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Trabalhando Habilidades e Competências SAEB/SARESP

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by

Milene Cezar da Silva Barros

on 21 October 2015

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Transcript of Trabalhando Habilidades e Competências SAEB/SARESP

Trabalhando Habilidades e Competências SAEB/SARESP
H17 Distinguir um fato da opinião pressuposta ou subentendida em relação a esse mesmo fato, em segmentos descontínuos de um texto.
AUTOR DA “LEI SECA” DIZ QUE PROIBIR MOTORISTAS DE BEBER É MEDIDA “RAZOÁVEL”
Focoaprendizagem

SARESP 9ºAno
Leia o texto e responda à questão.
Vinte e uma pessoas foram presas no último fim de semana, somente em São Paulo, por causa da chamada “lei seca”. A lei prevê multa de R$ 955,00, apreensão de carteira por um ano e até prisão para o motorista que for flagrado dirigindo alcoolizado. E, na avaliação do autor da lei, deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ), a medida é “razoável”.
“A lei é um aperfeiçoamento do que já existia, mas acontece que as pessoas sempre relaxavam na hora de dirigir”, disse o deputado. “O que mudou? Mudou o comportamento, e isso é o mais importante. As pessoas agora têm a noção exata do que representa dirigir um veículo”, afirmou.
Segundo ele, as críticas partem de quem defende a liberdade de dirigir e beber. “Faz sentido isso?”, questiona.
“Eu estou defendendo uma coisa razoável. Por isso que a lei tem alta aprovação”, afirmou Leal. Pesquisa do Datafolha indica que 86% dos moradores das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro aprovam a lei.
Para o deputado, as pessoas que criticam a lei também querem sobrepor um direito individual a um direito coletivo. “A consciência coletiva tem que ser cada vez mais premiada dentro da sociedade. As pessoas estão mais participativas e isso é fundamental, assim os órgãos públicos também evoluem.”

(http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/07/08/ult5772u274.jhtm. Acessado em 08.07.2008. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se evidencia uma opinião sobre algum aspecto relativo à lei seca.
(A) Vinte e uma pessoas foram presas em São Paulo em razão da lei seca.
(B) O direito coletivo é mais importante que o direito individual.
(C) A multa para quem for flagrado alcoolizado ao volante é de R$ 955,00.
(D) O autor da “lei seca” é o deputado federal Hugo Leal.

A tarefa do aluno era diferenciar, dentre as muitas informações apresentadas, fatos de opiniões.
Alterntiva B
(B) O direito coletivo é mais importante que o direito individual.
É claramente uma opinião, no texto atribuída ao deputado Hugo Leal, autor da lei.
Alternativas A, C e D
Apresentavam três fatos noticiados, sendo, portanto, distratores.
(A) Vinte e uma pessoas foram presas em São Paulo em razão da lei seca.
(C) A multa para quem for flagrado alcoolizado ao volante é de R$ 955,00.
(D) O autor da “lei seca” é o deputado federal Hugo Leal.

H 32 Identificar uma interpretação adequada para um determinado texto literário.
Leia o texto e responda à questão.
Fragmento do romance Grande sertão veredas
Olhe: conto ao senhor. Se diz que, no bando de Antônio Dó, tinha um grado jagunço, bem remediado
de posses — Davidão era o nome dele. Vai, um dia, coisas dessas que às vezes acontecem, esse Davidão pegou de ter medo de morrer. Safado, pensou, propôs este trato a um outro, pobre dos mais pobres, chamado Faustino: o Davidão dava a ele dez contos de réis, mas em lei de caborje — invisível no sobrenatural — chegasse primeiro o destino de Davidão morrer em combate, então era o Faustino quem morria, em vez dele.
E o Faustino aceitou, recebeu, fechou. Parece que, com efeito, no poder de feitiço ele muito não acreditava.
Então, dia seguinte, deram um grande fogo, contra os soldados do Major Alcides do Amaral, sitiado forte em São Francisco. Combate quando findou, todos os dois estavam vivos, o Davidão e o Faustino. A de ver? Para nenhum deles não tinha chegado a hora-e-dia. Ah, e assim e assim foram, durante meses, escapos, alteração nenhuma não havendo, nem feridos eles não saíam… Que tal, o que o senhor acha? Pois mire e veja: isto mesmo narrei a um rapaz de cidade grande, muito inteligente (…). Sabe o que o moço disse? Que era assunto de valor, para se compor uma estória em livro. Mas que precisava de um final sustante, caprichado. O final que ele daí imaginou foi um: que, um dia, o Faustino pegava também a ter medo, queria revogar o ajuste. Mas o Davidão não aceitava, não queria, por forma nenhuma. Do discutir, ferraram numa luta corporal. A fino, o Faustino se provia na faca, investia, os dois rolavam no chão, embolados. Mas, no confuso, por sua própria mão dele, a faca cravava no coração do Faustino, que falecia…
Apreciei demais essa continuação inventada. A quanta coisa limpa verdadeira uma pessoa de
alta instrução não concebe! (…) No real da vida as coisas acontecem com menos formato, nem acabam.
Melhor assim.
Fonte: ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1968. p. 66-67. (fragmento)
Além de narrar a história de um trato entre jagunços (enredo, assunto), esse trecho do romance tem como tema uma reflexão sobre
(A) a existência de uma boa história, condição suficiente para uma literatura de qualidade.
(B) a importância de a estória ter um final feliz e apurado para se compor um bom livro.
(C) o final substancial da estória como condição suficiente para tornar literário um texto.

A tarefa de leitura proposta consiste na interpretação de um trecho de romance.


(C) o final substancial da estória como condição suficiente para tornar literário um texto.

Alternativa D

(D) o texto ficcional como representação da realidade, recriada pela linguagem literária.
Observar que o narrador apresenta uma reflexão sobre a possibilidade de a linguagem criar realidade. É possível, desse ponto de vista, tomar a linguagem como um elemento capaz de completar “vazios” da vida cotidiana.
Alternativa A
(A) a existência de uma boa história, condição suficiente para uma literatura de qualidade.
O que está em questão, portanto, não é o fato de haver uma boa história real para ser contada.
Alternativa B
A história ter um final feliz
(B) a importância de a estória ter um final feliz e apurado para se compor um bom livro.
Alternativa C
(D) o texto ficcional como representação da realidade, recriada pela linguagem literária.
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