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Portfolio Reflexivo

HSL-IEP_Especialização Preceptores do SUS
by

MARILIA FARENSENA

on 17 December 2014

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Transcript of Portfolio Reflexivo

Quem Sou?
Portfólio Reflexivo: Crescendo, Aprendendo e Reaprendendo pelo pensamento critico-reflexivo
Va,mos refletir ?

-La educación es el arma mas poderosa para cambiar el mundo-
Nelson Mandela
Marília Gabriela de Paiva Farensena
Institudo de Ensino e Pesquisa Sirio Libanes
Especializanda do curso de Educação na saúde para preceptores do SUS
É preciso provocar sistematicamente confusão. Isso promove a criatividade. Tudo aquilo que é contraditório gera vida. - Salvador Dalí
Criatividade é inventar, experimentar, crescer, correr riscos, quebrar regras, cometer erros, e se divertir. - Mary Lou Cook

Muito do que aprendemos hoje vai estar obsoleto amanhã, mas uma coisa que não vai ficar obsoleta é a habilidade de aprender bem e encontrar soluções criativas. - Mitchel Resnick
Nova Sintese Reflexiva sobre "Aluz de velas"
Unidade Educacional II
Construindo um cuidado integral com equipe e estudantes.
21 a 23 de Maio
EPA1: Priorizando o macro problema da preceptoria no SUS, na sua realidade.
Unidade Educacional III - Promoendo o desenvolvimento do trabalho e da educação na saúde. - 27 a 29 de Agosto
Nova Síntese da SP2 - "A luz de Velas"
TBL 3 - Aplicação: /Espiral Constutivista
OTPA6-Análise da viabilidade e gestão do PA.
Minha Trajétoria e entendo um pouquinho da preceptoria
Sou fisioterapeuta, formada há 5 anos,e meu primeiro emprego foi como preceptora de estagio numa instituição de ensino privado. Daí surgiu outro conceito que pouco se sabe, porem se usa muito. O que é Preceptoria?
Segundo Botti e Rego (2008) no decorrer dos tempos até hoje, esse profissional vem recebendo diferentes denominações, entre as quais preceptor, supervisor, tutor e mentor. No Brasil, mesmo em documentos oficiais, não ficam claras as funções, intervenções e atividades ligadas a cada um desses termos.
Em meio a tantas discussões busquei vários artigos pertinentes a esse profissional da saúde nas plataformas de dados, portanto esse portfólio será baseado em revisões de literatura e buscara esclarecer de forma clara a participação de profissional no sistema único de saúde.
Nesses anos de profissional busquei vários aspectos pertinentes ao SUS, sempre indaguei que o porquê de tanta falta de conhecimento e numa aula de Metodologia do Ensino Superior, onde uma colega de profissão explanava sobre os conceitos de SUS para nosso trabalho de conclusão de curso, nessa aula ela explanava sobre como o SUS é participativo de vários projetos e que pouco se sabe da sua real função perante a sociedade, pois é mais fácil especular sobre do que vivencia-lo na pratica. Foi muito desafiador e desse dia em diante quando me pus a estuda-lo a fundo cada dia me confesso de que ele existe porem não tem um potencialidade de execução dos seus serviços.
Escuto quase todos os dias na minha vida profissional, médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, servidores do serviço publico na saúde, reclamando de que o sistema não funciona, não serve, só beneficia os que tem os famosos “QI’S”, que é duro assimilar as injustiças e ate mesmo a falta e humanismos com a população. Certamente não posso generalizar que toso os profissionais que fazem parte de amplo conceitos exercem seu trabalho de forma legal. Na minha pratica mesmo vejo médicos que se titulam como “Deus do saber” e exercem sua função na assistência a saúde do individuo como um mero encontro de apenas 2 minutos ou ate mesmo 11 minutos, onde o que ouve nem se quer cumprimenta o paciente e muito menos faz sua anamnese,apenas ouve, relata num papel e já faz medicação, sem ao menos ter contato com paciente, que esta ali muitas das vezes por horas, dias a espera desse atendimento. Vi graduandos já exercendo títulos de “Doutores” em pleno 1º período. Já me revoltei, já chorei com pacientes, e também já aprendi muito e diante de tantos conflitos existentes se lamentar não é a forma ideal de se resolver um problema que pode ajudar não só um individuo singular mas coletivamente.
Minha experiência sempre foi com metodologias educacionais tradicionais, muito embora na minha prática de docente, pouco uso fiz do quadro branco, recursos tecnológicos como datashow, a não ser em formas de gráficos, figuras que pudesse assimilar tudo o que dissera ao meu aluno. Fui monitora durante a graduação e tinha o verdadeiro desejo de passar pelo menos o que sabia aos meus “alunos”. Não me contentava em apenas estar na faculdade numa sala monitorando-os, abria a porta da minha casa e lá estava eu, estudando com eles ate o meu ultimo minuto, pois eu cansava mas era difícil de me entregar. Dessa experiência como monitora e ate mesmo preceptora fiz amigos e colegas de profissão e mantenho contato sempre e agora com essa oportunidade através de metodologias ativas nessa especialização, tenho certeza que irá contribuir muito com o meu legado. Inicio da Especialização e conquista de novos desafios diante do ensino e aprendizagem somado com a oportunidade que Hospital Sírio Libanês – IEP mais Universidade Nilton Lins.


Unidade Educacional I
Abertura e Acolhimento
03 de Abril
Nosso encontro da turma do curso de Especialização – Educação na Saúde para preceptores do SUS, deu-se pela tarde, numa sala localizada no Hospital Nilton Lins, fui recebida calorosamente pelas facilitadores e pelos novos colegas, estava afoita e buscando novos conhecimentos e logo me destaquei pela comunicação pertinente e pelo autoestima..
Expectativas no
Grupo Diversidade
Troca de experiências entre as diferentes vivências dos participantes, praticar o consenso para tomada de decisões, sabendo ouvir a todas as idéias sem distinção e apaziguar conflitos e discussões que não sejam construtivos.
Espero com a prática poder exercitar a liderança e participação em grupo na definição de respostas e cumprimento de objetivos.
Expectativas do Grupo Afinidade
Conhecimento /Aprendizado
Realização / Troca de experiências

Em busca de entender o porquê da palavra CONHECIMENTO diz uma reflexão da palavra e do conhecimento, que é o ato ou efeito de conhecer, é ter ideia ou a noção de alguma coisa. É o saber, a instrução e a informação.. Conhecimento também inclui descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos.
Para falar de conhecimento, é necessário falar sobre dados, é uma mistura de códigos e informação, é o resultado do processo de manipulação desses dados, assim, o conhecimento pode ser considerado uma informação com uma utilidade. Então tirei desse nosso encontro que tudo que for aprendido mesmo que novamente sempre se transforma em algo novo, é aprender o que já foi dito anteriormente e fazê-lo novo. Descobrir que o importante não é sempre aprender o desconhecido e fazer do conhecido algo que poderá ser modificado.

Por que Conhecimento ?
Fonte: GAF1- Educação na saúde
para preceptores do SUS - MANAUS/2014
03 de Abril de 2014
A expectativa

.
..Conhecer o desconhecido ou até mesmo o conhecido, para que juntos com os facilitadores possamos fazer o diferencial no serviço de saúde e encontrar também conhecimentos a cerca do papel do preceptor...Relação de troca de conhecimento e transformação profissional...
Pela parte da tarde teve foi realizado uma oficina sobre “Como dar e receber críticas”. Criticar ou ser criticada em relação ao nosso comportamento implica dar ou receber informação muito importante. Tal informação permite que tenhamos a oportunidade de aprender, se usamos as reações de outros e as consideramos junto às consequências da nossa própria conduta. Ajuda-nos, também, a estar conscientes do que fazemos e como o fazemos, aumentando, portanto, nossa habilidade de modificar nosso comportamento e de sermos mais efetivos em nossas interações com os outros. Para auxiliar o desenvolvimento e o uso de técnicas envolvidas no ato de criticar, bem como nosso próprio desenvolvimento como indivíduos, é necessário entender certas características do processo.
A crítica chateia a maioria das pessoas, mas, se for bem feita, pode ser inspiradora para crítico e criticado. Veja aqui cinco dicas para tornar a sua crítica uma experiência positiva. Mas vamos ao assunto de forma direta: crítica é uma titica. Normalmente incomoda, perturba, atrapalha. E, por si só, nada produz,porem há algum valor na crítica. Ela pode fazer Você melhorar seu trabalho, suas atitudes, seu modo de fazer as coisas. Mas ainda resta algum incômodo, por vezes. É evidente que uma reação imediata à critica recebida tende a ser mais emocional do que racional. Tendemos a nos sentirmos ofendidos ou agredidos, quando na verdade a crítica feita pode ser apenas construtiva. Então diante desse tem eu me fiz alguns argumentos e levo comigo:
 Ouça devidamente;
 Reflita sobre elas esperando passar ao menos uma noite;
 Entenda o que a crítica pode acrescentar de bom ao seu trabalho, seu modo de ser;
 Agradeça a quem criticou e no dia seguinte, se ainda for necessário, responda à crítica;
 Apenas tome mais informações sobre o que foi dito na véspera para entender melhor.
 Também ao receber uma crítica, busque ver o copo meio cheio. Assim Você sempre tirará mais proveito da vida.

Não há nada de prazeroso numa crítica. Até a crítica mais bem intencionada é um golpe para quem a recebe. As pessoas gostam de estar certas e realizadas e, quando elas não estão, dói ouvir a verdade, não importa o quão bacana a sua crítica pretenda ser. Mesmo assim, aqueles que se esforçam para melhorar valorizam um feedback direto, não importa o quão doloroso ele seja. E, desde que o crítico não esteja sendo malicioso, ele ou ela pode construir um nível mais alto de confiança se a crítica for feita com cuidado e empatia.
Idéias do GAF 1
 Aprender a reaprender
 O que é PBL E TBL?
 Quebra de paradgima
 Trabalhar em equipe
 Motivação
 Participação ativa
 Troca de experiência
 Novos saberes
Disponibilidade para o novo e para o diferente
Desconstruir preconceitos, resistências a ser aprendiz,
barreira tecnológica;


Sair da zona de conforto
Busca por novas metodologias e ferramentas que auxiliem na melhoria e qualidade de trabalho;
 Se colocar no lugar do outro;
 Respeitar o limite do outro;
 Desafio;
 Atividade Multidisciplinar;
 Compartilhar;

Questão de Aprendizagem
 É necessário desconstruir e construir embasado no novo?
 Qual o desafio em sair da zona de conforto em busca de novas metodologias ativas que contribuía na melhoria e qualidade pessoal e do trabalho?

 É necessário sair da zona de conforto em busca de metodologias ativas a partir da participação ativa e troca de experiências.
 É necessário sai da zona de conforto em busca de novos desafios para o processo de construção, onde se possa usar novas metodologias ativas, compartilhando troca de experiência, atividades multidisciplinar e aprendendo a trabalhar em equipe.

Hipotese
Síntese Reflexiva sobre SP1
TBL 1 : Sr. Antôniov

"A gente só sabe cuidar do outro se a gente souber cuidar da gente" - Marília Louvison

Nesse primeiro momento foi lido o texto e respondidos as questões pertinentes ao caso do Sr. Antonio, houve uma discussão em grupo por 30’ e em seguida após chegarem em consenso de respostas foi passado uma videoconferência ministrada pela Dra. Marília Luvison, Médica Sanitarista e professora atualmente na USP em Saúde Pública. Nessa videoconferência foi ministrado sobre TBL, que seria uma estratégia educacional em equipe para grandes grupos.
Tivemos 1h10min para discutirmos individualmente e em grupo para depois irmos para discussão com a Dra. Marília sobre o TBL do Sr. Antonio. Quanto a primeira questão que questiona da seguinte forma: Considerando a construção de um PTS para o Sr. Antonio, no contexto da preceptoria, qual o apoio e caráter pedagógico, mais potente, que o preceptor Roberto poderia oferecer a estudante Márcia?.. Feito a discussão foi aberto dialogo pela videoconferência onde iríamos notar se estávamos ou não próximos do que é mais adequado no contexto da preceptoria do caso do Sr. Antonio. Em geral foi dito que para que possamos construir um PTS de forma mais adequada ao individuo como todo, seria no primeiro momento elaborar uma narrativa contendo a história de vida do Sr. Antonio,buscando estimular a ida ao domicílio do Sr Antonio,ouvindo-o, narrando dessa forma na sua própria casa, deixando ele livre e aberto a explanar todas as suas limitações sejam elas psicas, sociais e ate mesmo biológicas. Então na hora que você tem contato com a historia do seu Antonio, identificando os aspectos biosicosocial e entendendo o que há de maior potencial no quadro do Sr. Antonio. Já na segunda questão é dito: Considerando o PTS como uma oportunidade de aprendizagem, qual intencionalidade educacional você considera mais relevante?
Novamente ficou notório que tanto em individualidade e em grupo foi dito que é necessário compartilhamento de saberes e práticas dos profissionais envolvidos no cuidado, e no caso do Sr Antonio a medida que compartilhamos ideias, benefícios,em prol do caso do Sr Antonio, mas evidenciado será a linha de cuidado, e troca de saber entre o próprio individuo e os profissionais será feita de forma direta através do primeiro passo, que seria uma narrativa, como já foi questionado anteriormente. A terceira e quarta questões referem-se a linha de cuidado e ficou evidente mais uma vez que partilhamos de ideias semelhantes na sua totalidade, pois a organização e apoio e interação das equipes envolvidas no processo de cuidado é o processo que envolve maior enfrentamento na construção a integralidade e intersetorialidade das linhas de cuidados. E a conectividade de papéis e de tarefas dos diferentes pontos e atenção e profissionais, contribui na modelagem por linhas e cuidados na articulação dos recursos e práticas de produção do cuidado do Sr. Antonio. E por fim, na quinta questão foi abordado qual oportunidade de aprendizagem foi mais relevante para mim, considerando como estratégia educacional diante desse caso do Sr. Antonio, e identifiquei a promoção a construção de um cuidado integral, com qualidade e segurança, fazendo um fluxograma dessas linhas de cuidados e dentre os espaços que sobram entre essas linhas construir potencias para a melhoria na qualidade do serviço de saúde.

OT2: Construindo com a equipe e os estudantes, o Projeto Terapêutico Singular do Sr. Antônio.
23 de Maio de 2014
Primeiramente fizemos nossa OT2 no grupo diversidade sobre PTS Sr. Antonio – Construindo com a equipe e os estudantes, o projeto terapêutico singular do Sr Antonio.
Momento I – 50’
Quais informações são necessárias e as mais relevantes, no caso do Sr.Antonio, para que eu possa apoiar a equipe e estudantes na construção do PTS?
1-Dificuldade encontrada pelos usuários;
2-Ausência de acolhimento que identificasse os riscos diferenciados da população idosa;
3-Falta de direcionamento para caminhar dentro do sistema de saúde;
4-Falta de articulação dos pontos de atenção a saúde;
5-Longa espera para atendimento especializado;
6- Falta de integração com a equipe do Melhor em casa pela sobrecarga de função;
7- Falta de relação com os outros serviços de apoio ao idoso;

Momento II – 50’
Como eu apoiaria a equipe e estudantes, a elaborarem um plano e cuidados –PTS- para o Sr.Antonio? No nosso grupo de diversidade elencamos as seguintes:

1. Resgatar com a equipe a questão do conhecimento teórico sobre PTS;
2. Quem deveria coordenar os cuidados do Sr. Antonio;
3. Reunir todas as informações pertinentes ao caso do Sr Antonio;
4. Solicitar apoio da :
UBS,SOS VIDA, SAMU,EMAP,ENAD,UPA,NASF.
Momento III – Videoconferência sobre PTS ministrado pelo Ivan Coelho – IEP. 50’.
Foi aberto a conferencia com Dr. Ivan Gadelha onde foi explanado sobre PTS, conceitos, divisões, campo de atuação e visão diante do projeto terapêutico na concepção do preceptor.

Entendo o PTS
A principio tive uma dificuldade em entender quais seriam os conceitos a que eu deveria me agregar e foi ai que avivou a ideia de elaborar em cada final de encontro uma síntese que pudesse me ajudar a entender os termos usados e qual seria a utilização dele no âmbito da preceptoria no SUS. Nesse nosso encontro muito foi dito sobre PTS e linhas de cuidado.
A humanização da saúde e o atendimento integral aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) são metas que vêm sendo almejadas pelos trabalhadores e profissionais da saúde pública atualmente. Para tanto, são repensadas estratégias de ação e produção do cuidado que coloquem o usuário no centro da atenção e sua saúde como fim, a exemplo do Projeto Terapêutico Singular- (PTS).
O PTS é um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas, para um sujeito individual ou coletivo, resultado da discussão coletiva de uma equipe interdisciplinar, com apoio matricial, se necessário. Geralmente, é dedicado a situações mais complexas. Em verdade, é uma variação da discussão de “caso clínico” (BRASIL, 2007).
O Projeto Terapêutico Singular (PTS), entendido como um conjunto de propostas e condutas terapêuticas articuladas em discussão coletiva interdisciplinar, configura-se como um dispositivo potencial para o planejamento das ações em saúde na Estratégia de Saúde da Família, especialmente nos serviços onde o trabalho está organizado na lógica de Apoio Matricial e Equipe de Referência. Para a Política de Humanização do Sistema Único de Saúde, o Projeto Terapêutico Singular é composto por quatro momentos: o Diagnóstico; a Definição de metas; a Divisão de responsabilidades; e a Reavaliação (BRASIL, 2007).
Os principais obstáculos para o desenvolvimento de PTS são: dificuldade da equipe em identificar a base teórica de sua prática; sobrecarga de responsabilidade assistencial ocasionada pela alta demanda; falta de qualificação da equipe; e a dinâmica proposta para as reuniões. A forma de organização das equipes de referência pode também dificultar a troca de informações e a coordenação necessária para a organização do trabalho e definição de metas e prioridades das ações em um PTS (BARROS, 2010).
Acrescentam-se a esses aspectos: a falta de espaços para discutir o PTS com o usuário e família; a dificuldade da equipe em se dispor a compreender e atender às necessidades do usuário; a fragmentação do desenvolvimento do PTS nas etapas de prevenção, tratamento e reabilitação ao invés de uma concepção contínua e integrada entre esses aspectos; a falta ou insuficiência de registros em prontuários; a formação profissional inadequada para as necessidades da nova política assistencial e a rotatividade da equipe (BARROS, 2010). São ainda fatores limitantes: a falta ou insuficiência de comunicação da equipe; o uso de modelos fechados e a compreensão do PTS como um mero dispositivo administrativo (MORORÓ, 2010;NUNES et al., 2008).
O projeto terapêutico singular é uma estratégia inovadora do Sistema Único de Saúde que se insere no contexto interdisciplinar para a terapêutica de enfermidades, tomando como pressuposto o princípio da integralidade, buscando ampliar o olhar para o usuário a partir da multiprofissionalidade.
Portanto, o Projeto Terapêutico Singular representa um momento de toda a equipe envolvida inserida na temática, atividade essencial no cuidado da saúde, enfatiza-se a construção do projeto terapêutico singular enquanto atividade rotineira a ser desenvolvida nos serviços de saúde e que todas as opiniões são importantes para ajudar a entender o indivíduo e/ou família com alguma necessidade complexa de saúde. E na concepção de Linha de Cuidado numa forma mais simplória de se entender seria o fluxograma que o usuário fará dentro do sistema de saúde, ou seja, o caminho que ele irá percorrer dentro do sistema ou seja, o que queremos dizer é que o Projeto Terapêutico aciona, ou, dispara a Linha do Cuidado. O que é isto? Projeto Terapêutico é o conjunto de atos assistenciais pensados para resolver determinado problema de saúde do usuário, com base em uma avaliação de risco. O risco não é apenas clínico, é importante enfatizar isto, ele é também social, econômico, ambiental e afetivo, ou seja, um olhar integral sobre o problema de saúde vai considerar todas estas variáveis na avaliação do risco. O risco não é apenas clínico, é importante enfatizar isto, ele é também social, econômico, ambiental e afetivo, ou seja, um olhar integral sobre o problema de saúde vai considerar todas estas variáveis na avaliação do risco. Com base no risco é definido o Projeto Terapêutico e a partir dele o trabalhador de saúde vai orientar o usuário a buscar na rede de serviços os recursos necessários ao atendimento à sua necessidade. Importa pensar que com a Linha do Cuidado Integral organizada, o serviço de saúde opera centrado nas necessidades dos usuários, e não mais na oferta de serviços, o que geralmente limita o acesso. O projeto terapêutico é o fio condutor para o fluxo da linha do cuidado. Estes fluxos devem ser capazes de garantir o acesso seguro às tecnologias necessárias à assistência. Trabalhamos com a imagem de uma linha de produção do cuidado, que parte da rede básica, ou qualquer outro lugar de entrada no sistema, para os diversos níveis assistenciais.


TBL -Aplicação
OTPA1: Análise Situncional: Identificando os macroproblemas da preceptoria no SUS,na sua realidade.
c
EAD - Sintese reflexiva sobre PTS na perpesctiva da Preceptoria
Muito embora eu desconhecesse esse vocábulo eu já o aplicava nas minhas metodologias. Todo o dia tinha discussão dos casos pertinentes e cada aluno deveria montar um plano terapêutico, pois na nossa área de Fisioterapia trabalhamos com uma equipe multidisciplinar mesmo num ambiente hospitalar. Onde todos os profissionais desempenham suas funções em beneficio do paciente. Engraçado que quando me deparei com esse projeto foi surpresa saber que mesmo não dotado de termos técnicos eu já expunha a técnica. Na verdade, o meu papel perante os alunos sempre foi de instiga-los a curiosidade e buscar diante do seu conhecimento prévio algo novo, ou seja, aprender a aprender, aprender a fazer e aprender a ser diante do seu cotidiano profissional.
Foi também abordado sobre Linha de Cuidado Integral e confesso jamais tinha ouvido esse termo e me deparei com o DESESPERO, em que poderei usar esse termo dentro do hospital?
Segundo Franco e Magalhãe Jr, em relação à rede básica, Uma maior resolutividade da assistência prestada em nível das Unidades Básicas de Saúde poderá reduzir a demanda por consultas especializadas e exames, especialmente os de maior complexidade, reservando os recursos públicos para garantir os procedimentos realmente necessários. O atual descuidado com a saúde gera um excesso de encaminhamento para especialistas e alto consumo de exames, tornando os serviços pouco resolutivos, pois a assistência desse modo é incapaz de atuar sobre as diversas dimensões do sujeito usuário. (CAMPOS, 1992; MERHY, 1998; FRANCO; 1999)
Formou-se nos serviços de saúde, entre trabalhadores e usuários, um imaginário que faz uma ilusória associação entre qualidade na assistência e insumos exames, medicamentos e consultas especializadas
Tem formado um conceito de medico hegemônico voltado para a o fluxo assistencial de uma Unidade Básica, i.é, voltado para a consulta médica. O processo de trabalho neste caso, carece de uma interação de saberes e práticas, necessárias para o cuidado integral à saúde.
“O modelo médico hegemônico é aquele que se desenvolveu a partir do “Relatório Flexner” que analisou o ensino médico nos EUA em 1910, produzindo uma ampla reforma na formação médica, voltando-a para o campo de pesquisa biológica e a especialização sobre o corpo. A clínica flexneriana se tornou hegemônica, influenciando a modelagem dos serviços de saúde, que passaram a operar por processos de trabalho centrados no saber e na pessoa do médico. (NOGUEIRA, 1994; FRANCO, 1999)”.
Segundo CECÍLIO e MERHY (2003) a proposta pensada para vencer os desafios de ter uma assistência integral à saúde, começa pela reorganização dos processos de trabalho na rede básica e vai somando-se a todas outras ações assistenciais, seguindo aquilo que nos diz CECÍLIO & MERHY: “... uma complexa trama de atos, de procedimentos, de fluxos, de rotinas, de saberes, num processo dialético de complementação, mas também de disputa, vão compondo o que entendemos como cuidado em saúde. A maior ou menor integralidade da atenção recebida resulta, em boa medida, da forma como se articulam as práticas dos trabalhadores’’. Portanto que a integralidade começa pela organização dos processos de trabalho na atenção básica, onde a assistência deve ser multiprofissional.
Franco ainda diz mais de forma objetiva sobre o processo de linha de cuidado integral, “é importante reconhecer que há uma linha do cuidado operando internamente na Unidade Básica de Saúde, e que ganha relevância se considerarmos que a maior parte dos problemas de saúde podem ser resolvidos neste nível da assistência”’.

Na quarta-feira dia 21 de Maio de 2014 foi realizado uma atividade no grupo sobre “Construindo um cuidado integral com a equipe e estudantes” – TBL – Sr. Antônio.
Teve início as 9h. Houve videoconferencia para apresentação e discussão das questões do estudo de caso. O estudo de caso esta anexo com cinco questões que foram respondidas inicialmente individualmente e depois no grupo diversidade. O estudo discutia a possível construção de um PTS - Projeto Terapêutico Singular no cenário de preceptoria no SUS. discussão foi feita pela medica sanitarista: Marília Louvison e os pontos relevantes das discussões (tanto nos grupos locais, quanto na teleconferencia):
O projeto pedagógico deve ter como objetivo final atender as necessidade do usuário;:;
✔ Produção/construção do cuidado integral junto com o usuário;
✔ Favorecer o cuidado focado nas necessidades;
✔ Desafio da integralidade e intersetorialidade e do conceito ampliado da saúde;
✔ Construção de rede de atenção baseado em necessidades e nas linhas de cuidado;
✔ Considerar a subjetividade do indivíduo;


Nesse primeiro encontro pela manhã no GAF1 foi discutido sobre a nossa primeira VG1: Intocáveis, onde o filme retrata sobre a visão das pessoas diante das diferenças.
Trata-se de pessoas extremamente opostas. Philippe é um rico tetraplégico à procura de alguém que possa observá-lo e atendê-lo diariamente, ou seja, um cuidador.
Morador da periferia que recentemente saiu da prisão após uma acusação de furto, Driss é um malandro que apenas se candidata a vaga de enfermeiro particular para ser prontamente eliminado do processo de seleção e receber um seguro do governo para sustentar a sua família. Por incrível que pareça, Philippe visualiza em Driss a pessoa perfeita para o trabalho, uma vez que está exausto de todos sentirem pena dele por causa de sua condição, mas o foco não é na doença, é no indivíduo.
Percebe-se que, durante o filme, Philippe ao tentar enxergar o outro lado, toda adversidade enfrentada por Driss, e buscam evoluir seus conceitos e moralidade, compartilhando noções sobre arte, musica, de maneira intrínseca, determinam as escolhas e destinos, ao enxergar as adversidades, dadas as características (branco, rico, e doente enquanto o outro negro pobre com saúde) ambos conseguem superar de forma que aceitam as circunstâncias, mas não se restringiram a elas, levando uma experiência harmoniosa e evolutiva.
Dados os aspectos expostos, é notório a limitação, como passam a contribuir para formação e transformação tendo em vista o crescimento pessoal de forma humanizada e solidaria a limitação do personagem tetraplégico não impedia de exercer sua autonomia.
O diferencial do Driss era seu olhar diante da limitação do empresário Philippe, ele respeitava suas opiniões, sentimentos e decisões, na maioria das vezes, não podia agir sozinho, servia como um intermediário, e permitia seus palpites e vontades.
A sociedade o trata Philippe, como frágil e ele se autoimpõe como alguém que não vive mais sem os cuidados de outra pessoa. Portanto, cabe àquele que auxilia as atividades do sujeito carente de cuidado fazê-lo repensar, enfrentar seus medos, encarar as dificuldades, superar seus limites. Um ponto bastante marcante do filme é quando Driss aborda a aceitação do individuo com sua deficiência finalmente o aceita perante suas condições.
É imprescindível que todos se conscientizem de que, para atender à outra pessoa só a formação científica e técnica não são suficientes, é preciso, a sensibilidade, o uso da intuição, humanização e companheirismo. As coisas fluem tão bem que Philippe e Driss não se tornam apenas bons amigos, como também se transformam como indivíduos.
Em seguida foi gerado quadro de ideias que mais chamou atenção no filme e agrupamos e fizemos nosso conjunto de ideias.


Construindo uma cidade Polis
Foi feito pelos grupos diversidade para construção da Polis, onde iríamos através da nossa criatividade construir uma cidade representando um polis de acordo com o caderno cenário simulado de 2014.

1. MOMENTO: DESESPERO, DUVIDA POREM CONFIANTE.
2. MOMENTO: MÃO NA MASSA... CONSTRUÇÃO DA POLIS.
3. MOMENTO: APRESENTAÇÃO DAS POLIS PARA OS GRUPOS
4. MOMENTO: AVALIAÇÃO DO GRUPO E INDIVIDUALMENTE

Nesse momento podemos observar que cada grupo expos sua ideia sobre POLIS e abordou os aspectos pertinentes a esse desafio. Muito se ouve falar das UBS, NASF, FARMACIAS, HOSPITAIS ESCOLAS, DELEGACIAS, CASA DE SAÚDE E DOS PROFISSIONAIS que atuam nos tais, mas precisa ainda muito saber sobre a finalidade de cada um no processo saúde. Aprendi de forma criativa de onde surgiu e para que foi transformado e hoje entendo, não tudo, mas algumas coisas porque existem e não se faz uso.
Nova Síntese - SP1: "A cada cuidado"
Então na minha concepção metodologia ativa é uma proposta nova de "alfabetizar", pois nessa nova técnica de educar, é usada de uma forma simplória mas significativa onde ha seleção de palavras que fazem parte do seu cotidiano e sua vivencia e construir algo novo diante desses vocábulos novos.
(silabas novas nos faz construir novas palavras e assim por diante). Porem devemos ter em mente que para construção de metodologias ativas é preciso investigar entre os alunos e professores por conseguinte um tema onde será analisado os temas e as palavras ditas no processo inicial que seria no caso a INVESTIGAÇÃO, e por ultimo o problema, onde nessa etapa devemos ser desafiados e inspirados a "quebrar os problemas referentes a tal investigação", para posterior conscientização, onde iremos discutir a relação com nossa relação social. Já o PBL ou ABP refere a uma forma de aprendizagem baseada em problema, onde você diminui a lacuna entre o teórico e pratico no processo de aprendizagem, favorecendo construção de conhecimento, propõem para contribuição de novas capacidades profissionais e o ponto forte desse processo é o PROBLEMA. E o TBL é toda forma de aprendizagem em equipe em busca da resolução do problema em questão porem para que haja esse processo TBL você primeiramente deve estudar individualmente para discutir em grupo sobre e por ultimo a aplicação do que teve como feedback e aplica-lo. Surgiu ideias diante dessa situação problema, onde transcrevemos e agrupamos em sentidos de ideias semelhantes e construímos nossas hipotes e finalizamos com nossa questão de aprendizagem.

VG1- "Intocáveis"
No dia 23 de Maio continuamos a construção do PA no encontro intitulado EPA1 “Priorizando os macroproblemas da preceptoria no SUS, na sua realidade”, que foi realizado em três momentos:
MOMENTO I: Construção da Matriz de priorização, a partir dos critérios – Magnitude, Transcendência, Vulnerabilidade e Factibilidade.
MOMENTO II: Utilização da Matriz Decisória para priorizar os problemas identificados e elencados no OTPA1.
MOMENTO III: Comparação dos resultados encontrados e eleição do problema priorizado, cujo resultado foi indicado a seguir pela matriz de priorização.
Com base nos resultados dos momentos I e II escolhemos apenas um problema a ser priorizado pelo grupo:
Matriz de priorização
Matriz Decisória
Matriz de Prioridade
Falta de preparo metodológico dos preceptores para estimular o processo de ensino-aprendizagem de forma crítico-reflexivo.
"Não é preciso ter pressa.
A impaciência acelera o envelhecimento, eleva a pressão arterial e apressa a morte.
Tudo chega a seu tempo.
Não se pode colher nada antes que amadureça.
A fruta colhida verde é azeda ou amarga e não faz bem à saúde.
Quando alguém tenta realizar algo antes do momento propício, com certeza provoca uma situação incômoda e acaba prejudicando a si próprio ou a outras pessoas."
Masaharu Taniguchi

OT3:Construindo, com a equipe e os estudantes, a linha de cuidado para o itinerário terapêutico do Sr. Antônio.
Linha de Cuidado Sr. Antonio (Idoso)
Em seguida feito uma avaliação em grupo sobre a atividade e a minha palavra foi: DESAFIO.
Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não- ser... Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos - Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!! Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser... Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência. E você... O que pensa disso? Que desafio, hein? "... Nunca sofra por não ser uma coisa ou por sê-la..."
(Perto do Coração Selvagem - p.55) Clarice Lispector

OTPA2: Mapeando os Atores Sociais
No dia 04 de junho teve outro encontro com o grupo de afinidade para darmos continuidade ao nosso PA atraves do EPA2 – Identificando oportunidades de aprendizagem - Dialogando com os atores”. Nesse momento identificamos os atores sociais por tarjetas e agrupamos os que tinham os mesmo sentido de ideias.
Após elegermos nossos atores socais para construção do PA e caracterizamo-los pelo grau de interesse e valor diante do nosso problema, utilizando o apêndice A- "Atores Sociais".

Tarefa EAD: “Construir síntese do encontro com os atores”.
A Semsa é um cenário de práticas. Libera o campo de práticas para Residência da Ufam e UEA e também para estágio supervisionado. Tem também o PET Saúde, que está sendo desenvolvido em parceria com UFAM e UEA.
Projeto UFAM: PET Vigilância, *Edital No. 28 de 22 de novembro de 2012. Composição: 2 Tutores da UFAM, 04 preceptores da SEMSA, 16 acadêmicos de Enfermagem e Farmácia. Local: UBS Vila da Prata, UBS O-19, Sede do Disa Oeste.
Projeto UEA: PET Redes*, Edital No. 14 de 8 de março de 2013. Composição: 01 Tutor da UEA, 06 Preceptores SEMSA, 12 acadêmicos de Odontologia. Local: CEO Sul e UBSF O-19.
A Semsa também é ensino. Desde 2012 possui uma Residência Médica de Medicina de Família e Comunidade. São 8 vagas para R1 e R2, Atua em convênio com o MEC. Vê como positivo o andamento da residência, cujo projeto pedagógico foi elogiado pelo MEC. As pessoas que passarem pela residência vão sair com uma vivência do SUS, com uma clareza de como funciona a Atenção Primária à Saúde.
Poderíamos pensar num formato para formar preceptores, porque é a grande fragilidade dos processos. Motivos: Não tem bolsa ou estímulo financeiro adicional pela atividade; É preciso ter algo que "descobrisse" profissionais dispostos a serem preceptores.
Ela exemplificou essa integração com uma situação em que alunos interagiram com a equipe e que, por terem um olhar de fora do serviço, sugeriram uma mudança de fluxo de processos. Essa mudança foi feita e deu bons resultados. Mas quando os estudantes foram embora o fluxo voltou ao que era antes.
Um movimento que precisa ser feito diz respeito ao que deve ficar dessa relação ensino e serviço. Deve ser um movimento de troca. O que o estudante leva deve ser a paixão pelo SUS e o que deixa deve ser conhecimento, integração. E a grande questão é como integrar ensino e serviço.
O que fica para a Saúde depois da passagem das instituições com seus preceptores e profissionais em formação? Como a prática é obrigatória, muitos estudantes querem fazer só pra cumprir tabela, cumprir carga horária. Que seja bom não somente para cumprir a legislação, mas também que se deixe um legado.
Outra questão levantada no diálogo foi sobre a atuação do profissional de saúde nesse cenário da preceptoria. A gestora acredita que o profissional de saúde deve estar preparado para participar e fomentar a discussão do PTS.
Nem todos os profissionais têm perfil de educador. É preciso identificar para potencializar esse movimento.
Queremos melhorar o atendimento na ponta. Esse é o objetivo da Secretaria. A Gesau é área meio. Precisamos dar suporte.


A entrevista começou sobre qual é perfil de um preceptor para esse profissional que disse ser um profissional apto para instruir o aluno na busca do aperfeiçoamento acadêmico e assisti-lo no que for necessário no âmbito da profissão.
Questionado sobre quais são as áreas que fazem esse mesmo papel na policlínica, ele disse que profissionais como psicólogos, enfermeiros, nutricionista também recebem esses alunos.
Referente a sua profissão ele destacou que a cada dia ganha mais espaço nessa área de preceptoria porem poucas são as pessoas sabem fazer dessa profissão, pois para ele é sim um profissão distinta da que ele exerce, pois vai alem de ser o fisioterapeuta, encontrasse com intuito de assistir o acadêmico e nortea-lo para o caminho certo e que a falta de preparo por parte desses profissionais acaba mudando o caminho, ficando falho muita vezes. E que talvez quemassumisse esse papel perante tanto na saúde quanto no âmbito da educação pudesse dispor de um curso especializado para capacita-lo para tal função não teríamos tantas falhas. A respeito da preceptoria na visão do profissional entrevistado ficou expresso nessa entrevista que há uma falta de acompanhamento desse profissionais que acompanham acadêmicos advindos de instituições conveniadas com SEMSA no programa meu primeiro emprego. Perguntado sobre como é esse processo de inclusão na policlínica desses acadêmicos para estagio ele explicou que esses alunos procuram lugares para estagiar na busca de aprender porém os alunos ainda encontram-se muito a quem de estarem apto para manuseio básico de um paciente. Que o problema não é somente das instituições, mas também do próprio aluno, ora em vez de estudarem, ficam a espera que o profissional diga de forma bem resumida qual tratamento por exemplo ou qual técnica fisioterapeutica a ser utilizada para tal paciente e patologia.
A falta de conhecimento básico interfere muito no aprendizado e ele como um profissional nessa função de preceptoria sente falido pois ele não é remunerado para exercer esse papel mas é obrigado a aceitar e que mediante a esforço dele próprio em ensinar tudo disse que todos que passaram por lá encontravam-se inaptos para exercer tal função profissional. Disse mais, que por se uma profissão que lida diretamente com paciente e com a vida acredita que muitos erros partem desse problemas durante estagio, pela falta de interesse em estudar e de responsabilizar pela vida do outro. Lembrou ainda, que quando era preceptor de estagio de alunos finalistas muitos que não eram aptos para passar,tornar-se-iam aptos de qualquer forma, que reprovava alunos e que mesmo assim estavam ali, noutro período ou ate mesmo formando. Então o problema também não esta só no aluno, mas também em quem os recebe e os torna apto.
“ Vai muito alem do que imaginamos ser preceptor, estar nessa função não é para qualquer pessoa, pois exige um conhecimento especializado da área que atua, e o que vejo são pessoas inaptas para tal função exercendo e tendo como resultado, um produto errado e que sai por ai fazendo erros gritantes na profissão, veja o caso de um fisioterapeuta que fraturou perna de uma paciente recentemente,... são esses tipos de profissionais que estão ai no mercado de trabalho e tenho certeza que se for buscar o conhecimento básico da nossa área, que é origem e inserção de todos os músculos, nem 50% dos profissionais saberá dizer, isso me revolta, pois os músculos são nossos instrumentos de trabalho, são eles que guiam nosso tratamento, se eu não sei onde começa e termina um músculo, como farei um plano de tratamento?..”
Com relação a metodologia que ele adota nas avaliações desses alunos que ele faz preceptoria, ele explanou sobre a forma tradicional e que desconhece as metodologias ativas.
Quanto as dificuldades relatou que se tivesse organizações ou ate mesmo um grupo de pessoas que se envolvessem nesse tipo de trabalho , talvez ai sim, resolveria alguns problemas de preceptoria, como por exemplo, o não custeio desse profissional, as horas que ele deveria exercer seu cargo publico esta assistindo um aluno,que as instituições que recebem esse aluno deveria na hora dos vestibulares colher quais pessoas são aptas para exerce uma profissão, não desmerecendo mas ele vê erros absurdos de português, de leitura, então questionei que o erro então não é tão das instituições mas também de quem as fez escrever,ler.. e confirmou ainda,que muitos alunos fazem supletivo e não sabem escrever seu nome e entram na faculdade sem saber escrever, interpretar textos e precisamos desses instrumentos para lidar com vidas.
Costuma fazer discussão de caso com o aluno porem por ser um tempo mínimo acaba que fica difícil, mas que esta começando adotar novas formas de avaliar e que se depender dele ele irá filtrar quais são os acadêmicos que ele recebera para estagiar, pois pra ele, no mínimo tem que ter conhecimento básico de fisiologia, cinesiologia e eletroterapia, que são os básicos dentro de uma policlínica. Finalizando ele exprime que se tivesse um órgão responsável pelos acadêmicos, pelos preceptores no intuito de ajuda-los tudo ficaria mais fácil. Foge muito do contexto dos preceptores as metodologias ativas, pois o profissional pouco sabe dessa nova modalidade. E finalizou dizendo: “o aluno é o responsável pelo seu estudo e aprendizado e no Brasil, os alunos querem tudo mastigado, prontinho e que qualquer pessoa que busque instiga-lo a estudar o aluno já se sente ofendido, tem a ideia que o professor tem o DEVER e OBRIGAÇÃO de passar tudo, e ele não concorda com isso.”
No primeiro momento foi realizado o encontro com todos os grupos no auditório Vania Pimentel, iniciado a videoconferência com Dr. Gastão Wagner. Num segundo momento foi realizado encontro com grupo Unidos na Diversidade para construirmos uma linha de cuidado para idoso no contexto do seu Antônio.
Técnica responsável pelo Programa de Estágio não remunerado da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus – Paula Tatiana Costa, Psicóloga.
A Gesau atua mais na parte burocrática, atendendo à demanda de espaço para estágio. Professores ou supervisores buscam o campo, identificando se a unidade serve para ser um local de aprendizagem. Existe um documento que representa a autorização do diretor da Unidade Básica de Saúde para receber os estudantes. Nossa orientação é que haja um estreitamento com o profissional de saúde. No documento também existe um campo para assinatura do profissional.
Nesse processo, os profissionais de saúde que avaliam a participação do aluno são chamados de Supervisores de Campo. O plano de trabalho dos estudantes é construído junto com os supervisores de campo.
A maioria dos estágios é de grupo/turma. Quando é assim, o preceptor da IES vai junto. A duração é de 2 a 3 meses, com carga horária intensa. Quando o estágio é individual, a duração é geralmente de 1 semestre (duração de 4 meses). É preciso ter um estreitamento de comunicação entre a faculdade e o supervisor de campo. O ideal era que o supervisor fosse preparado antes de receber o aluno. Cada faculdade tem uma política de ensino, por isso não cabe à Semsa padronizar esta relação.
Existe um estreitamento entre a Gesau e os diretores de UBS no sentido de identificar e solucionar as dificuldades, como por exemplo: aluno aparece na unidade sem o encaminhamento de estágio; para entenderem a sua autonomia em relação á permissão ou não do campo de estágio, quantidade de estudantes, etc.
Atualmente temos 15 Instituições com Termo de Cooperação Técnica firmado com a Semsa. No primeiro semestre de 2014 foram 2.170 estagiários. A maioria dos estudantes são do Uninorte, seguidos pela UEA e Ufam, de acordo com dados da relação de Cursos por Instituição de Ensino disponibilizadas pela Gesau.
Existe uma proposta na Gesau para avaliar o Programa,fazer uma pesquisa ouvindo as partes envolvidas. Dessa forma teremos subsídios para construir uma proposta para melhorar o gerenciamento do estágio. As mudanças que a Semsa/Gesau vai fazer dizem respeito à avaliação do programa (para saber as lacunas, dificuldades, qualidade da supervisão, etc) e à questão burocrática/fluxo (identificar a capacidade das unidades de saúde para serem campos de estágio). A técnica explica que existe uma concentração de UBS que recebem estagiários. O que se almeja é que haja uma melhor distribuição na rede de saúde.
Ela aponta a necessidade de incentivar o aluno a produzir conhecimento dentro da unidade e não somente a cumprir carga horária. "O aluno tem que ter a melhor experiência no estágio. Caso contrário ele pode sair com uma péssima referência de saúde pública". Durante o diálogo, percebi uma grande abertura para a proposição de ações que possam ajudar a intervir ou iniciar ações que possam apoiar, com o conhecimento adquirido pelo curso no Sírio Libanês, na qualificação a relação e a formação durante o campo de práticas.

Professor questionado "QUAL O PAPEL DO PREEPTOR?"', respondeu que é orientar os alunos estagiário no campo de estágio a nível ambulatorial ou hospitalar na vivência de aprimoramento. Na orientação do atendimento prático do aluno e paciente, orientando como realizar as técnicas de forma correta, integrando o conhecimento teórico ao prático. Orientando como realizar suas atividades em parcerias com as demais áreas em um ambiente hospitalar. Participação multidisciplinar e multiprofissional. Falou ainda que " EXISTE LEGISLAÇÃO, NORMATIVAS OU DIRETRIZES PARA DIRECIONAR AS ATIVIDADES DE PRECEPTORIA",que é um conjunto de normas de diretrizes, como plano de ensino e de aula, que serve de suporte para orientar o preceptor na realização de suas atividades no campo de estágio. Questonado sobre "QUAL A RELAÇÃO ENTRE O PRECEPTOR ACADEMICO E O COORDENADOR DE CURSO" relatou queinstituição, a relação é harmoniosa, com integração constante, como o objetivo de integrar campo de estágio, coordenação, preceptoria e aluno estagiário, buscando sempre melhorar o aprendizado do aluno estagiário.Falou ainda que " EXISTE INTEGRAÇÃO ENTRE AS ATIVIDADES DO PRECEPTOR, ACADEMICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NA UNIDADE DE SAÚDE", falou que o preceptor forma um elo entre os alunos estagiários e a equipe da unidade de saúde (médicos, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia e nutrição), mostrando e vivenciando a importância do trabalho multiprofissional para o paciente.
QUAL A IMPORTANCIA DAS ATIVIDADES DE PRECEPTORIA PARA UNIDADE DE SAÚDE?Para nossa região é de fundamental importância, pois são unidades de saúde carentes de profissionais de fisioterapia, e com a atividade de preceptoria é possível levar e realizar um trabalho junto aos pacientes que não possuem o serviço de fisioterapia oferecido pela unidade de saúde.
Sobre as dificuldades da preceptoria ele relatou que a maior dificuldade é a falta de infraestrutura dessas unidades de saúde, como: espaço físico adequado para realização de aulas, apresentação e discussão de caso clínicos; material e equipamentos adequados para atendimento de pacientes.
Perguntou-se ainda: QUAL METODOLOGIA VOCÊ UTILIZA DURANTE AS ATIVIDADES DA PRECEPTORIA? No atendimento ao paciente: incialmente consulto o prontuário do paciente, explicando passo a passo aos alunos estagiários sobre o conteúdo do prontuário, em seguida atendo o paciente explicando cada procedimento realizado.
Segundo Atendimento: Peço que o aluno estagiário consulte o prontuário do paciente e em seguida realize o atendimento ao paciente. Acompanho o atendimento, orientando o que for necessário. O professor foi questionado sobre se "UTILIZA OU JÁ UTIILIZOU METODOLOGIAS ATIVAS" explanou que faz uso da aprendizagem baseada em problemas: Pois cada aluno estagiário tem um nível de aprendizado e entendimento diferente. Diante de cada situação na unidade de saúde cada um tem reações diferente nível de ansiedade diferente e encaram os problemas de cada paciente de forma diferenciada. Procuro explicar os diagnósticos encontrados nos prontuários de forma individual. Muitas das vezes é necessário buscar forma de explicação de diferente para cada aluno estagiário. Utilização de vídeo para melhorar o entendimento e aprendizado do aluno estagiário.
Para finalizar a entrevista disse que a instituição oferece cursos de pós graduação na área de ensino para aprimoramento da sua equipe de professores colaboradores.
Chefe da Gerência de Gestão da Educação na Saúde (Gesau) da Semsa Manaus –
Ademarina Cardoso - Assistente Social

EPA2: Dialogando com os Atores Sociais
No encontro do dia 05 de junho – tivemos um novo encontro para planejamento dos roteiros de base para os diálogos do GAF com os atores sociais no decorrer dos meses de junho e julho, com o objetivo de verificar viabilidade do projeto aplicativo. Na ocasião elencamos a pauta das informações necessárias para realizarmos o diagnóstico, bem como a distribuição de atividades entre os membros do grupo, dentre outras informações detalhadas no quadro a seguir. Ao final deste encontro, fizemos a avaliação do GAF1.
1. A equipe deve se colocar na posição do Roberto para ajudar a equipe de saúde e estudantes a construir uma linha de cuidado para seu Antonio, considerando o contexto de TBL, o cenário da Polis, o etineraio terapêutico e a Palestra do Gastão Wagner. (50’)
2. Para atividade EAD para 06/06/2014, a equipe diversidade teve que preparar uma apresentação dos produtos da OT2 e OT3 sobre PTS e Linha de Cuidado para Idoso no contexto do Sr. Antonio.
Entendendo um pouco sobre saúde do Idoso no Brasil
Segundo caderno de Saúde do IDOSO e alguns referenciais teroricos explanando sobre Linhas de Cuidado e PTS no publico ancião,Muito se sabe que a população idosa vem crescendo com o passar dos anos e é bem verdade diante de estudos científicos que daqui uns 25 anos a população brasileira será quase 25% e idosos e diante disso nos impactamos com poucos recursos para esse publico.
Definir envelhecimento é algo muito complexo, biologicamente é considerado um processo que ocorre durante toda a vida. Existem vários conceitos de envelhecimento, variando de acordo com a visão social, econômica e principalmente com a independência e qualidade de vida do idoso. A população de baixo poder aquisitivo envelhece mais cedo, resultado de uma diversidade de fatores biopsicossociais.
O rápido processo de envelhecimento da população brasileira se dá em razão da transição de uma situação de alta mortalidade e alta fecundidade, para uma de baixa mortalidade e gradualmente baixa fecundidade como justificam as projeções estatísticas para os próximos anos. Tal mudança se configura num desafio para as autoridades sanitárias, especialmente para a implantação de novos modelos e métodos para o enfrentamento do problema.
O Idoso consome mais serviços de saúde, as internações hospitalares são mais frequentes e o tempo de ocupação do leito é maior do que o de outras faixas etárias sem que isto se reverta em seu benefício. Em geral as doenças dos idosos são crônicas e múltiplas, perduram por vários anos e exigem acompanhamento médico e de equipes multidisciplinares permanentes e internações frequentes.
O grau de vulnerabilidade desse novo organismo envelhecido é extremamente heterogêneo. Reconhecer essas diferenças exige amplo conhecimento. O Brasil está num processo de envelhecimento populacional e, a cada década, o percentual de idosos aumenta significativamente. Como resultado, estamos vivenciando um período de crescente demanda de recursos voltados para atender as necessidades desta “nova população”. Nesse processo de preparação e adaptação da sociedade a essa realidade demográfica, deve-se incluir a capacitação dos profissionais que terão a função de cuidar da saúde dos idosos, pois, atualmente, há uma carência significativa de profissionais com essa habilitação.
O conceito de saúde nessa faixa populacional é abrangente e não se restringe à presença ou ausência de doença ou agravo e é estimada pelo nível de independência e autonomia. A avaliação deve ser multidimensional,levando-se em conta o bem-estar biopsicossocial e a necessidade de ações integradas da equipe multidisciplinar.
Todo cidadão tem direito ao acesso a serviços adequados às necessidades de saúde individuais e coletivas. É nesse contexto que um novo olhar volta-se para a Saúde do Idoso como uma das atuais prioridades das Políticas Públicas de Saúde.
Dessa forma e considerando a necessidade de dispor de uma política devidamente expressa relacionada à saúde do Idoso, bem como a conclusão do processo de elaboração da referida política, após consultas a diferentes se.gmentos e aprovação pelos órgãos competentes, o Ministério da Saúde resolveu aprovar a Política Nacional de Saúde do Idoso, Portaria GM/MS Nº. 1395/99.

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Profissional de Saúde, Fisioterapeuta da
Policlinica Antonio Reis, SEMSA –
Brian Farensena.
Preceptor no Pronto Socorro da Criança em Manaus. Especialista em Fisioterapia em Neonatologia pelo Hospital das Clínicas (SP) – Jânio de Andrade,


A avaliação multidimensional será aplicada em todos os usuários atendidos no núcleo de Referência e Centro de Referência em Atenção ao Idoso pela equipe multidisciplinar. Após o atendimento, será elaborado o Plano de Cuidados, remetido com o usuário, para a referência regional, médico assistente da equipe nas Unidades Básicas de Saúde/UBS ou Estratégia de Saúde da Família /ESF. Caberá ao médico assistente/equipe, viabilizar a implantação do Plano de Cuidados sugerido pelo Núcleo ou Centro de Referência.
Conforme visto no Guia do Idoso de Minas Gerais, eles elegem como atenção primordial o atendimento primário ao Idoso. Esse processo de acolhimento requer um atendimento a todos com atenção, postura eficaz, segurança e ética, reorganizando o processo de trabalho e melhorando o vínculo entre equipe e usuário. O idoso devera ser visto como um todo num complexo de individuo com doença física e o acometido de suas fraquezas, dificuldades, incapacidades, desafios da vida. Todos os profissionais da unidade deverão estar integrados neste contexto, visando estabelecer um vínculo de respeito, solidariedade com segurança e responsabilidade.
Há particularidades no atendimento desse idoso, pois ao acolhê-lo, os profissionais de saúde devem fazer uma profunda avaliação. A vida do Idoso sofre o efeito de numerosos fatores, entre eles, os preconceitos dos profissionais e dos próprios idosos em relação à velhice.
O dono da vida, o idoso, deve ter participação ativa na avaliação do que é melhor e mais significativo para ele, pois o padrão de qualidade de vida é um fenômeno altamente pessoal.
Sabemos que o consenso sobre a qualidade de vida envolve as dimensões físicas, sociais, psicológicas e espirituais. Esta é uma questão não apenas ética, mas metodológica. Outros imperativos éticos devem ser atendidos pelo profissional que cuida de idosos, entre eles o direito à autonomia e à dignidade.
Há que se enfatizar que o acolhimento deve ser um ato facilitador do acesso, que permita a continuidade do cuidado garantindo atenção integral e monitoramento além das fronteiras da atenção primária e o seu retorno à unidade de origem.
Muito me engrandece falar desse idoso e desse processo na busca de novos caminhos para os mesmos. Realizo mestrado em Gerontologia e dentro as minhas proposta de tratamento seria uma reorganização e reestruturalização do cuidado ao idoso, levando em conta todos os profissionais competentes para o acolhimento desse ancião numa unidade básica de saúde, de onde começa a construção da sua linha de cuidado e projeto terapêutico singular, respeitando suas particularidades e suas opiniões, uma vez que ele é sujeito paritário dessa construção.
E para finalização do processo de acolhimento ao idoso elenquei alguns objetivos primordiais tais como:
 Promover o aceso aos serviços por meio de mecanismos ágeis e mais confortáveis de agendamento e garantir oferta adequada e suficiente em atenção primária, como porta de entrada dos demais serviços.
 Humanizar as relações entre profissionais de saúde e usuários na forma de receber este usuário e de escutar seus problemas e/ou demandas.
 Humanizar o atendimento garantindo o acesso.
 Estabelecer mudanças no cotidiano dos serviços de saúde
Muito ainda tem que ganhar nesse processo, mas também devemos nos conscientizar que a humanização também é co-autora desse desafio e precisa estar de mão dadas para que as coisas funcionem de forma adequada e bem ágil para esses idosos.


Diante desse processo de envelhecimento existe vários conceitos referente ao idoso, como:
 Senescência e Senilidade, que é de suma importância para os profissionais de saúde que lidam com pacientes idosos conhecer e distinguir as alterações fisiológicas do envelhecimento, denominadas senescência, daquelas do envelhecimento patológico ou senilidade. Conhecer o considerado normal e o patológico e fazer a distinção entre eles pode ser difícil, pois muitas vezes essas condições se superpõem e, portanto, não se deve atribuir à VELHICE, sinais e sintomas de doenças muitas vezes passíveis de tratamento e cura. Por outro lado, não devemos considerar o processo natural do envelhecimento como sinais e sintomas de doenças ou solicitar exames e instituir tratamento em idosos que apresentem sinais apenas compatíveis com o envelhecimento fisiológico.
 Mobilidade: Capacidade de um indivíduo se mover em um dado ambiente, função básica para a execução de tarefas, realizar atividades de vida diária – AVDs e manter sua independência.
 Independência:Capacidade de autocuidar e realizar as atividades da vida diária – AVDs sem auxílio de outra pessoa.
 Dependência:Incapacidade de realizar uma ou mais atividade da vida diária – AVDs, sem auxílio. É definida em graus, leve, moderada e avançada.
 Autonomia:Capacidade e direito do indivíduo de poder eleger, por si próprio, as regras de conduta, a orientação de seus atos e os riscos que está disposto a correr durante sua vida. Conceito amplo: inclui poder decisório (integridade cognitiva)
 Capacidade Funcional: Define-se como a manutenção plena das habilidades físicas e mentais desenvolvidas ao longo da vida, necessárias e suficientes para uma vida com independência e autonomia. É o grau de preservação da capacidade de realizar as Atividades Básicas de Vida Diária – AVDs ou autocuidado e o grau de capacidade para desempenhar Atividades Instrumentais de Vida Diária – AIVDs. Relação estreita com a avaliação funcional (Neri, 2001).
A saúde da pessoa mais velha é entendida como a interação entre saúde física, saúde mental, independência na vida diária, integração social, suporte familiar e independência econômica (Ramos, 2002).
O atendimento do idoso na rede pública assistencial requer dos profissionais de atenção primária um enfoque que englobe a prevenção e a detecção precoce dos agravos à saúde. O atendimento a essa parcela da população já existe de forma desordenada e fracionada com abordagem centrada na doença.
A proposta vista em varias cartilhas de idosos de varias régios do Brasil e artigos pertinentes a esse contexto sugere que tenha os Núcleos Regionais, que contarão com equipe formada por médico e enfermeiro, capacitados pelo Centro de Referência, para atendimento à população idosa. A equipe poderá ser ampliada conforme demanda regional e integrará os programas implementados pelo Centro de Referência, atuando como suporte técnico para os profissionais da Rede de Atenção Primária à Saúde.
O usuário será inicialmente atendido pela equipe de Saúde da Família ou Unidade Básica de Saúde / UBS que estarão capacitados para o atendimento da população de sua área de adscrição. Após a atendimento pela equipe e realização da propedêutica, o paciente poderá, segundo critérios predeterminados (falha terapêutica, complicações ou dúvida diagnóstica), ser encaminhado para avaliação pelos profissionais do Núcleo de Referência. Quando houver necessidade e seguindo os mesmos critérios, o usuário poderá ser encaminhado para atendimento pela equipe do Centro de Referência.
Nosso encontro se inicia pela apresentação dos projetos embasados na OT2 e OT3 sobre PTS e Linha de Cuidado respectivamente.
Todas as apresentações mostraram-se preocupadas com a visão da ausência de acolhimento e escuta ativa do sujeito em questão, idoso. Pouco se sabe dos descasos porem todos são bem evidenciados seja verbalmente ou através de esclarecimentos dos próprios usuários.
Existe a falta de um acompanhamento desse usuário muito embora se tenha projetos implantados porem com a demanda de serviço os profissionais que teriam que fazer esse tipo de atendimento encontrasse com uma demanda enorme de afazeres diante das unidades básica de saúde.

Para Merhy ,o serviço de saúde, ao adotar práticas centradas no usuário, faz-se necessário desenvolver capacidades de acolher, responsabilizar, resolver e autonomizar. Nesse sentido, o trabalho em saúde deve incorporar mais tecnologias leves que se materializam em práticas relacionais, como, por exemplo, acolhimento e vínculo. Diante desse pensamento o que pode notar no sistema de atenção básica é ausência de acolhimento e vínculo. Ora usuário reclama ora o profissional reclama, cada um com seus dilemas a serem enfrentados nessa caminhada.

PL1: Identificando oportunidades de aprendizagem dos estudantes orientados à construção de um cuidado integral
Nesse momento tivemos uma atividade em grupo que deveríamos por em tarjeta algo que pudéssemos identificar como oportunidades de aprendizagem. Novamente foi um pouco difícil a demanda da atividade, o brainstroning esteve presente, pois muitos não conseguiram identificar o que de fato seria essa atividade. Deveríamos considerar como foco o que foi vivido pelo Preceptor Roberto na construção do PTS e linha de cuidado do idoso.“ No contexto do seu Antonio identificar oportunidades de aprendizagem mais potentes e norteadoras da construção de um cuidado integral para os estudantes”.
Minha palavra foi: MULTIDIMENSIONALIDADE, onde englobo biopsicosocial, não vendo o individuo como unitario,digo,apenas de doença, mas como um todo, referindo-se tanto no ambito patologico sistemico quanto na sua qualidade de vida.
Confesso que esse momento me angustiei muito e não aproveitei muito da discussão, muita gente falando ao mesmo tempo e pouca coisa a serem realmente construtivas. Aprendi pela observação que alguns gostam de impor a sua opinião e outras não contente se sentem na obrigação de instigar, debater e ate mesmo discutir. Não é meu perfil estar diante desse tipo de situação e me senti um pouco invadida e constrangida, pois a atividade foi bem clara, cada um iria eleger sua palavra com relação a sua QA e não foi exatamente o que aconteceu. Uns diziam uma coisa e outros atropelavam na metade da explicação. Se metodologia ativa é aprender a aprender através da escuta do outro e respeitar, dialogar, me questionei nesse momento: o que esta acontecendo?
Foi feita após essa atividade uma avaliação do grupo diversidade e mais uma vez recebi elogios diante da minha participação e colaboração no grupo e vejo que estou diante de situações e/ou encontro não mais sem sentido, percebo que venho agregando meus pensamentos e minhas situações como preceptora e ajudando no decorrer das atividades.

VG2: O Golpe do Destino
Nessa manha 05 de Junho começamos com o compartilhamento do filme Golpe do Destino no GAF1, onde cada participante iria descrever em tarjeta o que mais foi de encontro com sua visão no filme.

“Cinema é como um sonho, como uma música. Nenhuma arte perpassa a nossa consciência da forma como um filme faz; vai diretamente até nossos sentimentos, atingindo a profundidade dos quartos escuros da nossa alma. Ingmar Bergman"

Este vinculo abala ainda mais a integridade desse indivíduo que já se vê desarticulado de suas experiências conhecidas e uma relação anônima pode se instalar como a única possível dentro dos limites hospitalares (CARVALHO, 2003). O médico confiante e controlador passou então a ter que respeitar filas de espera, preencher formulários e aguardar sua vez de atendimento da mesma maneira que os outros pacientes. Sentiu na pele a indiferença dos profissionais da saúde em relação a sua dor, seu sofrimento. Fora atingido pelas deficiências do sistema que adota um tratamento desumanizado, focado na doença, sem levar em consideração a situação psicossocial do enfermo.
O Dr. então vivenciando o dia- a- dia, agora como paciente e não como médico, foi percebendo o quão errado estava, o mal que causara a seus pacientes toda vez que os tratava como números. Foi percebendo a importância de ouvir o paciente, explicar os procedimentos, levar em consideração seu estado fragilizado pela doença. Em sua casa também o médico percebeu que apesar de sensibilizados com sua doença, esposa e filho que sempre foram mantidos à distância, agora tinham dificuldade de aproximação, causando conflitos intrafamiliar. Quando o indivíduo se confronta com uma doença grave, passa a refletir independente da idade, sobre o sentido da vida, o seu lugar na história familiar, os limites do suportável em seu corpo e a sua morte. Assim, o adoecer é vivido como uma experiência pessoal e única, uma experiência de desordem que adquire um sentido específico no momento existencial desse ser (VALLE, 1996). Passando pelas mais terríveis experiências de doença e morte do dia- a dia no hospital, o médico conheceu uma paciente com câncer terminal no cérebro que lhe fez ver a vida de uma forma diferente. A jovialidade, a beleza e a forma de valorizar as pequenas coisas da vida, despertou no Dr. sentimentos de respeito, consideração e bondade pelas pessoas. O comportamento distante, prático e mecânico do médico em relação à equipe, pacientes e família deu lugar a atitudes baseadas na ética, no respeito e na consideração. O filme ressalta bem essa mudança de comportamento do profissional no que diz respeito à postura, como a de seus alunos, a dos pacientes, a figura em primeiro lugar, a imagem em primeiro lugar. A despersonalização dos pacientes fica nítida e com o passar do filme o Dr. percebe a necessidade da empatia, de antes de você atender, você deve ser atendido. A falta de sensibilidade, o fato do indivíduo nãoavaliar as consequências e não haver inocência, o uso do senso comum, são situações que se enfatizam no decorrer do filme. A diferença do início do filme para o final é que ocorrendo uma mudança de comportamento do Dr. que vai da despersonalização para um atendimento mais humanizado. Porém não se pode esquecer que por muitas vezes este tipo de comportamento destes profissionais pode acabar sendo uma forma de defesa dos mesmos. Observou-se fortemente a mudança de comportamento e a ambivalência, os espelhamentos. Um filme muito importante e que nos leva a refletir sobre o assunto, sobre a maneira que está acontecendo e quem sabe uma possível mudança que já é perceptível com toda certeza.

Um golpe do destino baseia-se na história do Dr. Jack McKee, um renomado cirurgião de um grande hospital. Arrogante e antiético. Nenhuma forma de tratamento humanizado era percebida na sua forma de prática médica e em sua posição privilegiada dentro do hospital, pregava a seus residentes que nenhum laço de apego ou envolvimento com os doentes deveria ser criado; seu lema era: “corta, entra e sai, sem nenhum envolvimento”. Essa falta de envolvimento do Dr. McKee também era sentida pela família. Tão raro sua presença em casa, que quando acontecia, esposa e filho se surpreendiam. Sua vida era totalmente voltada ao trabalho. Um dia, depois de vários sinais de que havia algo errado com sua garganta, o doutor foi diagnosticado com um tumor maligno na laringe. Incrédulo e assustado ouviu de um jeito frio e mecanicista da colega de equipe que estava com câncer, jeito este que até o presente momento ele tratava seus pacientes. A doença é sentida pelo indivíduo como uma agressão que abala sua condição de ser, tornando o futuro incerto, pois se instala de maneira abrupta e não permite gradativa adaptação a essa facticidade. Com a instalação da doença, uma série de sentimentos confusos e dolorosos pode acompanhar o indivíduo. (SANTOS E SEBASTIANI, 1996). O adoecimento também gera muitos sentimentos angustiantes, mas principalmente no caso do câncer, o adoecer traz o temor frente à vida, o medo da terminalidade. Nesse sentido, “a doença é mais que um corpo que veicula os sintomas, mais que um papel a assumir temporariamente, mais que um comportamento: ela é um modo de vida, um ato de comunicação, uma ocasião de dizer e fazer o sentido de sua vida e de sua morte” (VALLE, 1997). Desse momento em diante a vida do médico teve uma grande reviravolta.
No período de hospitalização o paciente pode sofrer um processo de despersonalização, pois deixa de ter seu próprio nome e passa a ser “o número de um leito”, “o caso interessante” ou “o câncer de faringe do quarto tal”. Existe uma quebra de domínio de si próprio (ANGERAMI, 2004). Neste sentido Angerami (2004) afirma que:
“A despersonalização do paciente deriva ainda da fragmentação ocorrida a partir dos diagnósticos cada vez mais específicos que, além de abordas a pessoa em sua amplitude existencial, fazem com que apenas um determinado sintoma exista naquela vida.” (ANGERAMI, 2004).

Após nossa ideias e percepções sobre o filme Golpe do Destino, iniciamos nossa SP2 – “ Luz de Velas”, atividade prevista no nosso II Encontro: “Identificando oportunidades de aprendizagem orientadas à construção de um cuidado Integral”. Tivemos a leitura individual para que em seguida pudéssemos eleger nossas ideias pertinentes ao texto apresentando. Dessa vez não houve um brainstroing como na primeira Situação Problemas, estávamos mais inteiradas de qual seria nossa meta nessa atividade e foi surgindo de forma bem espontânea as ideias e construímos nossas hipóteses e questões de Aprendizagem.
Ideias SP2 – “ Luz de Velas”
 Falta de integração multidisciplinar;
 Processo investigativo inadequado;
 Culpabilização do usuário;
 Desconsideração e desvalorização das dimensões psicosociais;
 Importância da abordagem para promover uma escrita ativa;
 Perfil do preceptor para com os alunos;
 Se é usuário a rede de serviço em saúde ambulatorial;
 Ausência de PTS e linha de cuidado;
 Somatização de sinais e sintomas;
 Utilização de metodologia educacionais tradicionais;
 Dialogar as necessidades de saúde do usuário com a construção do PTS;
 Preparo metodológico na preceptoria para estimular uma aprendizagem com autonomia;
Hipotese
 É necessário ao preceptor preparo metodológico para estimular a autonomia do estudante para uma aprendizagem significativa e a integração da equipe multidisciplinar;
 O profissional de saúde deve devolver uma abordagem que promova escuta ativa para construção do PTS e linha de cuidado que dialogue com as necessidades dos usuários, considerando suas dimensões biopsicosociais;

Questão de Aprendizagem
 O que é necessário ao profissional de saúde para promover a escuta ativa e a integração multiprofissional na construção do PTS e linha de cuidado?
Sintese Provisoria da SP2 "Luz de Velas"
Levando em conta nossa QA no contexto SP2-Luz de Velas, a resposta se baseia nessa linha de raciocínio que Starfield relatou dizendo que o acolhimento tem uma grande importância na atenção básica de saúde e toma, como referência, algumas de suas características, como ele próprio destaca: porta de entrada, integração aos demais níveis do sistema, coordenação do fluxo de atenção.
Segundo de Sousa et.al., existe varias vertentes a serem analisadas porem quando se fala de acolhimento na unidade de saúde básica, foi constatado ausente da fala dos seus entrevistados esse termo, pois não faz parte da rotina deles. Para os profissionais, o acolhimento aparece como um elemento importante para organizar a demanda e o processo de trabalho, mas exige muito esforço e dedicação profissional. Foi destacado também que houve ainda uma diversidade de entendimentos sobre o que é acolhimento, referindo desde atividades de coleta de exames, provavelmente locais que se sentem mais acolhidos, até opiniões sobre o tempo de espera na unidade, a organização de filas e convocação para atendimentos.
Acesso e acolhimento articulam-se e se complementam na implementação de práticas em serviços de saúde, na perspectiva da integralidade do cuidado.
As análises e alternativas de soluções para o problema de acesso, em bases estritamente quantitativas, como número de atendimentos e rendimento profissional, deslocam-se para tendências que buscam qualificá-lo no ato da recepção do usuário. A questão não se restringe as quantas portas de entrada se dispõe, mas, sobretudo, interroga-se sua qualidade.
Moreira et al. em revisão sistemática da literatura, analisaram, sobre acesso aos serviços de saúde. Entre as dificuldades referidas, foram listados 28 aspectos agrupados em categorias sócio-demográficas, culturais, indicadores de saúde em idosos e organização e planejamento das ações de saúde. Predominaram aspectos relacionados a essa última categoria.
Destaca, por conseguinte, a acuidade da qualificação do acesso, incluindo aspectos da preparo e da dinâmica do processo de trabalho, considerando a contribuição e a importância de análises de vários aspectos. No contexto atual de construção do SUS, é fundamental que sejam potencializados caminhos trilhados e experimentados, a exemplo da proposta de acolhimento, como diretriz operacional dos serviços de saúde.
Segundo Matumoto descreve que o acolhimento como diretriz operacional oferece-se como possibilidade de censurar o processo de produção da relação usuário-serviço sob o olhar específico da acessibilidade sobre os momentos nos quais os serviços compõem seus meios de recepção dos usuários, em que local em que circunstâncias, qual finalidade e resultados.
O acolhimento deve ser visto, logo, como um dispositivo forte para atender a exigência de acesso, propiciar conexão entre equipe e população, trabalhador e usuário, discutir o processo de trabalho, desencadear cuidado integral e transformar a clínica. Desse modo, Fagundes diz que é preciso qualificar os trabalhadores para recepcionar, atender, escutar, dialogar, tomar decisão, amparar, orientar, negociar.
Por fim, acesso e acolhimento constituem-se como desafios na construção do cuidado integral e como elementos de fundamental importância para a gestão e avaliação de serviços de saúde.


TBL2: Rede Escola
Nesse momento estivemos em grupo novo de Diversidade,reunimos, lemos o texto e marcamos as questões tanto individualmente quanto em grupo e fomos para debate com participantes as demais regiões.
OTPA3 e EPA3: Árvore Explicativa
No dia 27 de agosto o GAF1 teve o prieiro encontro com a ferramenta "árvore explicativa", onde pelo video apresentado por um professor da IEP, onde explica o contexto de como se utiliza dessa ferramenta para processo do nosso PA.Iniciou-se o trabalhou pelo “Termo de Referência: Árvore explicativa” e exercício de fixação da ferramenta. No dia 28 de agosto pela parte da manhã nos reunimos para construção da árvore explicativa, a partir do problema elencado para o Projeto Aplicativo.
Com base na ferramenta apresentada e na síntese dos diálogos com os atores, o grupo sentiu a necessidade de ajustar o problema, que passou a ser o seguinte:
PL-Devolutiva -"Oportunidades de Aprendizagem"
Nesse momento pela manha no dia 27 de agosto foi feita a devolutiva das questões de aprendizagem, feita pela Enfermeira Rossana, professora adjunta da Universidade Estadual de Londrina, onde explanou sobre o conheciemnto da rede, como estabelecer comunicação com a rede, o conhecimento sobre as Metodologias Ativas, clinica Ampliada e PTS numa visão humanizada,
Foi passado nessa devolutiva que o encontro acontece sempre com paciente e profissional e que diante desse encontro há experiencia de aprendizagem, onde os dois aprendem um com outro. Que o encontro não deve ser somente entre esses dois participantes d rede mas tambem com os profissionais, pois há diferença de tempo de experiencia e isso é trabalho de saúde. E objetivo desse trabalho é melhorar a qualidade de vida desse paciente, promoveno sua autonomia no seu cuidado, sendo objeto do trabalho a doença, o processo de adoecer , os risocos e pratica clinica. Não esqucendo que o ususrio faz parte do processo e cuidado e o trabalho.

"Não dá para atender só a doença,o paciente tras suas vivências de vida, suas potencias , seus sonhos." (Laura Rossana)

Os meios de trabalho de saúde faz uso da semiologia, dos protocolos, das evidencias clinicas, praticas de saúde, pratica de saúe coletiva e podem ainda ser modificados. Relata ainda que os resultados não esta sob o nosso controle, depende de variso fatores quer eles farmacologicos, epidemiologicos ate hábitos dos pacientes.
Esse trabalho nunca é sozinho, sempre há o usuario,o profissional,a equipe de saúde , para que juntos possam construir um trabalho em comum.
Há as pactuações com os parceiros para uma melhor qualidade de trabalho. Segundo Laura, os residentes tem uma tendencia a serem "individualizados", não querenm participar da equipe de saúde. Porem há uma consolidação dos preceptors e estudantes participando desse processo de aprendizagem. Emerson Meery diz que "ele é um trabalho vivo", pois requer um trabalho presencial com ligação do profissional e do paciente.
Existe um trabalho situacional, onde acontece em um determinado territorio, numa determinada situação com um publico determinado e um trabalho morto, onde aconteceu anteriormente, como a produção de vacinas, os protocolos de atendimentos e de tratamento, os aparelhos (RX, US). E são essas tecnologias leves, leve-dura e dura que ajudam ao processo desse trabalho.
Explanou que o acolhimento deve vir de dentro para fora, onde descobre-se a relação entre o usurios e p profissional, porem há usuario que não colaboração, dificultando o fluxo desse trabalho.
conforme a clinica ampliada ella diz, que o contato deve ser iniciado no moemnto do encontro profissional e paciente, construindo um vinculo e fazendo um pacto do cuidado terapeutico,proovendo uma escuta ativa e se houver necessiadade de outroas serviços de saúde usa-los com o intutito de integrar o serviço de saúde. Lembrou que a educação permamente é a sua analise sobre a sua pratica, é a sua experiencia de aprendizagem, que o cuidado é um acontecimento não um ato.
Disse ainda que o PTS é um desafio, que é diferente de estudo de caso, que individualizado, que é construindo ao longo do tempo e especifico para cada pessoa e cada doença, centrado no usuario e no seu interesse. Por fim falou sobre as metodologiias ativas que é uma forma de interagir com os participantes a fim de aprender atraves das vivencias do outro tornando-se mais potente e podendo narrar fatos e a partir dai discutir com o grupo.
Não utilização de metodologias ativas pelos preceptores do Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde - PET/SEMSA para estimular o processo de ensino-aprendizagem entre os preceptores, tutores, profissionais de saúde e acadêmicos nas unidades de saúde em que o projeto é desenvolvido.
Levando em conta nossa QA no contexto SP2-Luz de Velas, a resposta se baseia nessa linha de raciocínio que Starfield relatou dizendo que o acolhimento tem uma grande importância na atenção básica de saúde e toma, como referência, algumas de suas características, como ele próprio destaca: porta de entrada, integração aos demais níveis do sistema, coordenação do fluxo de atenção.
Segundo de Sousa et.al., existe varias vertentes a serem analisadas porem quando se fala de acolhimento na unidade de saúde básica, foi constatado ausente da fala dos seus entrevistados esse termo, pois não faz parte da rotina deles. Para os profissionais, o acolhimento aparece como um elemento importante para organizar a demanda e o processo de trabalho, mas exige muito esforço e dedicação profissional. Foi destacado também que houve ainda uma diversidade de entendimentos sobre o que é acolhimento, referindo desde atividades de coleta de exames, provavelmente locais que se sentem mais acolhidos, até opiniões sobre o tempo de espera na unidade, a organização de filas e convocação para atendimentos.
Acesso e acolhimento articulam-se e se complementam na implementação de práticas em serviços de saúde, na perspectiva da integralidade do cuidado.
As análises e alternativas de soluções para o problema de acesso, em bases estritamente quantitativas, como número de atendimentos e rendimento profissional, deslocam-se para tendências que buscam qualificá-lo no ato da recepção do usuário. A questão não se restringe as quantas portas de entrada se dispõe, mas, sobretudo, interroga-se sua qualidade.
Moreira et al. em revisão sistemática da literatura, analisaram, sobre acesso aos serviços de saúde. Entre as dificuldades referidas, foram listados 28 aspectos agrupados em categorias sócio-demográficas, culturais, indicadores de saúde em idosos e organização e planejamento das ações de saúde. Predominaram aspectos relacionados a essa última categoria.
Destaca, por conseguinte, a acuidade da qualificação do acesso, incluindo aspectos da preparo e da dinâmica do processo de trabalho, considerando a contribuição e a importância de análises de vários aspectos. No contexto atual de construção do SUS, é fundamental que sejam potencializados caminhos trilhados e experimentados, a exemplo da proposta de acolhimento, como diretriz operacional dos serviços de saúde.
Segundo Matumoto descreve que o acolhimento como diretriz operacional oferece-se como possibilidade de censurar o processo de produção da relação usuário-serviço sob o olhar específico da acessibilidade sobre os momentos nos quais os serviços compõem seus meios de recepção dos usuários, em que local em que circunstâncias, qual finalidade e resultados.
O acolhimento deve ser visto, logo, como um dispositivo forte para atender a exigência de acesso, propiciar conexão entre equipe e população, trabalhador e usuário, discutir o processo de trabalho, desencadear cuidado integral e transformar a clínica. Desse modo, Fagundes diz que é preciso qualificar os trabalhadores para recepcionar, atender, escutar, dialogar, tomar decisão, amparar, orientar, negociar.
Por fim, acesso e acolhimento constituem-se como desafios na construção do cuidado integral e como elementos de fundamental importância para a gestão e avaliação de serviços de saúde.


VG3 - "Invictus"



Nelson Mandela foi considerado um dos maiores heróis da luta pela igualdade de direitos na África do Sul e um dos principais responsáveis pelo fim do regime racista chamado apartheid. O filme Invictus de Clint Eastwood foca justamente no momento da vida de Mandela (vivenciado pelo ator Morgan Freeman) após 27 anos de prisão política. Mandela, mesmo depois de sair da prisão, não tem esse instinto de vingança. Diferente de muitas pessoas que trabalham para ele.
Logo depois, é eleito como o primeiro presidente negro do país, e se encontra em um cenário de separação entre brancos e negros por causa do apartheid. Com a nação dividida Mandela acha no esporte de rúgbi uma estratégia para consolidar a África. O plano é de unir negros e brancos por um mesmo ideal, incentivando o time para que seja campeão na copa do mundo. Mas essa tarefa parece impossível, pois de um lado está à parte negra da população, querendo o fim da equipe Springboks que para eles ainda representa o apartheid. E do
outro a parte branca, que está bastante desacreditada no time que coleciona derrotas. Mandiba também assim chamado convida para uma reunião François Pienaar capitão do time interpretado por Matt Damon e vê nele a porta para alcançar seu plano. Neste encontro Mandela dá a Pienaar motivação e incentivo, e o orienta para que se esforce e sirva de exemplo aos outros jogadores.
Quando é chegada a Copa do Mundo de Rúgbi, Mandela orientou que o time começasse a fazer trabalhos sociais em comunidades carentes, carregando à frente do time o slogan: ”Um time, uma nação”, querendo trazer ao povo o orgulho pelo time. Na véspera do jogo dos Springboks na Copa do Mundo, Mandela entrega a Pienaar um poema denominado Invictus. Que apresenta palavras fortes em seus versos finais: “Não importa o quão estreito seja o portão e quão repleta de castigos seja a sentença, eu sou o dono do meu destino e capitão da minha alma”. Poema que serviu como inspiração e que o ajudou a enfrentar todos os anos que passou na cadeia.
Nelson Mandela
usou com muita habilidade o esporte para unir o povo sul africano, conseguindo uma relação do time de rúgbi com a população, levando-os a conquista da vitória da copa do mundo e no fortalecimento da nação.
Invictus é um filme completo de lições de vida, como: respeito ao próximo, respeito pelas diferenças de cor, raça, sexo, status social e o principal: aprender a perdoar. A trama mostra a potencialidade de Mandela em transformar os Springboks, time símbolo do aparthaid, em um símbolo da África do Sul, para negros e brancos. Mas, ainda assim, é imprescindível negar que apesar dos avanços no país o preconceito racial continua presente no dia a dia das pessoas. E não somente na África, mais no mundo inteiro.
Eis que algumas atitudes me voltaram para o meu processo de educadora, preceptora, profissional da area de saúde e como Mandela tinha essas caracteristicas:


precisamos de vós, não tenham medo. “. - “Agora olhamos para o futuro”. - “Se conseguirmos agir assim o nosso país será uma luz no mundo”

“A nação arco-íris começa aqui. A reconciliação começa aqui”.

O perdão liberta a alma. Remove o medo. Por isso é uma arma tão poderosa” (Mandela)

Coragem. Liderar a partir da frente.
Inspiração
Reacção melindrada de Mandela à pergunta inocente do segurança sobre a família. Um ponto fraco para o líder. Todos têm zonas de fragilidade.

“Qual é a filosofia de liderança? Como inspira a sua equipa a dar o melhor?” – “Liderar pelo exemplo” responde Pienaar.
“Mas como se consegue que eles sejam melhores do que o que são?”. “Inspiração” Mandela diz “como nos inspiramos a nós mesmos para ser grandes qd menos que isso não serve? Como inspiramos os outros à nossa volta?”. Ver a resposta de Mandela da sua experiência pessoal.
O Poema de inspiração. “Ajudava-me a ficar de pé quando eu só queria deitar-me”
Conversa sobre o que os inspira. “Todos precisamos de inspiração. Porque para reconstruir a nossa nação todos temos de exceder as nossas expectativas”
“Temos de ser melhores do que isso. Temos de os surpreender com a compaixão e a generosidade”
“Não estamos no tempo de celebrar vinganças mesquinhas. Este é o tempo de construir a nossa nação. De usar todos os tijolos que podemos dispor”.
“Vocês elegeram-me como vosso líder. Deixem-me liderar-vos.” Liderança a partir da frente.

Características de liderança
(Acordar de Mandela no 1º dia em funções)
“Preciso como um relógio” – a importância da pontualidade e do rigor. Sentido de serviço.
“Como vai a tua mãe?” – o cuidado com os que estão à sua volta.
“ler o jornal em africânder” Perceber o adversário
“Ganhou a eleição…mas ganhará o país?” - as vitórias não são completas só no formal. Conquistar também os derrotados é a vitória maior. “É uma pergunta legítima”.
Os desafios de chegar ao poder com imensas dificuldades pela frente
Caracteristica marcantes que servem tanto para o pessoal quanto paro o profissional
Dento da noite que me rodeia
negra como um poço de lado a lado
eu agradeço aos Deus que existem
por minha alma indomável

Nas garras crueis das circunstancias
eu não tremo ou me desespero
sob os duros golpes da sorte
Minha cabeça sangra mas não se curva

Além desse lugar de raiva e choro
paíra somente o horro da sombra
E ainda assim, ameaça do tempo vai me encontrar
E deve me achar, destemido.

Não importa se o portão ´é estreito
Nçao importa o tamanho do castigo
Eu sou o dono do meu destino
Eu sou o capitão de minha alma



“Devemos promover a coragem onde há medo,
promover o acordo onde existe conflito, e inspirar esperança onde há desespero”.
Nelson Mandela
Fonte: youtube.com.br
Fonte: youtube.com.br
Trailer Filme "Invictus"
Poema "Invictus"
Árvore Explicativa
Não utilização de metodologias ativas pelos preceptores do Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde - PET/SEMSA para estimular o processo de ensino-aprendizagem entre os preceptores, tutores, profissionais de saúde e acadêmicos nas unidades de saúde em que o projeto é desenvolvido.
Problema
Descritor
Ausência da utilização de metodologias ativas pelos profissionais do PET Saúde/SEMSA no processo de ensino aprendizagem nas unidades de saúde em que o projeto é desenvolvido.
Causa 1
Falta de conhecimento em Metodologias Ativas
Falta de preparo do preceptor para utilização das Metodologia Ativas
Falta de oferta de capacitação em Metodologias Ativas
Causa 2
Falta de planejamento para utilização de Metodologias Ativas
Falta de comunicação entre os preceptores e acadêmicos
Falta de estimulo/interesse na utilização de Metodologias Ativas
Ao exesso de atividades
Causa 3
Consequência
Processo de aprendizagem fragmentada;
Não integração da relação ensino-serviço;
Unidade de saúde servino de "laboratorio" com atividades pré-determinadas e não como campo de aprendizagem e transformação;
A partir deste problema construímos a árvore explicativa. Em seguida a árvore explicativa foi apresentada à facilitadora e aos membros do GAF3 para troca de ideias. A atividade foi proveitosa, na medida em que percebemos que o problema inicial era muito abrangente, o que dificultaria a aplicação do projeto.
Nó Crítico
Falta de conhecimento de metodologias ativas
Encontro V- 22 a 24 deOutubro
Minhas tardes com Margueritte
EPA5 - Matriz de Monitoramento / 23 de Outubro
OTPA 5 - Plano de Ação
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
Paulo Freire
Marília
Marinalva
Arimateia
Ana
Cláudia
Uni
d
os
na

Div
ers
i
da
de
Aluna: Marília Gabriela P. Farensena
Facilitadora: Liege Franco de Sá
Educação na Saúde para Preceptores do SUS
24 de Setembro de 2014-Manhã
TBL2 - Aplicação : Mesa de Negociação: Pactuando uma melhor integração ensino-serviço em Pólis
Nessa etapa tivemos 3 momentos, foi realizado a distribuição dos grupos tanto como Universidade de Polis quanto Secretaria de Saúde nos grupos diversdaes. Primeiramente elencamos nossas propostas e em seguida discutimos sobre o que seria a melhor opção de integração ensino-serviço (Pactuação para Articulação do Ensino-Serviço entre a UFPOL/SMS) baseado nos textos sobre Rede Escola e TBL 1 Sr. Antonio.
Segue o pacto:
3 - Redimensionamento das metas e atividades diárias dos profissionais de saúde vinculados a preceptoria, assegurando o tempo protegido para acompanhamento das ações, orientação aos alunos, bem como a liberação para participação em cursos de qualificação e eventos propostos pela Universidade;
4 - Apoiar atividades de integração com os usuários, preceptores e profissionais de saúde, empregando metodologias ativas e práticas de humanização com o objetivo de fortalecer o controle social;
5 - Estimular os editais de extensão universitária, na área de saúde, vinculando às ações a unidade de saúde, do seu território e as necessidades da população local.
6 - Assegurar a participação dos alunos e docentes nas atividades de educação permanente promovidos pela SMS.

*


*Promover mostras periódicas com apresentação dos resultados das pesquisas e relatos de experiências exitosas, incentivando a produção científica dos acadêmicos, tutores e profissionais de saúde;
*Avaliar os Termos de Cooperação Técnica vigentes e repactuar, considerando:
1 - A identificação das responsabilidades da Secretaria Municipal de Saúde e da Universidade Federal de Pólis;
2 - Adequado acolhimento dos estudantes nas Unidades de Saúde, efetivando espaços de trocas de saberes e vivências entre os atores envolvidos, com os gestores da Unidade para apresentar a proposta pedagógica das atividades da preceptoria, o perfil epidemiológico da população, o mapeamento do território e o funcionamento da Unidade e da rede de serviços;


Pela parte da tarde foi realizado no GAF1 OTPA4 - Árvore Explicativa onde juntas montamos nossa apresentação para dia 30/10/2014 para nossos atores sociais, Tutores e Preceptores do PET SAÚDE UEA/UFAM e SEMSA.
Pela parte da noite tivemos nossa Viagrem ao silêncio.. Momento de tensão onde não poderiamos falar mas ao mesmo tempo foi o momento de reflexão e noção de nem sempre é necessario o uso da fala para nos comunicarmos. Confeso que minha opinião foi de extrema importancia para darmos inicio a um novo processo de saber ouvir o outro, dar oportunidade que ele se desenvolva e ate mesmo de demonstrar suas potencias. Apesar do silencio foi possivel termos atraves dos gestos comunicação atraves dos olhares, das mimicas e das oportunidades apresentadas por todos.
Hoje pensei no silencio e tudo o que ele pode significar… E descobri que o silencio pode ter diferentes formas e significados.

Podemos ficar em silencio no momento em que precisaríamos falar e falar na melhor oportunidade em que poderíamos ficar em silencio.

Às vezes o silencio é necessário, pois através dele temos um momento único, capaz de nos fazer refletir e nos ajudar a tomar grandes decisões.

O silencio pode servir de proteção, podendo esconder emoções ou palavras, gerar dúvidas e até tornar as pessoas em nossa volta confusas.

Alguns até mesmo usam o silencio para punir, e quem nunca se sentiu punido devido a um prolongado silencio?
Alguns vivem em eterno silencio, onde quase nunca expressam suas emoções ou falam sobre si mesmas e suas inquietudes, tornando-se simplesmente misteriosas.


O silencio pode ser tão profundo quanto superficial, podendo ter tanto um enorme significado quanto quase nenhum, podendo representar algo tão importante ou simplesmente nada e podendo surgir motivado por diferentes situações ou completamente sem qualquer motivo.

Viver uma vida de silencio pode nos colocar num mundo privado, só nosso, nos privar de qualquer amizade por estabelecer barreiras quase intransponíveis e nos apartar até mesmo daqueles que nos amam.

Entender alguém em silencio nos exige maior capacidade analítica, pois avaliar uma pessoa em palavras é fácil quando comparado com a compreensão dos motivos do silencio.

Existem momentos na nossa vida que o silencio é tudo que queríamos. Nesses momentos a simples oportunidade de deitar-se numa grama e ouvir o silencio das arvores e dos pássaros pode ser uma experiência única.

As vezes o silencio pode significar expressar em frases escritas aquilo que não seriamos capazes de expressar pessoalmente.

O silencio sempre representará a ausência total de palavras, mas existem momentos de silêncios podem dizer muito mais do que palavras.

Expressar em frases o significado daquela que parece ser uma simples palavra, pode ser tão complexo quanto entendê-la. Mas depois de pensar em tudo isso, tenho de admitir que eu mereço mesmo alguns minutos de silencio.
O Silêncio pode
dizer mais
do que palavras…
Dia 25 de Set. 2014
Nessa manha compartilhamos a nossa VG e como já expalnei pra mim não tive nenhuma inquietude, ao contrario, pude olhar mais para dentro do interior e compartilhar dos conhecimentos e potencias atraves do calar, observar e principalemnte aprender a ouvir o som do silêncio... Demos continuidade ao EPA4 e pela parte da tarde tivemos nossa Avaliação de desempenho do Especializando com a devolutiva do facilitador.
Pensar antes de reagir é uma das ferramentas mais nobres do ser humano nas relações interpessoais;
Só o silêncio preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados.
O silêncio não é se aguentar para não explodir, o silêncio é o respeito, pela própria inteligência.
O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos.
O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa.
Augusto Cury, em "Código da Inteligência"
Avaliação de desempenho do Especializando com a devolutiva do facilitador.
TBL2- Construindo um plano educacional para inserção dos estudantes na Rede Escola
26 de Setembro de 2014
Síntese Provisoria da Narrativa: Vivência na Preceptoria "A recém-chegada"
Idéias
Escuta Qualificada
Ausência de Acolhimento
Investigação da necessidade de saúde dos usuários
Importância do trabalho em equipe
Mudança de Estrategia
Conhecimento do territorio
Desconhecimento das práticas metodologicas em Educação na Saúde
Práticas integrativas e complementares
Aplicações das práticas integrativas e complementares
Mapeamento das redes sociais ausente
Elaborar o perfil epidemiologico do EAS
Promover ajustes na produção do cuidado
Hipoteses
Questões de Aprendizagem
Como implementar práticas que contribuam para a produção do cuidado e do fortalecimento dos vinculos sociais promovendo ações de saúde eficazes e resolutivas?
Refletindo sobre silêncio...
Nesse momento demos inicio ao nosso plano de ação pelo GAF1, onde inicialmente nossa facilitadora fez apresentação da intencionalidade educacional, a dinamica do trabalho e a pactuação do produto com tempo previsto de 15'. Em seguida dialogamos com as contribuições orientadas das sistematizaçoes do PA, validamos o nó crítico relacionado ao problema a ser o obejto de intervenção.(60') e finalizamos com a elaboração do plano de ação pela metodologia 5W3H. que auxilia no detalhamento das açoes/atividades que será desenvolvida a partir da identificação e priorização do nó crítico..
22 de Outubro
PL2 - Devolutiva da TBL2 Rede Escola
A videoconferencia foi iniciada pelo Professor e Dr. Silvio Fernandes e Prof Eliana Hossana sobre como "Pensar uma oportunidade de Aprendizagem. Atraves das duas Oficinas (Pacto e Plano Educacional) começaram as reflexões. Professor Silvio mencionou que pelas atividades a eles enviadas obteve muitas semelhanças e mencionou que para que haja sistematização para uma melhor integração ensino-serviço em Pólis, necessita de mecanismos permanentes de cogestão, planejamento e avaliação conjunta atraves dos fóruns permanentes, tendo como idéia predominante construção de canais permanentes institucionalizados para negociação. Que se faz necessario um reconstrução curricular orientada para necessidades do usuario e construir uma integralidade na atenção. Destacou tambem a construção do cenários praticos e articulação ensino-serviço atentando para a necessidade de uma diagnostico situacional do cenário de prática e de espaço para educação permanente e inserir o ususario nesses diagnostico situacional. Destacou que a valorização da Preceptoria para que aconteça a integração atraves das oficinas de capacitação e o processo de sensibilização dos profissionais e gratificação.
Dentre tudo que foi enviado ao IEP pelas QA pouco foi valorozado a infraestrutura e ele destacou ainda outras categorias, PRÓ SAÚDE, PET SAUDE e outros programs já existentes. Pórem chegamos a uma empasse: como articular/integrar "dois" mundos tão diversos? Para responder existe uma questão principal que é saber como está a integração ensino-serviço. Relatou ainda que para os trabalhadores e gestores o importante é a prestação de serviço e para as ISP o mais importante é o conhecimento. Disse que os conceitos de autonomia e interdependencia esta presente nos debates de RAS e que no caso da integração ensino-serviço a compreensão é muito frágil e destacou que o desafio primeiramente é compreender que pe necessario repensar o modelo hegemônico.
Na realidade o professor Silvio fez 3 momentos de reflexões um sobre o contexto politico atual estando mais favorável valorizando mais os conceitos a sociedade enão somente os metodologicos. Outra reflexão é sobre os valores e principios que devem orientar a integração, pois as relações horizontalizadas e democraticas devem ser ponto de partida, que os docentes, profissionais de saúde e estudantes devem focar no usuario e que aas universidades devem identificar as necessiades dos cenarios de praticas e disponibilizar contribuição para discente/docente e que os serviços de saude devem ser corresponsabilizados pela formação dos futuros profissionais de saúde. E para finalizar ele faz um reflexão bem pertinente e acredito que uma das mais importantes de todo esse ciclo de ensino-serviço, pois veio em forma de pergunta e passa ser uma reflexão de quem lê e de absorve todo tipo de integração ensino-serviço: Como formar um estudante para que ele se conforme como um profissional de saúde condizente com um modelo centrado no usuario em um modelo médico hegemônico centrado no procedimento? Isso implica em que o discente,docente e profissional de saude revejam radicalmente seus conceitos.

Necessidade de aprendizagem do curso de Educação na Saúde para Preceptores do SUS :
Como criar estratégias que efetivem os espaços de comunicação/discussão para integrar ensino-serviço, gestão e controle social?
Imagine o encontro de duas forças. De um lado, mais de 100 quilos de pura ignorância e do outro menos de 50, carregados de ternura. Entre eles, uma diferença de décadas de idade e em comum, o encanto pelos livros. Esta é a história de um cinquentão pobre com as palavras e uma idosa inversamente rica com elas.
Quando criança, Germain (Gérard Depardieu) foi chamado de burro na escola por todos e em casa, com sua mãe solteira, não era diferente. A dificuldade de ler se perpetuou numa espécie de bloqueio intelectual. Já adulto, sua vida se resumia a viver de bicos, ainda ser alvo de brincadeira dos amigos e, principalmente, conviver com o eterno desamor da mãe. Contudo, quando Margueritte (Gisèle Casadesus) faz com que as páginas de um livro se abram novamente para ele, este reencontro com o universo das letras amplia seu horizonte e o único limite - agora - será somente a sua vontade
Em Minhas Tardes com Margueritte, o espectador é convidado a acompanhar os encontros de uma senhora chamada Margueritte (Gisèle Casadesus), leitora voraz de Albert Camus e Romain Gary, e de Germain (Gérard Depardieu), feirante na cidade de Pons, no interior da França. Ele, um brutamonte desajeitado, mora com a mãe, semianalfabeto; ela, conhecedora das palavras, das letras e dos discursos. Estes dois personagens anacrônicos se conhecem e criam um vínculo de amizade que transcende a mera troca de afetividades. Germain, homem de meia idade, cuida da mãe que tem problemas de comportamento, vivendo praticamente sozinho. Está envelhecendo, seja no bar com amigos, seja na relação que mantém com uma mulher bem mais nova. Margueritte, por outro lado, aparenta a eloquência de uma vida que superou as vicissitudes e encontrou, nos livros e na própria experiência, uma forma saudável de viver..
O interessante é notar é que, para além de Margueritte, existem outras duas mulheres que convivem com Germain, sua mãe e sua namorada.
O filme mostra como nossas vidas dependem de escolhas e projetos que, quando possível, devem ser meticulosamente analisados, ponderados e criticados, pois, na maioria dos casos, tanto o presente quanto o futuro refletem decisões que tomamos sob constante pressão, na linha tênue que separa o presente do futuro. Nossas crenças, desejos e emoções travam uma batalha pessoal com a necessidade de racionalizar e projetar nossas escolhas. As imagens de Minhas Tardes com Margueritte terminam demonstrando que o futuro depende de nós mesmos e das escolhas que fizemos, tanto individual quanto coletivamente.
TBL3 - Apliando capacidades educacionais da equipe de saúde
Nesse encontro as 07:00 da manha foi iniciado nossa video conferencia com a Dra........ Foi dividido em equipes de diversidades para discurtimos sobre o TBL3, responder as questões e juntamente com outros grupos atraves da videoconferencia realizarmos a discussao das questoes pleitadas sobre a aplicaçõa das capacidades educacionais na saúde por uma equipe de saúde.

Segundo Paludo (2010) como teoria do conhecimento no campo da educação, a Educação Popular foi constituída a partir de sucessivas experiências entre intelectuais e as classes populares, desencadeando iniciativas de alfabetização de jovens e adultos camponeses, nas décadas de 1950 e 1960, quando grupos de educadores buscavam caminhos alternativos para o modelo dominante de alfabetização. Estes grupos ansiavam constituir tecnologias educativas capazes não apenas de ensinar as pessoas a lerem as palavras, mas sim empreenderem uma visão crítica do mundo, para então construírem caminhos, com autonomia e alteridade, na perspectiva da emancipação social, humana e material. A partir de muitas práticas comunitárias e reflexões de cunho teórico e acadêmico, foram surgindo as bases do que hoje se constitui Educação Popular em Saúde, isto é, uma conjunção de saberes, vivências e práticas que se opõem à situação de opressão e exclusão social existente, apostando na construção do inédito viável.
Logo, o processo de institucionalização vivenciado pela EPS nestes últimos anos provocou o desenvolvimento de várias ações referenciadas, sobretudo, na reflexão sobre a importância e significado que as práticas de educação popular em saúde possuem no contexto da gestão participativa e do cuidado integral em saúde. Tal processo mostra-se determinante para construção das bases políticas para a instituição do CNEPS, que foi o espaço de apoio à sistematização e formulação Política Nacional de Educação Popular em Saúde no SUS (PNEPS-SUS). Formado por representantes de movimentos populares, das práticas populares de cuidado, de suas redes e coletivos, das organizações, de instituições de pesquisa e de ensino e de áreas técnicas do governo federal, tem em sua constituição o reflexo da diversidade de atores implicados com a implementação desta Política.
A Educação Popular não se faz ‘para’ o povo, ao contrário, se faz ‘com’ o povo, tem como ponto de partida do processo pedagógico o saber desenvolvido no trabalho, na vida social e na luta pela sobrevivência e, procura incorporar os modos de sentir, pensar e agir dos grupos populares, configurando-se assim, como referencial básico para gestão participativa em saúde.
Neste contexto, a educação popular é um modo especial de conduzir o processo educativo que tem uma perspectiva: a apuração, organização e aprofundamento do sentir, pensar e agir das diversas categorias de sujeitos e grupos oprimidos da sociedade, bem como de seus parceiros e aliados.
Atualmente a associação da compreensão de saúde e educação,permite à população buscar assegurar ações de promoção, prevenção e assistência em saúde, na diretriz da integralidade, um dos princípios básicos do Sistema Único de Saúde (SUS).
O usuário do Sistema de Saúde será motivado a lutar pela conquista dos seus direitos, e esta conquista só acontece de forma organizada com a mobilização e participação popular.
Quando se trabalha com as classes populares, deve-se respeitar sua cultura, tentando mostrar sempre os caminhos a serem seguidos e não os impondo, uma vez que “a sociedade brasileira é um amálgama de varias ancestralidades, trajetórias individuais e familiares marcadas por migração,valores, culturas, expressões, símbolos e identidade”.
O trabalho em comunidade exige que os profissionais de saúde, o façam de maneira coletiva, considerando que o maior beneficiado deverá ser a população.
A Educação Popular é o saber que orienta nos difíceis caminhos, cheios de armadilhas, da ação pedagógica voltada para a apuração do sentir/pensar/agir dos setores subalternos para a construção de uma sociedade fundada na solidariedade,justiça e participação de todos (KAREN,1995).
Assim, há um longo percurso a ser trilhado, para aprofundar a relação entre Educação Popular e Saúde. Muitos desafios são tecidos no Movimento de Educação Popular e Saúde que, partindo das experiências locais, buscam potencializar seu caráter de articulação, de produção de conhecimento e de intervenção na luta por saúde.

KAREN, G. Saúde em debate. n. 46, mar.
VASCONCELOS, E. M. Educação popular nos serviços de saúde. 3. ed. São Paulo:Hucitec,1997.
PALUDO C. Educação popular em busca de alternativas: uma leitura desde o Campo Democrático Popular. Porto Alegre: Tomo Editorial, Camp, 2001.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997. 
BRANDÃO, C. R. Educação popular. Brasiliense,São Paulo,1985.

A Educação Popular em Saúde (EPS) é um saber importante para a construção da cidadania e participação social na medida em que vem contribuindo para a criação de uma nova consciência sanitária das políticas públicas. Adotada como “diretriz teórica e metodológica da política de Educação em Saúde do Ministério da Saúde.(BRADÃO,1985). Vem sendo adotada como “diretriz teórica e metodológica da política de Educação em Saúde do Ministério da Saúde e para que esta política se torne uma estratégia prioritária de humanização do SUS e da adequação de suas práticas e técnicas na lógica de vida da população,mediante a valorização de formas participativas de relação entre os serviços de saúde e os usuários (BRANDÃO,1985).
A Educação Popular se constitui inicialmente no Brasil, como um movimento libertário, trazendo uma perspectiva teórico-prática ancorada em princípios éticos potencializadores das relações humanas forjadas no ato de educar, mediadas pela solidariedade e pelo comprometimento com as classes populares.
O processo histórico da Educação Popular se constitui como elemento inspirador de formas participativas, críticas e integrativas de pensar e fazer saúde, seus conhecimentos técnicos, metodológicos e éticos são significativos para o processo atual de implementação do SUS. Na área da saúde, movimentos e coletivos vêm promovendo reflexões, construindo conhecimentos e ações num processo de diálogo entre serviços, movimentos populares e espaços acadêmicos, para contribuir com a consolidação de um projeto de sociedade e de saúde mais justo e equânime.
Considerando seu histórico de experiências, reflexões e conhecimentos, a Educação Popular em Saúde apresenta-se como um caminho capaz de contribuir com metodologias, tecnologias e saberes para a constituição de novos sentidos e práticas no âmbito do SUS. Interage não apenas no que diz respeito à educação em saúde, mas, sobretudo no delineamento de princípios éticos orientadores de novas posturas no cuidado, na gestão, na formação e na participação social em saúde.
Por meio da conjunção de saberes, vivências e práticas que se opõem à situação de opressão e exclusão social existente, a Educação Popular em Saúde busca identificar situações limites, entendidas como as que exigem transformação no contexto local por dificultarem a concretização dos sonhos de uma vida digna e ética, para o coletivo das populações. Para Freire (1997), é a partir do contexto concreto/vivido que se pode chegar ao contexto teórico, o que requer curiosidade, problematização, criatividade, o diálogo, a vivência da práxis e o protagonismo dos sujeitos na busca da transformação social.
“O diálogo é o encontro dos homens mediatizados pelo mundo para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto na relação eu/tu e por seu inacabamento o sujeito está sempre se construindo mediatizado pelo mundo” (FREIRE, 1997).
A PNEPS reafirma o compromisso com a universalidade, a equidade, a integralidade e a efetiva participação popular no SUS. Propõe uma prática político-pedagógica que perpassa as ações voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a partir do diálogo entre a diversidade de saberes valorizando os saberes populares, a ancestralidade, o incentivo à produção individual e coletiva de conhecimentos e a inserção destes no SUS.
O ser humano está em constante construção e aprendizado. O diálogo acontece quando cada um, de forma respeitosa, coloca o que sabe à disposição para ampliar o conhecimento crítico de ambos acerca da realidade contribuindo com os processos de transformação e humanização. O diálogo não torna as pessoas iguais, mas possibilita nos reconhecermos diversos e crescermos um com o outro; pressupõe o reconhecimento da multiculturalidade e amplia nossa capacidade em perceber, potencializar e conviver na diversidade.
A valorização da amorosidade significa a ampliação do diálogo nas relações de cuidado e na ação educativa pela incorporação das trocas emocionais e da sensibilidade, propiciando ir além do diálogo baseado apenas em conhecimentos e argumentações logicamente organizadas.
A problematização implica a existência de relações dialógicas e enquanto um dos princípios da PNEPS propõe a construção de práticas em saúde alicerçadas na leitura e análise crítica da realidade.
O compartilhamento de um grupo ou coletivo na produção de idéias, intenções, planos e projetos na esfera da teoria, da técnica ou da sabedoria prática tem como base a prática do diálogo que acontece no encontro com formas diferentes de compreender os diversos modos de andar a vida, nas rodas de conversa com os coletivos sociais, na complementaridade entre as tecnologias científicas e populares e nos amplos sentidos que a saúde apresenta.
A construção compartilhada como recurso para compreender e transformar as ações de saúde desde suas dimensões epistemológicas, teóricas, conceituais, políticas e práticas, tem como ponto de partida o conhecimento e as exigências normativas que são produzidas e acumuladas pela vivência subjetiva de cada um, tornando-se evidentes no encontro entre os sujeitos diversos.
Ter a emancipação como referencial no fazer cotidiano da saúde, pressupõe a construção de processos de trabalho onde os diversos atores possam se constituir sujeitos do processo de saúde e doença, contrapondo-se às atitudes autoritárias e prescritivas e radicalizando o conceito da participação nos espaços de construção das políticas da saúde em busca do inédito viável.
Encontro IV
Setebro de 2014
Unidade Educacional II
Construindo um cuidado integral com equipe e estudantes. - 04 a 06 de Junho
Denise
Liege
Contrato das Facilitadoras
A Especialização em Educação na Saúde para Preceptores do SUS atua na capacitação de profissionais do SUS em educação na saúde, de modo que as atividades educacionais com graduandos e profissionais técnicos ou em pós-graduação possam estar voltadas ao desenvolvimento de um perfil ancorado na integralidade do cuidado e na equidade da atenção. O aluno é desafiado a desenvolver capacidades na sua área de atuação e promover, na sua região de saúde, a construção de projetos aplicativos voltados a incorporação da dimensão educacional na prática dos profissionais do SUS.

No dia 02 de abril de 2014, deu-se a cerimônia de abertura por videoconferencia do curso no auditório Vânia Pimentel, na Universidade Nilton Lins, em nível nacional, realizada pela manhã nas diversas regiões de saúde, com o pronunciamento o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, me fez ter certeza da dimensão do esforço para a realização desse Projeto, tanto Estava ali perdida a tantos conceitos lidos algumas vezes em revistas outras vezes em artigos e ate mesmo ouvidas mas jamais estudadas a fundo sobre tal. O debate foi enriquecedor tanto pelos secretários quanto pela reitora da universidade que disponibilizou o local para esse projeto do IEP juntamente com Ministério da Saúde, porem as palavras da Gestora de Aprendizagem do IEP, me mostrou que terei oportunidade de vivenciar o pensamento de que o SUS existe e que por de trás de vários paradigmas ditos pela própria sociedade, há estudos, há um trabalho em volta de melhoria no campo da saúde e que nós especializando no final desse curso iremos construir um projeto aplicativo como ferramenta para intervir na realidade local, transformando-a e buscando modifica-la através da educação para uma melhor qualidade na saúde.
Abertura
Este portfólio faz parte da conclusão do curso de Especialização em Saúde para Preceptores do SUS, realizado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Sírio Libanês. O curso foi desenvolvido através de uma metodologia ativa que tem sua estratégia pedagógica/didática baseada no aluno e com isso busca despertar a curiosidade deste para o conteúdo relacionado com a realidade.
Expectativas no curso
Segundo Sá Chaves (2000), portfólio é um instrumento de ativação do pensamento reflexivo providenciando oportunidades para documentar, registrar e estruturar os procedimentos e a própria aprendizagem, evidenciando os processos de auto-reflexão, indicando novas pistas,abrindo novas hipóteses que facilitem as estratégias de auto-direcionamento e de reorientação e de auto-desenvolvimento. Diante desse conceito meu portfólio terá um passeio nos conceitos das metodologias ativas,buscará expressar minhas reflexões diante dos desafios lançados e da conquista de novos aprendizados,i.é.,aprendendo a aprender.
Este portfólio faz parte da conclusão do curso de Especialização em Saúde para Preceptores do SUS, realizado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Sírio Libanês. O curso foi desenvolvido através de uma metodologia ativa que tem sua estratégia pedagógica/didática baseada no aluno e com isso busca despertar a curiosidade deste para o conteúdo relacionado com a realidade.
Introdução
Unidade Educacional I - Abertura e Acolhimento
02 de Abril
Encontro VI
16/17/18 Novembro
SP1 "A cada Minuto"
OT1 - Fazer e receber críticas
Unidade Educacional I -"Abertura e Acolhimento
23/04/2014


No dia (23/04), foi nos orientado sobre o acesso no ambiente virtual do curso e também explicado que esse curso se utilizara de metodologias ativas para o nosso processo de aprendizagem. Fiquei animada com a idéia! Confesso que tenho maior facilidade em aprender dessa forma. e dado inicio a atividade no GAF1 pela SP1: “A cada minuto”, nesse texto teve contato imediato com as metodologias ativas que farão parte de todo o processo educativo nesse curso. A principio estive perdida nessas siglas porem busquei de forma rápida observa e adquirir uma explicação que pudesse me aclarar as ideias, pois não me bastou somente ler o texto e sim identificar o que é e do que se trata esse tipo de metodologia usada pelo IEP.
Após a leitura da situação problema: "a cada minuto" se processou uma "brainstorm" no grupo.
A técnica de brainstorm propõe que um grupo de pessoas se reúnam e utilizem seus pensamentos e ideias para que possam chegar a um denominador comum, a fim de gerar ideias inovadoras que levem um determinado projeto adiante. Nenhuma ideia deve ser descartada ou julgada como errada ou absurda, todas devem estar na compilação ou anotação de todas as ideias ocorridas no processo, para depois evoluir até a solução final.
Para uma sessão de brainstorm devem ser seguidas algumas regras básicas: é proibido debates e críticas às ideias apresentadas, pois causam inibições, quanto mais ideias melhor; nenhuma ideia deve ser desprezada, ou seja, as pessoas têm liberdade total para falarem sobre o que quiserem; para o bom andamento, deve-se reapresentar uma ideia modificada ou combinação de ideias que já foram apresentadas; por fim, igualdade de oportunidade - todos devem ter chance de explorar suas ideias.

Pacto do GAF1
Nesse moomento foi inicado no grupo diversidade a construção do processo de avaliação baseada na espiral construtivista. Conforme bibliografias pesquisadas (Solé e UFSC) relatam que a metodologia construtivista busca substituir processos de memorização e de transferência fragmentada de informações do professor para o estudante. Parte da premissa de que aprender não é reproduzir a realidade, mas ser capaz de elaborar uma representação pessoal sobre esta e seus conteúdos1. Essa elaboração implica o desenvolvimento pessoal "na medida em que promove a atividade mental construtiva do aluno, responsável por transformá-lo em uma pessoa única, irrepetível, no contexto de um grupo social determinado" (p. 18).
Em suma, um profissional reflexivo só poderá ser formado por meio de uma prática reflexiva graças a essa fórmula paradoxal apreciada por Meirieu: aprender fazendo o que não se sabe fazer.
1. Universidade Federal de São Carlos. Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Coordenação do Curso de Medicina. Caderno do Curso de Medicina. São Carlos: USFCar; 2006. [ Links ]
2. Solé I, Coll C. Os professores e a concepção construtivista. In: Coll C et al, orgs. O Construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática; 2001.
3.Meirieu P. Aprender- sim, mas como? Porto Alegre: Artmed; 1998
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