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Trabalho FHTM2: Documento Alto da Boa Vista

Trabalho por Alina Freitas e Helena Fragoso.
by

Alina Honestina

on 4 February 2013

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Transcript of Trabalho FHTM2: Documento Alto da Boa Vista

Surprises! Como
tudo começou... Trabalho de Alina Freitas e Helena Fragoso Vários fatores contribuiram para a intenção de ruptura do conservadorismo e a transição para a modernização das práticas do Serviço Social, mas o principal deles é a necessidade de atuação diante dos problemas sociais que surgem num período de industrialização acelerada, num momento em que novas políticas sociais são implantadas pelo regime de ditadura militar, nas áreas da saúde, educação e habitação.

Diante da incapacidade inicial de intervir de forma eficaz, na tentativa de diminuir os problemas sociais da realidade brasileira, os profissionais assistentes sociais promovem debates, analisando de forma crítica os elementos que constituem a profissão. Daí, a necessidade de organização da comunidade profissional em torno do aperfeiçoamento das metodologias de ação em uma perspectiva modernizadora da profissão.

Essa perspectiva modernizadora é apresentada durante os Seminários de Teorização do Serviço Social: Seminário de Araxá (1967), onde essa perspectiva se afirma, Seminário de Teresópolis (1970), onde a perspectiva se afirma de forma mais fundamentada teoricamente e mais funcional em relação ao que pedia o regime de ditadura, Seminário de Sumaré (1978) e do Alto da Boa Vista (1984), nos quais essa perspectiva é deslocada e vai concorrer com as primeiras idéias da vertente fenomenológica e com a perspectiva de intenção de romper com os métodos conservadores. É com imenso prazer que daremos início à nossa apresentação sobre o importante marco da modernização conservadora ocorrido no Seminário Alto da Boa Vista - RJ. Analisaremos de forma contextualizada aos nossos dias atuais este importante evento e contaremos com a participação de especialistas de diversas áreas. Como elemento introdutório à nossa apresentação, vale ressaltar que o Presidencialismo da República Velha tinha como característica a prática autoritária. O modelo da tradição monárquica parlamentar foi rompido quando da inserção do modelo importado do Republicanismo Liberal e do Positivismo. A falta de um ideologia acabada determinou o rumo diverso da tradição, tornando o novo regime político vítima da improvisação empírica, dos abalos ocasionados pelas revoluções e da especulação internacional. O transcurso do liberalismo sem desenvolvimento acabou gerando competição diante das formas de economia mal definidas, contribuindo para o empobrecimento social.
Francisco Campos desenvolve o conceito para a reforma do ensino em todos os níveis, a implantação da Universidade, constituição orgânica para implantação da democracia orgânica, economia corporativa dentre outras, conforme a Carta de 37; Oliveira Viana traz a organização do trabalho e do capital para a nova ordem, teoriza para o Corporativismo Grupalista, prepara o Estado do instrumental jurídico para a implantação dos grandes conglomerados econômicos e de assistência social, etc. A legislação do Trabalho, as Juntas de Conciliação, as Confederações de Indústria e os Sindicatos são frutos da organização a que estes pensadores sociais se dedicaram e que se encontram em plena vigência com novos conceitos de segurança e desenvolvimento.
Esta breve exposição a respeito do rumo histórico que foi descortinado na situação do Brasil nos permite ter um entendimento melhor sobre o transcurso dos processos para adentrarmos nos temas mais concernentes ao Serviço Social. Com vistas à resolução destes impasses, pensadores sociais buscaram trazer contribuições. Alberto Torres traz uma proposta de reformulação da direção política para a Constituição de 91 dando início às idéias nacionalistas, à reorganização da economia e da política; Plínio Salgado traz o integralismo com vista à solução do problema da integração cultural; Azevedo Amaral desenvolve o conceito do Corporativismo como teoria influenciadora da economia organizada sob o Estado. Desta forma, seguiremos para a abordagem do marxismo fundado por Karl Marx, o qual tinha uma filosofia de luta, militante, comprometida com um projeto de transformação revolucionária da realidade social. Considerava que o trabalho era o elemento de construção do ser humano e portanto, era decisivo na sua humanização.
Para tratar sobre este assunto, chamamos o Dr. Leandro Konder. Iniciaremos nossa abordagem marxista indicando como Marx buscou identificar o motivo do trabalho ter se transformado de meio de auto-realização para algo penoso, resposta esta delineada na sua teoria de luta de classes baseada em sequência histórica lógica, conforme se segue: Desenvolvimento de forças produtivas - exploração do trabalho alheio pela escravização -aumento da produtividade do trabalho - divisão social do trabalho - exploração do trabalho proletário  -surgimento das classes sociais-formadas em torno da produção - organização para produção e definição de posições, opressão, exploração  proprietários de fontes de produção beneficiados pela propriedade privada - detentores dos meios de produção controlam a sociedade, o Estado, os mecanismos que produzem e difundem as idéias, as normas de comportamento - oprimidos e explorados percebem sua opressão e exploração- levando-os ao potencial da revolta-  choque entre uns e outros – luta de classes - a luta de classes como motor da história  participação das pessoas na luta de classes por suas ações ou inação, direta ou indiretamente. As idéias de Marx começaram a chegar ao Brasil no século XIX. Eram veiculadas nos jornais da imprensa operária em consonância com as teses do Manifesto Comunista de 1848 e orientavam aos trabalhadores a necessidade da união, do entrosamento de todos num movimento mundial consonante com a realidade de seus países. Deveriam agir da mesma forma que o capital atuava internacionalmente e que portanto, o alcance da emancipação deveria ocorrer a partir de suas próprias mãos. No entanto, o marxismo era tido como uma vaga idéia de coletivismo, não era percebida a sua concepção própria do ser humano. Havia uma interpretação contemplativa e considerava-se que bastava esperar que o processo se realizaria por si só.


Para quebrar este estado contemplativo, surge o Leninismo com o resgate do papel da iniciativa dos sujeitos humanos e a criação de partidos comunistas por todo o mundo e a difusão das idéias de Marx. No entanto, o marxismo leninista nasceu comprometido com alguns elementos e instituições, cabendo-lhe a preservação do aparelho estatal e político-partidário, levando-o a assumir certo conservadorismo. Dr. Henrique Oliveira faz uma abordagem sobre o Positivismo, comentando que, no Brasil, houve uma grande influência do Positivismo que alcançou grande projeção social e política pela sua participação ativa no movimento abolicionista e republicano com resultados que lhe conferiram grande prestígio e aceitabilidade. As idéias do fundador Auguste Comte foram amplamente difundidas, se tornaram comuns e se relacionaram diretamente com o Serviço Social. Você sabe de onde vem as palavras ordem e progresso de nossa bandeira!? Foi Comte quem trouxe as palavras sociologia e altruísmo. A moral positivista era baseada na realidade do altruísmo e era firmada no sentimento e não mais na força teológica. Comte recebeu de Clotilde Vaux a fórmula de que, a prática do altruísmo é a melhor coisa da vida e coincide com o cumprimento do dever de ser social. Clotilde Vaux August Comte No âmbito do Serviço Social, o qual é visto como uma arte sociológica sem a existência de uma lei concreta, o Apostolado Positivista apresentou ao Estado propostas da proteção ao trabalho da mulher, dos menores e, dos empregados doentes, formuladas por políticos de orientação positivista que tiveram influenciação direta na formulação da legislação trabalhista de 1930. O Positivismo influiu no sindicalismo americano, o qual foi fundado por positivistas e; de maneira indireta nas idéias da paz universal e diretamente nos movimentos ligados à questão social, sendo que este problema começou a ser abordado pelo Católico Leão XIII através da Encíclica Papal Rerum Novarum, após a leitura da carta de um antecessor positivista que alertava a Igreja para o problema social. Comte trouxe a idéia da incorporação do proletariado à sociedade moderna, e que devia desfrutar de condições de moradia, vestuário, de trabalho, etc., mas não num nível de igualdade. Com a República e a separação da Igreja e do Estado, a Igreja Católica passou a ter total liberdade e propriedade de bens que antes eram pertencentes ao Estado, decisão esta de inspiração positivista que acabou favorecendo grande prestígio à Igreja. O catolicismo se aproximou do Positivismo na reforma introduzida por João XXIII com algumas mudanças no ritual e até do uso da língua local ao invés do latim. Em todos os detalhes há uma humanização com o ponto de vista ecumênico conduzindo a uma tolerância religiosa. Comte aproveitou tudo que era possível das religiões anteriores, especialmente do catolicismo, que é a que mais se aproxima dele. Chegou até a ser fundada a Igreja Positivista. Vocês conheci aeste fato? Sabia que existem 04 Igrejas Positivistas no mundo!!! Foi demonstrado por Comte a existência, em todas religiões, de elementos em comum: um substrato, um destino, um objetivo de estabelecer uma unidade social por meio da religação das partes componentes de cada indivíduo, amor e fé. A maneira de atingir os objetivos é que varia. Na forma Positiva, o destino é a tranformação do planeta em paraíso, pela mistura de raças, das civilizações, com o fim das hostilidades e opressões, com liberdade de pensamento e responsabilidade. Em qualquer povo, há em comum, um conjunto de sentimentos, de pensamentos e regras de conduta donde se tira uma religião própria. Mesmo que diga não ter religião e negue a teologia, ela tem um culto, adora algo. O Positivismo é uma religião concebida de forma sociológica, estabelece o seu culto pessoal que consiste na adoração da mulher, da mãe, da esposa, da filha, consagrando o casamento, o nascimento, a morte, todas as fases da vida humana ligando-as ao seu destino social, o culto à pátria e a homenagem aos grandes homens do passado. O Positivismo é a religião da humanidade e seu lema principal é: “O Amor por princípio e a Ordem por base, o Progresso por fim” No entanto, surge em Viena um movimento chamado Neopositivismo, o qual assume um caráter puramente intelectual defendendo somente a realidade científica. Há um rompimento com a parte moral e da prática da atividade humana e um combate à teologia e a metafísica Há muito o que dizer sobre o Positivismo, não é mesmo?! Conforme o exposto, podemos observar a influência que o Positivismo teve na formação do Brasil! Muitas das suas contribuições foram fundamentais para o social, como por exemplo o apoio ao abolicionismo e a abertura dos direitos aos trabalhadores. Atualmente, observa-se ainda muitos traços Positivistas. No entanto, devido ao processo evolutivo natural e à complexidade da sociedade este quadro vai sendo alterado.

No âmbito do Serviço Social, há certa negação do Positivismo pela sua visão rígida da organização da sociedade e pelo advento paulatino do Marxismo, as ações vão sendo readequadas. Dra. Telma Apparecida Donzelli para a abordagem do Método Fenomenológico e as Ciências Humanas inicia abordagem fenomenológica apresentando a conceituação e diferenciação entre método científico e fenomenológico. O método científico se fundamenta nos sistemas naturais e busca identificar um elemento idêntico entre as experiências dos indivíduos e acaba eliminando o elemento único e singular, o caráter fenomênico da experiência. Esta forma de abordagem acaba gerando uma carência no campo da abordagem dos fenômenos humanos e sociais.
O método fenomenológico, em contrapartida, tem como objetivo a compreensão humana no que se refere à sua vivência de consciência única e singular e portanto, ele se apresenta como um saber paralelo ao científico. O método cientifico parte da experiência, realiza a ordernação metódica dos dados e subordina a multiplicidade e diversidade dos fenômenos à unidade das leis universais chegando por fim, ao fato centífico. O método fenomenólogico parte da experiência, no entanto não se situa nela especificamente e sim na instância que fundamenta e origina a experiência, a instância transcendental, sua essência, sua intencionalidade, considerando que a experiência do mundo se origina na vivência da consciência deste a partir de uma unidade de sentido, antepredicativa, antecedente a todo conceito, imagem ou percepção. Ao se colocar nesta unidade de sentido, o método fenomenológico efetua a suspensão da facticidade se situando no nível do sentido originário sobre a experiência do espaço dos sentidos, dos pensamentos e busca captar qual o sentido doador da experiência, qual a essência do fenômeno do espaço, quais os traços próprios e típicos, considerando que o espaço não é objeto, não é passível de observação. O que se visa não é a busca da causa do espaço, o que está por trás da experiência, mas a vivência da consciência ou seja, uma maneira de intencionar, visto a consciência se definir como um feixe de intencionalidades situados no gesto, na palavra, no olhar. Esse espaço seria uma das dimensões que permitiria a compreensão de um indivíduo, grupo ou nação na sua singularidade. A psicologia busca descrever o conteúdo da experiência enquanto representação, enquanto estado de consciência ou presença real à esta, diferentemente da fenomenologia que busca o conteúdo da experiência, as relações do sentido que fundamentam e originam a experiência. Um bom exemplo é colocado por Sartre em seu livro “A Teoria das Emoções”, quando ele enfatiza que o objeto de reflexão é o fenômeno e não o fato psíquico da emoção. Toda a emoção tem um sentido de ser emoção e o importante é saber qual é esse sentido, qual a intenção qua a fundamenta e não a sua representação. Sartre coloca ainda que quando estamos em uma situação impossível de resolução utiizamos a emoção como uma maneira mágica de vivenciar o mundo, de transformá-lo, como se as coisas não estivessem reguladas por processos deterministas, mas por processos mágicos. O Serviço Social fenomenológico busca abordar os problemas sociais do indivíduo, do grupo ou instituição, compreendendo os seus comportamentos e atuações sociais a partir da captação do sentido que origina as maneiras de vivenciar o mundo.
Conforme podemos observar, a fenomenologia apresenta um certo nível de complexidade. Este fator associado ao caráter emergiencial que muitas vezes o Assistente Social acaba tendo que realizar o seu trabalho no cotidiano acaba dificultando a inserção do método fenomenológico no processo de busca de resolução dos problemas do usuário. A Tese de que a pobreza é atribuição do Estado pode ser relacionada diretamente a burocracia estatal. Nos países desenvolvidos há uma definição sobre a quantidade dessa classe e como atendê-los .No Brasil além de vago, tem um índice de paternalismo interligado com programas do governo que não atendem verdadeiramente as demandas dessa população. Além de ser algo histórico que permeia desde o século XVIII que contava com a participação da igreja católica como ato de caridade. E Mesmo que se considere a pobreza como responsabilidade social, O Estado age de forma a trazer benefícios para si próprio, além de ser corrupto é ineficiente na maioria das vezes. Acho que, sem embargo da importância que se deva atribuir ao estatuto da cientificidade , conviria paralelamente discutir as questões relacionadas á moral. Sem a consideração desta, suponho , dificilmente chegar-se-á a um conceito de fato abrangente.” Diz o filosófo Antônio Paim. Por meio do Dr. Ricardo Veléz podemos observar que a Questão Social condiciona o papel das Ciências Sociais no Brasil. A temática que a Ciências Sociais estuda está ligada a compreensão do papel que desempenha o Estado na organização e na evolução da sociedade.

Para Weber a realidade do Estado moderno pode ser entendida por dois ângulos: A partir do contexto social que se vingou historicamente a experiência feudal completa e o outro a partir daquele contextos sociais de que esteve ausente a experiência da feudalismo. Segundo o sociólogo sociedades diferenciadas em classes sociais que lutavam pela posse de poder e desejavam um modelo de estado contratualista, decorrente do pacto social tematizado por Thomas Hobbes e outros teóricos europeus. O Patrialismo ensejado pelo estado Português ter-se aberto a ciência aplicada, e ter empreendido amplas reformas do ensino e da administração pública, alicerçado na cientificidade no qual se baseava o tratamento das questões sociais e no Brasil encontra-se um estado intervencionalista,centralizador e autoritário esboçado pelos castilhas, que encontrou sua culminância no governo de Getúlio Vargas.
A Questão da democratização do Estado tem sido tematizada como a questão da viabilização da democracia em um contexto autoritário e de espírito familístico. Segundo Paim, somente mediante a materialização do principio liberal de que a administração do Estado deve repousar na representação e de que esta é, basicamente uma representação de interesses, conseguir uma alternativa moderna e democrática a realidade do Estado patrimonial.

E afirmam que abertura da ciências sociais no Brasil para a questão do estatismo deverá produzir efeitos renovadores e benéficos, lembrando do longo percurso que ainda deve ser percorrido. Cilio Ziviane nos conta que toda tecnologia social leva em conta economia de recursos naturais, tem o apelo de resolver problemas, sem essa necessidade de estar o tempo todo levando as pessoas ao consumo irresponsável. Procura por técnicas e métodos que sejam mais sustentáveis, para aprendizados de populações que até hoje detêm determinados domínios de conhecimento, por exemplo, como cultivar determinado produto sem uso de agrotóxico, como produzir com maior economia de água, como aproveitar determinado resíduo para fazer uma outra técnica ou para resolver um outro tipo de problema. A tecnologia social tem essa premissa e é a tecnologia que responde a essa questão da sustentabilidade, por ela adotar técnicas ecológicas e por jamais ter como premissa o consumo exacerbado. O Principio de necessidade relaciona-se com a distribuição das condições e dos recursos que afetam o bem-estar do indivíduo, seja ele psicológico, fisiológico, economico ou social segundo Deutsch. O problema central da justiça distributiva surge da observação empiríca de que a desigualdade na distribuição de recursos sociais e na alocação do produto de cooperação social pode ser precebido como justo o principio em tratar desiguais desigualmente , vem à tona como essas desigualdades são justificadas por indivíduos que delas participam, enquanto representantes ativos ou passivos do mesmo sistema sociopolitico como afirma Ziviani. Problemas sociais
O primeiro problema é sobre um instrumento (questionário) que vinha sendo utilizado por assistentes sociais durante a entrevista, que além de insatisfatório era injusto pois nem sempre apresentava autenticidade. Que método poderia produzir estrutura de distribuição por desigualdade tanto para o mais/menos favorecido como equânime?
O segundo problema questionado é de como tratar desiguais desigualmente de forma que tanto que concede os auxilios que as assistentes sociais autorizam para os trabalhadores para que os que recebam percebam a distribuição como justa? Sendo que esse auxilio atendem os clientes em suas necessidades de documentação, transporte e capacitação ao trabalho de forma que esse auxilio poderia ser concedido somente uma vez. A decisão de quem recebe quanto e os critérios eram previstos pelo Serviço Social. Alguns conceitos importantes : Tecnologia Social
Atividade que conduz ao planejamento de soluçoes de problemas sociais através de combinações de achados derivados de diferentes áreas das ciências sociais, refere-se a incoporaçao do conhecimento psicossocial ao próprio comportamento de uma pessoa e aos instrumentos de mudança que essa pessoa venha a criar.

Microssistemas psicossociais
A finalidade deste uso é a configuração da distribuição de cada uma das caracteristicas dos participantes sejam percebidas para a tomada de decisão de quem deve paga mais/menos. Através do conjunto de informaçoes que neutraliza as fontes de imprecisão disponivel no sistema o tornando público resolveria os problemas sociais. Engenharia Social gradativa e Filosofia Moral
'' Engenharia social gradativa'' é utilizado por Popper como dentro das possibilidades da tecnologia social. Pode ser desenvolvida sob condiçoes realistas, por ser gradativa e em pequenas escalas permite experiementos repetidos e reajustes quanto ao seu processo.
Já sua Filosofia Moral pode ou não ter a idealização da sociedade, pois espera que um dia atinja o Estado ideal, alcançando a felicidade, mas sabendo que procurando essa perfeiçao pode estar trazendo infelicidade para as próprias exigencias individuais de cada pessoa que sempre precisará de ajuda e sempre sofrerá. A engenharia social gradativa usará o metódo de identificar e lutar a favor do bem do próximo, do estado ideal, da sociedade. Créditos :
Alina Freitas 11/0147057
Helena Fragoso 11/0120680
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