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As perversões do desporto

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by

Rebeca Jesus

on 22 April 2015

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Transcript of As perversões do desporto

As perversões do desporto
Educação Física, 11º ano, turma a
Carolina, maria, rebeca e tomás

Doping
O doping consiste na utilização de substâncias proíbidas no desporto que podem tornar o atleta mais forte e mais rápido, o que provoca um aumento ilícito do rendimento do atleta, colocando os outros desportistas numa visível desvantagem.
A aderência destas matérias está diretamente relacionada com a adolescência, uma vez que é nesta etapa da vida que os jovens começam a decidir o que querem, nomeadamente entre fumar ou não, consumir álcool ou não, ser ativo fisicamente ou sedentário e apegar-se ou não às drogas.

Vários são os factores que influenciam a sua iniciação, entre eles, destacam-se:
a acessibilidade;
o poder de compra;
a publicidade;
a idade;
o género;
a família;
os amigos;
as atitudes e crenças acerca do ato de fumar.

Com o consumo destas substâncias a morte associa-se a doenças cardiovasculares, cancro e acidentes de trânsito.
A experimentação e o consumo destas substâncias, em adolescentes que praticam actividade física, tem menor incidência que nos sedentários.

álcool, drogas e tabaco
Com este trabalho temos o objetivo de analisar a relação entre os consumos de tabaco, álcool e haxixe e a atividade física.
A utilização destas substâncias (tabaco, álcool e haxixe) constitui um fator de risco para a saúde, ao contrário da atividade física, que está relacionada com a melhoria da qualidade de vida associada à saúde, através do bem-estar físico e psicológico.

Apesar disto, a atividade física regular e sistemática pode ajudar os fumadores a abandonar o tabaco, dadas as limitações fisiológicas na capacidade atlética.

Resistência
O nível de açúcar no sangue, que o corpo necessita para ter energia, é produzido pelo fígado que liberta glicose na circulação do sangue e o que o álcool faz é reduzir a capacidade de produção deste açúcar, o que resulta em menos energia e menos resistência.

Perda de calor
O álcool ao entrar no corpo faz com que o organismo perca calor rapidamente o que pode levar a uma descida anormal da temperatura corporal (hipotermia). Quanto mais fresco estiver o tempo, maior é o risco de hipotermia.

Tempo de reação
O álcool afecta o sistema nervoso central, diminuindo a capacidade de processamento da informação no cérebro. Isto afecta a reação, coordenação, precisão e equilíbrio, o que é necessário na prática de desporto.

Lesões musculares
O álcool provoca hemorragia e inchaço nos tecidos musculares lesionados (rotura de ligamentos, nódoas negras e cortes, entre outras, cada vez mais graves) levando mais tempo a cicatrizar. Por outro lado, o álcool simula a dor, entardando, assim, o início do tratamento, o que leva a um aumento do tempo de recuperação.

Cãibras
Durante o exercício, os músculos queimam açúcar, produzindo ácido láctico. Muito ácido láctico conduz à fadiga muscular e cãibras.
O álcool que entra no organismo depois de uma noite de excessos, contribui para uma produção ainda maior de ácido láctico, aumentando drasticamente o risco de cãibras.

Consumo de drogas
Neste trabalho nós vamos apresentar quatro grupos de perversões desportivas. Com ele queremos que estejam mais ilucidados sobre o assunto e que sejamos claros o suficiente para conseguirem entender o que estamos a discutir.
Consumo de Álcool
Teste Antidoping
Os testes de doping realizam-se através da urina. Isto deve-se ao facto da urina transportar todas as impurezas do corpo, inclusivamente drogas que, por ventura, tenham sido tomadas.

Porque devemos combater o doping?
Motivos eticos:
a sua utilização transforma o desportista num objeto que se manipula, como se fosse uma máquina que tem de render o máximo, mesmo que para isso não dure muito tempo;
contraria a finalidade mais importaante do desporto;
contribuir para a melhoria da saúde física, mental e social do desportista.

Motivos sanitarios:
sujeita o organismo à ultrapassagem dos seus próprios limites;
produz alterações nas suas funções orgânicas e psíquicas;
pode provocar dependência no uso de drogas;


Tipos de Doping
Beta-Bloqueantes
(combatem o nervosismo, stress e ansiedade, baixam a pressão sanguínea e atuam no sistema cardiovascular, diminuindo o número de batimentos do coração)

Efeitos secundários:
aparecimento da hipotensão;
paragens cardíacas.
origina asma;
origina hipoglicémia;
provoca insónias;
provoca impotência sexual.

Hormonas Peptídica
(acelera o crescimento corporal e a potência muscular, diminui a sensacão de dor, favorece recuperações mais rápidas após o esforço, aumenta o número de glóbulos vermelhos e a capacidade de transporte de oxigénio)
Ex: Hormona de crescimento, eritropoietina, insulina, corticotropina

Efeitos secundários:
embolias;
enfraquecimento muscular;
diabetes;
hipertensão arterial;
insuficiência cardíaca;
leucemia;
doenças articulares;
provoca insónias;
perda da massa óssea;
enfarte de miocárdio e cerebral;
provoca anemia.

Diuréticos
(aumentam a quantidade de urina produzida, as concentrações de substâncias dopantes vão diminuir, não podendo por isso ser consideradas dopantes abaixo de determinados níveis, provocam a perda de peso, ou até mesmo para que certas substâncias dopantes sejam expulsas rapidamente do organismo)

Efeitos secundários:
causa desidratação;
causa caibras;
causa doenças renais;
provoca a perda de sais minerais;
provoca alterações no volume do sangue;
provoca alterações no ritmo cardíaco.


Beta agonistas
(destinam a aumentar a massa muscular e diminuir a massa gorda, controla a distribuição de fibras musculares, aumentar o ritmo cardíaco, aumentando o fluxo de sangue para os músculos e para o cérebro)
Ex: Adrenalina

Efeitos secundários:
aparecimento de insónias;
provoca agressividade;
provoca naúseas;
provoca falta de concentração;
provoca distúrbios psíquicos;
provoca o aumento da pressão arterial;
causa problemas cardiovasculares.



O uso inadequado de anabolizantes é muito comum, infelizmente, e pode causar sérios prejuízos à saúde, como:
aumento da agressividade,
aumento do comportamento anti-social,
aumento do músculo cardíaco,
aumento do mau colesterol(LDL),
redução bom colesterol(HDL),
possível esterilidade tanto feminina como masculina,
aumento do número de hemácias,
diminuição do número de glóbulos brancos,
diminuição da hipertensão arterial,
problemas dermatológicos (oleosidade da pele, calvíce e acne),
distúrbios psicológicos (depressão, paranoia, depressão e dependência).


Os fumadores têm mais dificuldade em inspirar e expirar, o que dificulta a respiração, do mesmo modo que o tabaco diminui a capacidade do sangue transportar oxigénio (O2) para os músculos.
Consumo de Tabaco
Apesar de a ingestão do álcool ser geralmente associada a aspetos negativos, esta também aponta benefícios, caso o consumo seja de pequeno ou moderado, quanto ao aumento da sensação de bem-estar e auto-confiança.

Contudo, a elevada ingestão de álcool pode exercer efeitos prejudicais à saúde, como por exemplo:
redução da capacidade de reação;
equilíbrio;
estabilidade;
coordenação;
regulação temporal do corpo;
lesões musculares;
desenvolvimento de caibrãs.

É um facto que a frequência de bebedores aumenta quando o nível de actividade física diminui.

Consequências do consumo de álcool excessivo
Para os atletas, treinar é preparar o corpo para competir e não para deixá-lo saudável.
O corpo é tratado como um instrumento de precisão utilizado para atingir metas, portanto, os atletas consideram as drogas ótimos fins energéticos como parte natural do treino, na melhor das hipóteses, ou apenas como um mal necessário. Para estes atingirem os corpos que anseiam, injetam-se com drogas ou tomam apenas comprimidos, ou seja, praticam doping para se sentirem ainda mais realizados.

ESPECIALIZAÇÃO PRECOCE
Quando se fala em especialização precoce, pretende-se, obviamente, afirmar que o treino acontece antes do tempo próprio, ou seja, de uma forma prematura.
Quando falamos em treino precoce, referimo-nos a um treino prematuramente especializado e não a todo o processo de preparação desportiva iniciado em tenra idade, independentemente da orientação, dos conteúdos e da metodologia seguidos no treino.

Estimulantes
(aceleram a atividade cerebral, fazendo com que a resposta nervosa seja mais rápida, aumentando a atividade dos atletas e diminuindo o seu cansaço)
Ex: Anfetaminas, estricnina, cocaína

Efeitos secundários:
destruir células nervosas, sendo que a hiperatividade contínua provoca a sua destruição;
provoca alterações de comportamento;
tumores;
confusão cerebral;
possibilidade de ataques cardíacos e overdoses quando tomados em excesso.

Analgésicos
(drogas calmantes, que reduzem a dor provocada pela prática de certas atividades, ou por lesões, fazendo com que o atleta resista mais tempo à dor e ao cansaço, aumentando a sua resistência natural)
Ex: Morfina, metadona, petidina

Efeitos secundários:
reduzir a dor sentida;
agravamento de uma lesão;
perda de equilíbrio e coordenação;
náuseas;
vómitos;
insónias;
depressão;
diminuição da frequência cardíaca e ritmo respiratório e diminuição da
capacidade de concentração.

Nas mulheres:
alterações permanentes das cordas vocais,
crescimento excessivo de pêlos,
atrofia no clítoris,
atrofia nos seios,
ciclo menstrual interrompido.
Nos jovens:
consequência de infartes,
paragem no crescimento.
Nos homens:
ginecomastia (crescimentos das mamas),
atrofia dos testículos,
dor no saco escrotal,
obstrução urinária.
AGENTES ANABOLIZANTES
Os agentes anabolizantes são compostos derivados de uma hormona masculina, designada por testosterona.
Quando aplicados no organismo, estas substâncias ilícitas entram em contacto com as células do tecido muscular e agem, aumentando o tamanho dos músculos.
Os principais esteróides anabólicos são a nandrolona, o estonozoil, o anadrol e a própria testosterona, sendo estes alguns dos inúmeros produtos que existem no mercado na atualidade, aos quais todas as pessoas podem ter acesso.
Quando tomados em doses altas, os anabolizantes provocam uma redução da gordura corporal e as pessoas que os consomem ganham força e maior tolerância ao exercício físico, sendo, principalmente, por causa destes efeitos que os esteróides se espalharam, rapidamente, no meio desportivo, especialmente em desportos que envolvam uma maior força. Estes são utilizados, de igual forma, por pessoas que pretendem ter um corpo mais musculoso e atrativo.
Existem ainda casos raros em que estes anabolizantes servem de cura para doenças como a anemia, a osteoperose(diminuição da densidade óssea), hipogonadismo apenas nos homens (baixa produção de testosterona) e cancro, em casos de extremo emagrecimento por parte do doente.

As cargas de treino aplicadas numa situação de especialização precoce caracterizam-se por serem unilaterais - cargas direccionadas para o desenvolvimento de características específicas - e de forte intensidade para a preparação das diferentes estruturas da criança e do jovem (ósseas, tendinosas, etc.)
A especialização precoce possibilita uma rápida obtenção de resultados, maslimita a sua evolução posterior, pois baseia-se numa preparação especializada com a finalidade de obter um rendimento prematuro, e não uma preparação multilateral em que os resultados só se atingem ao fim de alguns anos.

Causas da especialização precoce
A especialização precoce tem origem em causas bem determinadas:
1. A pressão social (principalmente dos pais);
2. A má formação do treinador;
3. O fenómeno de aceleração biológica;
4. O quadro competitivo (construído à imagem do que acontece para os adultos)

Consequências da especialização precoce
1. Os atletas não atingem, nas etapas posteriores e, sobretudo, na etapa das elevadas prestações desportivas, os rendimentos prognosticados (vaticinados);
2. O tempo de actividade desportiva de alto nível é mais reduzido;
3. Muitos não chegam mesmo às fases competitivas mais avançadas, porque esgotam prematuramente a sua capacidade de prestação, abandonando o treino e acabando a carreira desportiva mais cedo

A especialização precoce na perspectiva do rendimento:
1. Uma má preparação desportiva que origina a saturação do jovem praticante, provocando a sua desmotivação e, posteriormente, o seu afastamento da prática desportiva;
2. O aumento das cargas especializadas;
3. A grande rigidez e disciplina no treino;
4. A pressão das competições em idades baixas;
5. A saturação do treino;
6. A aversão à prática desportiva;
7. Os problemas escolares.
Logo não vale a pena ter pressa em especializar precocemente atletas tendo em vista um mais rápido rendimento desportivo.
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