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Visita de Estudo à Linha de Cascais/Sintra

11ºA Biologia e Geologia
by

Laura Gabriel

on 1 June 2011

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Transcript of Visita de Estudo à Linha de Cascais/Sintra

No dia 26 de Abril de 2010, as turmas 11ºA e 11ºB foram descobrir as maravilhas geológicas na linha de Cascais/Sintra. Esta área localiza-se no Maciço Eruptivo de Sintra. Linha de Cascais/Sintra O Maciço Eruptivo de Sintra é uma formação geológica fruto da exposição de rochas magmáticas intrusivas à superfície devido às forças de erosão. Estas primeiro erodiram a cobertura sedimentar que se formou após a consolidação do Maciço. Este, por sua vez, ascendeu devido a forças compressivas, "cortando" os estratos sedimentares superfíciais, constituídos essencialmente por calcários margosos, calcários e arenitos do Jurássico Superior e início do Cretácico Superior. A intrusão magmática metamorfiza as rochas encaixantes (metamorfismo de contacto), formando uma auréola metamórfica. A intrusão também é causa de forte deformação das rochas sedimentares onde esta se insere. Devido aos processos geológicos de alteração das rochas já referidos, o MES caracteriza-se por um gume afiado (rochas ígneas) inserido numa estrutura em abóbada (rochas sedimentares). Boca do
Inferno Neste local foi possível o visionamento de campos de lapiás na parte superior e a própria estrutura do local, provocada pelo
abatimento de uma gruta. Neste local são notórios os efeitos de abrasão marinha e reacções de carbonatação, que provoca a destruição dos calcários. Estes calcários, porém, são atravessados por
filões de origem vulcânica. Alguns destes filões deixaram apenas o testemunho da sua
passagem (recortes no calcário). Dunas de
Oitavos Nas dunas de Oitavos foi possível visualizar o processo de acumulação de areias por factores de geodinâmica externa. Através dos fenómenos de diagénese, estes sedimentos convertem-se em arenitos. Estas formações são alvo de forte meteorização física por parte das plantas pois as suas raízes, ao penetrarem o arenito, degradam-no, provocando as reentrâncias visíveis nas imagens. Praia do
Guincho Foram observados os diversos estratos geológicos de origem sedimentar, com inclinação considerável, assim como filões que penetram estes calcários devido a intrusões magmáticas. Cabo Raso/
Praia do Abano Neste local é possível observar alguns aspectos geológicos que resultam da erosão marinha actual (avanço do mar com destruição das arribas). É possível visualizar também filões com rochas de textura afanítica e campos de lapiás. Assume-se como uma continuidade da praia do Guincho, embora menos frequentada, não só pela sua pequena extensão de areal como também pelos difíceis acessos existentes. É caracterizada por uma forte ondulação e ventos fortes, responsáveis pela erosão e recuo das arribas. Cabo
da Roca A partir do Cabo da Roca foi possível avistar o granito rosa das Camarinheiras, a
Norte e o sienito da ribeira do Louriçal a Sul. É o ponto mais ocidental da Europa e verifica-se uma predominância de granitos. Praia Grande do Rodízio Na arriba que limita a sul a Praia Grande existem estratos de cálcários dispostos numa posição quase vertical, devido à acção de forças compressivas. Existe um jazigo de pegadas de dinossauro, impressas e preservadas no processo de diagénese das rochas consolidadas daquela zona. Estas foram sendo soterradas com outros estratos, mas ss pegadas foram postas a descoberto pelo desgaste das camadas sedimentares superiores àquela onde estão impressas. Com esta actividade aprendi a aplicar os meus conhecimentos de Geologia no terreno e a recolher informações relativas aos dados geológicos do ambiente. Webgrafia http://sites.google.com/site/geologiaebiologia/visitas-de-estudo#TOC-Percurso-geol-gico-na-regi-o-de-Cas

http://antonio-fonseca.com/Unidades%20Curriculares/2-Ano/Trabalhos%20de%20Campo%20I/8%20Diversos/sintracascais.pdf FIM Elaborado por:
Laura Gabriel 11ºA, nº.16 É possível observar dobras do tipo sinclinal de rochas do complexo vulcânico do maciço de Sintra. Apresença de brechas vulcânicas sugere episódios de vulcanismo explosivo e efusivo.
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