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Arquitetura Flexível

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on 11 December 2013

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Transcript of Arquitetura Flexível

O ESPAÇO, AS MUDANÇAS E A TECNOLOGIA
Adaptação de espaços comerciais para novas funcionalidades e suas tecnologias

Ricardo Carmignani
RA: 11116282

“com a mudança estrutural das profissões, a necessidade de espaço tende a aumentar ainda mais no futuro, para o setor de prestação de serviços, comércio e planejamento”.
Bratke, Carlos.

Adaptação em edifícios
A tecnologia está sempre em avanço, trazendo consigo novas técnicas construtivas, novos materiais e tendências arquitetônicas;
Isso faz com que cosntruções antigas estejam sempre precisando de modificações não previstas no desenvolvimento de um projeto.
O termo flexível, neste caso, é usado para qualificar principalmente a funcionalidade de um espaço. Agindo não só na adaptação mais inteligente para uma reforma, mas também dando a possibilidade de mudanças não esperadas de algo novo.
Busca pela flexibilidade
É fato que a velocidade em que a tecnologia avança influencia muito no meio da construção civil, e o dela estar cada vez mais rápida exige cada vez mais praticidade e possibilidades para mundaças, que são mais frequentes.
Dessa linha de racicínio se desenvolveu um novo movimento..
Muitos arquitetos seguidores desse movimento, defendem a ideia de que arquitetura de alta tecnologia resolve de forma integrada os diversos condicionantes e elementos, mostrando que o conceito de flexibilidade está diretamente relacionado com a participação dos usuários; ressaltando o fato de ser um contundente símbolo de poder econômico.
Arquitetura High Tech
A arquitetura High-Tech (abreviatura de high technology) é um expressivo movimento arquitetônico que surgiu a partir dos anos 70
Características
Exposição dos sistemas elétricos. hidráulicos, climatização, circulação);
Uso intenso de cores vivas e acabamentos metálicos, vedações com painéis industrializados e vidro;
Grandes vãos e estruturas tensionadas, unindo a linguagem própria com métodos relativamente práticos e tecnológicos de construção
Os arquitetos que aderiram a esse movimento assumiram uma rejeição aos jogos formais decorativos e arbitrários e usam a tecnologia como fonte de inspiração, buscando resolver o máximo de questões com o mínimo de forma. Gerando a aparência de suas obras a partir dos elementos da estrutura portante, elementos de infraestrutura, componentes da cobertura e equipamentos de circulação. Seguem os mesmos princípios teóricos e conceituais do Modernismo de Le Corbusier adaptados ao potencial tecnológico do mundo contemporâneo.
Oferece ao usuário, em vez de espaços tradicionais, espaços de máxima eficiência, jamais perturbados por elementos estruturais ou blocos de circulação e serviços.
Separa o espaço servido das unidades serventes, e também o seu conceito de espaço de eficiência máxima, criando um espaço interno flexível e universal, que pode facilmente atender a inúmeras tipologias.
Grandes nomes da arquitetura High-Tech
Norman Foster
Tais arquitetos; como Foster, Richard Rogers, Renzo Piano, Jean Nouvel e Michael Hopkins, acreditam que as respostas às demandas contemporâneas só serão encontradas através de edifícios extremamente adaptáveis, inteligentes, que tenham vãos livres e instalações de alto desempenho, e que possam ser industrializados; pois a sociedade atual está constantemente em evolução e passa cada vez mais rápido por mudanças e atualização de conhecimentos e modo de vida, que gira em torno do comércio e do lucro.
Os espaços muitas vezes são planejados para suprir necessidades apresentadas no momento da concepção. Suas funções deverão interagir por meio de sua ocupação pelo usuário, podendo estar sujeito a ter suas necessidades alteradas, algumas vezes, antes da conclusão da obra, por diversas razões como variações no mercado, alterações na política de desenvolvimento, novos produtos e outros contratempos
a arquitetura high-tech, não se preocupa somente em resolver a funcionalidade de espaços em junção com uma linguagem própria. Ela mostra uma evolução em técnicas e teorias modernas; que mostravam soluções para liberdade projetual; levando em conta o fato de a sociedade estar sempre em evolução e com novas exigências, para poder desenvolver espaços (principalmente comerciais) que possam ser facilmente adaptados às essas novas demandas e suprir necessidades atuais com praticidade, sem abandonar ao estilo e linguagem que acompanha a evolução e assume formas “futurísticas” nunca antes realizadas.
Assim...
Conclusão
A arquitetura se trata basicamente do planejamento de espaços que se adequem bem a algum tipo de uso e funcionalidade, junto com a exploração de linguagens artísticas, onde esses dois elementos corram juntos em “harmonia”.
E paralelamente, responder com uma linguagem também atual, mostrando sem economias o que existe de mais tecnológico, e esbanjando a riqueza que, para muitos, isso significa.

RESULTS
Estilos se diferenciam logo no início do planejamento, onde cada obra é pensada de um jeito para se resolver certo programa com suas exigências já conhecidas no momento da criação. Ou também para reorganizar espaços já existentes buscando nova função ou inovação qualquer.
SOLVED PROBLEMS
O motivo de buscar uma reorganização do espaço se deve principalmente pelas constantes evoluções da sociedade, que trazem tecnologias novas mais eficientes, práticas que de certa forma se ajuste e se adapte ao meio de vida atual.
REMAINING PROBLEMS
a busca pela praticidade, desenvolveu uma concepção arquitetônica que procura prever novas adaptações no futuro, e já facilitar o processo. Uma concepção que se adequa friamente ao modo de vida atual, onde a evolução é constante e mudanças são necessárias para suprir novas exigências.
Apresentação junto ao Curso
de Arquitetura e Urbanismo na Pontifícia Universidade Católica, de Ricardo Carmignani
Verdade na área de Teoria da Arquitetura
Alguns recursos já são utilizados, como o uso da planta livre, sistemas pré-fabricados ou industrializados de construção, novos materiais e sistemas estandardizados de painéis, equipamentos e mobiliário facilitando, a utilização de instalações, além de permitir a troca do sistema convencional de paredes fixas por paredes mutáveis, as divisórias, que atualmente possibilitam a passagem de tubulações hidráulicas e elétricas em seu interior.
Técnicas Construtivas
A arquitetura moderna, apresentou conceitos nunca antes vistos que já mostrava a importancia inicial de prever mudanças:
Planta livre
Estrutura independente
Começava a ser explorado a liberdade projetual pelo os arquitetos

Definições de espaço
Em grandes prédios comerciais, é comum ver salas privativas que não oferecem a possibilidade de acréscimo sem ter que suprir ou diminuir outras, limitando as possibilidades projetuais.
Materiais novos
A descoberta de novos materias promovem mais facilidade e praticidade, (na instalação e manutenção).
Como por exemplo, materiais hidráulicos, elétricos, de vedação, estruturais, etc.
Mudanças mais constantes
A falta de praticidade para adaptações trazem gastos extras e podem não atingir o esperado
Contexto social
Hoje, mais do que nunca, a sociedade é bombardeada cada vez mais rápido com novas descobertas e tecnologias que procuram facilitar e dar conforto às população em geral.


Arquitetura Flexível
Centre Pompidou – Renzo Piano e Richard Rogers
Tubulações e sistemas estruturais expostos na fachada
No interior, planta livre sem alvenaria ou estruturas cortando o espaço. Máxima eficiência.
Renzo Piano
Jean Nouvel
E paralelamente, responder com uma linguagem também atual, mostrando sem economias o que existe de mais tecnológico, e esbanjando a riqueza que, para muitos, isso significa.
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