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Apresentação Congresso - Perspetivas dos professores relativamente à avaliação das aprendizagens na disciplina de EF

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Rui Ferreira

on 6 July 2013

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Transcript of Apresentação Congresso - Perspetivas dos professores relativamente à avaliação das aprendizagens na disciplina de EF

Enquadramento
Orientação:
Mestre Fátima Ribeiro
Professor Doutor Paulo Sá

Perspetivas de professores relativamente à avaliação das aprendizagens na disciplina de Educação Física
Metodologia
Tarefa complexa que não se resume à atribuições de notas.

Apreciação qualitativa sobre dados que auxiliam o professor a tomar decisões.
Luckesi (1995)
Dois formatos :
- Contínua (acomponha todo o processo E-A)
- Pontual (isolada, pode coincidir com avaliação final)

Rosado e Colaço (2002, p. 27)


Momento: início de novas aprendizagens.
Objetivo: análise de conhecimentos e aptidões do aluno.

Ribeiro e Ribeiro (1990)
- Não há um instrumento absolutamente fiel.
Valadares e Graça (1998)

“Os instrumentos de avaliação mais adequados para o efeito são as listas de verificação, acompanhadas, ou não, pelas escalas de classificação”.
Ribeiro (1997, p. 47)
NVivo (10).



Entrevistas submetidas à análise temática.
Bibliografia
Apresentação e Discussão
Conclusão
Avaliação
Momentos de Avaliação
Primeiros conceitos através de Scriven (1967).

Momento: ao longo do processo E-A.
Objetivo: ajudar professor, alunos e outros intervenientes a regularem o processo de ensino.
Bloom (1971)
Momento: final do processo E-A.

Objetivo: comparar grau de consecução atingido com os objetivos terminais previamente definidos.

Lemos, Neves, Campos, Conceição e Alaiz (1993)
1 - Diagnóstica
2 - Formativa
3 - Sumativa
Técnicas e Instrumentos
Objetivo: avaliar perceção de competência.
Vantagens: - antecipação operações a realizar;
- identificar erros cometidos;
- procurar soluções alternativas.
Cardoso (1994)

Integração confere ao aluno autonomia na aprendizagem e responsabiliza-o pela condução do seu percurso.
Pacheco (1994)
Autoavaliação
Formatos de Avaliação
Referenciais avaliativos
Referência: norma e critério.

Fornecer informações para uma posterior classificação.
Podem assumir ponderações diferentes (depende do professor).
(Husbands, 1998)
3 - Avaliação Mista
21 professores de Educação Física - média de idades de 45.3 e média de 19.3 anos de experiência.

12 (57%) - sexo feminino.

9 (43%) - sexo masculino.

3 níveis de ensino.
Participantes
Entrevista semiestruturada – questões de resposta aberta.

Validada por dois docentes universitários.

Aplicada a 10% da amostra total (3 professores).

Duração média de 29 minutos.

Gravadas em dois sistemas de áudio.
Instrumentos
Análise dos dados
Avaliar
Aferir as capacidades dos alunos.

Momento mais difícil do processo E-A.

Dificuldade é maior em EF.

Culminar do processo de ensino.
Classificar
Objetivo
: Avaliar vs. Classificar.

Enquadrar os alunos dentro de uma escala (0 a 20).

Desvantagens: Não atenta na evolução.

(E4) e (Black et al., 2003)
Importância
Objetivo
: Avaliação decisiva para regular o processo de ensino e aprendizagem?

Nenhum entrevistado encara o processo E-A sem avaliação.

“Em tudo na vida é importante a avaliação, porque só assim é que nós progredimos ”. (E3)
Dificuldades
Objetivo
: Principais obstáculos vivenciados no momento de avaliação final.

Resultados indicam:

- Subjetividade da avaliação prática.

- Número de alunos por turma.

- Prestações menos positivas dos alunos.
Estratégias
Objetivo
: Soluções encontradas para solucionar dificuldades.

Atribuir maior preponderância à avaliação formativa.

“Vou dividindo a avaliação (…) sou capaz de fazer uma avaliação durante duas, três semanas da mesma modalidade". (E13)
Estrutura do Processo Avaliativo
Objetivo
: Perceber de que forma os professores dividem a avaliação.

Resultados indicam:
1º fase – Avaliação diagnóstica.
2º fase – Avaliação formativa.
3º fase – Avaliação sumativa.
Modalidades
Objetivo
: Aferir as diferenças no planeamento das avaliações das modalidades desportivas.

15 professores defendem:
- Estrutura idêntica para todas as modalidades.

6 professores defendem:
- Estruturação distinta.
- Exclusão da AD, caso exista uma continuidade do processo.
Níveis de ensino (Diferentes vs Iguais)
Objetivo
: Aferir estruturação do processo avaliativo nos três níveis de ensino.

11 professores defendem:
- Estruturações diferentes.

10 professores defendem:
- Estrutura idêntica.
Birzea, C. (1984). Pedagogia de Avaliação Formativa. In A Pedagogia do Sucesso. Lisboa: Livros Horizonte.
Bento, J. (2003). Planeamento e Avaliação em Educação Física. Lisboa: Livros Horizonte.
Black, P., Harrison, C., Lee, C., Marshall, B., & Wiliam, D. (2003). Assessment for Learning: Putting it Into Practice. Filadélfia: PA: Open University Press.
Bloom, B., Hastings, J., & Madaus, G. (1971). Handbook on Formative and Sumative Evaluation of Student Learning. Nova Iorque: McGraw-Hill Book Company.
Fernandes, D. (2007). A avaliação das aprendizagens no Sistema Educativo Português. Educação e Pesquisa, 33(3), 581-600.
Gomes, A. (2007). Avaliação e género na Educação Física. Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Porto.
Gonçalves, F., Albuquerque, A., & Aranha, Á. (2010). Avaliação: um caminho para o sucesso no processo de ensino e de aprendizagem. (1ª ed.). Maia: Publismai.
Hadji, C. (2001). Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed Editora.
Luckesi, C. (1995). Filosofia da educação. São Paulo: Cortez.
Marques, R. (2011). Avaliação - Métodos e Critérios. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real.
Pereira, M. (2011). Currículo, Avaliação e Trabalho Pedagógico: Um olhar tridimenssional sobre a escola organizada em ciclos. Espaço do Currículo, 4(2), 149-161.
Perrenoud, P. (1999). Avaliação: da experiência à regulação das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed.
Ribeiro, A., & Ribeiro, L. (1990). Planificação e Avaliação do Processo de Ensino – Aprendizagem: Universidade Aberta.
Rosado, A., & Colaço, C. (2002). Avaliação das Aprendizagens: fundamentos e aplicações no domínio das actividades físicas. Lisboa: Omniserviços.
Valadares, J., & Graça, M. (1998). Avaliando... Para melhorar a Aprendizagem. Lisboa: Paralelo Editora.
Zabalza, M. (1995). Diseño y desarrollo curricular (6 ed.). Madrid: Narcea.
Tipos de Avaliação
Objetivo
: Perceber de que forma devem os alunos ser avaliados.

Resultados indicam:
- Participantes pouco familiarizados com a terminologia utilizada.

2 professores:
- Avaliação Normativa.
10 professores:
- Avaliação Criterial.
9 professores:
- Avaliação Mista.
Tipos de avaliação (continuação)
Avaliação normativa
Formato avaliativo menos utilizado.

“A que eu aplico é a normativa, ou seja, defino o melhor aluno e daí para baixo vêm todos os outros (…)”. (E2)

"A execução das respostas é comparada com as dos restantes colegas, organizando-as hierarquicamente do mais para o menos capaz (apto)".
Aranha (2004)
Tipos de Avaliação (continuação)
Avaliação Criterial
Formato avaliativo que predomina para os participantes.

“De acordo com as novas tendências na avaliação, surgiu a avaliação com referência ao critério, em que o padrão de referência ou de comparação é um critério e não uma norma, ou seja, é avaliado o conhecimento do aluno em relação a critérios pré-estabelecidos constituídos pelos objetivos de ensino, sem que seja feita, necessariamente comparação entre os alunos”.
Rosado e Colaço (2002, p. 30)
Instrumentos
Objetivo
: Indicar ferramentas utilizadas no momento da avaliação.

Resultados indicam que:
- Grelhas de observação e registos + utilizadas.
- Instrumentos audiovisuais são boas ferramentas.
“No caso das atividades físicas e desportivas são utilizadas grelhas de observação e registo ”. (E10)
Diferenças de género
Objetivo
: Aferir se devem existir diferenças avaliativas entre alunos do sexo masculino e feminino.

Resultados indicam que:

- 9 professores concordam.
- 12 professores discordam.

Importante passa por atentar na evolução de cada aluno.
Níveis de Desempenho
Objetivo
: Compreender quais os professores que dividem a turma por níveis.

Resultados indicam que:
- 11 afirmam realizar este trabalho.
- 10 não concordam com a sua utilização.
Programa de EF
Objetivo
: Perceber quais as alterações ao Programa Nacional de Educação Física.
Documento provoca divisões de opiniões.
Os professores apontam:
Momentos de Avaliação
Objetivo
: Perceber qual a importância atribuída a cada modalidade.

Resultados indicam:
- Avaliação formativa é o momento com maior importância.

“A avaliação formativa tem por único fim reconhecer onde e em quê o aluno sente dificuldade e procurar informá-lo. Trata-se de um “feedback” para o aluno e para o professor”.
(Landsheere, 1979, p.225)
Autoavaliação
Objetivo
: Verificar se este momento deve englobar a avaliação final do aluno.

Os principais resultados indicam:
Maioria dos participantes (12) não é apologista da sua integração.

Pacheco (1994, p.111) defende que “a integração da autoavaliação no processo de avaliação escolar confere ao aluno um estatuto diferente”.

* Professores que não aplicam esta metodologia defendem que o trabalho por níveis pode ser pouco benéfico, quando relacionado com os objetivos sociais.
- Demasiados conteúdos por modalidade.
- Adequação pouco fiel à realidade das escolas.
- Introdução de novas modalidades.
Conclusão
Cativar jovens para a prática de atividade física.

Avaliação importante porque acompanha processo de ensino e aprendizagem.
- Aferir a eficácia do trabalho;
- Classificação do desempenho.

Avaliar vs. Classificar = Conceitos Distintos.
Conclusão (continuação)
Principais dificuldades:
- Número total de alunos;
- Subjetividade das avaliações práticas.

Domínio motor mais importante para a avaliação final.

Estruturação avaliativa idêntica em todas as modalidades.
Conclusão (continuação)
Momentos de avaliação:
- Preponderância da avaliação formativa;

Tipos de Avaliação:
- Perspetivas divergentes.
- Maioria utiliza a avaliação criterial.
- Avaliação mista como excelente recurso.
Conclusão (continuação)
Divisão da turma por níveis de desempenho:
- Diversidade de opiniões;
- Maioria dos professores defendem que este tipo de trabalho deve ser privilegiado nas aulas de EF.

Diferenciação de géneros:
- Estratégias e critérios de avaliação idênticos.
Conclusaõ (continuação)
Autoavaliação do aluno:

- Resultados pouco conclusivos;
- Maioria não concorda com a sua aplicação.
Humberto Barbosa
Rui Diogo Oliveira
Tiago Brito

Obrigado pela vossa atenção!
Estrutura do processo
Dividida em três fases

"Num primeiro momento (...) objetivos de aprendizagem (...) segunda fase (...) métodos, meios e materiais a utilizar (...) última fase (...) tipos e instrumentos de avaliação empregues".
Gonçalves et al. (2010, p. 19)
1 - Avaliação Criterial
Referência: critério.

Avaliado o conhecimento do aluno em relação a critérios pré-estabelecidos, sem que comparação entre os alunos.
(Rosado e Colaço, 2002)
2 - Avaliação Normativa
Referência: norma.

Situa o indivíduo num grupo particular
Compara resultados entre os alunos de um grupo.
Birzea (1984)
Resultados indicam:
- Principais diferenças entre o 3º CEB e ES.
- Motivos relacionados com a faixa etária dos alunos.
Objetivos Específicos

Referencial avaliativo
mais utilizado na disciplina de Educação Física.
Quais as
dificuldades encontradas
e
estratégias utilizadas
pelos professores.

Instrumentos
utilizados para avaliar os alunos.

Momento de avaliação
mais importante no processo E-A.
Processo de
autoavaliação
deve englobar a avaliação final do aluno.
Perceber de que forma, os professores estruturam o processo de avaliação das aprendizagens dos alunos.
Objetivo geral
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