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Carangueijo Uça & Aranha Caranguejeira

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by

Geraldo Netto

on 2 May 2014

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Transcript of Carangueijo Uça & Aranha Caranguejeira

Formas de captura de alimento
Alimentação
O que é mais nocivo à saúde o veneno ou os pelos ?
Reprodução
Habitat X Relações ecológicas
R$ 1.25
Sabádo, 3 de maio, 2014
Vol XCIII, No. 311
Pamphobeteus crassifemur
Aranha Caranguejeira



Na natureza ela se alimenta principalmente de insetos como besouros, baratas, grilos, formigas e pequenas aranhas, além de filhotes de aves, sapos, serpentes, lagartos e pequenos mamíferos.


Como as restantes das espécies da família, as caranguejeiras não constroem teias, capturam as suas presas de emboscada no solo, desenvolveram bem a visão e o tato e são muito sensíveis a movimentos em volta do corpo. À tarde e durante a noite, a caranguejeira abandona a sua toca e vagueia em busca de presas; quando detecta movimento por perto, deixa-se ficar imóvel e espera que a presa passe suficientemente perto para, de surpresa, se lançar sobre ela, abraçá-la com a ajuda dos pedipalpos e as queliceras até que o alimento morra em consequência da inoculação do veneno.


Na parte ventral do abdômen estão situadas as aberturas genitais dos órgãos reprodutores das aranhas, tanto no macho como na fêmea. Nesta última existem duas cavidades para encaixar os êmbolos, órgãos de cópula do macho, posicionados nas extremidades dos palpos. O macho, no período reprodutivo, tece uma teia e ejacula um glóbulo de sêmen. Em seguida os palpos são injetados no glóbulo de sêmen e então este macho sai à procura de uma fêmea para acasalar. Ao encontrar seu par, o macho transfere o sêmen. Para ocorrer a cópula, entretanto, é necessário que ocorra o reconhecimento do macho da espécie pela fêmea, para que não haja risco de predação. A fêmea, se vulnerável à cópula, permitirá movimentos de toque para a identificação de sensações e vibrações.
Além disso, substâncias exaladas (feromônios) participam desta comunicação. Quando o macho permanece muito tempo junto à fêmea após a cópula, corre o risco de ser confundido com presa, podendo ser devorado. A fertilização ocorre quando da postura dos ovos. Estes ficam numa bolsa de fio de seda chamada ooteca. O número de ovos é variável. O crescimento das aranhas implica substituição periódica do exoesqueleto, visto que este é uma estrutura rígida.
Algumas aranhas vivem durante meses, enquanto outras, como as grandes caranguejeiras fêmeas, podem atingir até 25 anos.

Aspectos sentivos X Defesa
Veneno X Pelo
Características morfológicas
Formas de captura de alimento
Ucides cordatus:
Alimentação
O que fazer quando ocorre a“andada”?
Reprodução
R$ 1.25
Sabádo, 3 de maio, 2014
Vol XCIII, No. 311
Classificação
Ucides cordatus
Caranguejo Uçá
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Crustacea
Classe:Malacostraca
Ordem: Decapoda
Família: Ocypodidae
Gênero:
Ucides

Espécies: Ucides
cordatus
Macho X Fêmea & Importância da muda
Como diferenciar um macho e uma fêmea desta espécie?
“andada”
Características morfológicas
Carapaça
Largura fronto-orbital

Córnea
Quelípodos
Dedos da quela maior
Patas ambulatórias 2-4
Coxa das patas 3-4
Transversalmente subelíptica, pouco mais larga do que
longa, fortemente convexa longitudinalmente.

Apresentando não mais de 2/3 da largura máxima da
carapaça nos machos adultos. A fronte se alarga em direção
à base, não subespatular e com margens regularmente
curvas, convergindo posteriormente.

Ligeiramente inflada, ocupando menos da metade do
pedúnculo ocular.
Desiguais em ambos os sexos
Com longa franja de pêlos sedosos, especialmente no carpo
e própodo, apenas em machos.
Franjas de pêlos reduzidas ou ausentes nas faces opostas da
coxa das terceiras e quartas patas.

Ligeiramente maiores do que a palma.

Estrutura
Descrição Morfológica
Na“andada”, os caranguejos saem das tocas e andam sobre a lama com o intuito de se reproduzir. Nessa ocasião, ocorrem competições entre os machos por causa das fêmeas que, depois de fecundadas, sobem nas raízes e troncos para liberar seus ovos que ficam presos ao abdome.

Nesse período,não se devem capturá-los, pois a cata pode causar grave prejuízo à população de caranguejos e torná-los um recurso pesqueiro escasso. Por isso, todos devem respeitar o período de defeso do caranguejo. Para os infratores, a pena é de 1 a 3 anos de reclusão, mais multa.
Na fase adulta, podem-se identificar os sexos observando algumas características externas no corpo desses animais.
Os machos apresentam um abdome alongado, estreito e com uma forma aproximadamente triangular.Afastando o abdome da região ventral, nota-se a presença de duas estruturas pontiagudas (gonopódios) que são os órgãos utilizados no acasalamento.
Os machos também apresentam grande quantidade de“pêlos”(cerdas) em suas patas locomotoras (pereiópodos).
As fêmeas apresentam um abdome semicircular e alargado.Afastando o abdome da região ventral, nota-se a presença de quatro pares de apêndices chamados pleópodos que servem de apoio para carregar os ovos. Suas patas locomotoras apresentam poucas cerdas.

Como funciona a reprodução dos caranguejos?

No período reprodutivo, os machos e as fêmeas abrem seus abdomens e se posicionam uns em frente aos outros. Então, o macho introduz seu aparelho reprodutor no orifício genital da fêmea e acontece o cruzamento.

Quando ocorre esse cruzamento?

O período de reprodução ocorre de dezembro a março, podendo ser limitado em apenas 3 meses. Nessa época, os caranguejos saem das tocas para o acasalamento, e a esse fenômeno dá-se o nome de“andada”ou “brincadeira”.


Habitat X Relações ecológicas & Importância ecológica e economica

Abdome
Abdome

Os manguezais apresentam uma rica fauna residente de caranguejos semi-terrestres, dos quais os caranguejos Uca são os representantes mais numerosos. Muitas vezes podemos ver espécies diferentes de caranguejos Uca co-habitando o mesmo manguezal, porém, uma análise mais cuidadosa revela que na realidade estas diferentes espécies se distribuem em nichos ambientais específicos, de acordo com características locais de salinidade, substrato, etc. Desta forma, cada uma das espécies de Uca se especializou num determinado tipo de ambiente, e o conhecimento destas características é importante para a correta manutenção destes animais em cativeiro.
Todos eles vivem em ambientes semi-aquáticos, na zona transicional de marés de litorais marinhos ou manguezais. Habitam locais descobertos durante a maré baixa, onde se alimentam e escavam suas tocas.
As diferentes espécies ocupam seus nichos de acordo com a salinidade basal daquela região do estuário, assim como sua capacidade de tolerar variações na salinidade. Desta forma, existem espécies mais adaptadas a águas de maior ou menor salinidade, assim como espécies que podem ou não tolerar faixas mais amplas de variação (eurihalismo).
O tipo de sedimento tem grande influência também, sua granulometria, concentração orgânica e umidade. Assim, algumas espécies podem habitar locais mais ou menos distantes da linha da maré. Há variação no número, tamanho e forma das cerdas nos apêndices bucais, especializadas na coleta de alimentos em substratos distintos.
A temperatura é outro fator de impacto, limitando a distribuição geográfica de algumas espécies. A iluminação também influencia a distribuição, com espécies que preferem áreas sombreadas em meio à vegetação, e outras, áreas abertas.
Os manguezais são de grande importância econômica para uma parcela da população humana litorânea; dentre os recursos extraídos como fonte de renda, a captura do caranguejo-uçá é a atividade em escala comercial mais importante no Brasil. Nos estados do Pará e Maranhão (responsáveis por 50% da extração da região Norte e Nordeste) foram capturados 9700 toneladas entre os anos de 1998 e 1999.
A sustentação desta atividade extrativista só é possível com o controle da degradação dos manguezais e da catação do caranguejo, respeitando-se seu período de reprodução e tamanho mínimo para venda (o animal atinge o tamanho comercial com 6 a 11 anos de idade).
Assim, uma portaria de 2003 do IBAMA estabeleceu a largura mínima da carapaça de 60 mm permitida para a cata; medidas inferiores impossibilitam a coleta, transporte ou beneficiamento do caranguejo; bem como proibiu a captura entre 1º de dezembro até 31 de maio (período de defeso).



Quando chega o momento da reprodução, que se dá nos meses mais quentes do ano, os animais deixam suas tocas em busca de parceiro para a cópula e/ou realizar a desova e desta forma se tornam presas fáceis não só para os catadores, mas também para pessoas que usualmente não realizam a captura destes crustáceos. Este fenômeno, ainda muito pouco investigado cientificamente, é conhecido como "andada".
A fêmea do caranguejo, após a cópula, põe dezenas de milhares de ovos muito pequenos e coloração avermelhada. Os ovos são carregados, após a postura, nas patas do abdome, que tem formato arredondado e pode ser observado na região ventral (embaixo do corpo do animal). As fêmeas ovadas migram em direção à água, onde ocorre o nascimento das larvas, que seguem para o mar e, após passarem por uma fase de crescimento rápido e metamorfose, retornam para o mangue, onde continuarão crescendo e atingirão a maturidade sexual. A mortalidade na fase larval é muito elevada

Aspectos sensitivos: O sistema nervoso dos crustáceos é parecido com o dos anelídeos, com um gânglio "cerebral", um anel nervoso à volta da faringe e um par de cordões nervosos na região ventral, com gânglios em cada segmento; incluindo olhos compostos para visão e antenas para olfato e percepção, a informação sensorial destes órgãos é processada pelo cérebro.

Época de Reprodução e desova

A redução na captura do caranguejo-uçá em diversos estados brasileiros tem sido vista como o primeiro indício do colapso dessa atividade pesqueira. Atualmente, observa-se o declínio dessa pescaria nos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Nos Estados do Piauí e Maranhão, onde a captura tem se mantido constante, observam-se indícios de sobrepesca, tais como: redução no peso e no tamanho médio dos espécimes capturados e aumento do esforço de pesca sem o aumento da captura. A forma mais tradicional para se evitar o colapso de recursos pesqueiros é o estabelecimento de defeso para a espécie-alvo no período de reprodução, ou seja, proibir a captura enquanto ocorre a reprodução. Quando o defeso tem duração de 3 meses, os pescadores que estão em dia com sua documentação recebem seguro desemprego para assegurar a renda familiar.


Período de defeso
Como em algumas regiões os pescadores caranguejo não possuem nenhum tipo de documentação, a proibição da captura representaria um sério problema social. Por esse motivo, os períodos são diferentes em algumas regiões, razão pela qual é importante se manter informado junto ao IBAMA, órgão responsável por essa determinação. De forma geral, o defeso ocorre nos meses de dezembro, fevereiro e março.
Como funciona?

O Brasil possui locais com a maior biodiversidade de caranguejos Uca do mundo. Com dez espécies brasileiras conhecidas, no país são encontradas metade de todas as espécies que ocorrem no Atlântico Oeste. Existem dois focos de alta diversidade de espécies, onde é encontrado um grande número de espécies ocorrendo em uma área pequena:
• Costa Nordeste entre Fortaleza (CE) e Recife (PE) – 9 espécies ao longo do curso do Rio Cocó.
• Costa Sudeste entre a Barra de Guaratíba (RJ) a Ubatuba (SP) – 10 espécies nos bancos de um canal e vala de maré na Barra de Guaratíba, no extremo leste da Baía de Sepetiba; e 10 espécies em um manguezal próximo de Itacuruçá.

Na Barra de Guaratíba, são encontradas todas as dez espécies brasileiras deUça (diversidade alfa igual à diversidade gama) em um transecto de 2 x 8~10 m, o que pode ser considerada a maior diversidade do mundo, maior do que o registro prévio de seis espécies em Sulawesi (Indonésia). Muitos autores sugerem que estes locais devam ser considerados santuários de biodiversidade, e que esforços devam ser feitos para assegurar a conservação da região entre a Baía de Sepetiba e Baía de Paraty, localizado entre o Rio de Janeiro e Trindade (RJ).

Distribuição Geográfica
A muda no caranguejo Uça ocorre entre setembro e novembro. O caranguejo-uçá, como todos os crustáceos, passa pelo processo de muda ou ecdise para crescer, sendo esta mais freqüente quando o indivíduo é mais jovem. Nas fases larval e juvenil, as mudas ocorrem com bastante freqüência até atingir uma única muda anual quando adultos. Indivíduos mais velhos não mudam. Os caranguejos enchem suas galerias com gravetos e folhas, entocam-se e fecham a abertura (Schomburgk, 1948 in Holthuis, 1959). Costa (1972) também observou que nos períodos de muda, os caranguejos adultos mantêm suas tocas tapadas e permanecem no seu interior, sendo que os jovens mantêm suas galerias fechadas durante todo o ano, sugerindo a existência de mudas freqüentes, sem período definido.
De acordo com a literatura, a muda do caranguejo-uçá tem início com a abertura de uma fenda na parte posterior da carapaça, para permitir a liberação das patas posteriores e do abdômen, e em seguida, das patas restantes e das demais partes do corpo (quelíceras, parte dorsal do corpo, maxilípedes e olhos). Após um dia de imobilidade, os indivíduos voltam a se movimentar e no terceiro dia após a muda começam novamente a se alimentar. Os adultos mudam uma vez por ano, após a reprodução, e no período que se segue a uma muda, o indivíduo apresenta uma substância leitosa no seu interior (Souza, 1587 in Costa, 1972, 1979). Os indivíduos jovens podem mudar com frequência bimensal, aumentando em média 0,5mm de largura e 0,76mm de comprimento. A partir dos 30,0mm de comprimento da carapaça, a muda passa a ser anual com o aumento de 10,0mm em cada ecdise.
O clímax da ecdise é atingido quando a carapaça se rompe na parte posterior e, lentamente, o animal começa a retirar corpo ‘mole’ (só os músculos) recoberto por uma fina membrana. Esta fase demora em média 5 a 6 horas. Fora da carapaça antiga, o caranguejo permanece parado, parecendo estar morto. A membrana que reveste o corpo incha em contato com a água e juntamente com a substância leitosa, vai endurecendo. Após 12 a 18 horas, o animal está completamente recuperado e com a nova carapaça endurecida.”

Muda
Macho & Fêmea
O caranguejo-uçá alimenta-se de vegetais e restos de matéria orgânica em decomposição (Paiva, Bezerra & Fonteles - Filho, 1971; Castro, 1986). Para Costa (1979) o caranguejo-uçá é uma espécie onívora, tendo como principais fontes de alimento vegetais superiores, algas e poríferos, além de sedimentos. Garcia & Calventi (1982), ao analisar o conteúdo estomacal do caranguejo-uçá da República Dominicana, encontrou restos de fibras vegetais, o mesmo material encontrado no interior das tocas, o que o levou a afirmar ser a espécie fitófaga. Em IBAMA/CEPENE (1994b) também se afirma que o caranguejo-uça alimenta-se de folhas de mangue-vermelho (Rizophora mangle) e de matéria orgânica em decomposição. Branco (1993) analisou 123 estômagos dos quais 93 continham alimento; entre estes indivíduos, 95% apresentavam alimentos de natureza vegetal, 53% de origem animal e 73% tinham no conteúdo estomacal sedimento misturado com matéria orgânica. Entre os vegetais o item mais freqüente foi a raiz, com 66%, seguindo-se a casca, com 51%. Crustáceo foi o item mais freqüente entre os animais, com 18%, seguindo-se os moluscos com 15%.






http://www.planetainvertebrados.com.br/index.asp?pagina=artigos_ver&id=79
http://www.crusta.com.br/projetos-concluido.html
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/o_blefe_do_caranguejo.html
http://www.vivaterra.org.br/crustaceos.htm
http://as-socioambiental.com.br/exibetexto.php?id=301&&tipo=0
http://projetocaranguejouca.blogspot.com.br/2012_07_01_archive.html
http://www.cpamn.embrapa.br/publicacoes/new/folder/folder_pdf/2005/caranguejouca_defeso.pdf
http://www.caranguejo.org.br/caranguejo-uca-conheca-e-preserve/
http://www.planetainvertebrados.com.br/index.asp?pagina=artigos_ver&id=79
http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/print.php?conteudo=391









http://www.revistabrasileiros.com.br/2011/07/04/rogerio-das-aranhas/#.U01Hb_ldXBQ
http://aranhas-do-mundo.blogspot.com.br/2008/09/caranguejeiras.html
http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=93828&indexSearch=ID
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/araneideos.htm
http://www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=3142
http://www.todabiologia.com/zoologia/aranha_caranguejeira.htm
http://www.mundobiologia.com/2013/11/aranha-caranguejeira-tarantula.html
http://www.plantasdeaquario.com/arac37.htm
http://www.pragas.com.br/pragas/aranha/aranha_biologia_e_comportamento.php
http://www.vivaterra.org.br/aracnideos.htm
http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/1/1canibalismo.jpg
http://www.slideshare.net/marisaoliv/relaes-biticas-11104596
http://aracnohobbybrasil.blogspot.com.br/2009/09/alimentacao-das-caranguejeiras-dieta.html
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/caranguejeiras-maiores-aranhas-da-terra-provocam-medo-e-admiracao.htm
http://aranhas-do-mundo.blogspot.com.br/2008/09/caranguejeiras.html
http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fichas-de-Especies/content/A-verdadeira-tarantula?bl=1&viewall=true
http://www.thebts.co.uk/old_articles/natural.htm
http://www.vivaterra.org.br/aracnideos.htm
http://revistameupet.com.br/outros-animais/caranguejeiras-o-que-elas-comem/796/
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/onde-as-aranhas-caranguejeiras-gostam-de-fazer-seus-ninhos
http://www.todabiologia.com/zoologia/aranha_caranguejeira.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/aranhas/anatomia-das-aranhas.php
http://www.infoescola.com/aracnideos/aranha-caranguejeira/


Bibliografia do caranguejo:
Bibliografia da Aranha:
Aranha caranguejeira
O corpo é dividido em cefalotórax (parte anterior) e abdome (parte posterior). O cefalotórax é uma carapaça sobre a qual são encontrados até quatro pares de olhos. Nesta região do corpo encontram-se também seis pares de apêndices. O primeiro, mais anterior, é chamado de quelíceras, servindo para apreender, triturar e injetar veneno nas presas. O segundo, os pedipalpos, são utilizados para defesa e orientação, e nos machos, para transferir o sêmen para as aberturas genitais da fêmea. Os outros quatro pares de apêndices são utilizados na locomoção.
A região posterior da aranha, o abdome, apresenta ventralmente às aberturas genitais, as saídas dos pulmões e das traqueias. Ainda nesta face, media ou distal, encontra-se as fiandeiras, órgãos que produzem os fios de seda.
A respiração ocorre em pulmões com forma de lâminas e por traquéias

A relação ecológica existe entre as aranhas caranguejeiras é de canibalismo. A importância das aranhas para a manutenção do equilíbrio ecológico é muito grande, pois, sendo carnívoras, alimentam-se principalmente de insetos que prendem nas teias ou que caçam, saindo ativamente à sua procura. Outra estratégia de forrageio é esconder-se em um abrigo esperando o seu alimento passar nas adjacências para então capturá-lo, como nas caranguejeiras-de alçapão. As aranhas que constroem teias dependem única e exclusivamente destas, pois sua visão é pouco desenvolvida. Vibrações produzidas na teia são captadas através de pelos sensoriais, no momento em que a presa a toca. As espécies de aranhas respondem a estímulos diferentes e possuem padrões de ataques distintos. Quase todas as aranhas picam suas presas com as quelíceras para injetar veneno. As aranhas comumente enfaixam a presa em seda antes ou depois de picá-la. O enfaixamento ajuda na imobilização da presa, impedindo-a de cair da teia ou ainda, no caso de aranhas errantes, impede que a presa caia de uma altura elevada. Algumas espécies abandonam a captura de presas por armadilha e roubam as presas capturadas de outras construtoras de teias. Seus predadores são os pássaros, os sapos e as lagartixas.
Como na maioria das espécies de aranhas, a tarântula usa o seu veneno quase exclusivamente para imobilizar as suas presas e só em casos extremos para defesa. Esta espécie, sempre que se sente ameaçada, opta por permanecer imóvel e camuflada no solo ou então por fugir e só no caso de não haver fuga possível ela tenta picar. Muitas vezes, adota uma posição de ameaça que consiste em levantar as duas patas dianteiras e batê-las com força contra o animal que a ameaça, mas sem picar; pode ter este comportamento também para afugentar presas de que não se queira alimentar.
Uma vítima de picada de caranguejeira pode sentir dor local moderada ou severa, forte coceira, edema, inchaço, eritema (vermelhidão na pele), ardência e até cãibras. Em casos muito graves a pessoa pode apresentar espasmos musculares fortes por várias horas: apesar de não ser letal, a picada de uma aranha caranguejeira traz experiências bem desagradáveis.
A dor causada pela picada se deve à perfuração da pele pelas quelíceras, ao baixo ph do veneno e às toxinas presentes nele, além de fluídos digestivos (enzimas) e ATP (Adenosina Trifosfato). Esse último componente torna o veneno mais potente, de acordo com pesquisas recentes, realizadas no exterior.


As aranhas caranguejeiras possuem muitos pelos (cerdas urticantes) recobrindo o corpo, e quando se sentem ameaçadas podem raspar as patas traseiras no abdômen e liberar estes pelos, que podem atingir os olhos, causando lesões, a pele, provocando irritação e coceira, e o trato respiratório, muitas vezes causando sensação de asfixia. No caso de acidentes com este tipo de aranha, a vítima deve procurar um posto de saúde ou hospital para medicação.


Uma das formas de defesa mais comum é a camuflagem. A coloração críptica torna difícil o reconhecimento da posição do animal, já que ele apresenta um padrão de cores semelhante ao ambiente em que vive o que faz com que o predador não o encontre. Muitos representantes da família Theraphosidae, que incluem as tarântulas, possuem cerdas urticantes no abdome e usam suas pernas para soltá-las quando ameaçada. O contato com estas cerdas causa irritação intensa, mas não há evidência de que carreguem veneno. O veneno das aranhas também pode funcionar como defesa. Quando atacadas ou perturbadas, algumas aranhas atacam, injetam seu veneno com suas quelíceras e fogem. A potência dos venenos variam, assim como seu efeito, podendo ter ação neurotóxica ou necrosante. Por fim, algumas aranhas podem usar suas teias como mecanismo de defesa, usando um tipo de seda muito robusta na produção de obstáculos para o predador enquanto elas fogem.

As aranhas possuem órgãos sensoriais bem desenvolvidos. A visão na maioria delas possui um pequeno papel em seu comportamento, elas são capazes, por exemplo, de capturar presas em total ausência de luz. A maioria das aranhas possuem quatro pares de olhos na porção frontal do cefalotórax, sendo que todos eles são olhos simples ou ocelos. Podem possuir dois tipos de estrutura distintas, a dos olhos principais e a dos olhos secundários. Os principais se localizam na porção anterior mediana da cabeça, apresentam coloração preta por não possuírem uma camada interna de reflexão da luz (tapetum). A estrutura dos olhos secundários podem variar de espécie para espécie, podendo apresentar um tapetum mais complexo, mais primitivo ou até mesmo não possuírem tapetum. O tapetum tem função na visão noturna e em ambientes com pouca luz e, quando presentes fazem com que os olhos pareçam brilhar. A cutícula das aranhas são penetradas por muitos sensores do sistema nervoso, como as cerdas mecanorreceptoras que respondem ao contato físico direto, vibração do substrato e correntes de ar. O mecanorreceptor mais comum são assensilas, que podem ser desde pêlos simples até mais complexos, como os tricobótrios. Os tricobótrios são cerdas filiformes extremamente finas ancoradas em soquetes. São muito menos numerosos do que as cerdas comuns e são arranjados em linas ou clusteres em pontos específicos das pernas de grande parte das aranhas. Quimiorreceptores oferecem informações equivalentes ao cheiro e paladar. Nas aranhas que constroem teias, os quimio e mecanorreceptores são mais importantes do que os olhos, que são mais importantes para aranhas cursoriais. As aranhas, assim como maioria dos artrópodes, não possuem sensores de aceleração e balanço, utilizando seus olhos para se orientarem.


Classificação
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família: Theraphosidae
Gênero:
Pamphobeteus
Espécies:
Pamphobeteus crassifemur
Fim
Geraldo Raymundo Tenente Murtinho Braga Netto
Érika da Silva dos Santos Gonçalves
Rosane Oliveira Nunes
Paula Cristina Heringer
Priscila Fernandes da Cruz

Bibliografia
Ucides cordatus & Pamphobeteus crassifemur
Sistema Nervoso Central
Órgãos Sensorias

Defesa
Veneno
Pêlo
Habitat
Relações ecológicas
Alimentação
Formas de captura de alimento
Morfologia Geral
O sistema nervoso central das aranhas é mais centralizado do que o típico dos aracnídeos: todos os gânglios dos segmentos atrás do esôfago são fundidos. Dessa forma, o cefalotórax é amplamente preenchido por tecido nervoso e não há gânglios no abdome.

Ao contrário de boa parte das aranhas, que tecem suas casas com fios de seda em áreas altas, as caranguejeiras preferem construir seus refúgios em tocas debaixo de pedras ou junto ao tronco de árvores. Elas podem cavar seus próprios buracos ou aproveitar os já existentes no solo. Geralmente, as tocas são proporcionais ao tamanho do animal e não costumam ser muito profundas. De hábito noturno, a caranguejeira é encontrada em jardins, matas e moitas de capim. Em alguns países, ela é conhecida como tarântula. Podemos encontrar esta espécie de aranha em países da Ásia, África e América, florestas tropicais até regiões áridas.
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