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BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda

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by

Paula Fernanda

on 10 September 2015

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Transcript of BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda

BENJAMIN, Alfred. A Entrevista de Ajuda. Tradução de Urias Corrêa Arantes. São Paulo : Martins Fontes, 1978.
ESTÁGIOS
ABRINDO A PRIMEIRA ENTREVISTA
O registro da entrevista
Anotações



Abordagens diferentes
CONDIÇÕES
Situação invertida
Acontece quando o entrevistado faz perguntas:
Sobre outras pessoas.
Sobre nós.
Sobre ele mesmo.

Como utilizar as perguntas
Enunciados breves, claros e inteligíveis.
Mais indiretas do que diretas.
Registros para acompanhar nossas evoluções.
Modo para lembrarmos de nossas execuções passada.
A ausência de anotações, na nossa cultura, pode ser encarada como negligência/ falta de interesse
Existe vários tipo de anotações, durante a entrevista como informações básicas ou planos e decisões tomadas juntos; depois da entrevista em anotações rápidas; e houve caso que o entrevistado fez a próprias anotações.
Alguns não faça:
Não faça das anotações um interrogatório, elas deverão subordinar-se ao processo de entrevista.
Não faça segredo delas e não anote o que não possa mostrar. Com o tempo as anotações começam a diminuir
Honestidade essencial
:
A entrevista envolve um aspecto ético, ela é confidencial. Anotações servem como lembretes, um apanhado geral e avaliações.
Devemos manter sigilos, mas caso usarmos para uma pesquisa, alguma informação devemos deixar claro ao entrevistado que serão usadas e se teremos a permissão de usar-lá
Gravação:
Registro completo do que foi dito e usando o videotape, há também o registro do que ocorreu.
Sendo sua utilizade principal o aprendizado ou a pesquisa. Pois mostrar o modo que está fazendo, falando.
As fitas deverão ser mantidas em confidencial e geralmente

não são guardadas por muito tempo.
Caso perceba um certo desconforto do entrevistado pelo uso do gravador, é melhor deixá-lo de lado.
Tendemos a usá-la para o nosso aprendizado porém elas podem também favorecer o aprendizado do entrevistado.
A Pergunta
Perguntar sempre o necessário sem interromper o entrevistado e dar devolutivas, não apenas perguntar sem dar sequencia a uma conversa. Pois muitas vezes acabamos perguntando muito deixando o entrevistado confuso e que os interrompem. dar alternativas de se espressar além do modo clássico ce perguntas/respostas.
Alguns acabam acostumando nesse ritmo de perguntas e repostas que quando não há perguntas, ficam em silêncio.
A perguntas retóricas, deixa o entrevistado sem alternativa de resposta, pois nenhuma alternativa é dada ou sugerida pela própria pergunta. E há as perguntas que são formuladas de modo que faça com que o entrevistado concorde com o entrevistador.
Perguntas Abertas X Perguntas Fechada
Ampla, permite amplas possibilidades de respostas
Permite alargar seu campo perceptivo
Convite às suas concepções, opiniões, pensamentos e sentiments.
Amplia, aprofunda o contato
Porta aberta para um bom relacionamento
Restrita, resposta específica
Restringe seu campo perceptivo
Exige fatos objetivos
Pode limitar o contato
Mantém a porta fechada, geralmente, limitando o relacionamento.
Perguntas Diretas:
Interrogações precisas

X
Perguntas Indiretas:
Geralmente aparece um ponto de interrogação no final

Perguntas duplas
limita o entrevistado na resposta, entre duas alternativas, confundindo ele e o entrevistador. Exemplo, perguntas com "ou...ou", pois ele pode preferir ambas ou nenhuma alternativa.
As prguntas devem ser enunciados com maior brevidade possível, embora sendo claras.

Evitar o
bombardeio
de perguntas, o abuso de perguntas duplas. Pois pode parecer um interrogatório e não se faz nenhuma tentativa de permitir que o entrevistado de expresse completamente.
Por quê?
É recomendável evitá-la, pois esta palavra conota reprovação e desconforto. Pois quando usada pelo entrevistador pode ser entendida como se tivesse agido "errado". Então, ele irá se proteger toda vez que ouvir essa palavra.
Pelo desejo de saber o porquê do comportamento é fácil perguntar mas pode ser difícil para o outro responder.
Quando utilizar as perguntas
Para ajudar o entrevistado que tem dificuldade de continuar falando, embora pareça ter mais coisas a dizer.
EXTERNAS
INTERNAS
A sala:
Deve ser adequada; Proporcionar uma atmosfera que propicie a comunicação.
Há quem prefira duas cadeiras igualmente confortáveis, próximas uma da outra, num ângulo de noventa graus, qual deixa o entrevistado a vontade para olhar nos olhos do entrevistador ou desviar o olhar quando desejar.
Interrupções:
São condições externas que podem e devem ser evitadas.
Deve-se trazer em si mesmo, o desejo de ajudar, ser verdadeiro em suas ações para conquistar a confiança do entrevistado.
Conhecer a si mesmo, confiar nas próprias ideias, sentimentos, para podermos avaliar e controlar nosso comportamento, e assim poder apreciar o comportamento dos outros.
Ser honesto com nós mesmos e com o entrevistado, se não o ouvimos ou não o entendemos; ouvir e absorver, o que o ele trouxer. E assim, faz com que o entrevistador que pareça mais humano.

Emprego de formulários:

Estes podem ser preenchidos durante e como parte que integra o processo, se o mesmo for necessário. Preferencialmente de uma forma rápida e sem prejuízo a entrevista.
Iniciada pelo entrevistado:
Quando esse é procurado. Sendo o mais sensato deixá-lo expor em suas palavras o motivo pelo qual quer nos ver. Às vezes se faz necessário uma introdução por parte do entrevistador, par ajudá-lo a iniciar, a partir de frases curta, mas só se sentirmos necessário

Iniciado pelo entrevistador:
O entrevistador pediu para ver o entrevistado.
Tomar o cuidado para a entrevista não se transformar em um monólogo. E se desejamos uma conversa, uma boa comunicação, precisamos estar atento para que o entrevistado tenha oportunidade de se expressar.
FATOR TEMPO
Em uma cultura que valoriza o tempo, este é um fator importante na entrevista. Já deixe claro os limites e as orientações em relação tempo das entrevistas, principalmente porque a pessoas que possuem dificuldades em finalizar suas conversas.
TRÊS ESTÁGIOS PRINCIPAIS
Abertura e colocação do problema
É o momento que se é colocado o motivo ou problema, que levo ao encontro entre o entrevistado e o entrevistador, e nesta fase a compreensão pelos dois do que deve ser discutido e ambos concordam.
Desenvolvimento ou exploração:
Nesta segunda fase haverá um exame mutuo do assunto, avaliando alguns aspectos e tirando algumas conclusões. Esta fase deve ocorrer de forma cuidados, pois certos aspectos dessa fase principal merecem extrema atenção.
Encerramento:
O encerramento nem sempre é fácil, o tempo esta se esgotando e ambos devem ter consciência de que o encerramento esta ocorrendo. Um breve resumo às vezes se faz necessário para averiguar se o entrevistador e o entrevistado se entenderam. Neste último estagio a uma tendência de determinar a impressão do entrevistado sobre a entrevista como um todo. Então devemos estar certos que possibilitamos a expressão do entrevistado. E através da pratica, paciência, atenção e reflexão cada um poderá desenvolver maneiras que atenda e promova seu trabalho.


• Sem comunicação não haveria entrevista.

• A meta do entrevistador é facilitar a comunicação.

• Há vários fatores que podem ajudar ou impedir a comunicação.


Comunicação
• Quanto menos defensivo for o entrevistador, mais poderá ajudar o entrevistado a deixar de lado suas defesas. Aumentando a comunicação.

• Quanto menos o entrevistador impor seus valores, mais poderá ajudar o entrevistado a encontrar os seus.


Defesas e valores
Autoridade como defesa


• Dois grandes obstáculos na comunicação: o uso de autoridade pelo entrevistador ou pelo entrevistado.

• Necessário que haja a prevalência de um senso de igualdade de importância e de dignidade.

• O que quer que o entrevistador faça, não será para o entrevistado e sim com ele.

• O entrevistado considera-se igual, podendo tomar para ele o que escolher e rejeitar o que não é para ele.

Resultados de teste como defesa

• Os entrevistados tendem a esconder-se atrás de diagnósticos e resultados de testes.

• Porém, alguns diagnósticos podem estar equivocados e testes avaliam apenas uma parte do quadro.

• Entrevistadores podem chegar a diagnósticos diferentes.

• Diagnósticos e resultados podem afastar os entrevistados de si mesmos, o que não acontece com a confrontação humana aberta.

Julgamento como defesa

• Julgamentos encorajam a racionalização do comportamento do entrevistador.

• Ao se julgar o entrevistado, ele é visto assim e ele mesmo se vê dessa forma, não possibilitando ver o entrevistado por ele mesmo, apenas por rótulos.



• Para observar a presença de obstáculos na comunicação, o entrevistador pode: conferir anotações, ouvir fitas gravadas, discutir a entrevista com outros profissionais.

• Toda entrevista possui obstáculos de comunicação.

• O objetivo não é eliminá-los, mas sim tomar consciência destes, para verificar onde estes estão sendo criados e tentar reduzi-los ao máximo.

• Sendo assim, existem cinco maneiras de reduzi-los


Tratando com Obstáculos
O quanto você fala

• A comunicação pode ser bloqueada se o entrevistador fala mais que o entrevistado.

• Assim pode estar agindo com autoridade, como um superior no contexto.

• Se o entrevistador esta falando menos de 10% da entrevista, deve investigar o por quê.

• Se o entrevistador acha que permite ao entrevistado expandir seus sentimentos e ao mesmo tempo continuar com ele, talvez tenha construído um bom relacionamento.

• O nível de conversação é apenas um índice do que ocorre na entrevista, devendo ser avaliada dentro do contexto integral da entrevista.

Interrupções


• A interrupção cria um grande obstáculo de comunicação.

• As intenções podem ser as melhores, porem barram o que está sendo recebido.

• As interrupções podem conduzir uma espécie de dueto, em que o entrevistador e o entrevistado terminam a frase juntos, caso ocorra, o entrevistador deve parar e explicar rapidamente o que houve.

• O entrevistador deve se tornar sensível as interrupções do entrevistado, pois podem indicar que ele não entendeu algo.

• Se realmente há o desejo de ouvir o entrevistado, deve-se apenas parar e ouvir.


Respostas



• O entrevistador deve se questionar se suas respostas dadas ou entrevistado são realmente as necessárias.

Forças e Facetas



• O entrevistado deve se questionar se realmente ajuda o entrevistado a explorar todas as direções , ou se seu comportamento impede o entrevistado de faze-lo?

• Coloca obstáculos ao curso de sua exploração do próprio espaço vital e campo perceptivo?


Um útil teste de comunicação



• Ao recapitular a mensagem do entrevistado para si, o entrevistado pode perceber se há obstáculos na comunicação.





• A entrevista não consiste apenas na conversação, mas também engloba a comunicação não-verbal. Porém se não houve conversa nenhuma, não haverá entrevista.

• Se o entrevistado realmente tiver interesse na entrevista ele falará, se o deixa-lo ou encorajá-lo um pouco.

• Caso ele não esteja interessado, é melhor que o entrevistador deve entender sua relutância e não força-lo.

• Quando o entrevistado estiver pronto retornará a falar.

• Nem todos querem ser ajudados, e nem todos podem ser ajudados na entrevista de ajuda.

• Ao haver comunicação e contato estabelecido, o entrevistado pode parar de falar por ter terminado ou o entrevistado pode ter posto obstáculos na comunicação, ou ainda o próprio entrevistado pode haver encontrado obstáculos em si.

• A resposta ao silencio deverá ser percebida pelo entrevistador a partir do que esta acontecendo.

Quando o entrevistado não quer falar


• A comunicação se relaciona mais ao comportamento do entrevistador do que do entrevistado.

• A medida que a entrevista ocorre o entrevistador pode estar se interrogando qual pergunta realizará na sequencia, o que pode dificultar a comunicação, ao não prestar a devida atenção no entrevistado.

• O entrevistador deve se preocupar com o rumo da entrevista, porem não conscientemente enquanto o entrevistado estiver se expressando.

• Ao entrevistado perceber o entrevistador que não esta preocupado com suas respostas, pode-se prejudicar a relação.

• O comportamento de entrevistador influencia o do entrevistado mais do que imagina. Um comportamento aberto encoraja o mesmo ao outro.


Preocupação consigo mesmo
• Algumas informações solicitadas pelo entrevistado e que o entrevistador não dá, podem criar obstáculos de comunicação.

• Algumas informações se dadas podem impelir a entre entrevista de avançar e s não dadas podem bloquear o progresso.

• Em alguns casos o entrevistado pode dar informações não solicitadas pelo entrevistado para assim reduzir a tensão.

• O entrevistador pode também romper um obstáculo de comunicação pode dizer ao entrevistado francamente o que está fazendo ou se propondo a fazer , e quais suas razoes para isso, diminuindo a “autoridade” do entrevistador.

• Ao não poder fornecer algumas informações, o entrevistador deverá ser franco com o entrevistado e comunica-lo.


Fornecendo algumas informações de que o entrevistado necessita
• Diferença entre resposta e indicação.

• A resposta mantêm o entrevistado como centro das atenções.

• A indicação coloca o entrevistador ao centro.


Respostas e Indicações
Respostas e indicações centradas no entrevistado
Silêncio


• Através do silêncio, o entrevistado e o entrevistador podem estar se aproximando um do outro, ou mostra como é profundo o abismo que os separa.

• Pode dar mais ênfase a um desentendimento.

• Pode ser neutro.

• Conter empatia.

• Pode ser o resultado de confusão.

• Pode comunicar o fim da entrevista.

• Pode indicar que o entrevistador decidiu não dizer nada.

• A menos que esteja muito seguro, o entrevistador deve evitar silêncios extensos.


“Ahn-han”



• É geralmente considerada como indicador de abertura por parte do entrevistador.

• Pode indicar aprovação ou sugerir crítica.

• Deve ser utilizado com consciência e estudar como o entrevistado o interpreta.

Repetição


• Serve como um eco, permite ao entrevistado ouvir o que ele disse, encorajando para que continue falando.

• Pode mostrar ao entrevistado que esta sendo ouvido pelo entrevistador.

• Pode ser utilizada de quatro formas:

• Repetição exata do que foi dito.
• Repetição exata, mudando apenas pronomes.
• Repetição de parte do que foi dito.
• Repetição em forma de resumo.

Elucidação


• Comumente entendida como esclarecimentos do entrevistador.

• Apesenta duas intenções possíveis:

• O entrevistador permanece muito próximo do que seu parceiro expressou, mas simplifica o que foi dito para torna-lo mais claro.

• O entrevistador com suas próprias palavras elucida o que entrevistado tentou dizer anteriormente.

• Por outro lado, a elucidação pode se relacionar com a necessidade do entrevistador ter as coisas esclarecidas para si mesmo.

Reflexão


• Refletir sobre os sentimentos e atitudes do entrevistado exige audição e compreensão extremamente empáticas.

• O entrevistador verbaliza o que o entrevistado sente.

• A verdadeira reflexão será aceita pelo entrevistado porque traduz em palavras o tom do sentimento que foi expresso.

Interpretação

• O entrevistador assume o primeiro plano.

• É de dois tipos:

• Esquema interno de referencia do entrevistado.

• Esquema interno de referencia do entrevistador.

• Na primeira o entrevistado atravessa uma ponte irreversível e espera que o entrevistado o responda.

• No segundo o entrevistador responde ao entrevistado.


Explicação



O entrevistador pode utilizar a explicação como uma indicação .

• Pode utilizar como resposta a afirmações e perguntas do entrevistado.

Respostas e indicações centradas no entrevistador
Encorajamento

Afirmação – Reafirmação



Utilizada para dizer ao entrevistado que se acredita em sua capacidade de agir e superar obstáculos e enfrentar com êxito sua situação.

• Com efeito o entrevistador mostra que pode ver mais longe que o entrevistado e que pode depositar sua confiança no entrevistador.

• Porem a afirmação dura enfatizando a consciência pode chegar quase ao moralismo

Sugestão

• É uma forma branda do conselho.

• Nela o entrevistador apresenta uma possível linha de ação.

• Da ao entrevistado opiniões do entrevistador, porem o deixa livre para aceitar, recusar ou propor ideias novas.

• Sua finalidade pode ser estimular o entrevistado a pensar e planejar por si mesmo.

• Pode ser oferecida com ou sem a solicitação do entrevistado.


Aconselhamento


• O conselho pode ser oferecido direta ou indiretamente, de forma ameaçadora ou indireta.

• É essencial que o entrevistador se pergunte se tem necessidade de dar conselhos em momentos específicos ou de fora geral.

• O conselho após dado deve ser acompanhado.



Pressão
Moralismo

• O moralismo é uma mistura de aconselhamento e pressão.

• A moralização pode ser opressora.

Respostas e indicações autoritárias
Concordância – discordância


• O entrevistador comunica ao entrevistado se, em sua opinião, ele está certo ou errado.

• Admitindo que seu julgamento é correto, quer naturalmente que o entrevistado o trate seriamente.

Aprovação-desaprovação



• O entrevistador expressão entrevistado se seu comportamento é bom ou ruim.

• Manifesta aprovação ou desaprovação do comportamento, planos pretendidos ou concepção da vida do entrevistado.


Oposição e crítica
Descrédito


• O entrevistador supõe que a percepção do entrevistado de uma situação dada é incorreta ou distorcida.

Ridicularização


• É uma forma de provocação destinada a confundir o entrevistado.

Contradição
Negação e rejeição


• O entrevistador rejeita as ideias do entrevistado e insinua que sem a mudança de seus comportamentos não haverá resultados na entrevista.




• O entrevistador assume total responsabilidade pelo que acontece na entrevista e domina a situação.

Uso aberto da autoridade do entrevistador
Repreensão



• O entrevistador interpreta e avalia as ideias, sentimentos e ações do entrevistado.

• Reage negativamente.

• Assim, o entrevistado precisa se corri.

Ameaça
Ordem



• O entrevistador ordena o entrevistado que siga suas instruções

Punição
Humor
ACADÊMICOS:

ANA CAROLINA HAUPT GASPERIN

JULIANA APARECIDA GONÇALVES MORAIS KREUZ

PAULA FERNANDA SILVEIRA BOIAGO

PEDRO RICHARD VARGAS

6º Período - A
FILOSOFIA
A entrevista de ajuda proporcionará ao entrevistado uma
experiência
significativa, levando-o á
mudança
;
A
experiência
é o relacionamento com o entrevistador;
A
mudança
é o resultado do relacionamento, a mudança nas ideias, nos sentimentos em relação à si e aos outros;
Para intervenções o entrevistador deve coloca em pauta questões como:
Qual é o tipo de mudança que desejamos provocar?
Qual é a melhor maneira de obtê-la?
MINHA ABORDAGEM PESSOAL
A
Estimulação
na entrevista favorece a mudança, a mudança é colocada em prática na relação entrevistador e entrevistado a partir da capacidade de construção do entrevistado, em um ambiente onde o entrevistador deve ajuda-lo á construir uma atmosfera de confiança, o entrevistador ajuda o entrevistado á tornar-se cada vez mais consciente de si mesmo, cabe ao entrevistado decidir como mudar, e como atuar com ações em seu contexto;
A entrevista de ajuda consiste em trazer ao entrevistado conhecimento, experiência, habilidade profissional, etc.

O
feedback
é um elemento importante que consiste em o entrevistador trazer as situações do entrevistado para o mesmo, favorecendo assim para que o mesmo verifique a expressão do seu verdadeiro Eu;
A
compreensão
é um elemento importante e significativo no relacionamento entrevistador e entrevistado na comunicação, nos sentimentos, nas expressões, etc...
A
empatia
é extremamente importante na entrevista de ajuda, é o colocar-se no lugar do outro, acima de tudo possibilita que entrevistador participe interior de seu entrevistado;
O entrevistador deve ter acima de tudo um sentimento de humanidade que ultrapasse o âmbito da timidez, ele não deve se comportar como um boneco ou ter uma visão extremamente tecnicista, o entrevistador deve deixar de lado qualquer máscara, simplesmente ser ele mesmo, pois somente sendo ele mesmo, alcançará por virtude os objetivos almejados em seu entrevistado.
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