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Aula Territorialização e Mapa Inteligente UERJ 2016

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by

Marcos Maria

on 14 June 2016

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Transcript of Aula Territorialização e Mapa Inteligente UERJ 2016

Abordagem Comunitária - Territorialização

O Uso do Google Earth como ferramenta acessível na construção de um Mapa Inteligente para planejamento estratégico de ações em Abordagem Comunitária


Introdução
Metodologia
Reconhecimento de territorio (visitas em campo/relato dos agentes)
Conclusão
Relato de experiencia do uso diferenciado do instrumento, fomentando a discussão da importancia do mesmo.
O software é útil e de infindas possibilidades e promover a multiplicação dessa tecnologia, faz-se de suma importância para consolidar o seu uso.
Esta e demais ferramentas de Abordagem Comunitária acabam por gerar reflexões sobre o processo de trabalho, o que ajuda no entendimento do conceito ampliado de saúde e planejamento estratégico local.
Potencialidades
Fragilidades
Relativos aos Pacientes
Gestantes
Criancas < 6 meses
Pacientes com Tuberculose
Acamados
Deficientes fisicos
Pacientes com transtornos mentais
Familias Vulneraveis

Relativos a Geografia
Areas passiveis de desmoronamento.
Relativos a Servicos/Estrutura
Centros religiosos
Lazer
Comercio
Outros (Educação, Hospedagem)
Áreas com acessibilidade
Áreas passíveis de ações em Saúde

OBRIGADO
A Abordagem Comunitária como atribuição diferencial do MFC e sua importância no planejamento estratégico de ações
A territorialização como ferramenta integrante da abordagem
O instrumento Google Earth
A Abordagem Comunitária através do diagnóstico situacional:
da obtenção de dados
da análise
da validação
do seguimento
Conceitos sobre o território

“O território é um espaço em permanente construção, produto de uma dinâmica social onde se tensionam sujeitos sociais postos na arena política. Uma vez que estas tensões são permanentes, o território nunca está acabado, mas, ao contrário, em constante construção e reconstrução. É a concepção de território processo que além de um território-solo é um território econômico, político, cultural e epidemiológico, configurando uma realidade de saúde sempre em movimento, nunca pronto” (Mendes, 1992)
Software gratuito de fácil manejo;
Interface intuitiva;
Ferramentas variadas de trabalho;
Interlocução com diversos dispositivos;
Seleção dos Indicadores
Coleta dos dados realizadas através de visitas guiadas, observações pelos ACS, diagnósticos médicos e discussões em momentos de reuinão de equipe
Criação de 4 principais categorias com as suas devidas subcategorias a seguir:
Relato de Campo
(Registro Fotográfico)
Fotos tiradas ao longo das visitas ao campo de fatores que pudessem contribuir para o diagnóstico comunitário puderam ser localizadas no mapa.
A construção do Mapa Inteligente
1) Busca das delimitações de terrítório pelo site CEMAPS RIO (http://redeoticsrio.org/cemapsrio2013.html)
2) Adicionar marcadores com o ícone
3) Edição do marcado, com nomenclatura, breve descrição e padronização dos ícones
4) Criação e definição das categorias em pastas
5) Organização dos marcadores nas pastas

6) Passeio Virtual com o Google Street View
Resultados
Discussão
Ferramenta de fácil interface, com diversas potencialidades identificada, como o rascunho de outras ferramentas da Abordagem Comunitária em um mesmo instrumento (relato de campo sob o formato de registro fotográfico, composição de um ecomapa comunitário), criações de séries históricas, principais agravos muito prevalentes em gráficos de densidade;
O processo gerou um processo de reflexão e valorização do trabalho de todos os profissionais da equipe;


Ética médica como questão importante
Algumas limitações giraram em torno das restrições do prontuário eletrônico, a existência de endereços não “oficiais”


Desenvolvimento de linhas de programação que permitissem a comunicação entre prontuário eletrônico e o Google Maps.

Referências Bibliográficas
1. Starfield, Barbara. Atenção primária — Equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: Unesco, Ministério da Saúde, 2002.
2. Anderson, Maria Inez P. Diagnóstico Situacional e Planejamento das ações de saúde na Estratégia de Saúde da Família. Material teórico distribuído durante aula do Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, 2012
3. Carvalho, M. S.; Pina, M. F.; Santos, S. M. Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. RIPSA, Ministério da Saúde, 2000.
4. Mendes, E. V. DISTRITO SANITÁRIO: O processo social de mudança das práticas sanitárias do Sistema Único de Saúde, 1993.
5. Cardoso, Carine G., Cardoso, Claudia R., Piovesan, Martina G., Viera, Vinicius A., Moraes, Renita B, Heriqson, Denise. Mapa Inteligente: Planejamento em ações de saúde no município de Santa Cruz do Sul. 2011
6. http://earth.google.com
7. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual Técnico para o Controle de Tuberculose Brasília-DF, 2002.
8. Coelho, F. L. G. ; Ssavassi, L. C. M. . Aplicação da Escala de Risco Familiar como instrumento de priorização das visitas domiciliares. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Brasil, v. 1, n. 2, p. 19-26, 2004.
9. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. SIAB: manual do sistema de informação de atenção básica/ Secretaria de Assistência à Saúde, Coordenação de Saúde da Comunidade. Brasília: Ministério da Saúde, 1998. 98p.
10. http://redeoticsrio.org/?page=cemapsrio
11. Índice de Vulnerabilidade de Saúde – Belo Horizonte 2012
12. Kaippert, Ilze; Anderson, Maria Inez P.; Teixeira, Débora da S. Ecomapa comunitário – ferramenta proposta para organização do trabalho com a comunidade. An Congr Bras Med Fam Comunidade. Belém, 2013.
13. Dias, Elizabeth Costa et al . Saúde ambiental e saúde do trabalhador na atenção primária à saúde, no SUS: oportunidades e desafios. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 6, Dec. 2009 .
14. Gusso, Gustavo D. F., LOPES, Jose M. C. Tratado de Medicina de Família e Comunidade – Princípios, Formação e Pratica. Cap. 28. Porto Alegre:
15. Pessoa, V. M.; Rigotto, R. M.; Carneiro, F. F.; Teixeira, A. C. A. Sentidos e métodos de territorialização na atenção primária à saúde. Ciências e saúde coletiva, v. 18, n.8. 2013
16. Sentidos e métodos de territorialização na atenção primária à saúde
17. BARCELLOS, Christovam; SANTOS, Simone M. Colocando dados no mapa: a escolha da unidade espacial de agregação e integração de bases de dados em saúde e ambiente através do geoprocessamento. Informe Epidemiológico do SUS, Brasília, v. 6, n. 1, p. 21-29, 1998.
18. https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/6298/mod_resource/content/1/Impresso_17-05/Modulo_4_Uni1.pdf

Marcos Paulo Marzollo Maria
Médico de Família e Comunidade
Preceptor do PRMFC SMS-RJ
Universidade Estadual do Rio de Janeiro
Faculdade de Ciências Médicas
Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária
Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Sistemas ou redes integradas:
1) População definida por território - Olhar sanitário
2) População definida por afiliação voluntária - mercado de saúde
Territorializaão como aspecto fundamental para a prática do MFC:

IIº Princípio: Influenciada pela comunidade
(habilidade para responder e adaptar-se às mudanças de acordo com as necessidades);
IIIº Princípio: O MFC é um recurso de uma população definida,
havendo assim uma responsabilidade nas melhorias, bem como no planejamento estratégico.
No processo de municipalização do SUS, os térritórios foram dividos nos seguintes:
1) Território-distrito
2) Território-área
3)Território-microárea
4)Território-moradia
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