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Dois Modelos de Consciência

Uma apresentação para o seminário de Neurofilosofia.
by

Fabricio Pontin

on 4 October 2013

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Transcript of Dois Modelos de Consciência

Uma perspectiva fenomenológica para inteligibilidade e jogos
Dois modelos de consciência
Computadores interpretam inputs. Nós também.

O jogo de xadrez mudou com a introdução de computadores altamente capazes e as interações desses computadores com chessmasters.

Podemos decidir por um modelo mais matemático na tomadas de decisões. Isso significa que essa é a linguagem natural do cérebro?
Modificação de padrões
Quem está jogando?
Três jogos da velha
Do computers think of sweet texas toasts?


Intencionalidade enquanto referência

“Sentido” enquanto modelo algorítimo de modificação de impulsos {iff x, y. (x)->(y) [q.e.d.]}

Nossa mente recebe um impulso e reage ao impulso de forma necessária, moldada na própria estrutura fisiológica do cérebro.

Intencionalidade enquanto aproximação
Constituição de sentido inclui um elemento de “desordem”

Interno e externo enquanto expressões de uma certa “naive attitude”
Dois modelos de Intencionalidade
O constitutivo é o que não escolhemos: passividade enquanto chave

Objetividade e o “ótimo”-> fundação e geração de significados “novos”

Ordem e desordem: consciência e o espelho da consciência

Preferência e optimização

A remodalização do conceito de mundo vivido
Husserl, III
Experiência
Julgamento
Comportamento
Racionalidade
Mundo vivido enquanto estrutura
Monadismo

Constituição temporal da consciência

Retenção
Apresentação
Repetição
Memória
Representação
Projeção

Monadismo: intencionalidade enquanto aproximação, mundo vivido enquanto limite.
Husserl, II
“o meu com fritas”
Uma perspectiva fenomenológica para inteligibilidade e jogos
Dois modelos de consciência
Se a atribuição de certas redes inferenciais como necessariamente melhores que outras é possível, é também possível sugerir que existe, de fato, uma estrutura necessária da consciência que estamos resolvendo?

Nessa medida, a história da mente humana, é uma espécie de esforço de uma hive mind em encontrar a modificação ideal de uma estrutura que já é dada?
Necessidade e Sentido
Análise de jogos: computadores erram ao avaliar chances em jogos entre humanos

Computadores acertam ao avaliar jogos entre computadores.

Blefe vs Erro (ou, minimax vs maxmax)

Constituição da realidade do jogo vs constituição da realidade do “problema”
“esse cara não está pensando, ele está modificando algorítimos!”
Phase                         Classification                ~ # of positions          Moves  
·         Initial position                     *                                     1                            0
·         Opening                        xxo*oxx                +-    5     x 10^6           1   -  5
·         Opening                  xxxooo*oooxxx           +-  40     x 10^6          6   - 10 
·         Middle game       xxxoooo*ooooxxx          +-  45     x 10^6         11  - 15
·         Middle game         xxxooo*oooxxx            +-  40     x 10^6         16  - 20
·         End game                xxxo8*8oxxx              +-    5     x 10^6         21  - 25
·         End game                      xo*8x                   +-    5     x 10^6         26  - 30
·         End game                        o*8                    +-    0.1  x 10^5         31   - Final move

Número de jogadas possíveis (sem contar jogadas absurdas): 140 milhões
Número de jogos possíveis (sem contar jogos absurdos): 3 até 5 milhões
Um set de números (muito grandes)
Deep blue: 200 milhões de posições por segundo (com lixo)

Pocket fritz: 20 mil posições por segundo (sem lixo)

Deep blue: força bruta, considera moves {0,0; 50,0; 0,50}

Pocket fritz: jogo sem desperdício, todas as moves possíveis são, em termos de Game Theory, {100, 0}
O teste de Turing
São 255.168 jogos possíveis

Let {x} be the first move,
131,184 jogos finalizados possiveis para (X)
77,904 jogos finalizados possiveis (O)
46,080 jogos possíveis são empates

Dois indivíduos conscientes do set de jogadas possíveis e regras do jogo vão quase sempre empatar.

O jogo está resolvido.

O jogo ainda é um jogo?
Um set de números
public class TripleT { enum State{Blank, X, O}; int n = 3; State[][] board = new State[n][n]; int moveCount; void Move(int x, int y, State s){ if(board[x][y] == State.Blank){ board[x][y] = s; } moveCount++; //check end conditions //check col for(int i = 0; i < n; i++){ if(board[x][i] != s) break; if(i == n-1){ //report win for s } } //check row for(int i = 0; i < n; i++){ if(board[i][y] != s) break; if(i == n-1){ //report win for s } } //check diag if(x == y){ //we're on a diagonal for(int i = 0; i < n; i++){ if(board[i][i] != s) break; if(i == n-1){ //report win for s } } } //check anti diag (thanks rampion) for(int i = 0;i<n;i++){ if(board[i][(n-1)-i] != s) break; if(i == n-1){ //report win for s } } //check draw if(moveCount == (n^2 - 1)){ //report draw } } }
Três jogos da velha
“Dave, I am afraid”
Dois argumentos ontológicos
Real/Reeal

Intuição categórica -> modelo de inteligência

Modelo semântico: indicação//expressão

Consciência enquanto modo de aproximação e distanciamento daquilo que é percebido
Husserl, I

Modo semântico, ou, (pré) fenomenologia da associação -> Husserl, I

Modo monista, ou, fenomenologia genética -> Husserl, II

Modo “colapsado”, ou, fenomenologia generativa -> Husserl, III
Algumas definições, ou três modos de fazer fenomenologia
Nothing in the universe is contingent, but all things are conditioned to exist and operate in a particular manner by the necessity of the divine nature. eIpXXIX
Um modelo de necessidade
It is possible that yet another unique quality of man is a capacity for genuine, disinterested, true altruism. I hope so, but I am not going to argue the case one way or the other, nor to speculate over its possible memic evolution. The point I am making now is that, even if we look on the dark side and assume that individual man is fundamentally selfish, our conscious foresight—our capacity to simulate the future in imagination—could save us from the worst selfish excesses of the blind replicators. We have at least the mental equipment to foster our long-term selfish interests rather than merely our short-term selfish interests. We can see the long-term benefits of participating in a 'conspiracy of doves', and we can sit down together to discuss ways of making the conspiracy work. We have the power to defy the selfish genes of our birth and, if necessary, the selfish memes of our indoctrination. We can even discuss ways of deliberately cultivating and nurturing pure, disinterested altruism— something that has no place in nature, something that has never existed before in the whole history of the world. We are built as gene machines and cultured as meme machines, but we have the power to turn against our creators. We, alone on earth, can rebel against the tyranny of the selfish replicators. (Richard Dawkins, The Selfish Gene, p. 200-1)

There is a third possibility, which may be more serious. Your computer may have made an error in predicting the fault. (Arthur C. Clarke, 2001, Odissey One, p. 51)
Duas contingências
Três jogos da velha

Familiaridade
{constituição do espaço primário do que “preferimos {{

Estranhamento
{re-consideração de elementos “preferidos” {{

Experiências divididas e o background/foreground de experiências
Mundo-Vivido e passividade
Fabricio Pontin
PhD Candidate, SIUC/ Phenomenology Research Center, Carbondale

“I know I made some very bad decisions”
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