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O Narrador em Memorial do Convento

Beatriz, Diana, Joana, Marta
by

Beatriz Brandão

on 13 May 2014

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Transcript of O Narrador em Memorial do Convento

Surprises!
O
Narrador

But about
connecting
with your audience
Everbody likes to laugh...
use humor
Narrador histórico
Narrador cultural
Doação e transplante de órgãos
A eutanásia
Eutanásia
Ação
Consentimento
Passiva
Ativa
Voluntária
Involuntária
Não-voluntária
Argumentos a favor
Estado de sofrimento de quem se quer sujeitar à Eutanásia
Permitir a dor, o sofrimento e o esgotamento de forças são as formas mais violentas de matar
Quando não há possibilidade de recuperação, já podemos ser considerados mortos
Aborto - fim à vida humana no útero
SE podemos matar em legítima defesa, porque não podemos matar para acabar com o sofrimento?
Eutanásia - fim à vida de um ser em sofrimento
Argumentos contra
Estado de sofrimento de quem se quer sujeitar à Eutanásia
Permitir a dor, o sofrimento e o esgotamento de forças são as formas mais violentas de matar
Quando não há possibilidade de recuperação, já podemos ser considerados mortos
Aborto - fim à vida humana no útero
SE podemos matar em legítima defesa, porque não podemos matar para acabar com o sofrimento?
Eutanásia - fim à vida de um ser em sofrimento
Eticamente aceitável
Eticamente reprovável
BIOÉTICA
Matar ou deixar morrer?
Definição de narrador
Narrador religioso

O narrador é uma entidade fictícia a quem cabe o papel de contar a ação.
Não se identifica com o autor, embora a sua voz se possa misturar com a dele. O autor é o ser real que constrói a narrativa, enquanto o narrador é um ser da própria ficção.

Ciência
Omnisciente
Focalização externa
Focalização interna
Memorial do Convento
Categorias da Narrativa
Narrador
Ação
Personagens
Tempo
Espaço
em
B
eatriz Tavares

D
iana Gomes

J
oana Valente

M
arta Soares

Narrador...
anti-épico
“O cântaro está à espera da fonte.”
"Ainda agora a procissão vai na praça."
“ Pela casca não se conhece o fruto, se lhe não tivermos metidos o dente “
“ (…) fazer o bem olhando a quem”
“Lisboa cheira mal, cheira a podridão, o incenso dá um sentido à fetidez, o mal é dos corpos, que a alma, essa, é perfumada”

“ Vestem a rainha e o rei camisas compridas (…)”
“(…) levam os petrechos para a condução, convém a saber, cordas e calabares, cunhas, alavancas, rodas sobressalentes feitas pela medida das outras, eixos para o caso de se partirem alguns dos primitivos, escoras de vário tamanho, martelos, torqueses, chapas de ferro, gadanhas (…)”
“…a procissão é uma serpente enorme que não cabe direita no Rossio e por isso se vai curvando e recurvando como se determinasse chegar a toda a parte ou oferecer o espectáculo edificante a toda a cidade…”
História de Manuel Milho

“ daqueles homens que conhecemos no outro dia vão na viagem José Pequeno e Baltasar, conduzindo cada qual sua junta”
Presença
Heterodiegético
Homodiegético
“El-rei foi a Mafra escolher o sítio onde há-de ser o convento. Ficará neste alto a que chamam de Vela(...)"
" (...) nesta terra de Mafra não há pátios de comédias, não há cantarinas nem representantes, ópera só em Lisboa, para vir o cinema ainda faltam duzentos anos, quando houver passarolas a motor, muito custa o tempo a passar, até que chegue a felicidade...”
“(…) até que adormece no meio duma avé-maria cheia de graça, ao menos com essa foi tudo tão fácil, bendito seja o fruto do vosso ventre, e é no do seu ansiado filho que está pensando, ao menos um filho, Senhor, ao menos um filho”


“(…) porque os oficiais da obra em dois dias tinham tornado a levantar tudo, multiplicaram-se as moedas, que foi bem melhor que terem-se multiplicado os pães.”

“…se este rei não se acautela acaba santo.”
“E Camões do olho direito”

“(…) nem Romeu que, descendo, colhe debruçado beijo de Julieta”

“E a arraia-míuda da serventia acomoda-se à ponta, cada qual com seu igual”

“…este tal foi o infante D. Henrique, consoante o louvará um poeta por ora ainda não nascido”
“Ainda agora a procissão vai na praça.”

“Dai a César o que é de Deus e a Deus o que é de César.”

“Que de louco todos temos um pouco.”
“Conhecemos o narrador que se comporta de um modo imparcial, que vai dizendo escrupulosamente o que acontece, conservando sempre a sua própria subjectividade fora dos conflitos (...)



José Saramago, (1999) IN Jornal de Letras

Mas há um outro tipo de narrador, mais complexo, que não tem uma voz única: é um narrador substituível, um narrador que o leitor vai reconhecendo como constante ao longo da narrativa, mas que algumas vezes lhe causará a estranha impressão de ser outro. O narrador será também inesperadamente um narrador que se assume como pessoa colectiva. (...)


E pode finalmente, mas de um modo não explícito, ser a voz do próprio autor, dado que o autor, capaz de fabricar todos os narradores que entender, porquanto ele sabe, e não o esquece nunca, tudo quanto tiver acontecido depois da vida delas [as personagens].”.
Fonte: Infopédia
Heterodiegético
Autodiegético
Narrador (...)relata uma história
na qual não participa.
Gramática Prática de Português
Narrador (...)relata uma história na qual participa como testemunha ou personagem secundária.
Gramática Prática de Português
“ Já lá vai pelo mar fora o padre Bartolomeu Lourenço, e nós que iremos fazer agora, sem a próxima esperança do céu, pois vamos às touradas que é bom divertimento”.
Homodiegético
“E eu, vosso rei de Portugal, Algarve e o resto, que devotadamente vou segurando uma destas sobredouradas varas, vede como se esforça um soberano para guardar no temporal e no espiritual, pátria e povo, bem podia eu ter mandado em meu lugar um criado, um duque ou um marquês a fazer as vezes, porém eis-me em pessoa.”
Autodiegético
Narrador (...)enquanto pesonagem central da história, relata as suas próprias vivências.
Gramática Prática de Português
Narrador principal
Sebastiana Maria de Jesus
(mãe de Blimunda)
João Elvas
Fidalgo
Manuel Milho
D. João V
Vozes narrativas
Vozes narrativas
Vozes narrativas
Vozes narrativas
Vozes narrativas
Narrador (...) mostra ter conhecimentos ilimitados relativamente às personagens, ao tempo, à ação..., conhecimentos que ultrapassam a mera observação.
Gramática Prática de Português
O relato é feito segundo o ponto de vista de uma personagem.
Gramática Prática de Português
Narrador (...) apenas refere o que é observável.
Gramática Prática de Português
“(...)e esta sou eu, Sebastiana Maria de Jesus, um quarto de cristã-nova, que tenho revelações, mas disseram-me no tribunal que era fingimento, que ouço vozes do céu, mas explicaram-me que era efeito demoníaco…”
" Num canto da abegoaria desenrolaram a enxerga e esteira, aos pés dela encostaram o escano, fronteira arca...”
Omnisciente
Focalização interna
Focalização externa
NARRADOR
omnisciente
focalização interna
focalização externa
vozes narrativas
autodiegético
heterodiegético
homodiegético
subjetivo
objetivo
Posição
Objetivo
Subjetivo
em
Memorial do Convento
Não participante
Participante
narrador cultural
narrador religioso
narrador histórico
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