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RISCOS GEOMORFOLÓGICOS EM:

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by

Josef Gilberto

on 6 May 2014

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Transcript of RISCOS GEOMORFOLÓGICOS EM:

São constituidas por cursos de água que têm o memo sentido de drenagem e uma única saída.
Os fatores de risco que lhe estão associados são:
a) Cheias;
b) Construções de barragens;
c) Extração de inertes.

BACIAS HIDROGRÁFICAS
BACIAS HIDROGRÁFICAS: fatores de risco

BACIAS HIDROGRÁFICAS: fatores de risco

CHEIAS:
- Precipitações moderadas e prolongadas:
- Precipitações repentinas e de elevada densidade;
- Fusão de grandes massas de gelo;
- Rutura de barragens ou diques;
CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS:
- Acumulação no fundo da barragem de sedimentos transportados pelo rio;
- Diminuição da quantidade de detritos debitados no mar;
- Tem tempo de vida útil, após o que pode criar problemas de segurança;
- Provoca a destruição dos habitats.
sexta-feira, 02 de Maio de 2014
Vol I, No. 1
BACIAS HIDROGRÁFICAS

ZONAS DE VERTENTE

ZONAS COSTEIRAS
RISCOS GEOMORFOLÓGICOS da ocupação antrópica em:
ZONAS DE VERTENTE
São locais de desnível da topografia terrestre e de instabilidade geomorfológica. Podem ter maior ou menor declive e são muito propícios à erosão. É frequente a ocorrência de movimentos descendentes de materiais do solo ou rochosos. Devem-se a precipitações elevadas, sismos e vibrações, tempestades em zonas costeiras, variação da temperatura e ação humana. As principais causas antrópicas são: a
destruição da cobertura vegetal
, pois as raízes das árvores reforçam a coesão do solo e aumentam a força de atrito que contraria o deslizamento pela gravidade; a
remoção de terrenos para a construção
de estradas e habitações, uma vez que expõe as vertentes aos factores ambientais ou interrompe as linhas de água, aumentando risco de movimentos; e a
rega excessiva na agricultura
devido à saturação de água dos solos, o que facilita o seu deslizamento.
RISCOS GEOMORFOLÓGICOS DAS ZONAS DE VERTENTE:

a) Movimentos de massa;

b) Quedas de blocos;

c) Deslizamento de blocos;

d) Erosão hídrica

JORNAL PRAIA DE MIRA
EXTRAÇÃO DE INERTES:
- Exploração de areias, ou outros inertes do leito ou das margens do rio (Construção cil).
Tem como consequências:
- desaparecimento de praias fluviais;
- redução da quantidade de sedimentos que chegam à foz;
- destruição de aluviões e terras cultiváveis circundantes;
-modificações dos ecossistemas;
- "descalça" as construções cujos pilares assentam no leito dos rios.


MOVIMENTOS DE MASSA:
Situações onde ocorrem movimentos de grandes massas de materiais sólidos (rochas/solo) de uma forma muita lenta ou brusca e inesperada.
Fatores geomorfológicos que condicionam os movimentos de massa:
- Declive dos terrenos;
- Força da gravidade;
- Força de atrito.
A atividade humana contribui muito para este tipo de fenómeno.

ZONAS DE VERTENTES: fatores de risco
QUEDAS DE BLOCOS:

Ocorre quando os maciços das vertentes estão compartimentados em blocos de dimensões pequenas, geralmente devido à ausência de suporte ou existência de vãos na parte inferior destes.
Deve-se à acentuada erosão, levando a que os materiais soltos de variadas dimensões, se movimentem pela vertente, devido à ação directa da gravidade, sem serem arrastados por água.
ZONAS DE VERTENTE: fatores de risco
DESLIZAMENTO DE BLOCOS:

Ocorrem em formações bem estruturadas, com vários tipos de descontinuidades e que compartimentam maciços rochosos em blocos de dimensões maiores ou menores.
ZONAS DE VERTENTE: fatores de risco
EROSÃO HÍDRICA:

Processa-se de forma mais ou menos lenta e gradual e resulta do desgaste do solos provocado pelo impacto das gotas de chuva e pela escorrência das águas, Os materiais arrancados às vertentes, são quase sempre de pequenas dimensões e em pequenas quantidades.

As águas correntes, que resultam da queda da chuva são responsáveis pela formação de sulcos no solo - ravinas. As chaminés-de-fadas resultam da remoção dos sedimentos menos resistentes, formando-se um pináculo, com uma rocha, de natureza diferente da dos sedimentos, no topo.
ZONAS DE VERTENTE: fatores de risco
A erosão é um processo de desgaste e consequente desaparecimento gradual do relevo ou do solo. De uma forma genérica a erosão costeira está relacionada com o recuo da linha da costa devido ao avanço do mar.
O litoral é constantemente influenciado por fenómenos associados ao mar, principalmente marés e ondas. A zona costeira evidencia características de equilíbrio dinâmico, muito diferente em situações de agitação marítima ou em condições de temporal. Neste último caso possui estruturas sedimentares e geomorfológicas naturais que dissipam grande parte da energia incidente.
EROSÃO COSTEIRA
a) Ondas
a)
Elevação do nível do mar
- deve-se à elevação da temperatura média global, devido ao aumento dos gases potenciadores do efeito de estufa (consequência, principalmente, da intensa atividade industrial) que provoca a expansão térmica do oceano. Os estuários reduzem as exportações de materiais para a plataforma, convertendo-se em locais de receção e deposição de sedimentos provenientes da deriva litoral ( há estudos de revelam que o nível médio do mar em Portugal ao longo do séc. XX subiu 1,5 mm por ano).
Como consequência diminui a linha de praia.

EROSÃO COSTEIRA: causas naturais
b) Tempestades
c) Marés
EROSÃO COSTEIRA: causas antrópicas
b) Diminuição da quantidade de sedimentos fornecidos ao litoral -
devido à diminuição da quantidade de areias que alimentam a deriva litoral, por via fluvial. As barragens são uma das causas principais, a par com as dragagens e extração de inertes
Também a construção de paredões ao longo de toda a costa com o objetivo de travar a erosão, se tem mostrado mais potenciadora do que controlador, deste fenómeno.
EROSÃO COSTEIRA: causas antrópicas
c)
Degradação das estruturas naturais:

- pisoteio das dunas que levam à destruição do coberto vegetal propiciando o aparecimento de cortes eólicos e facilitando os galgamentos oceânicos;


- a construção de estradas e edifícios no topo das arribas, provoca vibrações que estão na origem da queda de blocos e queda de massas, colocando em risco pessoas e bens;



- a exploração de areia ao longo da costa, conduz à intensificação da erosão e recuos locais da linha de costa.

EROSÃO COSTEIRA: causas antrópicas
d) Obras pesadas de engenharia costeira - são
estruturas fixas e estáticas implantadas num meio dinâmico como é a costa litoral:

-
Molhes e Quebra-mares
(tornam mais segura a entrada no porto e fixa canais de navegação), no entãoto provocam erosão a jusante dos mesmos ;
-
estruturas transversais
(impedem o trânsito litoral de areias);






EROSÃO COSTEIRA: causas antrópicas
Direção Técnica: João M. Guerra Gomes
Estudos recentes desenvolvidos pela AAMARG mostram que no caso específico do concelho Mira a erosão costeira assume dimensões muito significativas, com constantes recuos da linha de costa.
Numa extensão de 15 quilómetros de costa que existe neste concelho,10,5 quilómetros apresentam já degradação significativa da duna primária, com escarpa erosiva expressiva formando uma arriba viva nas formações arenosas. A zona de maior risco situa-se a cerca 1km a sul do esporão do Areão, onde já não existe duna primária ou apenas uma pequena escarpa de erosão. Aí os galgamentos oceânicos são constantes em alturas de tempestades, como as que ocorreram em 25 e 26 de Janeiro de 2009. Outra zona de risco situa-se a cerca de 400m para sul do esporão do Poço da Cruz, onde se destacam pequenas reentrâncias e galgamentos oceânicos pontuais. O que aí resta da duna primária, por vezes, não é maior do que 1,5m de altura. Tais situações erosivas em Mira, com diversos galgamentos oceânicos, são preocupantes e terão efeitos muito significativos a curto/médio prazo na povoação da Praia de Mira, em especial no seu Bairro Norte, se nada for feito para os travar. Torna-se necessário adoptar um conjunto integrado de medidas que possibilite minorar as consequências negativas e as situações de risco deste fenómeno erosivo.

PRINCÍPAIS ZONAS DE RISCO DE EROSAO NA PRAIA DE MIRA
O recuo da linha de costa a sul do esporão do Areão tem aumentado significativamente desde a sua construção (2002/2003) e, a norte não se tem verificado aumento significativo de areia.
Desde a conclusão do esporão do Areão, em Setembro de 2003, existem para sul recuos erosivos da linha de costa com mais de 40 metros (média de 8 metros/ano). O máximo recuo da linha de costa a sul ocorreu nos últimos 9 meses de 2008 com uma média de 12,60m, entre os 220 e os 278 metros para sul do esporão do Areão.
EROSÃO COSTEIRA NA PRAIA DE MIRA
Esta foi uma notícia avançada pela AAMARG (Associação dos Amigos dos Moinhos e Ambiente da Região da Gândara) a 4 de Julho de 2009 e que muito nos tem preocupado.

Surgem já os primeiros galgamentos oceânicos pontuais entre os 350 e os 400 metros para sul deste esporão. Nesse local a escarpa de erosão não ultrapassa 1,5metros. A situação actual entre os esporões da Praia de Mira norte e Praia de Mira sul pode-se considerar relativamente estável com boas taxas de acreção/deposição de areia.
PRINCÍPAIS ZONAS DE RISCO DE EROSAO NA PRAIA DE MIRA
A sul, verificaram-se galgamentos oceânicos entre 16 e 17 de Dezembro de 2008, 25 e 26 de Janeiro e 10 e 11 de Fevereiro de 2009. A ocorrência de galgamentos têm vindo a aumentar e a prolongar-se mais para sul, tendo sido observados galgamentos pontuais a mais de 1000m do esporão do Areão. Entre os 200 e os 300 metros a sul, devido aos frequentes galgamentos, a praia já faz ligação à mata (sem qualquer estrutura de defesa natural), com o água do mar a espraiar-se mais de cinquenta metros para o interior. Aumentou expressivamente o risco de os galgamentos oceânicos atingirem, a curto prazo, o Canal de Mira e as construções limítrofes a poente desse canal.
FORMAS DE PREVENÇÃO DO RISCO DE EROSÃO
A engenharia pesada com vista à proteção da costa litoral, tem-se mostrado pouco eficaz, por acarretarem outras situações não menos potenciadoras de erosão, como é o problema da deposição de areias a jusante. Desta forma deve-se facilitar a transposição de areia nas barras portuárias para sotamar das correntes de deriva.
As dragagens devem ser contraladas devendo mesmo ser elimanadas em zonas de praia e dunas.
Limitar a construção de estradas marginais e a intensificação do tráfego, procurando que o acesso se faça perpendicularmente à linha de costa.
Os estacionamentos de apoio devem estar localizados atrás das zonas de praia e dunas.
Evitar construções em terrenos escarpados próximo do mar, em arribas, em cordões dunares e em zonas lagunares.
Proceder à recuperação dos sistemas dunares, recorrendo à plantação de espécies autóctones e paliçadas .
ESTE TRABALHO DE PESQUISA E ALERTA TEVE COMO FONTES DE INFORMAÇÃO OS SEGUINTES TRABALHOS (REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS)
(2009) AAMARG. Associação dos Amigos dos Moinhos e Ambiente da Região da Gândara.

ALVES,F.; PINTO, F.T. FERREIRA, J.C. (1997). A análise da vulnerabilidade e do risco na zona costeira como contributo para a tomada de decisão. III Congresso da Geografia Portuguesa. Porto.

BORGES, P.; LAMEIRAS, G.; CALADO,H. (s/d). A erosão costeira como fator condicionante da sustentabilidade. 1º Congresso de desenvolvimento regional de Cabo Verde.

COELHO, C.; PEREIRA, C. (2013). Mapas de risco das zonas costeiras por efeito da ação energética do Mar. Revista de gestão costeira integrada. 13(1): 27-43.

DIAS, FERREIRA & PEREIRA (1994). Estudo Sistémico de diagnóstico da Geomorfologia e da Dinâmica Sedimentar dos Troços Costeiros entre Espinho e Nazaré. Capítulo 2. Edição eletrónica (2005): W3.ualg.pt/~dias/JAD/ebooks.

DIAS, J.M.A. (1993). Estudo da avaliação da situação ambiental e proposta de medidas de salvaguarda para a faixa costeira portuguesa. (Geologia costeira). WWW.ualg.pt

MENDES, J.N.V; PINHO, J.L.S (s/d). Erosão Costeira - Metodologias para a sua quantificação. Universidade do Minho. Departamento de Engenharia Civil. Campus de Gualter. Braga.

(2014 01/05 - 15:30) www.slideshare.net/margaridabt/1ocupação antropica-bacias-hidrograficas

(2014 01/05 - 18:00) geomuseu.ist.utl.pt/MINGEO2011/Aulas%20teoricas/Tema%2008%20Geomorfologia%20Modelados/VERTENTES.pdf


A par da necessidade que o homem tem de explorar o meio ambiente, quer com o objrtivo de sobrevivência, quer com o aumento do seu bem estar, aparecem todos os efeitos negativos dessa exploração, que mais cedo ou mais tarde acabam por se tornar fortes inconvenientes ao equilibrio ambiental e mesmo ao seu próprio bem estar.
As
cheias
resultam das alterações climáticas provocadas pelo homem com a sua atividade, que levam ao aumento do efeito de estufa, que tem como consequência o aumento da temperatura global.
A
construção de barragens
, permite ao homem controlar as inundações de populações ribeirinhas, permitem produzir eletricidade, tão necessária ao bem estar humano, mas vão criar graves problemas a nível da costa, no que respeita à reposição de areias. Esta reposição é feita maioritariamente pelos rios que as arrastam ao longo do seu percurso até à zona costeira, ficando comprometida devido à "travagem" deste fenómeno a montante das barragens.
A
extração de inertes
, outra atividade necessária ao desenvolvimento humano, nomeadamente para a construção cívil, é outro fator de risco geomorfológico uma vez que interfere nas correntes fluviais e consequentemente nu maior arrastamento dos inertes que descalçam estruturas fundeadas nesses locais (caso da Ponte de Entre-os-Rios). Diminui também a quantidade de areia em praias fluviais e na costa litoral. Altera o ecossistema e, devido à erosão provocada, as habitações localizadas nessas zonas podem estar em risco.

Ocupação antrópica, é a ocupação de zonas terrestres pelo Homem e suas consequências, de acordo com as necessidades e as atividades humanas, nos recursos naturais. Tal traduz-se em pressões ou impactos sobre o meio ambiente, que podem exceder a capacidade de suporte e de regeneração dos ecossistemas constitutivos da biosfera, contribuindo para o seu desequilíbrio.
Os incêndios destroem a vegetação e os sistemas radiculares, enfraquecendo o solo e tornando-o suscetível à erosão, ocasionando movimentos de massa. As construções junto a escarpas são também fatores de instabilidade das mesmas que podem levar a deslizamento de terras e consequências quer materiais, quer humanas.
O Douro é o rio que mais contribui para a reposição de materiais ao longo da nossa zona costeira. As inumeras barragens nele construidas, levaram a um grande desiquilíbio neste processo, que foi largamente agravado com a abertura do canal para a sua navegabilidade, entre 1982 e 1986.
COMO EVITAR O DESAPARECIMENTO DA A PRAIA DE MIRA
Como se tornou evidente ao longo desta reportagem, os métodos atuais de proteção da erosão costeira, com recurso a obras de engenharia pesada, como os esporões, podem-se tornar mais potenciadores da mesma do que uma verdadeira solução. Tanto mais, se a par não houver uma forte consciencialização das populações, no que se refere à prevenção.
Na nossa praia, com grandes zonas dunares, fortemente "atacadas" antropicamente deve-se proceder a um repovoamento das mesmas com vegetação autoctone, nomeadamente com "Amorphous area", uma vez que possui um extenso sistema radicular que seguram as areias, quer contra os galgamentos oceânicos, quer contra os ventos que as arrastam. Depois do seu repovoamento, deve-se criar infrestruturas que as preservem com o pisoteio, mas igualmente uma consciencialização para o facto se que só será possível a termos agradáveis zonas balneares se as soubermos preservar.

-
paredões,
em zonas dunares, inibem fontes de areia que permitiam minimizar a erosão costeira mais a jusante; sem as areias das dunas, as praias que se encontram à sua frent,e tornam-se menos longas e as ondas tendem a atacar a costa com mais energia.
Para sul do esporão, existe uma escarpa de erosão acentuada, com uma média de altura de 4 metros e numa extensão aproximada de 5 quilómetros, quase até à Praia do Palheirão e que poderá afectar a nova zona industrial de aquacultura da Aquinova.
Apesar de ainda não ser tão preocupante quanto a situação a sul do esporão do Areão, o recuo da linha de costa a sul do esporão do Poço da Cruz tem também aumentado significativamente desde a sua construção (2003/2004), existindo recuos da linha de costa com mais de 20 metros (média de 5 metros/ano). A curto/médio prazo tal situação erosiva vai gerar problemas no aglomerado urbano da Praia de Mira, em especial, no Bairro Norte, onde actualmente existe a escarpa erosiva com uma arriba de cerca de 5 metros de altura.
Um plano municpal de ordenamento do territótio é também muito importante, pois verifica-se o recurso a construções desordenadas na zona dunar, que afeta fortemente a sua integridade, além de que coloca em risco pessoas e bens.
É NECESSÁRIA UMA POLÍITICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO BEM ESTRUTURADA; FISCALIZAÇÃO APERTADA NO QUE CONCERNE À EXPLORAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS, MAS SOBRETDO UMA FORTE CONSCIENCIALIZAÇÃO SOCIAL PARA O FACTO DE QUE OS PROBLEMAS DA NATUREZA SÃO OS NOSSOS PROBLEMAS.
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