Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of Abordagens Funcionalistas da Linguagem

Apresentação de trabalho em grupo feito para aprovação em disciplina do curso de pós em Língua Portuguesa (UVA)
by

Eduardo Oliveira

on 13 May 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Abordagens Funcionalistas da Linguagem

Gramática Normativa Agradecemos a atenção
de todos vocês! MARTELOTTA, Mário. (2011) et. al. (orgs.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto.

Neves, M. H. M. Uma visão geral da gramática funcional. Alfa, São Paulo, 38: 109-127, 1994. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/76726183/MOURA-NEVES-UMA-VISAO-GERAL-DA-GRAMATICA-FUNCIONAL>. Acesso em: 10 nov. 2012.

ROSÁRIO, Ivo da Costa. Gramaticalização: uma visão teórico-epistemológica. Palimpsesto: Revista do Programa de Pós-graduação em Letras da Uerj. n. 11. ano 9, 2010. ISSN 1809-3507.

SOUZA, Mario Cesar da Silva. Funcionalismo. In: A sintaxe dos predicados existenciais no português brasileiro atual. Dissertação de Mestrado (Letras)-PUC-Rio. Rio de Janeiro, 2009. Disponível em: <http://www2.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/0710555_09_cap_02.pdf> . Acesso em: 10 nov. 2012. Referências Princípios funcionalistas
Para que os princípios da transitividade e do plano discursivo sejam entendidos, é de extrema importância que se estabeleça a diferença entre a posição central e a posição periférica de um texto. Essas posições estão intrinsicamente relacionadas aos conceitos de figura e fundo. Transitividade e plano discursivo Exemplo no nível fonológico: Princípios funcionalistas/Marcação Oposição entre os fonemas /p/ e /b/

pata x bata

O fonema /p/ é mais sonoro, por isso é uma forma marcada.
O fonema /b/ é menos sonoro, por isso é uma forma não marcada. Princípios funcionalistas/Informatividade É importante a análise do status informacional, pois auxilia na constituição da situação discursiva, no sentido que interfere, por exemplo na ordenação que os referentes assumem dentro do contexto. Status informacional Princípios funcionalistas/Iconicidade Exemplos: I) "em boa hora" > "embora"
Com significado concessivo:
Embora tenha estudado muito, não passou.
Com significado de afastamento:
Vou embora assim que a aula acabar.

II) "contralto" e "soprano"
Gênero masculino x Gênero feminino.

Na última apresentação da Tosca, no Teatro Municipal, o contralto Maria da Silva cantou melhor que o soprano Vera da Silva.

A principal estrela estrangeira programada para dividir o palco com os brasileiros é a contralto norte-americana Dianne Reeves.
Ganha impulso a partir de 1980 com a formação de grupos de pesquisadores que propõem fatores de natureza comunicativa e cognitiva para interpretar o funcionamento de tópicos morfossintáticos em textos falados e escritos.

Em 1987, Rodolfo Ilari publica "Perspectiva funcional da frase portuguesa", que trata do dinamismo comunicativo em termos de tema e rema. Funcionalismo Linguístico no Brasil O Funcionalismo Linguístico Norte-americano
Em 1979, publica From Discourse of Syntax.

Nesse texto, afirma que a sintaxe existe para desempenhar uma certa função, e é essa função que determina a sua maneira de ser.

Seus trabalhos se caracterizam pela busca de parâmetros substantivos, ou seja, motivados comunicativa ou cognitivamente, para a explicação de fatos gramaticais. Talmy Givón O Funcionalismo Linguístico Norte-americano Tendências Defende uma dada estrutura da língua não pode ser proveitosamente estudada, descrita ou explicada sem referência à sua função comunicativa.

Pretende explicar a língua com base no contexto linguístico e na situação extralinguística, já que, para essa corrente, há um forte vínculo entre gramática e discurso.

Acredita-se que para compreender o fenômeno sintático, é necessário estudar a língua em uso em seus contextos discursivos específicos, pois é neste espaço que a gramática é constituída (gramática emergente).

As regras da gramática são modificadas pelo uso, e, portanto, é necessário observar a língua como ela é falada. A teoria funcionalista ganhou força a partir da década de 1970 nos Estados Unidos.

Vamos ver quais as tendências e os funcionalistas americanos. Funcionalismo Linguístico Norte-Americano VISÃO EM LINHAS GERAIS

O que é?
Quem são seus contribuidores?
Principais postulados teóricos.
Princípios funcionalistas. O Funcionalismo Linguístico O Funcionalismo Linguístico O Funcionalismo foi um movimento de ruptura com a forma, concebendo a linguagem como um instrumento de interação social.

Foi possível identificar os vários estudiosos sobre essa questão da língua e linguagem, expoentes não só da Linguística, mas de outras ciências, tais como: Mathesius, Tubetzkoy, Jakobson, Martinet, Halliday, Dik etc., na linha do Funcionalismo europeu; e Boliger, Thompson, Hopper, Du Bois e outros contemporâneos da linha norte-americana.

Os domínios da sintaxe, semântica e pragmática são relacionados e interdependentes.

A estrutura ou a forma da língua é uma variável dependente, resultante de regularidades das situações comunicativas. Concluindo… Princípios funcionalistas/Transitividade e Plano discursivo
O texto é dividido em vários planos discursivos, que auxiliam a distinção entre as informações centrais e as informações periféricas.

As orações que possuem uma alta transitividade assumem o papel central do texto. Já as orações que possuem uma transitividade mais baixa ficam destinadas à posição periférica do texto. Plano discursivo Princípios funcionalistas/Transitividade e Plano discursivo Exemplos: Ela ofendeu o gerente.
Ela vendeu a casa.
Ela chegou ao shopping.


A primeira oração possui um nível de transitividade maior em relação às outras, pois o verbo empregado é mais dinâmico, a posição de agente do sujeito é mais forte e a ação sofrida pelo objeto é mais evidente. Transitividade
segundo o funcionalismo Exemplos: Princípios funcionalistas/Transitividade e Plano discursivo
I. Ela ofendeu o gerente.
II. Ela vendeu a casa.
III. Ela chegou ao shopping.

Na 1ª frase, o verbo é transitivo direto, pois possui como complemento um objeto direto.
Na 2ª frase, o verbo é transitivo direto, pois possui como complemento um objeto direto.
Na 3ª frase, o verbo é intransitivo, pois não exige um complemento. É acompanhado de um adjunto adverbial. Transitividade
segundo a gramática tradicional Princípios funcionalistas/Transitividade e Plano discursivo
Gramática tradicional: o conceito de transitividade está relacionado aos verbos.

Funcionalismo: a transitividade de um verbo é comprovada pelas diversas aplicações que a ação feita por um agente exerce sobre um paciente. Transitividade Princípios funcionalistas/Transitividade e Plano discursivo Figura é a parte que apresenta os principais pontos do discurso, caracterizada por uma sequência temporal de eventos concluídos, afirmativos que é de responsabilidade do agente da ação.

Fundo é a parte do discurso que explica ou estende o que está recebendo destaque pelo falante, ou seja, é a descrição das ações realizadas pelo agente. Figura e fundo Princípios funcionalistas/Marcação Exemplo no nível sintático: Oposição entre frases.

Eu compro roupas.
Roupas eu compro.

A primeira frase é não marcada, porque apresenta a estrutura normal: sujeito + verbo + complemento.
A segunda frase é marcada, pois foge a estrutura normal, já que está formada como complemento + sujeito + verbo. Princípios funcionalistas/Marcação Exemplo no nível morfológico: Oposição entre as palavras garoto e garotos.

garoto (0) X garotos


A palavra garoto possui desinência (0) para indicar singular, por isso é não marcada.
A palavra garotos possui desinência –s, indicadora de plural, por isso é marcada. Princípios funcionalistas Refere-se ao nível de novidade e complexidade de uma forma linguística e que pode estar ligada à intenção do falante de dar maior expressividade ou não a uma determinada estrutura.

O princípio da marcação pode explicar a diferença entre categoria marcada e categorias não marcadas, levando em consideração um contraste binário. Marcação Exemplo: Princípios funcionalistas/Informatividade É aquele que foi introduzido pela primeira vez no discurso.




Eu e minhas amigas estávamos em uma boate, nos divertindo, quando chega um garoto deslumbrante e quebra o clima entre nós.


O referente um garoto não havia sido citado anteriormente. É uma nova informação que foi inserida no discurso. Referente novo Princípios funcionalistas É o princípio de focaliza o conhecimento que os interlocutores compartilham, na interação verbal.

A aplicação desse princípio se tem voltado para o exame do status informacional dos referentes nominais.

Desse modo, um sintagma nominal pode ser classificado como dado, novo, disponível e inferível. Informatividade O Funcionalismo Linguístico Norte-americano Quem são os funcionalistas norte-americanos? O Funcionalismo Linguístico Contexto/situação comunicativa: o propósito do ato de fala, seus participantes e seu contexto discursivo.

Competência Comunicativa: é a habilidade de se usar um sistema linguístico determinado de forma apropriada em todas as situações da vida cotidiana, considerando as funções e variedades da linguagem, bem como as situações socioculturais em que se estabelecem. não envolve apenas os pontos ou aspectos estritamente linguísticos.

Pragmática: é um conjunto completo de conhecimento, crenças, suposições, opiniões e sentimentos disponíveis em qualquer momento da interação

Função: valorização do uso da língua voltado para uma determinada finalidade. Conceitos O Funcionalismo Linguístico A teoria funcionalista concebe a língua como um instrumento de comunicação e postula que esta não pode ser considerada como um objeto autônomo, mas uma estrutura submetida às pressões provenientes das situações comunicativas, que exercem grande influência sobre sua estrutura linguística. Visão funcionalista da linguagem Christiane Filpi
Cynthia Capitanio
Elizabeth Faria
Fabio de Paulo
Priscila Alves Abordagem Funcionalista da Linguagem Princípios funcionalistas/Informatividade Exemplo: É aquele que não foi mencionado anteriormente no discurso, mas sua identificação é possível através da inferência de outras informações dadas.



Quando eles perceberam, a matéria já estava dada e escrita no quadro. Foi quando pediram à professora que a explicasse de novo.

A sua existência é notada através de outros elementos mencionados no texto, como alunos e matéria dada. Referente inferível Exemplo: Princípios funcionalistas/Informatividade É aquele que ainda não foi citado no discurso, mas o locutor julga ser de conhecimento do interlocutor.



Eu fui a Petrópolis com uma amiga, que nunca tinha subido a serra.


O referente Petrópolis é de conhecimento do interlocutor, por mais que não tenha ainda aparecido no discurso. Referente disponível Princípios funcionalistas/Informatividade

É aquele que já ocorreu no texto ou está disponível na situação de fala.




A menina disse que (a menina) queria viajar com as amigas.


Por mais que o referente a menina não tenha sido citado na segunda oração, sua presença é perceptível, pois já havia aparecido na primeira oração. Referente dado O Funcionalismo Linguístico Norte-americano
Em parceria com Thompson, escreveu, em 1980, o livro "Transitivity in grammar and discourse".

Hopper e Thompson reinterpretaram o conceito tradicional de transitividade como uma propriedade escalar constituída de dez parâmetros sintáticos-semânticos independentes e covariantes.

De acordo com a presença ou ausência desses parâmetros , a passiva pode ser menos ou mais transitiva.

O complexo da transitividade e seus parâmetros individuais se associam a uma função discursivo-comunicativa: a de assinalar as porções centrais e periféricas de um texto narrativo. Paul Hopper O Funcionalismo Linguístico Norte-americano
Realizou vários estudos, porém o que mais se destaca é o sobre as passivas em inglês.

Para ela, a ocorrência da passiva em inglês é motivada por dois fatores pragmáticos distintos: um deles prediz uma passiva sem agente e o outro, uma passiva com agente. Sandra Thompson O Funcionalismo Linguístico Norte-americano
É apontado com o pioneiro do funcionalismo norte-americano.

Chamava a atenção para o fato de que fatores pragmáticos operavam em determinados fenômenos linguísticos. Dwight Bolinger O Funcionalismo Linguístico O Funcionalismo é uma corrente linguística herdeira do Estruturalismo, mas que se opõe a ele.

Estruturalismo (Saussure - 1916)
Gerativismo (Chomsky - 1957)

versus

Europeu (Círculo Linguístico de Praga
ou Escola de Praga – 1928-1939)
Norte-americano O que é? Princípios funcionalistas Fale mais sobre isso Então a gramática muda? “A gramaticalização pode ser considerada como um processo de estruturação da mudança linguística.” (SOUZA, 2009, p. 27). Gramaticalização Princípios funcionalistas/Marcação
É aquela considerada mais corriqueira, que exige pouca expressividade do falante, tendo em vista que é uma construção automatizada. Forma não marcada É aquela que impõem ao falante um maior esforço de entendimento, pois não são usuais, causando assim uma estranheza. Forma marcada Princípios funcionalistas/Iconicidade Não existe, muitas vezes, relação clara entre forma e significado, expressão e conteúdo.

Muitas vezes o significado original do elemento linguístico já se perdeu parcial ou totalmente. Problemas: Características: Tempo como metáfora do espaço.
Ícone = forma e significado ou função. O Funcionalismo no mundo O Funcionalismo Linguístico Europeu/
Teóricos contemporâneos Linguista holandês Simon Dik

Escola Holandesa – a partir da década de 1970

Desenvolveu o modelo de sintaxe funcional em que as funções de uma sentença são analisadas em três níveis distintos: sintático, semântico e pragmático.

Ex.: João chegou cedo.
João desempenha:
a função sintática de sujeito;
a função semântica de agente; e
a função pragmática de tema.

Com esse modelo, Dik considera não só as funções gramaticais, como também as relações entre falantes e ouvintes na interação social. O Funcionalismo Linguístico Europeu/Teóricos Linguista tcheco Vilém Mathesius
Fundador da Escola de Praga.

Realizou as primeiras análises sobre o funcionalismo, especialmente em relação ao uso dos termos função/funcional. Cabe esclarecer que o termo função apresenta uma variedade de empregos, com diferentes conceitos atribuídos por diferentes linguistas funcionalistas.

Antecipou a concepção funcional da sentença, que mais tarde deu origem à teoria funcional da sentença. O Funcionalismo Linguístico Europeu/Alguns pressupostos:
A língua reflete uma adaptação às diferentes situações comunicativas.
Em cada situação, ela apresenta uma função. Ela é teleológica( finalística). O Funcionalismo Linguístico Europeu/
Teóricos contemporâneos Linguista britânico Michael Halliday

Escola de Londres – a partir da década de 1970

Reflete a influência do linguista inglês John-Firth: a linguagem deve ser considerada parte do processo social.

Teoria social porque parte da sociedade e da situação de uso da linguagem; parte do significado e não da forma; teoria da comunicação humana.

Linguística Sistêmico Funcional propõe três funções de linguagem com base na fala e experiências do falante :

- ideacional (metafunção=experiência de linguagem e relações lógicas – ideologia que está por trás do discurso)

- interpessoal (estabelecimento e manutenção dos papéis sociais – quem sou eu para que fale assim, quem é você para que me fale assim)

- textual (cotexto=superfície e contexto=significado) O Funcionalismo Linguístico Europeu/Teóricos Linguista russo Roman Jakobson


Propõe um conjunto de seis funções da linguagem no processo comunicativo: contexto (função referencial); remetente (função emotiva); destinatário (função conativa); contato (função fática); código (função metalinguística); e mensagem (função poética).

Atribui-se a este o pioneirismo no conceito de marcação na fonologia e na morfologia, que diferencia as categorias marcadas e não marcadas, no contraste binário. O Funcionalismo Linguístico Europeu/Teóricos Linguista russo Nikolaj Trubetzkoy

Lança os fundamentos gerais da Fonologia.

Deve-se a ele:
a teoria estruturalista do fonema;

a noção de contraste funcional na distinção entre fonética e fonologia;

a teoria dos sistemas fonológicos também desenvolvida por Jakobson;

O conceito de traços distintivos, incorporado posteriormente à teoria da fonologia gerativista por Chomsky e Halle (1960). Círculo Linguístico de Praga ou Escola de Praga
O Formalismo Europeu – 1º movimento
Um grupo de especialistas resolve investigar os processos intrínsecos à língua e à linguagem. Funcionalismo Linguístico Europeu O Funcionalismo Linguístico Europeu Mas quem são esses funcionalistas europeus, da Escola de Praga, que falaram tudo isso? Quem são os funcionalistas europeus? O Funcionalismo Linguístico Europeu/Alguns pressupostos: O Funcionalismo Linguístico Europeu “A forma está subordinada à função.” (Mathesius, 1926).

Os funcionalistas criaram alguns pressupostos:
A língua NÃO pode ser descrita como um sistema autônomo.
O sistema linguístico perpassa por noções como cognição e comunicação, processamento mental, interação social e cultural, mudança e variação etc. O que é? Princípios funcionalistas Funcionalismo Linguístico no Brasil/
Grupos de pesquisa Formação pelo funcionalismo norte-americano.

Tem como foco principal de estudo o interesse dos processos de gramaticalização.

Principais estudiosos:
Sebastião Votre
Mário Eduardo Martelotta
Rios de Oliveira
Furtado da Cunha Grupo de Estudos Discurso & Gramática Funcionalismo Linguístico no Brasil/
Grupos de pesquisa Formação sociolinguística;

Seus estudos focalizam a variação linguística sob a perspectiva da função discursiva das variantes selecionadas.

Principais estudiosos:
Anthony Julius Naro
Sebastião Votre Peul-UFRJ Funcionalismo Linguístico no Brasil Projeto Norma Urbana Culta;

Projeto de Estudo do Uso da Língua da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Peul-UFRJ);

Grupo de Estudos Discurso & Gramática (parceria entre várias universidades UFRJ, UFF, UERJ, Unirio e UFRGN).

Grupo de Sintaxe I do Projeto de Gramática do Português Falado (coord. Rodolfo Ilari e Neves).

Espaços mentais e gramaticalização (UFJF, coord. Salomão). Grupos de pesquisa Princípios funcionalistas Definição: ¨O princípio da iconicidade é definido como a correlação natural e motivada entre forma e função, isto é, entre o código linguístico (expressão) e seu significado (conteúdo). Os funcionalistas defendem a ideia de que a estrutura da língua reflete, de algum modo, a estrutura da experiência.” (MARTELOTTA, 2011). Iconicidade Princípios funcionalistas/Informatividade Princípios funcionalistas/Marcação Exemplo: Princípios funcionalistas/Gramaticalização
Quer chova quer faça sol.


Na construção anterior, temos o verbo “querer” funcionando no lugar de uma conjunção. Há uma trajetória de uma categoria gramatical para outra, para que o item exerça uma nova função dentro do texto produzido pelo falante em determinada situação. Princípios funcionalistas/Gramaticalização “[...] é vista como um organismo maleável, que se adapta às necessidades comunicativas”. (MARTELOTTA, 2011, p. 173). Essa necessidade é obtida uma vez que itens ou expressões frequentes perdem sua expressividade.

Analisa a estrutura gramatical, assim como a gramática estrutural e gerativa, mas também analisa a situação de comunicação inteira: o propósito do evento da fala, seus participantes e o contexto discursivo. Então, a gramática funcional… Princípios funcionalistas/Gramaticalização Para a gramática estrutural, a língua é um sistema autônomo que cumpre organizar o modo como esse sistema se organiza. Caráter puramente descritivo.

Para a gramática funcional, a língua é um instrumento de interação social. Sendo assim, busca “[…] explicar regularidades nas línguas, e através delas, tem termos de aspectos recorrentes das circunstâncias sob as quais as pessoas usam a língua.” (Neves, 1994, p. 112). Gramática Estrutural x Gramática Funcional Tipos de gramática Princípios funcionalistas/Gramaticalização Gramaticalização é: Unidirecional Em suma Um processo de mudança linguística




Exerce uma função em determinado contexto
Uma vez que o processo é feito ao longo do uso da língua, tem valor tanto no estudo diacrônico quanto no sincrônico, dependendo do espaço de tempo “recortado” para o estudo e se a mutação dos itens acontece nesse recorte ou não.
É um fenômeno sintático, discursivo-pragmático. Princípios funcionalistas/Gramaticalização Palavras - Valor expressivo + - Frequência de uso + Antoine Meillet foi o cunhador do termo gramaticalização, primeiramente utilizado em 1912, em seu trabalho denominado L’évolution des formes grammaticales. (Rosário, 2010).
Disseminava a ideia de que o “aumento de frequência de uso está em correlação inversa à perda do valor expressivo das palavras.” (Rosário, 2010, p. 4). Princípios funcionalistas/Transitividade e Plano discursivo Princípios funcionalistas/Gramaticalização Esperamos que tenham gostado de conhecer o Funcionalismo Linguístico. O Funcionalismo Linguístico Formalismo Funcionalismo Funcionalismo Linguístico Europeu A competência comunicativa, além de implicar a noção de função, pressupõe a ideia de universalidade e variabilidade da língua. O Funcionalismo Norte-americano O Funcionalismo Linguístico Fim. Por iconicidade os substantivos contralto e soprano acabam sendo substantivos exclusivamente femininos. Exemplo: Definição: Definição: Definição:
Full transcript