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Fisiologia do Coração

PET-Farmácia UNIFOR.
by

Grazielly Oliveira

on 18 August 2013

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Transcript of Fisiologia do Coração

Universidade de Fortaleza
PET-Farmácia

Fisiologia do
Coração

Bárbara Leite e
Grazielly Oliveira

O coração é um órgão único e muscular, que possui como principal função propelir o sangue através dos vasos, fazendo-o chegar a todas as células do organismo.
localiza-se na região mediastínica, levemente deslocado à esquerda do plano mediano.

Circulação do Sangue pelo Coração
O sangue arterial que sai dos pulmões em direção aos tecidos do organismo, não se mistura com o sangue venoso.

Isto vale para aves e mamíferos, em condições fisiológicas.

Contração do Coração

O evento de contração da musculatura cardíaca é essencial para que o coração desempenhe sua função de bomba.

O coração é constituído de três tipos principais de músculo cardíaco: músculo atrial, músculo ventricular e fibras musculares condutoras e excitatórias especializadas.

Atividade Elétrica do Coração
A ativação elétrica ordenada do coração se dá pela propagação, em sequência, de potenciais de ação despolarizantes através das estruturas anatômicas deste órgão.
Ciclo Cardíaco
O batimento cardíaco tem início no nodo sino-atrial (SA), com um potencial de ação gerado de maneira espontânea
.
O potencial de ação se dissemina por todo o miocárdio atrial direito, e chega ao miocárdio atrial esquerdo, levando à contração do miocárdio atrial
.

A onda de ativação converge para a única conexão elétrica existente entre o miocárdio atrial e o ventricular: o nodo atrioventricular.

Após passar pelo nodo AV, a onda de ativação atinge o feixe de His, e passa por ele até chegar às fibras de Purkinge, que são arborizações do feixe de His no miocárdio ventricular.

A onda de despolarização é distribuída a todo o miocárdio dos ventrículos direito e esquerdo.
Contração
Ventricular
Ciclo Cardíaco
O ciclo cardíaco consiste em um período de relaxamento, denominado diástole, durante o qual o coração se enche de sangue, seguido por um período de contração, denominado sístole.
Eletrocardiograma
O eletrocardiograma (ECG) é um exame a no qual é feito o registro da variação dos potenciais elétricos gerados pela atividade elétrica do coração.
Eletrocardiograma
Eletrocardiógrafo
O coração apresenta atividade elétrica por variação na concentração citosólica de íons cálcio. Os Eletrodos sensíveis são colocados em pontos específicos do corpo e registam esta diferença eléctrica.
O aparelho que registra o eletrocardiograma.
O exame é indicado como parte da análise de doenças cardíacas:

- Arritmias cardíacas
- Infarto agudo do miocárdio

Sendo exame de escolha nas emergências juntamente com a dosagem das enzimas cardíacas.
O aparelho registra as alterações de potencial elétrico entre dois pontos do corpo.
Eventos do Eletrocardiograma
Onda P
Corresponde à despolarização atrial, sendo a sua primeira componente relativa ao átrio direito e a segunda relativa ao átrio esquerdo, a sobreposição das suas componentes gera a morfologia tipicamente arredondada (exceção de V1), e sua amplitude máxima é de 0,25 mV.
Tamanho normal:
Altura: 2,5 mm,
comprimento: 3,0 mm,
sendo avaliada em DII.
A Hipertrofia atrial causa um aumento na altura e/ou duração.
Complexo QRS
Corresponde a despolarização ventricular. É maior que a onda P, pois a massa muscular dos ventrículos é maior que a dos átrios.
Os sinais gerados pela despolarização ventricular são mais fortes do que os sinais gerados pela repolarização atrial.
Anormalidades no sistema de condução geram complexos QRS alargado
s.

Onda T
Corresponde a repolarização ventricular, sendo normalmente perpendicular e arredondada.
- A inversão da onda T indica processo isquêmico.
- Onda T de configuração anormal indica hipercalemia.
- Arritmia não sinusal provoca a ausência da onda P.

Onda U
A repolarização atrial não costuma ser registrada, pois é encoberta pela despolarização ventricular (complexo QRS), evento elétrico concomitante e mais potente.
A onda U é oposta à onda P.

Derivações Precordiais

São obtidas unindo-se o terminal de Wilson (T) onde o eletrodo negativo é colocado. O eletrodo explorador, positivo, é colocado sucessivamente sobre as seis posições da superfície torácica.
a) Quarto espaço intercostal, á direita do esterno (V1)
b) Quarto espaço intercostal, à esquerda do esterno (V2)
c) A meio caminho entre os pontos V2 e V4 (V3)
d) Quinto espaço intercostal esquerdo, na linha clavicular média (V4)
e) Quinto espaço intercostal esquerdo, na linha axilar anterior (V5)
f) Quinto espaço intercostal esquerdo, na linha axilar média (V6)
Anatomia Funcional Favorável
- Gap Junctions;
- Sincício Atrial (Parede dos Atrios);
- Sincício Ventricular (Parede dos Ventrículos);
- Barreiras.
Contração em Sincício
O músculo cardíaco pode ser considerado um grande sincício, onde as fibras musculares encontram-se interconectadas por discos intercalares, que promovem a propagação do potencial de ação por toda a treliça de intercomunicações.
Os discos intercalares permitem a difusão quase que totalmente livre de íons, permitindo que um potencial de ação trafegue, de uma célula para outra, com uma restrição muito pequena.
Controle da Excitação e Condução do Potencial de Ação
Marcapassos normais (Nodo SA)
Estimulação simpática (NA)
Estimulação parassimpática (Ach)
Ciclo Cardíaco
Estimulação
Simpática X Parassimpática
Um potencial de ação é uma onda de descarga elétrica que percorre a membrana de uma célula. Potenciais de ação são essenciais para a vida animal, porque transportam rapidamente informações entre e dentro dos tecidos.
Potenciais de Ação
Fases do Potencial de Ação na Célula Cardíaca
Fase Zero:
- Quando um estímulo de intensidade suficiente é aplicado em um tecido ventricular, vai ativar canais de sódio voltagem dependentes, resultando em uma grande e breve, corrente de influxo de sódio.
- Essa corrente provoca uma despolarização adicional que, por sua vez, abre mais canais de sódio levando a um aumento subseqüente de íons sódio no interior da célula, produzindo assim, uma despolarização regenerativa.
Fase 1:

A fase zero é seguida por uma curta repolarização, correspondendo à abertura de canais de potássio, que é ativado pela fase zero.

- Esse canal tem a peculiaridade de se inativar muito rapidamente, permitindo assim, um efluxo de potássio por um tempo muito curto.
- Outra característica desse canal é que sua reativação, que ocorre com a repolarização ao nível do potencial de repouso, é um processo relativamente lento.
- Adiciona-se a essa fase o influxo também de íons cloreto.
Fase 2:
A despolarização inicial produzida pelo influxo de sódio leva, em condições normais, à abertura e ao fechamento de vários tipos de canais iônicos. Dessa forma, a amplitude e a duração do platô, que em última análise determina o curso temporal do PA cardíaco, dependem do balanço entre as várias correntes despolarizantes e repolarizantes.
O término do potencial de ação cardíaco e a volta ao repouso, depende da abertura de um terceiro tipo de canal de potássio, também ativado por despolarização.
- A ativação desse canal ocorre de forma muito mais lenta do que a dos demais canais citados anteriormente, de tal forma que é também chamado canal de potássio retificador tardio.
- Com a ativação de Ik e a inativação dos principais canais iônicos responsáveis pela despolarização - canais de sódio e cálcio -, o potencial transmembrana volta para os níveis de repouso, dada a predominância de corrente repolarizante.

Fase 3:
Fase 4:
Repouso.
Também conhecida como estimulação vagal, onde há liberação de acetilcolina nos nodos lentificando suas descargas, ou seja, aumenta a permeabilidade aos íons potássio.
Há liberação de noradrenalina e adrenalina aumentando as descargas nodais (há aumento da permeabilidade aos íons sádio e cálcio – excitatórios).

- Inotropismo positivo: Aumento da força de contração;
- Cronotropismo positivo: Aumento da frequência cardíaca;
- Dromotropismo positivo: Aumento do tempo de condução da carga elétrica no coração.

Resultados:
Resultados:
Resultados:
- Inotropismo negativo: Diminuição da força de contração;
- Cronotropismo negativo: Diminuição da frequência cardíaca;
- Dromotropismo negativo: Dimuição do tempo de condução da carga elétrica no coração.
1º: PKA --> Ativa Fosforilase Quinase --> Glicogênio - fosforilase = Aumento da glicogenólise (Quebra do glicogênio).
2º: PKA --> Ativa Fosfofrutoquinase = Aumento da Glicólise (Quebra da glicose --> Mais ATP).
3º: PKA --> Inativa Glicogênio Sintetase = Diminuição da Glicogênese ( Produção de Glicogênio).
4º: PKA --> Abertura de Canais de Cálcio = Aumento do influxo de Cálcio e Contração do coração.
Pressão Arterial
A pressão arterial é a força que o próprio sangue, depois de bombeado pelo músculo cardíaco, exerce sobre as paredes dos vasos sanguíneos enquanto percorre cada milímetro do corpo, garantindo assim que todo ele receberá sangue.
Correspondente ao valor medido no momento em que o ventrículo esquerdo bombeia uma quantidade de sangue para a aorta.
Correspondente ao momento em que o ventrículo esquerdo volta a encher-se para retomar todo o processo da circulação.
Pressão Arterial Sistólica:
Pressão Arterial Diastólica:
Regulação da Pressão Arterial
Mecanismo Neural x Mecanismo Hormonal
Vasopressina
Tipos: V1: Músculo Liso dos Vasos.
V2: Ductos Coletores Renais.
Ações: Redução da PA e Aumento da Osmolaridade.
Peptídeo Natriurético Atrial
Responde ao aumento da pressão arterial.
Vasodilatação
Diminuição da RPT
Excreção de Sódio e Água
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