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Os sentidos trans-histórico e histórico do trabalho e sua importância para o psicólogo.

Seminário de psicologia do trabalho.
by

Isabela Mourão

on 14 March 2013

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Transcript of Os sentidos trans-histórico e histórico do trabalho e sua importância para o psicólogo.

Os sentidos trans-histórico e hiostórico do trabalho e sua importância para o psicólogo Profa. Maria Elizabeth Antunes Lima Introdução O trabalho Suas formas históricas
Seus modos de produção Sociedades primitiva, antiga, medieval ou capitalista. (Onde?) O trabalho é inseparável do homem Auto-construção humana ou do ser social Segundo Lukács é impossível separar o homem e a natureza. “Trabalho como o mediadores do intercambio da sociedade com a natureza.” (Prólogo, XVII, in Fortes,p.13) O trabalho é a categoria fundante do ser social.

Homem (sociedade) Natureza trabalho Luckács se apoia em Marx ( O Capital): Homem transforma a natureza e ao mesmo tempo a transforma sua própria natureza. Antes de produzir o homem pensa e idealiza, há uma consciência sobre o que se vai fazer. Aristóteles: Pensar (o fim) e Produzir (a finalidade) Não é uma simples transformação da matéria. Realização da subjetividade na materialidade objetiva.
Assim o trabalho é um inter-fluxo: Objetividade Subjetividade É uma categoria fixa do ser social. Todo e qualquer trabalho tem um momento de alienação, mas um momento POSITIVO. Trabalho: Uma atividade especificamente humana? O homem é o unico ser que trabalha: Produz o seu meio de subsistência.
Transforma a natureza produzindo o que necessita para satisfação imediata e faz reserva.
Seus produtos sao variados. Ex: abelhas. * O trabalho tem um caráter fundante do ser social.
* Mudanças econômicas e sociais drásticas ocorridas nos últimos anos tem levado a extinção de uma dada forma de trabalho. Dizer que o trabalho se extinguiu é igual a dizer que o homem se extinguiu: O homem nao se relaciona com a natureza de forma direta.
O trabalho é o meio de vida dos homens. A diferença em relaçao a qualquer outro a animal é que, ao mesmo tempo que ele tem a carência, a necessidade, ele sabe que a tem. E por conseguir prever isso começa a fazer reservas. Algumas configurações históricas do trabalho. As formas pré-capitalistas de produção Comunidade primitiva (rústica/clássica) Acesso à terra
Sociabilidade cooperativa e solidária
Indivíduo "escravo" da sociedade
Não há individualidade
Objetivo: subsistência da comunidade. "Indivíduo, condições de existência, formas de propriedade e relações sociais encontram-se, dessa maneira, enlaçados no ser da comunidade e a ele estão submetidos." (ALVES, pp. 49/50) Marx *"sistema de rebanho"
*Ocorre uma limitação das forças produtivas
Relação entre os indivíduos (um entre todos) Limitação dos potenciais de cada um e forma de relação com o mundo. Há várias especificações da comunidade primitiva: Comunidade Primitiva *Indivíduos submetidos à totalidade societária, são coproprietários do terreno comunal.
*Um indivíduo vê o outro como proprietário independente colocado ao seu lado, proprietários privados.
*A propriedade comum é posta como terra pública particular ao lado dos numerosos fundiários privados. *Unidade com duplo caráter

*Sociabilidade incompleta Do próprio indivíduo
entre indivíduo e sua comunidade Apropriação temporária do solo. "A existência dos indivíduos e de sua interatividade, sua existência subjetiva-objetiva, se encontra completamente determinada por seu ser comunal, mediação absoluta do indivíduo pelo todo." (ALVES, pp.56/57) Comunidade Antiga Clássica *Individualidade ainda faz parte de um todo maior.
*Vida predominantemente urbana polis.
*Surgimento de um maior intercâmbio social. " A cidade se apresenta como uma série de relações que os indivíduos mantêm entre si, mas também destes com relação à comunidade." (ALVES, p.58) *Indivíduos como instauradores da comunidade.
*Laços sociais Relações políticas.
*Propriedade, não apenas posse.
* Marx Dissolução do sistema de rebanho. *Não implica em liberdade total
*Comunidade Estado
*A comunidade ainda é o "horizonte da vida indivídual", mas as relações sociais se alteram.
*Marx "movimento de reprodução social da antiguidade clássica enquanto movimento de sua própria dissolução. para fazer parte da cidade, o indivíduo deve ser proprietário fundiário. *Trabalho atividade ligada às determinações naturais da comunidade
*Trabalhador objeto natural, escravo, sem identidade.
*O trabalhador (escravo) e o trabalho formam uma totalidade. " A diferenciação entre trabalhador e trabalho consistirá em um elemento determinativo e importante na emergência da individualidade pura e simples [...]" Comunidade Germânica *Isolamento dos seus mebros em suas propriedades
*Interação entre eles é acidental
*As propriedade são autossuficientes (Comunidade = Conjunto de propriedades autossuficientes)
* Marx a comunidade germânica é a antítese da comunidade antiga clássica. "[...] os gemânicos não têm ante si a pertença empírica e concreta a um conjunto determinado pelos laços naturais em um espaço vital, o compartilhamento direto de uma terra." (ALVES, p.77) Feudalidade *Afirmação da comunidade germânica Era Germânica
*Feudo Unidade autônoma.
*Transição Oraganização próxiama à Germânica X Vida Urbana *Início do declínio das relações de produção da antiguidade Trabalho Assalariado
Declívio da economia corporativista
Burgos *Mercado valor de troca às mercadorias, trabalho produzido possui valor agregado.
*Manufaturas acessória.
Atividades agrícolas predominante.
*Corporativismo tem como prioridade a habilidade artesanal. Sociedade Antiga Sociedade Feudal Independência do trabalho artesanal
Atividade pertencente ao trabalhador " O trabalho é aqui a atividade específica de um dado indivíduo que o domina em sua particularidade, como seu ofício próprio, enquanto um verdadeiro momento de si, uma expressãoconcreta e empírica de uma determinada capacidade sua." (ALVES, p.84) *Aptidões unilaterais
*Hierarquização A Forma Capitalista de Produção *A dissolução da vida comunal acarreta uma nova forma societária que negará a comunidade a existência de elos vitais absolutos entre os indivíduos, a fim de uma construção de relações baseados no intercambio entre indivíduos.
*Essa dissolução é fruto do desenvolvimento das forças humanas de apropriação de mundo, das forças produtivas. - Marx assinala como sendo o momento que transforma tais indivíduos em trabalhadores livres e posteriormente assalariados.
- Surgimento da época moderna: aparecimento de uma individualidade.
- Até o surgimento do capitalismo, o desenvolvimento das forças produtivas foi muito lento, sendo mais quantitativo do que qualitativo.
- Os indivíduos deixam de ser “seres imediatamente comunitários” e tornam-se “seres para os quais a comunidade existe como elemento exterior
- O intercambio social entre os indivíduos – fluxo múltiplo de mercadorias entre os indivíduos, troca.
“O ser da individualidade moderna uma vez definido pela equivalência formal da troca, se encontra determinado como mero momento do intercambio social.” “ Os sujeitos existem um para os outros na troca tão somente em virtude de seus equivalentes.” E com isso, tal modo de sociabilidade resulta a redução dos indivíduos a portadores de dinheiro, de valor, passando a existir predominantemente nesta figura. Dinheiro como problema *Nova configuração da atividade: os indivíduos passam a relacionar-se com os meios, o material e o ato de objetivação como exterioridades.
*Sociabilidade de equivalência: o individuo sofre determinações do capital, colocando em cheque a sua subjetividade e a que emprega em suas atividades. Há uma perca de controle.
*No capitalismo ocorre uma produção de riquezas mas uma destruição do produtor dessas riquezas. O trabalho torna o homem em um ser social mas ao mesmo tempo transforma-se em um mero meio de subsistência e submete o homem a um processo de destruição.
*“sob que formas específicas, o trabalho, que é categoria fundante do ser humano, se transforma numa arma que se opõe a ele.”
Conclusão E porque discutir isso ? Qual a utilidade para os psicólogos e para Ciências Humanas?
Chasin: “O trabalho tem que ser o ponto de partida de toda tentativa de se compreender o homem (pois) é ele que funda, produz e reproduz o ser social smepre como um outro”.
Segundo o mesmo autor o trabalho tem como meta fundamental em produzir o homem.

Através do seu estudo, é possívelcompreender:
1)A subjetividade
2) A objetividade
3)A individualidade
4)A interação social
5) E sobretudo as formas de produção e reprodução da existência.


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