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Caso clínico 04

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by

Lia Guedes

on 9 October 2012

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Transcript of Caso clínico 04

FUI PICADO POR PULGAS, E AGORA? C. T. M., sexo masculino, deu entrada na emergência de um hospital de grande porte apresentando um quadro de cefaléia intensa, confusão mental, náuseas, vômitos, mialgia, sensação de desmaio. Ao exame físico emergencial, apresentou: FC: 140 bpm; FR: 26 mrpm; PA: 70x50mmHg, pulso rápido e fino. Na região inguinal direita, identificou-se gânglios linfáticos extremamente intumescidos, dolorosos à palpação, e a pele que os recobre enegrecida. Foi posto em hidratação venosa e, quando melhorou um pouco, foi feita a anamnese. Relata que vive ao lado de uma central de abastecimento, e que há pouco tempo apareceram muitos ratos em sua casa, pois ocorreu um processo de desratização nessa central. Acordou se coçando algumas vezes, e acredita que existam pulgas pela sua casa.
Após 24 horas de sua internação, os gânglios linfáticos apresentavam sinais de infartamento, fistularam e passaram a drenar secreção purulenta. O MID passou a apresentar gangrena em extremidade. Coletou-se a secreção para análise laboratorial. Eis os achados. Prova da oxidase Catalase Meio SBA Pergunta-se:

Qual o provável agente etiológico e a doença causada?
Quais as possíveis formas de transmissão?
Qual a medicação de primeira escolha?
Que outras doenças esse gênero pode causar? Aspecto das lesões Yersinia pestis, peste bubônica.
Tosse, espirros, contato com o líquido das lesões, contato com animais infectados.
Estreptomicina. Nesse caso deve-se iniciar a medicação antes do resultado dos exames, devido à gravidade e velocidade de instalação do quadro clínico. Drogas alternativas: tetraciclina, clorafenicol e sulfonamidas.
Peste pneumônica; peste septicêmica. Enterocolites. Coloração de Gram Meio Aeromonas Yersinia O que foi encontrado na casa de C. T. M. Leitura complementar Infecção por Yersinia pestis, no Estado da Bahia: controle efetivo ou silêncio epidemiológico? http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v44n2/aop06-11.pdf
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