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Taxonomia dos tipos de pesquisa: exploratória, descritiva, c

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by

Thiago Moreno

on 4 November 2015

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Revisão da Literatura e Taxonomia dos tipos de pesquisa:

Taxonomia dos tipos de pesquisa:
Como eu escolho o plano de pesquisa ou o tipo de pesquisa que irei utilizar?
Descritivo
Causal ou Explicativa
Tenta explicar se um evento causa outro. Exigem execução muito precisa. Podem se tornar complexas e onerosas.
A causalidade é estabelecida através de experimentação. (HAIR ET. AL., 2005)
Exploratória
(1) visa satisfazer a curiosidade do investigador.
(2) testar a viabilidade de empreender um estudo mais extenso.
(3) desenvolver os métodos a serem empregados em qualquer estudo subsequente.

BABBIE (2006)
A resposta está na pergunta
Se a questão envolve a descoberta, o projeto exploratório é melhor.
Se enfatiza a descrição de alguma quantidade ou as quantidades relativas a alguma variavél, provavelmente será um projeto descritivo.
Se estabelece causa e efeito, acarreta o uso de um projeto causal.
Tipos de Experimentos
A. Experimentos de laboratório - manipulam a variável causal dentro de um ambiente artificial.

B. Experimento de campo - é conduzidos em um ambiente natural. Alta validade externa.
Delineamento de sujeitos
c. Delineamento inter-sujeitos - os sujeitos da pesquisa recebem somente um nível de cada fator experimental.

d. Delineamento Intra-sujeitos - os sujeitos recebem várias combinações de tratamentos experimentais.
Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica
em Ciências Contábeis

Professora: Silvana Anita Walter, Dra.
HAIR ET AL. (2005)
HAIR ET AL. (2005)
Exploratório
Se aplica para questões de pesquisas vagas e pouca teoria disponível,
uma revisão de literatura se enquadra nesse tipo,
é orientada para descoberta.
a. Grupos de foco
b. Entrevista em profundidade
c. Técnica delphi
d. Técnicas projetivas
Exemplos de Técnicas de entrevistas exploratórias:
Descreve uma situação, geralmente com mensuração causal, se utiliza de estatística descritiva. Com frequência são confirmatórios, ou seja, são usados para testar hipóteses.

(HAIR ET AL., 2005)
Estudos descritivos podem ser classificados em:
A. Estudos Transversais (os dados são coletados em um único ponto do tempo)

B. Estudos Longitudinais (descrevem eventos ao longo do tempo)

Exemplos
Causal ou Explicativa
Exploratória
Descritiva
Alunos: André Sekunda e Thiago Moreno
Hipótese
BABBIE, E. R.
The practice of social research
. 11.ed. California: Wadsworth, 2006. Capítulo 4 - Research Design (exploratória, descritiva e explicativa)
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
GIL, Antonio C.
Métodos e técnicas de pesquisa social
. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Capítulo 3 – Pesquisa social (exploratória, descritiva e explicativa)
HAIR JR, J. F. et aI.
Fundamentos de métodos de pesquisa em administração
. Porto Alegre: Bookman, 2005. Capítulo 2 – Fundamentos do Plano de Pesquisa (exploratória, descritiva e causal)
MALHOTRA, N.
Pesquisa de marketing
: uma orientação aplicada. Porto Alegre: Bookman, 2006.
Capítulo 3 - Concepção de pesquisa (exploratória, descritiva e causal)
WALTER, Silvana A.
Mecanismos isomórficos e práticas estratégicas
: o caso da Sooro. 2010. 268f. 2010. Tese de Doutorado. Tese (Doutorado em Administração)–Programa de Pós-Graduação em Administração, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba.
WALTER, Silvana Anita et al.
De Professor a gestor
: uma análise do perfil dos gestores dos cursos de administração das Instituições de Ensino Superior da região oeste do Paraná. SEMINÁRIO NACIONAL ANGRAD, v. 17, n. 2006, p. 15, 2006.
WEBSTER, Jane; WATSON, Richar T. Analyzing the past to prepare for the future: writing a literature review. MIS Quarterly Vol. 26 No. 2, pp. xiii-xxiii/June 2002
Referências:
ENSAIO TEÓRICO SOBRE OS FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO E
PONTOS DE FALHA DO PROCESSO DE GESTÃO DOS MESTRANDOS EM CONTABILIDADE: A ÓTICA DA METODOLOGIA DEQ
TIAGO NASCIMENTO BORGES
Mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica pela FECAP. Coordenador do Curso de Ciências Contábeis da Universidade de Sorocaba (SP).
ANA CRISTINA DE FARIA
Doutora em Controladoria e Contabilidade pela FEA/USP. Professora do Programa de Mestrado em Ciências Contábeis da Universidade Regional de Blumenau (SC) e Professora Adjunta do Curso de Ciências Contábeis da Universidade São Judas Tadeu (SP). anacfaria@pq.cnpq.br
ANTONIO DE LOUREIRO GIL
Doutor em Controladoria e Contabilidade pela FEA/USP. Professor do Programa de Metrado em Ciências Contábeis da Universidade Federal do Paraná. gilgil@osite.com.br

v. 1, n. 3, art. 4, p. 63-82
Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade
Diante desse contexto, este trabalho pretende resolver a seguinte questão: Quais
os fatores críticos
de sucesso e os
pontos de falhas existentes
no processo de gestão de um mestrando em Contabilidade?
Para responder a esta questão, têm-se como objetivos: (1)
analisar
as causas do sucesso ou fracasso de um aluno em um programa de Mestrado e seus efeitos para o mestrando; (2)
propor
possíveis ações referentes aos aspectos relevantes encontrados no decorrer deste estudo. Esses objetivos fundamentam-se na premissa de que, no processo de formação do mestrando em Contabilidade, este assume o papel de gestor do projeto de Mestrado. Acredita-se que esse trabalho irá contribuir para um maior entendimento teórico-prático do papel do aluno de Mestrado no processo promovido pelos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu, na busca do desenvolvimento da Ciência Contábil no Brasil.
O presente trabalho, portanto, constitui-se numa modalidade de ensaio teórico: um estudo bem desenvolvido, formal, discursivo e concludente, consistindo numa exposição lógica e reflexiva, e em uma argumentação rigorosa, com alto nível de interpretação e julgamento pessoal (Severino, 1996, p. 120). Contudo, não se trata de um trabalho teórico puro, já que está subsidiado nas práticas relatadas na literatura e na experiência dos pesquisadores. Apresenta-se, neste trabalho, de maneira sistematizada, o esboço de uma perspectiva teórica que pretende fundamentar a prática do curso de Mestrado em Contabilidade, suas limitações e possibilidades.
a) Quais as propriedades estruturais (regras e recursos) vigentes no campo organizacional no qual a organização analisada está inserida?
b) Quais os estrategistas envolvidos na formação de práticas estratégicas da organização?
c) Quais as práticas estratégicas utilizadas pelos estrategistas da organização analisada?
d) Quais os mecanismos isomórficos que ocorrem no campo organizacional delimitado?
e) Como os mecanismos isomórficos existentes no campo organizacional interferem nas práticas estratégicas utilizadas pelos estrategistas da organização analisada?

Igualmente se optou por uma abordagem qualitativa, de natureza descritivo explicativa, em virtude da natureza dos fenômenos, do tipo de relação e da necessidade de descrever esses fenômenos e suas especificidades. Nas pesquisas qualitativas, segundo Denzin e Lincoln (2006), os pesquisadores estudam os fenômenos em seus cenários naturais, buscando entendê-los ou interpretá-los quanto aos significados que os indivíduos com eles envolvidos lhes conferem. As pesquisas descritivas, de acordo com Gil (1999), têm por objetivo a descrição de características do fenômeno estudado o u o estabelecimento de relações entre as categorias analíticas empregadas.
A perspectiva temporal foi de corte seccional, com avaliação longitudinal, uma vez que se buscou analisar a influência dos mecanismos isomórficos sobre as práticas estratégicas da organização enfocada, de maneira que se tornou importante resgatar o processo de formação das práticas estratégicas. Para tal, definiu -se, como período de tempo a ser analisado, de 2001, ano da criação da empresa, até abril de 2010, quando da finalização da coleta de dados.

(WALTER, 2010)
objetivo de identificar o perfil dos gestores dos cursos de administração destas IES, o exercício da função gerencial e analisar as características intraempreendedoras desses gestores.
Para alcançar os objetivos propostos neste estudo, utilizou-se como método a pesquisa exploratória de caráter descritivo, do tipo levantamento ou “survey” que, de acordo com Gil (1999), descreve uma situação real e específica, ou seja, um determinado entrevistado, em situação e local específicos. Neste caso, ainda segundo o mesmo autor, é possível analisar os dados por meio de comparações e testes estatísticos das diferenças encontradas entre os subgrupos, bem como podem ser realizadas análises estatísticas mais elaboradas. A pesquisa descritiva, segundo Gil (1999), tem como objetivo principal descrever características de determinada população ou fenômeno ou estabelecer
relações entre variáveis, sendo uma de suas características mais significativas a utilização de técnicas padronizadas de coleta de dados.
(WALTER, 2006)
REVISÃO DE LITERATURA
A
revisão de literatura
é o primeiro passo na busca da construção de um trabalho científico.

Revisões de literatura ajudam os pesquisadores a limitar o escopo de sua investigação e transmitem para os leitores a importância de estudar um tópico (CRESWELL, 2007).
IDENTIFICAR UM TÓPICO
Antes de considerar que literatura usar em um projeto, primeiro identifique um tópico para estudar e para refletir se é prático e útil fazer o estudo (CRESWELL, 2007).

Uma boa ideia para facilitar o início da pesquisa é a elaboração de um título funcional para o estudo. "Meu estudo é sobre..." (CRESWELL, 2007).
UM TÓPICO PESQUISÁVEL

Creswell, 2007.

Para saber se um tópico é pesquisável precisamos responder se ele pode e deve ser pesquisado. Um tópico pode ser pesquisado se os pesquisadores tiverem participantes que desejam envolver-se no estudo, se os investigadores tiverem recursos nos pontos fundamentais do estudo, como recursos para coletar dados durante um período sustentado de tempo e recursos para analisar informações.


UM TÓPICO PESQUISÁVEL
Creswell, 2007

O deve é mais subjetivo. O mais importante é saber se o tópico agrega ao grupo de conhecimento de pesquisa disponível sobre o assunto. Também deve-se analisar a abrangência do estudo (regional, nacional).
OBJETIVO DA REVISÃO DE LITERATURA
Creswell, 2007

Ela relaciona um estudo ao diálogo corrente mais amplo na literatura sobre um tema. Serve de indicador para comparar os resultados de um estudo com outros já realizados.
Revisão de literatura em pesquisa qualitativa, quantitativa e de métodos mistos

Creswell, 2007

Na pesquisa qualitativa, os investigadores usam a literatura de maneira consistente com as suposições de aprendizado do participante, para ouvir os participantes e construir um entendimento baseados nas ideias deles e não para prescrever as respostas de questões através da literatura.
Revisão de literatura em pesquisa qualitativa, quantitativa e de métodos mistos

CRESWELL, 2007

Sugere três locais de posicionamento, na introdução oferecendo um pano de fundo para o problema ou questão, em uma seção separada geralmente usado em quantitativa e no começo do estudo, e na seção final do estudo sendo usada para comparar resultados. Quando a pesquisa for mista o tipo da técnica dependerá do peso de cada método.
Creswell, 2007

Técnicas de Projeto:
Usar bancos de dados computadorizados para procurar artigos relacionados ao seu tema;

O que priorizar?
Começe com artigos que apresentem visão geral, periódicos nacionais respeitados, livros, monografias e trabalhos de eventos.
Veja teses apenas se der tempo.
Existem poucos estudos de revisão de literatura, muito embora artigos dessa natureza tem potencial de gerar importantes contribuições para pesquisa futuras.

Muitos pesquisadores não estão familiarizados com a estrutura e o formato de estudos de revisão, o que contribui para a baixa produção de estudos dessa natureza.
Webster e Watson, 2002
Os Autores potenciais e tópicos
Para Webster e Watson (2002) existem dois tipos de revisões.

A primeira que parte de um tema já bastante discutido em que o estudante fará a análise e a síntese desses conhecimentos, propondo um modelo conceitual que sintetiza e estende pesquisa já realizada.

A segunda que parte da tentativa de resolução de um problema emergente. Aqui, a revisão de literatura é mais curta, dada a pouca produção sobre o tema. A contribuição do autor seria no sentido de propor o desenvolvimento de um modelo conceitual.
Começando Seu Artigo
Webster e Watson, 2002

Para chamar atenção do leitor desde logo, a introdução precisa motiva-lo a seguir com a leitura do texto, e isso se consegue com uma boa definição do funcionamento das variáveis e com a clara demonstração das contribuições do artigo.

Por exemplo, devem ser evidenciadas as unidades de análise empreendidas na revisão. Ainda, se o estudo aplica a certos contextos (por exemplo, tipos de ocupações, organizações, ou países) ou a determinados períodos de tempo, todos esses fatos devem ser identificados para o leitor.
Identificando a Literatura Pertinente
Webster e Watson, 2002

Uma revisão de alta qualidade é focada em conceitos.

É provável que as principais contribuições teóricas estejam nos artigos e estudos mais relevantes. Então, faz sentido começar por eles. Uma procura sistemática vai garantir a escolha das melhores literaturas.

Você pode concluir que sua revisão está se aproximando da conclusão quando não estiver achando mais novos conceitos para inclusão no estudo.
Tom da Revisão
Webster e Watson, 2002

Uma revisão de literatura de sucesso informa o leitor construtivamente sobre o que foi estudado.

Não entre na armadilha de ser crítico demais.

Daft (1985, p. 198): “...outro indicador de amadorismo é a abordagem excessivamente negativa da literatura anterior... é mais importante explicar como a pesquisa constrói resultados do que criticar negativamente a pesquisa”.

Respeite o trabalho desses que trabalharam para criar a fundação para seu trabalho atual.
Desenvolvimento teórico em Seu Artigo
Webster e Watson, 2002

Uma revisão abre brechas no conhecimento, motivando os pesquisadores a fecha-la. A revisão faz um exame das pesquisas anteriores mas focando um quadro no futuro.

A contribuição mais significativa de uma revisão é a criação de um modelo teórico, porém, existem outras formas, como, por exemplo, mostrando como as teorias concorrentes ou suposições filosóficas explicam um fenômeno de diferentes ângulos.
Criando Sua Discussão e Conclusões
Webster e Watson, 2002
Algumas revisões terminam abruptamente com uma conclusão curta. Porém, embora você complete seu artigo de revisão neste momento, é necessário falar mais para seus colegas.

Por exemplo, pode-se demonstrar como o trabalho estende a pesquisa passada, sugerir modos que a teoria dela pode ser examinada empiricamente, mencionar implicações para prática, sugerir pesquisas futuras.
Processo de Revisão
Webster e Watson, 2002
Os revisores de periódicos estão procurando uma combinação de contribuições para publicar um trabalho.

Uma revisão teórica que responde, por exemplo, "O que é novo? , Por que assim? , Foi bem feito?", possui maiores chances de publicação.
Resumo
Webster e Watson, 2002
Um artigo ideal:
. motiva o tópico de pesquisa e explica as contribuições da revisão
. descreve os conceitos fundamentais
. delineia os limites da pesquisa
. faz revisões literatura em áreas relacionadas a pesquisa
. desenvolve um modelo para guiar pesquisas futuras
. justifica proposições apresentando explicações teóricas, resultados empíricos passados, e exemplos práticos
. apresenta implicações finais para os investigadores.
E acima cima disto, o artigo de revisão exemplar deve ser explicativo e criativo!
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