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Unidade Rochas e Minerais - Pauta de Aprofundamento

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Mauro Draco Bigatto

on 20 May 2011

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Transcript of Unidade Rochas e Minerais - Pauta de Aprofundamento

Visão Geral da Unidade Retomada de 2010 A sequência de trabalho que será realizada a seguir (nas próximas 3 horas e 10min):

1. Atividades das aulas 3, 4 e 7, com estudo do meio;

2. Relacionar as aulas trabalhadas, evidenciando sua sequência pedagógica;


3. Atividade das aulas 5 e 15;


4. Relacionar as aulas trabalhadas, evidenciando sua sequência pedagógica;

5. Evidenciar as relações das aulas feitas com as outras da Unidade;


6. Visão geral de Rochas e Minerais;


7. Evidenciar as intenções didáticas das sequências de aulas da Unidade;


8. Contextualizar a Unidade no currículo da escola;


9. Aprofundamento conceitual em Rochas e Minerais; O que mudou nas aulas de ciência com o uso do CTC? O que os alunos aprendem ao estudar Ciências dessa maneira? Passou a ter mais troca sobre ciências na escola? (professores, alunos, pais e gestores estão mais interessados em ciências?). Quem não conhece a unidade Quem conhece a unidade Como é a unidade Rochas e Minerais? Qual é a aula mais envolvente? Quais os pontos de atenção que podem comprometer as atividades práticas e a aprendizagem? Quais os conceitos estudados na Unidade? O que se pode aprender sobre ciências estudando essa unidade? ? Relações entre as aulas Como essas aulas se relacionam? O que está sendo investigado? Como as aulas 5 e 15 se relacionam com as realizadas anteriormente (3, 4 e 7)? Sequência de Conteúdos da Unidade AVALIAÇÕES INDIVIDUAIS LEMBRETE!

O prazo para conferência de materiais é 23 de maio, para as turmas que receberam os materias na primeira semana de maio, ou 6 de junho para as turmas que receberão os materias na semana que vem.

O professor deve informar ao coordenador da escola os matérias com problemas. O que já foi alcançado?


No que ainda precisamos avançar mais?


O que ainda queremos saber da Unidade? Formadores: Marcelo Del Bel
marcelo.bel@sangari.com Mauro Bigatto
mauro.bigatto@sangari.com Atividades:

Observação e registro de materiais que tem rocha na composição.

Percepção das rochas no dia a dia e seus usos.

Saiba Mais:

Objetos do cotidiano feitos com rochas e minerais e a retirada deles do meio ambiente.

Dicas:
Organizar as rochas e os minerais na caixa para as próximas aulas.
Para a aula 2 (pág.41 –LP) trazer objetos e figuras compostos de rochas e minerais.
Os alunos poderão buscar na sala objetos que eles acham que são formados por rochas e minerais.
O professor poderá solicitar que os alunos tragam imagens ou objetos feitos de rochas e minerais.
Preparar a caixa de rochas.
O professor poderá montar um quadro de memória onde os alunos trazem figuras de objetos compostos por rochas e minerais e à medida que eles vão aprendendo, acrescentam informações e/ou reformulam dados incorretos.
O professor deve utilizar o DVD de formação. Atividades:

Alunos trazem materiais ou imagens que ilustrem objetos feitos de rochas e minerais.

Análise de materiais com processos de formação diferentes. (concha, rochas, cerâmica).

Saiba Mais:

Tipos de origens do materiais (biológica, geológica e industrial).

Diferenças entre rochas e minerais e entre rochas e pedras.

Dicas:
Providenciar o mapa mundi para a próxima aula.
A leitura do sobre o tema é essencial para melhor compreensão do professor acerca do conteúdo abordado.
Deixar após essa aula as rochas separadas para as próximas atividades.
Garantir que os alunos tragam de casa os objetos a serem comparados com os observados na aula e também que o professor traga algumas amostras para possibilitar a observação de objetos compostos por rochas e minerais que são usados no dia-a-dia.
O primeiro Saiba mais pode ser lido antes da atividade e o segundo Saiba mais pode ser lido após a sua realização. Atividades:

Análise do mapa “Assoalho Oceânico”. Reflexões sobre vulcões e o interior da Terra.

Separação das amostras de rochas segundo seus próprios critérios.

Saiba Mais:

Dinamismo dos continentes. Vulcões e tipos de erupção.

Dicas:
O professor deve comentar que a Terra está em constante mudança, pois estamos situados sobre placas tectônicas.
As placas tectônicas não estão muito evidentes.
É necessário um mapa mundi (não vem no kit).
É interessante após a atividade 1, ler o primeiro Saiba Mais, depois da atividade 2 ler o segundo Saiba Mais e após a atividade 3 realizar a leitura do último Saiba Mais. Por fim, realizar a atividade 4 de classificação de rochas.
A foto de abertura pode ser bastante explorada. Atividades:

Observação e registro (desenho) da granulação das amostras de rocha.

Ciclo das rochas e identificação dos tipos de rochas das amostras (ígnea, metamórfica e sedimentar).

Saiba Mais:

Tipos de rochas (ígneas, sedimentares e metamórficas). Ciclo das rochas.

Dicas:
Pode haver dificuldade para classificar as rochas.
Lembrar os alunos para na próxima aula trazer uma folha, flor ou concha.
O professor precisa realizar uma boa leitura do sobre tema. Atividades:

Camadas das rochas sedimentares. E construção de um modelo dessa organização.

Saiba Mais:

Informações nas camadas de rochas (noção de tempo e eventos paleontológicos).

Dicas:
Pode haver dificuldade em identificar a diferença de granulometria dos diferentes materiais que compõem uma rocha.
O professor precisará ficar atento que se, por exemplo, a argila ficar por cima não quer dizer que ela seja mais jovem durante a realização da simulação proposta nesta aula.
A discussão da aula deverá focar a análise do sedimento (qual se deposita mais rápido). Atividades:

Simulação de trabalho paleontológico ao buscar uma réplica de fóssil (trilobita ou amonita) em gesso.

Saiba Mais:

Estudo da vida por meio das rochas.

Grupos famosos de animais fósseis (Amonitas e Trilobitas).

Dicas:
O quadro de fósseis é utilizado somente para complementar a leitura do Sobre o tema.
Forrar as mesas com jornal para facilitar a limpeza após a aula.
O professor deverá estar atento para a gestão do tempo porque a atividade de escavação é demorada.
Para facilitar a extração do fóssil pode-se sugerir que coloquem o fóssil durante 5 minutos em água o que facilitará o processo. Atividades:

Duas atividades de observação dirigida: 1) três amostras de MINERAIS (Quartzo, Feldspato e Mica [muscovita]); 2) ROCHAS (Gnaisse [metamórfica] e Granito [Ígnea]).

Identificação dos diferentes minerais nas amostras de rochas utilizadas (Gnaisse e Granito).

Saiba Mais:

Rochas são compostas de diferentes minerais e de estruturas de cristais.

Dicas:

Iniciar a atividade com o livro fechado porque no livro há a resposta da atividade. Atividades:

Três de doze minerais são escolhidos e separados de acordo com critérios próprios dos alunos.

É aconselhável o professor incentivar a comparação das características: cores, brilho, transparência e textura; e a utilizar uma página para cada mineral observado.

Saiba Mais:

Elementos químicos e suas organizações na formação de de minerais. Exemplos de minerais: Grafita, Diamante.

Conhecendo os minerais: feldspato e calcedônia.

Dicas:

Utilizar uma página para cada ficha de identificação de mineral.
É importante que o professor tenha os minerais identificados antes de começar esta aula.
É também necessário que o professor conheça as diferentes características que serão avaliadas para mediar o processo de identificação pelos alunos, sendo importante que também busque estas características a partir de discussão com os alunos em sala de aula. Atividades:

Reflexão sobre e observação de diferentes tipos de brilho.

Saiba Mais:

Os quatro tipos de brilhos: Metálico, Vítreo, Sedoso e Terroso.

Conhecendo os minerais: calcita. Rochas calcárias e cavernas.

Dicas:

Trabalhar o Saiba Mais antes de realizar as atividades porque ele diferencia os tipos de brilhos.
Realizar a atividade com boa luminosidade.
Permitir o registro individual para não comprometer as aulas 13 e 14. Atividades:

Reflexão sobre dureza e, também, sobre critérios para identificar a dureza e classificar amostras quanto à dureza.

Formação de uma escala de dureza.

Saiba Mais:

Conhecendo os minerais: diamante e gipsita.

Dicas:

O professor pode relembrar com os alunos a dureza dos minerais conceitos trabalhados nas aulas anteriores.
O professor deve salientar que a pressão sobre o mineral no momento do teste pode alterar na classificação de dureza do mineral. Desta forma, é importante procurar combinar com a classe uma espécie de padronização para a pressão sobre o mineral e que os profissionais de geologia utilizam máquinas para realizar tal teste.
O professor precisa conceituar para os alunos o que é risco e o que é traço.
Conceito de risco e traço. O risco é o ato de deixar um sulco (fixa-se no objeto) enquanto que o traço é o ato de deixar um rabisco (o rabisco é apagável).
O professor pode construir uma ficha de identificação e da escala de dureza dos diferentes minerais. Atividades:

Investigação de magnetismo nos minerais.

Saiba Mais:

Descoberta do magnetismo e a bússola magnética.

Dicas:

A ficha de identificação pode ser retomada nessa aula (registro contínuo).
O professor deve testar cada uma das 12 amostras antes de realizar a atividade proposta aos alunos. Atividades:

Observação da textura de amostras de minerais.

Saiba Mais:

Estruturas de cristais, significado das faces retas e lapidação.

Dicas:

Pode dificuldade na classificação dos cristais em lisos e não-lisos.
O professor pode trabalhar formas geométricas;
Fazer cópias do modelo de cristal para disponibilizar à classe e o professor pode trabalhar com forma geométrica para facilitar a identificação e comparação dos cristais.
Salientar aos alunos que alguns dos cristais estão lapidados outros estão brutos.
Realizar a sugestão da página 123. Atividades:

Identificação e classificação dos doze minerais identificados de A a L e descoberta de seus nomes.

Saiba Mais:

Aplicações da apatita para produção de alimentos, informação da profundidades em que as rochas estiveram e recuperação de ossos.

Dicas:
Salientar que os minerais podem variar na coloração e isso poderá dificultar a classificação. A classificação deve ser mantida de forma a ser retomada na aula seguinte.
Os alunos precisam manter os mesmos minerais das aulas anteriores.
O aluno precisa ter acesso a todas as informações obtidas com as aulas anteriores. Atividades:

Identificação de três minerais (P, Q e R) e três rochas (7, 10 e 12) com base em suas características e comparando-os com as rochas e minerais identificados de 1 a 12 e A a L, respectivamente, e utilizando as fichas de identificação de rochas e a de minerais.

Saiba Mais:

Mármore e seu uso histórico pelos humanos.

Dicas:
Precisa da ficha de identificação da aula 13.
O aluno precisa ter acesso a todas as informações obtidas nas aulas anteriores. Atividades:

Modelo de formação de montanhas, utilizando um tanque e uma tábua de madeira para empurrar e dobras as camadas de argila e areia montadas no tanque.

Saiba Mais:

Falhas, dobras e as placas tectônicas.

Dicas:
O professor deve assistir o DVD de formação para observar algumas dicas que não existem no livro, como a quantidade de terra a ser utilizada e como fazer as camadas de forma uniforme.
O experimento é demonstrativo.
O professor deve dispensar uma atenção maior à seção Sobre o tema.
Os registros podem ser feitos através de desenhos, esquema do modelo construído, seguido de um texto informativo sobre o resultado do movimento das placas tectônicas observado através do modelo. Atividades:

Leitura de mapas e legenda. Interpretação de um mapa geológico.

Saiba Mais:

Exemplos de atividades de um geólogo (extração de minerais, análise do ambiente e construção de grandes obras).

Dicas:
O professor precisa atentar para que todos os componentes da equipe observem o mapa geológico.
O professor precisa explicar a utilização das legendas. Rochas e Minerais Os minerais e suas propriedades Trabalho de geólogos O que são rochas e minerais Terra: sistema dinâmico brilho dureza magnetismo estrutura cristalina as rochas se dobram Classificação de rochas e minerais critérios Sismo do Haiti deriva de deslocamento das placas das Caraíbas e norte-americana

Os geólogos procuram uma explicação para aquilo que aconteceu faz precisamente hoje um ano no Haiti. A questão do cenário é importante para prever a frequência e intensidade de próximos sismos.
Quando a terra tremeu, os geofísicos não ficaram surpreendidos, tendo em conta que Port-au-Prince se encontra numa zona sísmica ativa, próxima da falha Enriquillo-Plantain Garden (EPG), mas a origem precisa do terremoto permanece um mistério. Uma falha setentrional, a fronteira entre a placa das caraíbas e a norte-americana, faz com que estas escorreguem uma contra a outra a uma velocidade de dois centímetros por ano.
Segundo um estudo publicado na «Nature Geoscience», o cenário não é totalmente inofensivo. Aliás, uma boa compreensão do fenômeno permitirá prevenir sobre novos sismos, saber a sua frequência e estimar a probabilidade da intensidade.
Um tremor de terra deriva do efeito de uma manifestação brutal de um movimento tectônico progressivo. Quando duas placas se deslocam, ficam soldadas pelas forças de fricção ao nível das falhas. Acabam por se deformar tal como uma pastilha elástica muito dura. Passado algum tempo, a contração torna-se maior e toda a energia acumulada ao longo dos anos é lançada de uma vez só: a falha rompe-se e dá o tremor de terra.
O sismo do Haiti está ligado ao deslocamento das placas das Caraíbas e norte-americana, mas a crosta não se rompeu na superfície tal como pensavam os investigadores e, por isso, continuam a analisar imagens de satélites de “antes” e “após” a medições de GPS de pequenas deformações que seguiram o tremor. A partir daqui, formularam-se três cenários distintos.
A ausência de desnível poderia ser explicada pela ruptura de uma falha, até agora desconhecida e situada nas profundezas da EPG. Outra hipótese é o sismo ser resultado de pequenas falhas na superfície. Os especialistas sugerem ainda que pequenas deformações observadas sejam compatíveis com a ruptura gigantesca da EPG, mas sem ligação a pequenas falhas secundárias.
Até agora, nenhuma das três possibilidades foi comprovada e os geólogos temem um novo tremor de terra devastador a curto prazo.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=46897&op=all Falha desconhecida pode ter estado na origem de sismo no Haiti Geólogos procuram explicação para aquilo que aconteceu há um ano
2011-01-12 Sismo de 6.0 na escala de Richter abalou hoje a Turquia (Cortesia: USGS)

Ainda esta madrugada um terremoto de grau 6.0 na escala de Richter acordou a Turquia. O Chile está devastado com o sismo de 8.8 de magnitude do mês passado. Ao violento sismo 7.0 registado em Janeiro no Haiti, soma-se um semelhante no Japão durante o mesmo mês.
A terra não tem parado de tremer mas Maria da Conceição Neves, especialista em Sismologia da Universidade do Algarve, garantiu à Lusa que a atividade sísmica que se tem registado nos últimos meses um pouco por todo o mundo é “perfeitamente normal” e uma “coincidência”.
O sismo que por volta das 4h30 da madrugada sacudiu a província de Elazig, no leste da Turquia, a 500 quilômetros de Ancara, terá feito pelo menos 51 mortos e 70 feridos, números ainda provisórios que poderão aumentar no decorrer das buscas.
Para a investigadora, o fato de haver uma sequência de sismos violentos − sendo o do Chile o mais raro, por haver poucos com aquela magnitude − é apenas uma "coincidência" no tempo e no espaço, já que os abalos têm ocorrido sobretudo em zonas povoadas.

Escalas de milhões de anos
"Mais de 90 por cento da atividade sísmica situa-se ao longo das cristas oceânicas onde não há estragos", referiu a investigadora, frisando que as zonas de subdução (área onde duas placas tectônicas convergem) estão "sempre" a ser atingidas.

Placas tectônicas estão em constante movimento

"Não me parece que haja mais sismos agora do que havia antes, são fenômenos naturais que estão sempre acontecendo", considerou, acrescentando que o fato de se viver numa era global contribui para que estes acontecimentos sejam mais falados.
"Não há um motivo científico para explicar um maior número de sismos, até porque as escalas geológicas têm por referência períodos de milhões de anos", disse a investigadora, frisando não haver "motivo para alarme".
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=40396&op=all Actividade sísmica que abala o Mundo é «coincidência» Especialista garante que não há explicação científica nem motivos para alarme
2010-03-08 Estudo do meio... Objetivos do PCN Fundamental I (Ciências naturais):

Formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo.

Caracterizar espaços do planeta possíveis de serem ocupados pelo homem, considerando as condições de qualidade de vida.

Buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta.

Organizar e registrar as informações por intermédio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, gráficos, listas, textos e maquetes, de acordo com as exigências do assunto em estudo, sob orientação do professor.




No segundo ciclo ampliam-se as noções de ambiente natural e ambiente construído, por meio
do estudos das relações entre seus elementos constituintes, especialmente o solo e a água.


Conteúdos para o segundo ciclo relativos a fatos, conceitos, procedimentos, valores e atitudes:

1. AMBIENTE:

elaboração de perguntas e suposições sobre as relações entre os componentes dos ambientes;

busca e coleta de informação por meio de observação direta e indireta, experimentação, entrevistas, visitas, leitura de imagens e textos selecionados;

interpretação das informações por meio do estabelecimento de relações de causa e efeito, dependência, sincronicidade e seqüência;




utilização das informações obtidas para justificar suas idéias, comunicação oral e escrita: de suposições, dados e conclusões.




2. RECURSOS TECNOLÓGICOS:

Muitos e diversos são os assuntos que permitem aos alunos deste ciclo ampliar as noções acerca das técnicas que medeiam a relação do ser humano com o meio, verificando também aspectos relacionados às conseqüências do uso e ao alcance social. A escolha dos estudos a serem realizados pode tomar como referência os problemas ambientais locais.

Em conexão com os blocos “Ambiente” e “Ser humano e saúde”, desenvolvem-se estudos sobre a ocupação humana dos ambientes. Trabalho de paleontólogos O que são Rochas e Minerais Características dos Minerais Características das Rochas Trabalho do Geólogo Processos Geológicos E Botucatu? ? Importante para identificar formas adequada de fazer o registro e saber como utilizar esses dados para refletir sobre idéias construídas, refutando-as ou não e explicar fenômenos observados ou apresentados. As aulas 3, 5, 7, 8, 9, 10, 11 e 12, em especial propiciam o uso dessas habilidades. Momentos de abertura, trabalho em grupo e outros em que os alunos apresentam e defendem ou refutam idéias e explicações próprias ou dos colegas são propícios para o desenvolvimento dessas habilidades. Essa interação com propósito deve ser incentivada nos alunos. Esses conteúdos são explícitos nas aulas 1 e 16, porém a presença e meios de obtenção de fósseis trabalhados nas aulas 5 e 6 e toda a sequência desenvolvida para a identificação de rochas e minerais dá suporte a esse tipo de conteúdo, especialmente se forem contempladas saídas para estudo do meio. Nesta Unidade, desenhos, esquemas, tabelas, textos e listas são destaque; principalmente ao registrar observações de montagens e testes experimentais ou hipóteses e previsões (exige reflexão e interpretação dos fenômenos e das idéias próprias). Conteúdos, baseados no PCN, para o segundo ciclo relativos a fatos, conceitos, procedimentos, valores e atitudes:

1. GERAIS
Na unidade Rochas e Minerais, alunos de 9 a 11 anos estudam a formação e o que são rochas e minerais, realizam experimentos, analisam amostras, aprendem a fazer testes de identificação e a elaborar registros de dados, suposições e conclusões. E a utilizar as evidências obtidas para refletir sobre e justificar suas idéias, oralmente ou não.








2. AMBIENTE
Essa visão integrada do planeta e do dinamismo das mudanças geológicas proporciona aos alunos, contato com uma realidade nova e fascinante, além de permitir a construção e interação com essa realidade por meio do estabelecimento de relações de causa e efeito, dependência, sincronicidade e seqüência. Raciocínios fundamentais para a apropriação de uma atitude científica e saberem interpretar corretamente o que é observado.



Alunos podem relacionar estas transformações que ocorreram e ainda ocorrem na Terra com fenômenos naturais como vulcões e terremotos, normalmente tratados como catástrofes.
Na realidade, são acomodações naturais do planeta, que acontecem desde sua formação, que são importantes para a renovação dos ambientes e recursos naturais, mas que ganham aspectos destrutivos quando atingem áreas habitadas.



Nesta Unidade, os alunos têm a oportunidade de conhecer os processos que definem as características físicas do planeta e suas relações com o ambiente que os cerca, dentro e fora de suas casas.











3. RECURSOS TECNOLÓGICOS

Os alunos precisam conhecer os diversos usos que fazemos das rochas e dos minerais para ter idéia da importância desses recursos para a humanidade. E também do quanto fazem parte de suas vidas, na forma de materiais presentes em objetos e construções que eles usam e vêem todos os dias.



Conhecer as propriedades das rochas e minerais como, brilho, cor, dureza, magnetismo, por exemplo, permite aos alunos entender o valor e as possibilidades de utilização de cada um deles. Muitos produtos siderúrgicos, farmacêuticos e eletroeletrônicos utilizam elementos extraídos das rochas e/ou de transformações dos minerais. Diversas atividades humanas contemporâneas são possíveis por conta da descoberta e uso das características desses materiais.



Nesta Unidade, os alunos têm a oportunidade de conhecer como o ser humano explorou o conhecimento das características físicas do planeta ao longo do desenvolvimento das sociedades.



Com esta abordagem que mostra como as rochas e minerais são importantes para os seres humanos, os alunos constituem a consciência necessária para uso sustentável dos recursos naturais.



Em conexão com os blocos “Ambiente” e “Ser humano e saúde”, desenvolvem-se estudos sobre a ocupação humana dos ambientes. Relações entre as aulas RECURSOS TECNOLÓGICOS

• Conhecem as propriedades das rochas e minerais como: brilho, cor, dureza e magnetismo, o que permite entender o valor e as possibilidades de utilização de cada um deles, percebendo que diversas atividades humanas contemporâneas são possíveis por conta da descoberta e uso das características desses materiais.

• Tem a oportunidade de conhecer como o ser humano explorou o conhecimento das características físicas do planeta ao longo do desenvolvimento das sociedades.

• Conhecendo materiais presentes em objetos e construções que usam e vêem todos os dias, tem idéia da importância desses recursos para a humanidade e constituem a consciência necessária para o uso sustentável dos recursos naturais. AMBIENTE
• Tem uma visão integrada do planeta e do dinamismo das mudanças geológicas, o que proporciona um contato com uma realidade nova e fascinante.

• Estabelecem relações de causa e efeito, dependência, sincronicidade e seqüência; raciocínios fundamentais para a apropriação da atitude científica e saber interpretar corretamente o que é observado.

• Relacionam as transformações que ocorreram e ainda ocorrem na Terra com fenômenos naturais, como vulcões e terremotos, normalmente tratados como catástrofes, mas importantes para a renovação dos ambientes e recursos naturais.

• Conhecem as características físicas do planeta e suas relações com o ambiente que os cerca. Conteúdos, baseados no PCN, para o segundo ciclo, relativos a fatos, conceitos, procedimentos, valores e atitudes:

GERAIS
• Estudam e o que são rochas e minerais e a sua formação.

• Realizam experimentos.

• Analisam amostras.

• Elaboram registros de dados, suposições e conclusões.

• Utilizam as evidências para refletir sobre e justificar suas idéias. PCN Rochas são formadas por Minerais podem ser Substâncias Estruturas Cristalinas são definidos por Ígneas Sedimentares Metamórficas Terremotos Dureza Brilho Magnetismo Textura Cor são propriedades Placas Tectônicas Interior da Terra Magma Lava Erupção choques separação movem-se resultam em Camadas Núcleo (interno) Núcleo (externo) Crosta Fenômenos Geológicos soerguimento subducção como são contém ao chegar na é chamado de estudados por Geólogos Paleontólogos produzindo é composto por Manto é sólido líquidos são libera que solidifica, gerando rochas utilizadas por para classificar podem formar é sólida Vulcões de estudam Fósseis são utilizadas na Lapidação aumenta o Valor Comercial Tecnologias erodidas formam rochas podem ser transformadas em rochas é dividida em são importantes para compreender Matérias Primas são são fundamentais para pesquisados, formam base para a produção de novas são utilizadas para produzir buscam informações sobre História da Terra é utilizada para produzir Gemas preciosas Materiais de Uso Diário como Pisos Brocas Cimento Metais Chips e Processadores Vidros Carros Fios Elétricos Hidrelétricas Prevenir Catástrofes Mineração Construção de Grandes Obras entram em marcam a Vocês sentem que o papel do professor se desloca nessa perspectiva de ensino? Como? Qual é a aula mais importante? Vocês acham que seria mais fácil chegar ao centro da Terra ou a Marte? Qual local vocês escolheriam para iniciar a escavação? Por quê? http://www.discoverybrasil.com/experiencia/contenidos/centro_tierra O conjunto de rochas basálticas são originárias de derrames vulcânicos (rochas efusivas), e afloram principalmente na porção superior das escarpas das Cuestas Basálticas e em morros-testemunho isolados pela erosão diferencial (erosão promovida preferencialmente em rochas menos resistentes; as mais resistentes não sucumbem ao trabalho de desgaste natural, prevalecendo ainda hoje na paisagem). A Formação Botucatu é constituída principalmente por arenitos quartzosos de granulação fina a média, de coloração vermelha, rósea ou amarelo-clara, apenas localmente feldspáticos; em sobreposição às rochas ígneas efusivas basálticas, de coloração cinza a negra, com diversos pontos de afloramento. Na época da deposição desses arenitos, ente 110 a 160 milhões de anos atrás, indicando que ocorreu durante o Cretáceo e o Jurássico, a região ainda fazia parte do então continente Gondwana, e o ambiente era desértico. Os extensos campos de dunas, com área superior a um milhão de km², depositados por ação eólica, formaram os espessos pacotes de arenitos que hoje constituem o importante Aqüífero Guarani. Obrigado! Características das Rochas Como essas aulas se relacionam? Processos Geológicos Estratigrafia Na unidade Rochas e Minerais, os alunos estudam o que são rochas e minerais e formação. Realizam experimentos, analisam amostras, aprendem a fazer testes de identificação e a elaborar registros de dados, suposições, conclusões, estabelecer relações de causa e efeito, e a utilizar as evidências obtidas para justificar suas idéias, oralmente ou não. Competências fundamentais para a apropriação de uma atitude científica.

Os alunos estudam fenômenos naturais, como vulcões e terremotos, normalmente tratados como catástrofes, mas que na realidade, são acomodações naturais do planeta, que acontecem desde sua formação, e que são importantes para a renovação dos ambientes e recursos naturais, mas que ganham aspectos destrutivos quando atingem áreas habitadas.

Conhecer as propriedades das rochas e minerais como, brilho, cor, dureza, magnetismo, por exemplo, permite aos alunos entender o valor e as possibilidades de utilização de cada um deles.

Muitos produtos siderúrgicos, farmacêuticos e eletroeletrônicos utilizam elementos extraídos das rochas e/ou de transformações dos minerais, e diversas atividades humanas contemporâneas só são possíveis por conta da descoberta das características e uso desses materiais. Isso permite que os alunos constituam a consciência necessária para uso sustentável dos recursos naturais. Por que estudar o tema? Que outros processos geológicos afetam diretamente a vida na crosta terrestre? A origem dos terremotos é sempre evidente? Esses fenômenos estão ocorrendo com mais frequência? Por quê?
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