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HIPERLOCAL, DADOS E APLICATIVOS: INOVAÇÕES NAS NARRATIVAS DO JORNALISMO

Apresentação da defesa da dissertação Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PósCom) da Universidade Metodista de São Paulo obtendo o título de Mestre em Comunicação Social. Disponível em: http://bit.do/hiperlocaldadosaplicativos
by

Cido Coelho

on 7 August 2016

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Transcript of HIPERLOCAL, DADOS E APLICATIVOS: INOVAÇÕES NAS NARRATIVAS DO JORNALISMO

APLICATIVOS
HIPERLOCAL
NOVAS
HIPERLOCAL
EMERGENTES
NARRATIVAS
REFERÊNCIAS
AMARAL, Victor. A proximidade de uma imprensa regional à ideia de cidadania ativa. In: CORREIA, João Carlos. Ágora Jornalismo de Proximidade: Limites, Desafios e Oportunidades. Portugal, Covilhã: Livros LabCom, 2011.
ANDERSON, Chris. A Cauda Longa: A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mercados. São Paulo: Campus, 2006. 240 p.
AROSO, Inês Mendes Moreira. A Internet e o novo papel do jornalista. Disponível em: <http: //www.bocc.ubi.pt/pag/aroso-ines-internet-jornalista.html> Acesso em: 17 jul. 2013.
BERGMAN, Michael K. The Deep Web: Surfacing Hidden Value. Bright Planet. Disponível em: <http://brightplanet.com/wp-content/uploads/2012/03/12550176481-deepwebwhitepaper1.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2016.
BRAMBILLA, Ana (Org.). Para Entender as Mídias Sociais. Volume 1. São Paulo: 2011. 210 p.
BRAMBILLA, Ana (Org.). Para Entender as Mídias Sociais. Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012. 280 p.
BRAMBILLA, Ana; SANTOS, Cristiano (Orgs.). Para Entender as Mídias Sociais. Volume 3. Salvador: Edições VNI, 2015. 243 p.
BRINCA, Pedro. A proximidade de uma imprensa regional à ideia de cidadania ativa. In: CORREIA, João Carlos. Ágora Jornalismo de Proximidade: Limites, Desafios e Oportunidades. Portugal, Covilhã: Livros LabCom, 2011.
BRUNS, Axel. Gatekeeping, Gatewatching, realimentação em tempo real: novos desafios para o Jornalismo.Brazilian Journalism Research. Volume 7, número 2, p. 119-140. SBPJor: São Paulo, 2011. Disponível em: <http://bjr.sbpjor.org.br/bjr/ article/view/342/315>. Acesso em: 27 mar. 2016.
BRUNS, Axel. Gatewatching: Collaborative online news production. New York: Peter Lang, 2005.
CASTELLS, Manuel, A Sociedade em Rede. 6 ed. Tradução: Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Paz e Terra, 1999. 699 p.
_________. A Galáxia da Internet. Brasil; Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 243 p.
MELO, Marlene O. T. Teoria Matemática da Comunicação. 467-474 p. In: CITELLI, Adilson; BERGER, Christa; BACCEGA, Maria Aparecida; et al (Orgs). Dicionário de Comunicação: escolas, teorias e autores. São Paulo: Editora Contexto, 2014. 557 p.
COELHO, Aparecido Antonio dos Santos. ‘Darwinização’ do jornalismo: evolução, comunicação e transformação. Brazilian Journal of Technology Communication, and Cognitive Science. São Paulo: Tecccog/Universidade Metodista de São Paulo, vol nº 3, nº 1, ago. 2015. Disponível em <http://www.revista.tecccog.net/index.php/revista_ tecccog/article/download/53/60>. Acesso em: 30 nov. 2015.
COELHO, Aparecido Antonio dos Santos. Dados convergentes: Uma nova forma de interpretação e propagação de conteúdo jornalístico. 2013. 72 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós-graduação Lato-Sensu em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais) – Centro Universitário Senac, Unidade Lapa Scipião, São Paulo.
_________. Jornalismo em ruptura: o tradicional e o moderno
convergem para contar histórias: In: PENSACOM BRASIL - II CONFERÊNCIA DO PENSAMENTO COMUNICACIONAL BRASILEIRO. 2015. São Bernardo do Campo: Universidade Metodista de São Paulo, 2015.
_________. Informação localizada: Mapear para informar; Mapear para socializar; Mapear para integrar. In: VII SIMPÓSIO NACIONAL DA ABCIBER, 2014. São Paulo. Anais 2014. São Paulo: Aberje/ECA/USP, 2015. Disponível em: <http://www.abciber.org.br/simposio2014/anais/GTs/aparecido_antonio_dos_santos_coelho_182.pdf>. Acesso em: 14 jan. 2015.
_________. Games: Da comunicação off-line a comunidade online. In: I CONGRESSO INTERNACIONAL DE NOVAS NARRATIVAS, 2015, p. 816-827. São Paulo. Anais 2015. São Paulo: Aberje/ECA/USP, 2015. Disponível em: <http://www.aberje.com.br/congressonovasnarrativas/CINN_Anais_2015.pdf>. Acesso em: 20 set. 2015.
_________. Social Media Pulse e Big Data: Narrativas jornalísticas emergentes com auxílio de dados, gamificação e localização. In: I CONGRESSO INTERNACIONAL DE NOVAS NARRATIVAS, 2015, p. 589-599. São Paulo. Anais 2015. São Paulo: Aberje/ECA/USP, 2015. Disponível em: <http://www. aberje.com.br/congressonovasnarrativas/CINN_Anais_2015.pdf>. Acesso em: 20 set. 2015.
COELHO, Cido. Dia da Internet: entrevista Demi Getscko. NoReset. São Paulo, 17 mai. 2010. Disponível em: <http://www.noreset.net/blog/2010/05/17/dia-da-internet-entrevista-com-demi-getschko/>. Acesso em: 23 dez. 2014.
_________. A Galáxia de Gutemberg. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1977. 390 p.
METZGAR, Emily; KURPIUS, David; ROWLEY, Karen. Defining Hyperlocal Media: Proposing a Framework for Discussion. Annual meeting of the International Communication Association, Suntec Singapore International Convention & Exhibition Centre, Suntec City, Singapore, Jun 22, 2010 Disponível em: <http://citation.allaca demic.com/meta/p_mla_apa_research _citation/4/0/4/9/9/p404999_index.html>. Acesso em: 23 jul. 2015.
MILLER, Carolyn; RAINE, Lee, PURCELL, Kristen; MITCHELL, Amy; ROSENSTIEL, Tom. How people get local news and information in different communities. Pew Research Center. Disponível em: <http://www.pewinternet .org/files/old-media//Files/Reports/2012/PIP_Local_ News_and_Community _Types.pdf>. Knight Foundation. EUA: 2012. Acesso em: 05 fev. 2015.


Universidade Metodista de São Paulo
Mestrando Aparecido Antonio dos Santos Coelho (Cido Coelho)
Membros da banca: Prof. Dra. Marli dos Santos e Prof. Dr. Renato Cruz
COMO AS NOVAS MÍDIAS MODIFICAM O PROCESSO DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO.
COMO QUE AS NOVAS NARRATIVAS E OS DADOS SO IMPACTADOS NO JORNALISMO.
DADOS

APLICATIVOS

INOVAÇÕES NAS NARRATIVAS DO JORNALISMO
OBRIGADO!
PELA PACIÊNCIA E PREFERÊNCIA!
APARECIDO (CIDO) COELHO
cidocoelho@gmail.com | coelho.digital | coelho | cidocoelho | cidocoelho
OBRIGADO!
PELA PACIÊNCIA E PREFERÊNCIA!
JUNHO/2016
Orientação de Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Jr.
APLICATIVOS
BIG DATA
TECNOLOGIA
JORNALISMO
CONTEÚDO
ESTRUTURA
DIAGNÓSTICO
ESTUDOS DE CASO
ESTRATÉGIAS E PRODUTOS
ESTRUTURA/METODOLOGIA
Pós-Graduação em Comunicação Social - PósCom
Orientação de Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Jr.
PESQUISA
METODOLOGIA
PESQUISA DE OUTROS PRODUTOS DIGITAIS
COMPARAÇÕES E ESTUDOS DE CASO
PESQUSA DOCUMENTAL
MÉTODO PARA ANÁLISE COMPARATIVA
PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
ANÁLISE DOS APLICATIVOS
Redes Sociais
Aplicativos de mensagens
Geolocalização
Gameficação
Big Data
MÍDIAS
EMERGENTES
ANALISADOS
RESULTADOS
CONCLUSÃO
HIPERLOCAL E BIG DATA
MAPEAMENTO CASA A CASA
MAPA DE SNOW
CÓLERA
>>
62 mil vidas perdidas, entre 1848 e 1849
>> 31 mil vidas perdidas, entre 1853 e 1854
Para isso temos o conceito da propriedade pública dos dados, o Open Data e Linked Data que permite o uso da web para relacionar dados que não estavam previamente relacionados (LIMA JÚNIOR, p.62, 2011).
HIPÓTESES
As narrativas emergentes acrescentam novos atributos às narrativas jornalísticas tradicionais e consolidadas?
Há modificação nos processos de produção de informação de relevância social em relação aos processos jornalísticos tradicionais e consolidados?

A gamificação ou ludificação do jornalismo altera a percepção de credibilidade do mesmo?
O uso de informações inseridas pelos usuários, em tempo real, melhora a qualidade das narrativas emergentes através de dispositivos móveis?
Avanço tecnológico tem rendido sem redução de precedentes nos custos na montagem de dados, armazenamento, manipulação e apresentação.

O montante de dados relevantes avaliados ao público está vastamente expandido. Estas fontes incluem novo arquivo de dados nacional em uma pequena área com dados no nível de endereços (do governo federal e de fontes comerciais), e quando está publicamente disponível em arquivos administrativos do governo e dados disponíveis de fontes comerciais.

A plataforma de visualização de dados e ferramentas online podem ser desenvolvidos com facilidade por usuários que trabalham com os dados no nível dos bairros.

Vários governos locais podem marcar e improvisar aquela capacidade do dado interno (como conhecimento pessoal, coleção de dados, programa e política de aplicação).

Mais consultores externos podem estar disponíveis para ajudar as organizações locais a ter vantagem com estas novas capacidades (KINGSLEY, COULTON, PETTIT, 2014, p. 121).
O jornalista pode pegar esse volume de dados disponíveis, trabalhar eles para descobrir algo, investigar, apurar, checar e fazer comparações para fiscalizar com mais profundidade se o governo está aplicando bem os recursos.



Além disso, é possível levantar histórias, cenários e além disso, dá para se investir em profundidade com uma redução drástica de erros. Ou seja, a história contada vai ter um índice de confiança alto, para assim conquistar com mais vigor leitores ou outros consumidores de conteúdo.
Big Data refere-se ao conjunto de dados (dataset) cujo tamanho está além da habilidade de ferramentas típicas de banco de dados em capturar, gerenciar e analisar. A definição é intencionalmente subjetiva e incorpora uma definição que se move de como um grande conjunto de dados necessita ser para ser considerado um big data (LIMA JR apud CHUI et al, 2006, p. 211).
INFORMAÇÕES LOCAIS E NACIONAIS SÃO PROPAGADAS ROTINEIRAMENTE
Se alguma coisa pode ser dita, é que a Internet parece ter um efeito positivo sobre a interação social, e tende a aumentar a exposição a outras fontes de informação (CASTELLS, p 102, em A Galáxia da Internet).

Muitos engenheiros de comunicação, também, estão excitados sobre a aplicação de computadores digitais para comunicação. Entretanto, a função que eles querem que os computadores implementem está mudando de função. Os computadores vão alterar os destinos da comunicação, conectando linhas, através de configurações requeridas ou trocando (o termo técnico é “armazenar e enviar”) mensagens. (LICKLIDER, 1968)

Nos últimos anos, porém, surgiram no horizonte novas ferramentas, que vão transformar nossos pressupostos básicos com relação ao computador e seu papel social mais amplo.
(De fato, "ferramenta" não parece ser mais a palavra para isso, pois o que está emergindo agora de fato se assemelha mais a um ambiente, ou um espaço).
À medida que nossas máquinas vão sendo cada vez mais plugadas em redes globais de informação, vai se tornando mais difícil imaginar o espaço de dados na ponta dos nossos dedos, visualizar mentalmente toda essa complexidade — à maneira que os habitantes das cidades, na expressão do sociólogo Kevin Lynch, "mapeiam cognitivamente" os ambientes de seu mundo real
. (JOHNSON, p.27, 2001, em A Cultura da Interface).
EXTENSÕES DO HOMEM
Contemplar, utilizar ou perceber uma extensão de nós mesmos sob forma tecnológica implica necessariamente em adotá-la.
Ouvir rádio ou ler uma página impressa é aceitar essas extensões de nós mesmos e sofrer o “fechamento” ou o deslocamento da percepção, que automaticamente se segue. É a contínua adoção de nossa própria tecnologia no uso diário que nos coloca no papel de Narciso da consciência e do adormecimento subliminar em relação as imagens de nós mesmos.
Incorporando continuamente tecnologias, relacionamonos a elas como servomecanismos. Eis por que, para utilizar esses objetos-extensões-de-nós-mesmos. Devemos servi-los, como a ídolos ou religiões menores.
Um índio é um servo mecanismo de sua canoa, como o vaqueiro de seu cavalo e um executivo de seu relógio. (MCLUHAN, 1964).
O AVANÇO DA TECNOLOGIA NA COMUNICAÇÃO, COMO QUE NOVAS PLATAFORMAS E FERRAMENTAS NA WEB AJUDAM A FAZER JORNALISMO. O CRESCENTE USO DA INTERNET PARA A BUSCA DE NOTÍCIAS, NOVAS NARRATIVAS DIGITAIS, REDES SOCIAIS, APLICATIVOS, SISTEMAS INTELIGENTES, OPEN DATA E SISTEMAS QUE PODEM ATENDER OU ATÉ MESMO SUBSTITUIR O JORNALISMO.
O FAZER JORNALISMO, COMO O SETOR VEM SE TRANSFORMANDO E COMO QUE A TECNOLOGIA À SERVIÇO DO JORNALISMO TRAZ NOVAS POSSIBILIDADES PARA AS REDAÇÕES E PROFISSIONAIS. NOVAS FERRAMENTAS PARA PRODUÇÃO DE CONTÚDO, A NOTÍCIA ESTÁ MAIS SOCIAL, O PÚBLICO PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO FATO. DO AGENDAMENTO PARA A CURADORIA.
CAMINHOS DO CONTEÚDO E INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA: PLATAFORMAS, APLICATIVOS E NOVOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO


HIPERLOCAL E BIG DATA

ESTUDOS DE CASO

MUTAÇÃO DA COMUNICAÇÃO: JORNALISMO EM TRANSFORMAÇÃO


CAPÍTULOS
Relacionamento das instituições locais e seus papeis no ambiente informacional
OBRIGADO!
APARECIDO (
CIDO
) COELHO
cidocoelho@gmail.com
lattes.cnpq.br/3020220084960938
cidocoelho
coelho.digital
@coelho
AO CORPO ACADÊMICO, ADMINSTRATIVO
POR ESSA JORNADA PELO CONHECIMENTO.
"ONDE HÁ VONTADE, HÁ UM CAMINHO"
PROVÉRBIO CHINÊS.
PROFESSOR DOUTOR WALTER TEIXEIRA LIMA JÚNIOR
ESTUDO ACADÊMICO SOB ORIENTAÇÃO DO

O Jornalismo Cívico ou Público é considerado uma solução para inserir os leitores/ouvintes/telespectadores na cadeia de decisão dos processos de produção de conteúdo jornalismo praticado nas últimas décadas. Contudo, o Jornalismo Cidadão possui uma diferença fundamental, em relação ao Jornalismo Cívico ou Público, pois é elaborado, essencialmente, por não-jornalistas formados, ou seja, por pessoas sem treinamento específico em Jornalismo, mas que possuem outra formação profissional ou educacional. Ele é realizado de maneira não-remunerada, de forma ‘amadorística’. (LIMA JR., 2012, p.123)

JORNALISMO
PÚBLICO OU
Os avanços também ocorrem no Jornalismo Público ou Cívico, onde é possível perceber uma compatibilidade de ideias entre necessidades de um local, captando informações relevantes para produzir um conteúdo que realmente importa ao público-alvo. Essa colaboração pode ser feita por qualquer pessoa, desde que tenha um dispositivo de distribuição e o conteúdo importante em mãos para propagar a quem interessa.
CÍVICO
"A sociedade só pode ser compreendida através do estudo das mensagens e das facilidades de comunicação de que disponha: e de que no futuro desenvolvimento dessas mensagens e facilidades de comunicação, as mensagens entre os homens e as máquinas, entre as máquinas e o homem, e entre a máquina e a máquina, estão destinadas a desempenhar o papel cada vez mais importante" (WIENER, p. 16)
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
PAPEL MAIS IMPORTANTE
REDES SOCIAIS
JORNALISMO
TECNOLOGIA
GAMES
ESTRATÉGIA
INOVAÇÃO
COMUNICAÇÃO
SOCIAL
PULSE
MEDIA
O FAZER JORNALISMO NO SÉCULO 21. NOVOS CAMINHOS DA NOTÍCIA, REDAÇÕES MODERNAS, APROXIMAÇÃO COM O PÚBLICO, DINÂMICAS E ESTRATÉGIAS EDITORIAIS PARA LEVAR A NOTÍCIA AO PÚBLICO. O GATEKEEPING, GATEJUMPING, GATEWATCHING, AGENDA SETTING E O CITZEN SETTING. REFLEXÕES SOBRE A GESTÃO DE CONTEÚDO E INFORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO.
CONCEITO E USOS. JORNALISMO PÚBLICO, HIPERLOCAL PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. O JORNALISMO E A AUDIÊNCIA. RELACIONAMENTO ENTRE COMUNIDADE, INSTITUIÇÕES E SEUS PAPEIS. MAPAS E DADOS QUE CONSTROEM CONTEÚDO. PROJETOS: EXEMPLOS DE DADOS E MAPAS QUE SALVARAM VIDAS. USOS DO BIG DATA, HACKING JOURNALISM, PANAMA PAPERS, DATA MINING E FERRAMENTAS.
PRODUTOS DE MÍDIA E TECNOLOGIA ANALISADOS. APLICATIVOS, TÉCNICAS E ESTRATÉGIAS DE USO.
ANÁLISE DE MÍDIAS EMERGENTES COMO REDES SOCIAIS, MESSENGER APP, LOCALIZAÇÃO, BIG DATA E GAMEFICAÇÃO.
APLICAÇÃO DA METODOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO.
MÉTODO DE ANÁLISE
E RESULTADOS.
HENRY WHITEHEAD
JOHN SNOW
Inglaterra, Londres, século XIX | 2,5 milhões de habitantes | Cidade não tinha saneamento básico adequado | Fezes e urina eram despejados nas ruas ou em fossas
SÉCULO XIX
Guerra da Criméia, no Mar Negro, sul da Rússia e região dos Balcãs | OUTUBRO DE 1853 - FEVEREIRO DE 1856 | Hospital com condição precária de limpeza
DIAGRAMA
Diagram of the Causes of Mortality
Estratégia de visualização de informações
Diagrama apontou que a doença no hospital matava mais que a guerra!
FLORENCE NIGHTINGALE
Operações de mídia Hiperlocal são geograficamente baseadas, voltadas para a comunidade, organizações nativas e originais em reportar notícias para a web e pretendem preencher as lacunas percebidas na cobertura de uma questão ou região e promovem o engajamento cívico (LIMA JR.; COLEHO, 2015 apud METZGAR el al, 2010, p. 7)
OBJETIVOS
Os primeiros dez anos deste milênio situaram mudanças fortes no jornalismo tal como existe desde seu início, há cerca de dois séculos. A abertura de códigos comportamentais liberou o código-fonte do software e da notícia, que passou a ser contada pelo cidadão-repórter -- um sujeito leigo em assuntos de imprensa, detentor da maior propriedade para falar daquilo que viu, sob a curadoria de um editor profissional (BRAMBILLA, 2011, p.97).
OS HÁBITOS MUDAM. O CONSUMIDOR É PRODUTOR.
GATEKEEPER
TEM SEU PODER DE INFLUÊNCIA REDUZIDO.
CADA VEZ MAIS CURADOR
EVOLUÇÃO
NOTÍCIA
NOTÍCIA
NOTÍCIA
CONFIANÇA?
64% FERRAMENTAS DE BUSCA ONLINE
FONTE DE NOTÍCIA
79% ONLINE
-
66% MÍDIA TRADICIONAL
INTERNET
JORNALISMO
INOVAÇÃO
10
6
62% MÍDIA TRADICIONAL
pesquisa
LICKLIDER PREVIU QUE O COMPUTADOR TELEMÁTICO MUDARIA SUA PRÓPRIA FUNÇÃO PRINCIPAL, TORNANDO-SE UMA PODEROSA MÁQUINA COMUNICACIONAL.
''The Computer as a Communication Device" - Science and Technology
ESPECÍFICOS
GERAIS
JENKINS
LIMA JR.
WIENER
PRIMO
SHANNON
WEAVER
CASTELLS
JOHNSON
SQUIRRA
GLEICK
KELLY
RECUERO
PESQUISA
BRINCA
SOLA POOL
BRAMBILLA
KOVACH
ROSENSTIEL
COELHO
BRUNS
ANDERSON
PRIMO
RADCLIFFE
VARGAS
COSTELLA
SALAVERRÍA
FLEMING
DUSEK
LICKLIDER
1. A Internet criou muitas novas rotas para se conectar com as comunidades geográficas.
2. O papel histórico que a mídia tradicional tem desempenhado no apoio às comunidades locais é crescente sob ameaça da redução de serviços, funcionários e receitas.
3. Lacunas na cobertura geográfica e de conteúdo, particular-mente reportagens locais, criou um vácuo para os novos operadores e cidadãos preocupados, que agora estão respondendo a esse desafio.
4. Novos serviços online como o Wordpress, AudioBoo e YouTube têm permitido a qualquer pessoa criar e distribuir conteúdo local.
5. Houve uma explosão em dispositivos digitais capazes de aceder a este local, conteúdo, especialmente telefones celulares e tablets.
6. A mídia social está mudando comportamentos das audiências e as expectativas em termos de informação que consumimos, e como nós definimos o mundo que nos rodeia.
7. Oportunidades para o público a compartilhar e distribuir conteúdo relevante para sua própria rede e comunidades, fazendo também a distribuição local com mais facilidade.
8. A web é a criação de novos modelos de financiamento e novos fluxos de receita para nicho, empresas especializadas, incluindo serviços hiperlocal.
9. O grande negócio reconhece o valor do conteúdo local e está se movendo para o hiperlocal espaço par de esforços liderados pelos cidadãos menores.
10. Questões locais e conteúdo localmente relevante, continuar a importar para o público, talvez mais do que nunca nestes tempos turbulentos. (RADCLIFFE, 2012, p. 09).

JORNALISMO
HIPERLOCAL
GAMI
Na gamificação, as regras são aceitas por quem participa e há um fim préespecificado.
Ambiente a parte, a pessoa pode interagir e passar por sentimentos e reações
que faz a pessoa viver uma nova experiência.
O jogo é um fenômeno cultural, uma coisa inata ao homem e aos animais, sendo uma categoria primária da vida. Para ele, a existência do jogo é inegável (HUIZINGA, 1980, p. 6, em Homo Ludens)

O jogo tem o valor que está presente nas principais atividades da civilização. Está na linguagem, competição, direito, guerra, conhecimento e poesia.
FICA
ÇÃO
ACKOFF
FLUSSER
A PRINCIPAL FINALIDADE DO JORNALISMO É FORNECER AOS CIDADÃOS AS
INFORMAÇÕES DE QUE NECESSITAM PARA SEREM LIVRES E SE AUTOGOVERNAR
Kovach & Rosenstiel, 2003, p. 31
CURADORIA
MUDANÇAS
ESTRATÉGIA
(...) a finalidade do jornalismo não é definida pela tecnologia, pelos jornalistas ou pelas técnicas utilizadas no dia a dia. (...) os princípios e a finalidade do jornalismo são definidos por alguma coisa mais elementar – a função exercida pelas notícias na vida das pessoas (KOVACH & ROSENSTIEL, 2003, p. 30).
Infelizmente, numa época e que o público dispõe de alternativas mais excitantes e interessantes que as notícias e se mostra mais e mais cético em relação ao jornalismo, o corte de pessoal nas redações reduz ainda mais as equipes, resultando em mais quantidade do que qualidade de matérias. (KOVACH; ROSENSTIEL, 2003, p. 227).

A tecnologia quer o mesmo que nós, a mesma longa lista de méritos que desejamos. Depois que uma tecnologia encontra sua função ideal no mundo, ela se torna um agente ativo no processo de aumentar as opções escolhas e possibilidades alheias (KELLY, 2012, p. 257).


MUDANÇAS
COMPORTAMENTO
TECNOLOGIAS
NOVAS POSTURAS
NOVO PENSAR
THE NEW BROADCASTING HOUSE - BBC
#GUARDIANCOFFEE - THE GUARDIAN
A circulação de conteúdos - por meio de diferentes sistemas de mídia, sistemas administrativos de mídias concorrentes e fronteiras nacionais - depende fortemente da participação ativa dos consumidores (JENKINS, 2009, p. 29)
DIAGRAMA
PAUL BARAN
1964
PIRÂMIDE DO CONHECIMENTO DE ACKOFF, 1984
Um processo chamado “convergência de modos” está tornando imprecisas as fronteiras entre os meios de comunicação, mesmo em ter as comunicações ponto a ponto, tais como o correio, o telefone e o telégrafo, e as comunicações de massa, como a imprensa, o rádio e a televisão. Um único meio físico – sejam fios, cabos ou ondas – pode transportar serviços que no passado eram oferecidos separadamente. De modo inverso, um serviço que no passado era oferecido por um único meio – seja a radiodifusão, a imprensa ou a telefonia – agora pode ser oferecido de várias formas físicas diferentes. Assim, a relação um a um que existia entre um meio de comunicação e seu uso está se corroendo (SOLA POOL, 1983, p. 23).
Essas práticas de gatekeeping podem ser distinguidas em três etapas distintas do processo jornalístico: a entrada, a produção e a resposta (BRUNS, 2005, 2011).
FERRA
REDES
SOCIAIS
MEN
TAS
APROXIMAÇÃO
CONTEÚDO
FLUXO
PÚBLICO
Bellum omnia omnes
TODOS CONTRA TODOS, HOBBES, EM 1671
ROBERT BURTON - 1621
Excesso de informação poderia acarretar o esquecimento do passado
Na atual configuração tecnológica proporcionada pela Internet, estruturada pelo intermédio do aumento de velocidade de transmissão, pela evolução das máquinas computacionais com grande capacidade de processamento e armazenamento de dados, com o desenvolvimento de linguagens de programação cada vez mais amplas e que negociam de várias formas com robustos bancos de dados, a atuação profissional do Jornalismo também deve possuir outras configurações (LIMA JR., 2012, p. 210).
A “Era do Big Data” fortalece o conceito de hacking journalist. Tal configuração profissional tem se consolidado devido à compreensão sobre as novas habilidades funcionais que o produtor de conteúdo informativo de relevância social deve ter para atuar em um novo ecossistema midiático, suportado por máquinas computacionais conectadas em redes telemáticas (LIMA JR., 2011, p. 51).
Entretanto, a quantidade espantosa de dados disponíveis não quer dizer muito se não puder ser relacionada, transformada em informação estruturada e, no caso do jornalismo, utilizada para construir conteúdo de relevância social, aproveitando a “Era do Big Data” para criar valor em diversos caminhos: criando transparência (órgãos públicos); habilitando descobertas experimentais, criando segmentações (exemplo: dados personalizados); substituindo/auxiliando processos de decisão (algoritmos) e inovando nos modelos de negócio (LIMA JR., 2011, p. 50).
2.6TB
1.7GB
MIKE
BERGMAN
DEEP WEB
750TB - 2001

96% DA WEB
ESTÁ SUBMERSA
NA DEEP E DARK
WEB

TERABYTES
GIGABYTES
DATA MINING - DATA JOURNALISM - PROGRAMAÇÃO EM JORNALISMO - PLANILHAS
INTERNET
NOVAS
Por meio dos inventos e criações, o homem pode se aprimorar, transformou algo que não era humano, tornou-se homem (VARGAS, p. 171, 1994)
APLICATIVOS
FORTE COMBINAÇÃO DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO
E DEVE-SE ENTENDER COO ISSO IMPACTA O OFÍCIO
PLATAFORMAS
O JORNALISMO PRECISA ENTENDER O NOVO CAMINHO DA
NOTÍCIA, O TRAJETO ATÉ O SEU PÚBLICO FINAL, QUE ESTÁ
ESPALHADO EM VÁRIOS SISTEMAS E LINGUAGENS DISTINTAS
NOVAS NARRATIVAS
ENGAJAMENTO
FRAGMENTAÇÃO
DISTRIBUIÇÃO
REDES
SOCIAIS
MÍDIA
MOBILE
GAMES
WEB
AUDIÊNCIA
Segundo o determinismo tecnológico, à medida que a tecnologia se desenvolve e muda, as instituições no resto da sociedade mudam, como fazem a arte e a religião da sociedade. Por exemplo, o computador mudou a natureza dos empregos e do trabalho. O telefone levou ao declínio da escrita de cartas, mas a Internet mudou a natureza da comunicação interpessoal novamente, deixando registros escritos, ao contrário do telefone (DUSEK, 2009, p. 117-118).
MUDANÇA ECOSSISTEMA
1. A distância está deixando de ser uma barreira na comunicação. Como resultado, a organização espacial da atividade humana mudará profundamente;


4. A computação e a comunicação estão convergindo em uma só atividade, equivalente a decidir que estão se reunindo a comunicação e raciocínio. Convertidos em bits eletrônicos, as mensagens não só podem transmitir eletronicamente mas podem também manipular e transformar mediante dispositivos lógicos;
3. Nesta “sociedade da informação”, se emprega na comunicação uma parte cada vez maior do tempo de trabalho, assim como o ócio. O manejo da informação é uma proporção crescente de toda a atividade humana;
5. Está se invertendo a revolução dos meios de difusão: no lugar de difundir mensagens idênticas a milhões de pessoas, a tecnologia eletrônica permite a adaptação das mensagens eletrônicas as necessidades especializadas ou singulares dos indivíduos (SOLA POOL, 1993, p. 20).
2. A fala, o texto e as imagens estão representando e enviado por meio de uma mesma classe de impulsos elétricos, uma corrente digital comum. Está reduzindo a separação destes modos;
COMUNICAÇÃO
API
JORNALISTAS PRECISAM PENSAR SEU PAPEL
HIPERLOCAL PODE SER APLICADO
ADAPTAÇÃO DE VEÍCULOS DE MÍDIA
NOVOS PLAYERS
ESTRATÉGIA EDITORIAL EFICAZ
RESISTÊNCIA CULTURAL
JORNALISTA E COMUNIDADE
TECNOLOGIA MUDOU O TRASLADO DO CONTEÚDO
DADOS PROFUNDOS PARA EXPLORAÇÃO
APPS TORNARAM-SE EXTENSÕES DAS REDAÇÕES
ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA E DE MÉTODO
REDAÇÕES PODEM SER CENTRAIS DE INTELIGÊNCIA
O Jornalismo é uma conversa e esta conversa não vai terminar como muitos já previram outras vezes. A tecnologia vai apenas fazer ressoar a conversa, dando alcance e força para chegar a quem precisa.
COSTELLA, Antonio. F. Comunicação – Do grito ao satélite: História dos Meios de Comunicação. 4. Ed. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2001. 239 p.
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