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Integração europeia e as suas implicações

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Lucas Godinho

on 12 May 2015

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Transcript of Integração europeia e as suas implicações

A evolução económica
A integração europeia e as suas implicações
Em 1 de janeiro de 1986, braço dado com Espanha, Portugal integra-se na Comunidade Económica Europeia, concretizando uma aspiração de largos anos.
Da ingração a 1992
A integração na CEE segue-se a um período particularmente difícil para os Portugueses.
Pouco mais de uma década volvida sobre a Revolução de 25 de Abril, ainda estavam presentes alguns focus de contração política, alimentados em parte pelas dificuldades económico-financeiras.
Em 1996, ouve porém uma mudança. A adesão à CEE proporciona a Portugal vantagens assinaláveis. Chegam apoios de ordem técnica e, sobretudo, um largo afluxo de capitais, com o objetivo de aproximar o país dos outros parceiros da comunidade.
O impacto dos fundos comunitários e a melhoria da conjuntura internacional fazem-se sentir nos anos posteriores a 1986. Cresce o número de pequenas e médias empresas; verifica-se um crescimento significativo do PIB; moderniza-se a estrutura da economia, com o aumento do setor terciário; desce a taxa de desemprego e ascende o nível das remunerações; aumenta o consumo privado, que denota progressos no nível de vida.
Embora persistam alguns aspetos desfavoráveis, a verdade é que, de 1986 a 1992, Portugal apresenta uma expansão significativa com crescimento superior da média europeia.
De 1993 ao fim do século
Depois de uma redução no crescimento, entre 1993 e 1995, Portugal retoma o fôlego da modernização.
A relevância do setor primário transita para o terciário, cuja explosão se relaciona com a proliferação das grandes superfícies comerciais, a expansão da área das telecomunicações e dos audiovisuais, os progressos da informatização.
Em termos de exportações, os têxteis, os vestuários e o calçado, mas também a madeira e a cortiça são ultrapassados pelas máquinas e material de transportes.
O peso das trocas comerciais de Portugal com os países da União Europeia, sobretudo Espanha, torna-se crescente, atingindo cerca de 3/4 (das exportações e importações) em finais da década de 90.
Grandiosos projetos de obras públicas, como a Ponte Vasco da Gama e as infraestruturas da expo'98, atestam o desenvolvimento do país na segunda metade da decada de 90.
Entretanto, o Estado procede à privatização de empresas, que lhe proporcionam receitas adionais.
Vive-se o BOOM na concessão de crédito, mais dirigido para o setor habitacional e dos serviços.

A indústria, é considerada o elo mais fraco da economia Portuguesa, beneficiando algumas multinacionais mas a forte dependência de fatores externos e conjunturais e as dificuldades de competir nos mercados, cada vez mais dominadas pelas marcas internacionais, não permite consolidar uma indústria globalmente competitiva.

A entrada no terceiro milénio
Ao entrar no terceiro milénio tem
que
se reconhecer as dificuldades
que
Portugal enfrentava. Muito em
parte
graças à circulação do euro
desde
2002, tal como os parceiros
da União,
os choques petrolíferos
que, desde
1999 se vêm instalando.
Portugal vê
os desempregos
a crescer, na maior
parte graças
a deslocação de
multinacionais
e o encerramento das
que
à crise não resistem.
Algumas empresas nacionais, particularmente no ramo da construção refugiam-se no mercado de Angola que serve muitas vezes, como que salvação.
Face à competição externa, Portugal enfrenta-se com as suas fragilidades: estrutura deformada da pirâmide demográfica; dependência energética dos combustíveis fósseis; baixo nível de escolarização; (entre muitas outras).

De tantas incognitas como desafios se encontra, pois, suspenso no futuro do país.
As Transformações demográficas, sociais e culturais
Após a integração de Portugal na CEE, a população portuguesa não parava de envelhecer.

Em 2001 a taxa de indivíduos com mais de 65 anos já ultrapassava a taxa de jovens com menos de 14 anos.
Os fluxos migratórios foram sendo afetados pelas assimetrias regionais. Apesar de existir investimentos comunitários bem-sucedidos, o interior conhece uma desertificação, enquanto que nas grandes cidades as áreas suburbanas se expandem.

Ao longo das últimas décadas, Portugal foi sendo convertido num país de imigração.
Entre a década de 70 e a chegada do novo milénio, Portugal recebeu imigrantes de países como, o Brasil, Roménia e Moldávia, mas também recentemente da China. A maior vaga migratória foi na década de 70 com a vaga migratória do continente africano.
A Demografia
Sociedade e cultura
A afirmação do papel da mulher mostra-nos uma revolução silenciosa. A sua entrada maciça no mercado de trabalho introduz mudanças na população ativa:

Na familia, as relações homem-mulher democratizam-se.
Mais aberto e tolerante revela-se o clima famliar para com os filhos, cada vez mais escolarizados.

Melhor remunerados, com acesso facilitado ao crédito, à educação e à segurança social, os Portugueses usufruem um nível de vida superior ao de há de 30 anos.
Mais de dois terços possuem casa própria;
Muitas das familias possuem mais do que um automóvel;
Leem-se mais jornais, revistas e livros;
Frequentam-se os cinemas e outros espetáculos;
O corpo e a imagem criam gastos crescentes em ginásio e cuidados de beleza.
A televisão torna-se o veículo de transformação cultural.

Os telemóveis submergem o país numa explosão de sons e imagens que iludem a fobia do isolamento.
A consolidação da Democracia
Com a sua integração na Comunidade Europeia, o país entendia melhor a preservação de jovens instituições democráticas ameaçadas por projetos revolucionários nos anos que se seguiram ao 25 de abril.
Desde a integração europeia que o percurso democrático português se faz sem sobressaltos, devido a múltiplos fatores:

Contacto estreito com modelos e padrões de intervenção pública;
Convivência entre os políticos de múltiplos países;
Contacto de instituições homólogas;
Acordos e compromissos.
Trabalho elaborado por:
Cristiano Godinho
Fábio Realinho
Francisco da Paz
Vítor Godinho
12ºB
Disciplina: História
Professora: Lurdes Bento
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