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Romantismo

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Gabriela Diniz

on 21 June 2013

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Transcript of Romantismo

"Zé Povinho" (1889)
Rafael Bordalo Pinheiro 1825 -1865 Porto, 4 de fevereiro de 1799 — Lisboa, 9 de dezembro de 1854 Lisboa, 28 de março de 1810 — Santarém,13 de setembro de 1877 Lisboa, 28 de janeiro de 1800 — Lisboa, 18 de junho de 1875 Lisboa, 16 de março de 1825 — Vila Nova de Famalicão, 1º de junho de 1890 São Bartolomeu de Messines, 8 de março de 1830 — Lisboa, 11 de janeiro de 1896 "Nasci no Porto, mas criei-me em Gaia" 1820 1823 1824 1826 1828 1825 1832 1833 1841 1846 1851 1852 1854 PARTICIPA NA REVOLUÇÃO LIBERAL 1816 1821 VAI PARA COIMBRA CURSAR DIREITO PUBLICA "O RETRATO DE VÉNUS" EXILA-SE NA INGLATERRA PARTE PARA A FRANÇA ESCREVE "CAMÕES" ACEITA O CONVITE PARA REGRESSAR A PORTUGAL ESCREVE "DONA BRANCA" VOLTOU À INGLATERRA PUBLICOU "ADOZINDA" PARTICIPA NO DESEMBARQUE DO MINDELO PARTICIPA NO CERCO DO PORTO MORRE D. ADELAIDE PASTOR PASSA A INSPIRAR-SE EM ROSA MONTUFAR EM 25 DE JUNHO, RECEBE DO REI O TÍTULO DE VISCONDE É ENCARREGADO DA PASTA DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS, MAS EXERCE A FUNÇÃO APENAS POR ALGUNS DIAS CASA-SE COM LUÍSA MIDOSI 1836 SEPARA-SE DE LUÍSA MIDOSI 1837 É NOMEADO DEPUTADO 1838 É NOMEADO CRONISTA-MOR APAIXONA-SE POR ADELAIDE PASTOR PORTUGAL É INVADIDO: MUDA-SE PARA OS AÇORES 1809 ATÉ ESTE ANO, ESTUDA NO COLÉGIO DOS PADRES ORATORIANOS DE S. FILIPE DE NÉRY PARTICIPA NA REVOLTA DE 21 DE AGOSTO DE 1831 CONTRA O GOVERNO DITATORIAL DE D. MIGUEL I 1825 1831 INGLATERRA FRANÇA AÇORES 1832 VOLTA A PORTUGAL E TRABALHA NA ORGANIZAÇÃO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL DO PORTO 1836 DEMITE-SE DO CARGO DE BIBLIOTECÁRIO VAI PARA LISBOA ESCREVE "A VOZ DO PROFETA" 1837 DIRIGE A REVISTA PANORAMA 1846 PUBLICA O PRIMEIRO VOLUME DE "HISTÓRIA DE PORTUGAL" 1852 É NOMEADO SÓCIO EFETIVO DA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA 1854 1853 É ENCARREGADO DO PROJETO DE RECOLHA DOS "PORTUGALIAE MONUMENTA HISTORICA" 1855 DESEMPENHA O CARGO DE PRESIDENTE DA CÂMARA DE BELÉM 1867 CASA-SE COM D. MARIANA MEIRA RETIRA-SE DEFINITIVAMENTE PARA A SUA QUINTA DE VALE DE LOBOS 1877 "Isto dá vontade de morrer!" 1815 1827 ESCREVEU E PUBLICOU UM "EPICÉDIO NA MORTE DA AUGUSTÍSSIMA SENHORA D. MARIA I, RAINHA FIDELÍSSIMA" 1818 GANHOU UMA ESCRIVANINHA DE OFÍCIO DE ESCRIVÃO CHANCELER E PROMOTOR DO JUÍZO DA CORREIÇÃO DA CIDADE DE COIMBRA DECIDE VIVER COM SEU IRMÃO AUGUSTO, NA CASTANHEIRA DO VOUGA 1834 EM 29 DE JULHO, CASA-SE COM D. MARIA ISABEL BAENA 1840 CASA-SE COM D. ANA CARLOTA XAVIER VIDAL 1837 FALECE MARIA ISABEL FALECE SEU IRMÃO 1846 É MILITANTE DO PARTIDO CARTISTA 1847 PARTE PARA OS AÇORES FUNDA O JORNAL "AGRICULTOR MICHAELENSE" E A "SOCIEDADE DOS AMIGOS DAS LETRAS E ARTES" 1850 VOLTA A LISBOA "METHODO PORTUGUÊZ DE CASTILHO" 1853 É NOMEADO COMISSÁRIO GERAL DE INSTRUÇÃO PRIMÁRIA 1855 VEM AO BRASIL PARA DIVULGAR SEU MÉTODO, E VOLTA A LISBOA NO MESMO ANO 1858 É CONVIDADO PARA A CADEIRA DE LITERATURA PORTUGUESA, MAS RECUSA 1866 VAI A PARIS COM SEU IRMÃO JOSÉ PUBLICA "LYRICA D'ANA CREONTE" 1875 Lucrecia (1819);
O Retrato de Vénus (1821);
O Toucador (1822);
Camões (1825);
Dona Branca (1826);
Adozinda (1828);
Lírica de João Mínimo (1829);
Um Auto de Gil Vicente (1838);
O Alfageme de Santarém (1841,1842);
Flores sem fruto (1845);
Viagens na minha terra (1846);
D. Filipa de Vilhena (1846);
As profecias do Bandarra (1848);
Um Noivado no Dafundo (1848);
A sobrinha do Marquês (1848);
Memória Histórica de J. Xavier Mouzinho da Silveira (1849);
Folhas Caídas (1853). A Voz do Profeta (1836);
A Harpa do Crente (1838);
Poesias (1850);
O Fronteiro de África ou três noites aziagas;
Os Infantes em Ceuta (1842);
O Pároco de Aldeia (1851);
O Galego: Vida, ditos e feitos de Lázaro Tomé. A Chave do Enigma;
Eco da Voz Portugueza por Terras de Santa Cruz;
O presbyterio da montanha;
Cartas de Eco a Narciso (1821);
A Primavera (1822);Amor e Melancolia (1828);
A Chave do Enigma A Noite do Castelo (1836);
Os Ciúmes do Bardo (1836);
A Felicidade pela Agricultura (1849);
Presbitério da Montanha (1844);
Quadros da História de Portugal (1838);
O Outono (1863);
Mil e Um Mistérios (1845, 1907). Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é vida – e que a vida destrói.
Como é que se veio atear,
Quando – ai se há-de ela apagar?

Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… foi um sonho.
Em que a paz tão serena a dormi!
Oh! Que doce era aquele olhar…
Quem me veio, ai de mim! Despertar?

Só me lembra que um dia formoso
Eu passei…
Dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei;
Mas nessa hora a viver comecei… Vi o teu rosto lindo,
Esse rosto sem par;
Contemplei-o de longe mudo e quedo,
Como quem volta do áspero degrêdo,
E vê ao ar subindo
O fumo do seu lar!

Vi esse olhar tocante,
De um fluido sem igual;
Suave como lâmpada sagrada.
Benvindo como a luz da madrugada
Que rompe ao navegante
Depois do temporal!

Vi esse corpo de ave,
Que parece que vai
Levado como o Sol ou como a Lua
Sem encontrar beleza igual à sua;
Magestoso e suave,
Que surpreende e atrai! Atrai e não me atrevo
A contemplá-lo bem;
Porque espalha o teu rosto uma luz santa,
Uma luz que me prende e que me encanta
Naquele santo enlevo
De um filho em sua mãe!

Tremo apenas pressinto
A tua aparição,
E só se me aproximasse mais, bastava
Pôr os olhos nos teus, ajoelhava!
Não é amor o que eu sinto,
É uma adoração!

Que as asas providentes
Do anjo tutelar
Te abriguem sempre à sua sombra pura! A mim basta-me só esta ventura De ver que me consentes
Olhar de longe... olhar! Almeida Garrett João de Deus Carlota Ângela (1858);
Amor de perdição (1862);
Coração, cabeça e estômago (1862);
Amor de salvação (1864);
A queda dum anjo (1866);
A doida do Candal (1867);
Novelas do Minho (1875-77);
Eusébio Macário (1879);
A corja (1880);
A brasileira de Prazins (1882). Flores do Campo (1868);
Folhas Soltas (1876);
Campos de Flores (1893);
Cartilha Maternal;
Dicionário Prosódico de Portugal e Brasil (1870);
Ramo de Flores (1869);
Despedidas de Verão (1880). O mistério da estrada de Sintra (1870);
O Crime do Padre Amaro (1875);
A Tragédia da Rua das Flores (1877-78);
O Primo Basílio (1878);
O Mandarim (1880);
As Minas de Salomão (1885);
A Relíquia (1887);
Os Maias (1888). Individualismo,

Subjetivismo, Pessimismo, Religiosidade, Sentimentalismo exacerbado, Egocentrismo, Medievalismo, Idealização a manifestação da individualidade assuntos tratados de forma pessoal • a pátria é sempre perfeita;
• a mulher é vista como virgem, frágil, bela, submissa e inatingível;
• o amor é quase sempre espiritual e inalcançável.
o ego no centro de tudo. a emoção acima de tudo retratando as culturas de seu país o “mal do século” - a profunda tristeza a vida espiritual e a crença em Deus enfocadas Culto ao Fantástico, o mistério, do sobrenatural, representando o sonho, a imaginação Foi um dos escritores mais prolíferos e marcantes da Literatura Portuguesa; Teve uma vida atormentada, que o inspirou a fazer novelas; Entre 1851 e 1890, escreveu 260 obras Aos 40 anos, casou-se com Emília de Castro, e teve 4 filhos: Alberto, Antônio, José Maria e Maria Um dos mais importantes escritores lusos; Foi autor de romances de reconhecida importância; Foi um eminente poeta lírico, e chegou a ser considerado "o poeta do amor" O Romantismo está ligado a dois acontecimentos: a Revolução Francesa e a Revolução Industrial, responsáveis pela formação da sociedade burguesa Referências http://jorge-leberg.livejournal.com/112664.html
Acessado em 17/11/12 às 20h26min;
http://litteraturae.blogspot.com.br/2012/03/romantismo-portugues-poesia.html
Acessado em 17/11/12 às 20h02min;
http://keylapinheiro.blogspot.com.br/2010/05/analise-do-poema-este-inferno-de-amar.html
Acessado em 17/11/12 às 19h40min;
http://nelsonsouzza.blogspot.com.br/2010/08/este-inferno-de-amar-almeida-garrett.html
Acessado em 17/11/12 às 20h10min;
http://www.soliteratura.com.br/romantismo/romantismo02.php
Acessado em 19/11/12 às 13h20min;
http://www.coladaweb.com/literatura/romantismo-em-portugal
Acessado em 18/11/12 às 21h34min;
http://www.coladaweb.com/literatura/romantismo
Acessado em 18/11/12 às 21h50min;
http://almadepoeta.blogspot.com.br/2007/04/adorao-poema-de-joo-de-deus.html
Acessado em 20/11/12 às 15h51min;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Deus_de_Nogueira_Ramos
Acessado em 18/11/12 ás 14h03min;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Camilo_Castelo_Branco
Acessado em 19/11/12 às 21h07min;
http://www.brasilescola.com/literatura/o-romantismo-portugal.htm
Acessado em 19/11/12 às 21h20min;


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