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Princípios da Terapia Ericksoniana

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Olavo Rigon

on 2 September 2013

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Transcript of Princípios da Terapia Ericksoniana

Princípios da Terapia Ericksoniana
Exercitando truísmos da vida cotidiana
Objetivo: ir desenvolvendo no estudante a habilidade de tecer truísmos.

Treinar alguns truísmos na vida cotidiana, com as pessoas que nos cercam:

“Você que está aí sentadinho, vendo televisão, pode me fazer um favorzinho?”
“Você já está trabalhando há anos nessa sessão, que conhece as pessoas, os chefes, as regras da instituição, o que eles gostam e não gostam, ... queria que você me dissesse o que você acha disso?”

YES SET - Destaque seqüências de truísmos da vida cotidiana e acrescente uma sugestão final.

Exemplos:
“Você veio até aqui para aprender hipnose,... você é psicólogo,... você tem buscado novas formas de abordagem terapêutica, ... porque você busca ampliar suas possibilidades de aprendizado.”

“Quando as pessoas lidam com uma situação diferente, que não conhecem bem, é muito comum elas sentirem um medo ou um receio... elas podem tender a não entrar de cabeça numa experiência como a hipnose, até porque existem muitas histórias fantásticas sobre isso ... e algumas podem até ter curiosidade misturada com alguns receios... mais isso ocorre porque elas sabem se proteger e essa necessidade de proteção deve ser respeitada.”

Princípios
1) A-teórica

“Eu muitas vezes reflito sobre o que a psicoterapia é – certamente não a teorização psicanalítica, certamente não algum corpo de pensamento. Ao contrário, é uma relação humana em que paciente e terapeuta, por uma complexidade de interações, esforçam-se na direção de uma meta comum, com os quais pensa, sente e processa internamente o paciente em suas referências e compreensão, como ele compreende atualmente isso e pode, com liberdade, alterar essa compreensão.”
“Os terapeutas que desejassem ajudar seus clientes não deveriam nunca condenar ou rejeitar alguma parte de suas condutas simplesmente porque fossem obstrutivas, irracionais ou inadequadas. O comportamento do cliente é parte do problema trazido ao consultório; ele constitui parte do contexto em que a terapia ocorrerá; ele pode constituir a força dominante na relação entre cliente e terapeuta. Uma vez que o paciente traz, de algum modo, ao consultório uma parte de si e uma parte de seu problema, ele deveria ser visto de forma simpática buscando-se apreciar a totalidade com que ele confronta o terapeuta. Assim fazendo, o terapeuta não limitaria a si mesmo na apreciação sobre o que é bom e razoável para possível fundamento do processo terapêutico.” (Erickson, 1965).
IMHE-DF
2) Utilização
“Acho que o terapeuta não faz nada além de fornecer a oportunidade de pensar no problema dentro de um clima favorável. E todas essas regras de teoria da gestalt, de psicanálise, de análise transacional ... vários autores redigiram-nas nos livros como se cada pessoa fosse igual à outra. E até onde descobri em 50 anos, cada pessoa é um indivíduo diferente. Sempre trato cada pessoa como um indivíduo, enfatizando as qualidades individuais dele ou dela.” (Erickson, em Zeig, 1995).
3) Individualização
A comunicação para Milton Erickson poderia ser desenvolvida em múltiplos níveis.
Truísmo, yes sets, histórias, metáforas para levar mensagens ao ICS.
4) Abordagem indireta
5) Drama
Tornar o envio de mensagens mais efetivo.
6) Experencial
Para Erickson a terapia não é uma compreensão intelectual, é um processo vivido
7) Ênfase no positivo e nas possibilidades
-Compreender o cliente como potencial e recursos.
-Terapeuta desenvolver a habilidade de redefinir as características do sujeito em termos de recursos.
-Auxiliar no contexto para a mudança.
-"Poder"...você pode...
-ICS sábio e com recursos a disposição do sujeito.
-Linguagem com sentido para o cliente (sem banalizar o sofrimento).
-Ambiente protegido, evitando sofrimentos des-
necessários.

8) Desenvolver recursos
Cliente não é um conjunto de patologias
9) Responsividade
-Quando em rapport cliente/terapeuta se tornam muito responsivos um ao outro.
-Solo possível para a mudança.
-Aprender a ler os sinais emitidos e utiliza-los.
10) Diretividade e Flexibilidade do Terapeuta
-Diretivo no sentido de ativo.
-Flexibilidade para entender a singularidade do cliente e adequar o processo.
11) Orientação a um objetivo
12) Orientação para o presente e futuro
O futuro está por ser feito e o terapeuta deve promover possibilidades e recursos que permitam o sujeito construí-lo da melhor forma a partir do hoje.
13) Complexidade
Crenças a serem evitadas
1) O insight é necessário
2) Deve-se conhecer a causa para se propor um trabalho terapêutico
Ao invés de se prender a uma ótica causalista (do tipo A produz B) ele se coloca numa perspectiva pragmática (do tipo se A existe, o que é possível fazer para modifica-la)
3) As pessoas não se modificam
4) Os sintomas possuem uma função. Logo, se eliminados eles reaparecem sob a mesma ou outra forma.
5) Terapias longas são necessarimente mais efetivas e profundas.
6) O terapeuta deve possuir uma teoria.
desencadear processos de mudança não possui uma relação direta com uma compreensão teórica em si, mas com a capacidade do terapeuta e entrar em relação e modifica-la
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