs Auto-aprendizagem?
Ambas devem estar implícitas na construção do conhecimento fazendo parte do desenvolvimento pessoal.
Ambas podem podem sair enriquecidas em ambientes digitais, os quais potenciam a troca de conhecimentos e a partilha de materiais/ferramentas de aprendizagem.

Ambientes digitais e aprendizagem online
Potenciam estratégias suscetíveis de promover mais sucesso na tarefa de aprender e ensinar. No entanto pressupõem indivíduos competentes no domínio das TIC, na comunicação, organizados e disciplinados.

A avaliação do processo e/ou do produto?
Deve privilegiar-se a avaliação do "processo", a sua aferição deve ser contínua, formativa e implicar o avaliado.
Deve resultar de uma negociação entre as partes.
A avaliação deve assentar no rigor, transparência, na diversidade de parâmetros e ferramentas.
Pode ser conotada com alguma subjetividade resultante de diferentes sensibilidades e perspetivas.

Obrigada pela atenção!
Trabalho realizado pela turma do 1ºano do Mestrado em Educação - ETD
24 de setembro de 2014
Full transcript