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ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA A CRIAÇÃO DE UMA MICROCERV

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by

Eduardo Ferrari

on 9 January 2016

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Transcript of ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA A CRIAÇÃO DE UMA MICROCERV

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA A CRIAÇÃO DE UMA MICROCERVEJARIA NO MUNICÍPIO DE CAIEIRAS
O quê?
Análise econômico-financeira, abrir uma microcervejaria.
Por que?
Queremos demonstrar através deste trabalho a capacidade que os engenheiros têm não só de planejar, construir, projetar ou gerenciar, mas também que todo engenheiro através dos anos de estudo adquire a habilidade de empreender e criar a sua própria empresa.
Onde?
No município de Caieiras. Devido as dificuldades de se abrir uma empresa na cidade de São Paulo
Quem?
Este trabalho foi realizado por:

Eduardo Ferrari;
Lucas Pacola;
Renato Barreto.

Alunos do 5º ano do curso de Engenharia de Produção.
Como?
Esta análise baseou-se em duas modalidades empresariais, que são:

MEI - Micro Empreendedor Individual;
EMP - Empresa de Médio Porte.

A História da Cerveja
Deu-se na antiga Mesopotâmia, por acidente. Em meio à descoberta acidental da cerveja, o homem passava de nômade para as primeiras civilizações.
9.000 A.C. - O surgimento
Atividade feita por mulheres, sacerdotes ou monges;
Aceitavam cerveja como moeda de troca;
Adição de lúpulo no século IX.
Idade Média
Motivado pelo aumento da demanda;
Surgimento dos primeiros arranjos produtivos;
Monges foram os pioneiros no aprimoramento;
Surge em 1.040, no mosteiro de Weihenstephan, a cervejaria mais antiga do mundo ainda em atividade.

O aprimoramento da atividade cervejeira
Mosteiro de Weihenstephan
Promulgada em 1.516, é o decreto de alimentos mais antigo do mundo. Ela limitava o uso de apenas 3 ingredientes na fabricação da cerveja: Água, Malte de Cevada, e Lúpulo. Na época, a ação da Levedura não era conhecida.
A Lei de Pureza - Reinheitsgebot
Pensando em volumes e proporções, a água pode ser considerada o principal ingrediente da cerveja, pois ela representa em média 90 a 95% do nosso produto final. A água considerada ideal para a produção da cerveja é a água considerada leve, livre de bactérias, odores e sem cloro.
Água
Ao contrário do que muitos pensam, o malte não é um grão. O malte é, na verdade, o resultado de um processo chamado Malteação, que consiste em interromper a germinação de um grão no meio desta etapa. O grão pode ser de cevada, trigo, aveia etc. Ele é responsável por diversas características na cerveja, como corpo, cor, sabor e até mesmo no aroma.
Malte
O lúpulo é uma planta da família das trepadeiras. É dividido em duas famílias, de acordo com sua função na cerveja: aroma e amargor. O lúpulo possui propriedades de conservação na bebida também.
Lúpulo
O levedo ou fermento nada mais é do que um fungo microscópico, cuja finalidade no processo produtivo da cerveja é consumir os açúcares de cadeias pequenas. Neste processo de consumo do açúcar duas reações acontecem: a produção de álcool e a produção do gás carbônico.
Levedo
Duas frentes de indústria cervejeira começaram a surgir no pós-guerra: as Macrocervejarias e as Microcervejarias. Uma massificava a produção de um estilo de cerveja, atingindo um baixo custo e padronizando o produto. A outra diversificava os estilos produzidos, tinha um alto valor agregado e uma produção pequena.
Modernidade
Trazida pelos colonizadores, a produção de cerveja no Brasil começou de maneira discreta e exponencial, ganhando escala industrial no final do século XIX e início do XX. Algumas cervejarias começaram a se destacar nesta época e são famosas até hoje, como Brahma e Antarctica, que se fundiram em 1.999 e formaram a Ambev. Posteriormente, a Ambev se fundiu com outra empresa gigante do ramo, a belga Interbrew, formando a poderosa Inbev, o maior grupo cervejeiro do mundo.
Cerveja no Brasil
O Mercado Cervejeiro
Atendem à demanda das massas;
Pequena variedade de estilos;
Composta por grandes grupos cervejeiro.
Grandes Cervejarias
Microcervejarias ou Cervejarias Artesanais
Pequeno porte;
Bebidas regionais;
Pequenos volumes;
Sabores e estilos não produzidos pelas grandes cervejarias;
Diferença no equipamento.
O Processo Produtivo (fonte: Academia de Idéias Cervejeiras)
Moer o grão de malte;
Expor o amido;
Preparar para o mosto;
Moinho de disco ou de rolos;
Ponto de equílibrio na moagem.
Moagem
Cozimento dos grãos de malte;
Converter amido em açúcar;
Formação do mosto.
Mostura
Separar o bagaço (grãos de malte) da parte líquida (mosto);
Bagaço agirá como elemento filtrante;
Recirculação do mosto;
Ajuda a melhorar a aparência do mosto.
Filtração
Adiciona-se o lúpulo;
Adiciona-se especirias conforme receita;
extração de seus sabores e aromas;
Eliminação de todo e qualquer tipo de micro-organismo e bactéria.
Fervura
Mosto passa em média de 80°C para uma temperatura em torno de 20 a 25°C;
Inocular a levedura ao mosto.
Resfriamento
Larger ou Ale;
Larger: baixa temperatura, em torno de 12ºC;
Ale: alta temperatura, em torno de 22ºC;
Surgimento do álcool;
Surgimento do gás carbonico;
Média de 7 dias fermentando.
Fermentação
Amadurecimento da cerveja;
Temperaturas inferiores às de fermentação;
Cria corpo, sabores e aromas;
Ocorre a carbonatação da cerveja;
Média de 20 dias maturando.
Maturação
Máximo cuidado na manipulação e fabricação;
Todos os equipamento deve estar sanitizado;
Evitar a contaminação por micro-organismos e bactérias.
Limpeza e Sanitização
A Empresa - Society Beer
Planejamento Empresarial
Temos como missão produzir e oferecer cervejas artesanais de qualidade na região de Caieiras e municípios próximos, a um preço acessível, de forma a divulgar e difundir este nicho de mercado.
Missão
Ser reconhecida como refêrencia de produção de cervejas artesanais na região de Caieiras e apresentar condições viáveis de expansão para os anos seguintes.
Visão
Análise SWOT
S - Strenghts - Força;
W - Weaknesses - Fraqueza;
O - Opportunities - Oportunidades;
T - Threats - Ameaças.
Produto personalizado e único;
Receita desenvolvida pelos próprios idealizadores da empresa;
Facilidade de controle e organização dos processos produtivos.
Força
Baixo poder de negociação na compra de insumos;
Taxa de imposto que incide para a categoria de bebidas alcoólicas (chegando em 60% em São Paulo);
Alto valor agregado (em função das duas acima).
Fraquezas
Aumento do poder aquisitivo da população brasileira;
Falta de concorrentes na região de Caieiras;
Facilidade de divulgação por ser um município pequeno.

Oportunidades
Cultura nacional voltada para as cervejas de massa;
Cervejas importadas.
Ameaças
Apresentação das Modalidades Empresariais

MEI - Microempreendedor Individual;

EMP - Empresa de Médio Porte e Sociedade Limitada.

MEI (fonte: Portal do Empreendedor)

Pessoa que se legaliza como pequeno empresário. Características:

Permite registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
Isenção de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, COFINS, IPI e CSLL);
Faturamento bruto anual limitado em R$ 60.000,00;
O empresário não poderá participar de outra sociedade, nem ser titular de alguma outra empresa;
O empresário só poderá contratar um único funcionário sob o regime CLT, que receba um salário mínimo ou o piso da categoria.

Introdução
Engenheiros podem empreender;
Trabalho baseado na análise econômico-financeira da abertura de uma microcervejaria;
Identificou-se uma oportunidade neste mercado de cervejas artesanais, que demonstrou, recententemente, um bom crescimento;
Análise realizada sobre duas categoriais empresariais.

EMP (fonte: Portal do Empreendedor)
Para se enquadrar como Empresa de Médio Porte (EMP), é necessário:

que o empresário tenha o faturamento anual acima de R$3.600.000;

o empresário pode realizar as atividades como único empresário ou optar por ter um ou mais sócios, essa seria a Sociedade Limitada.
Apresentação dos Custos do MEI
Demanda - MEI

Nesta categoria, a demanda será projetada em função do limite do faturamento bruto anual que o MEI impõe, com as seguintes premissas:

Produção em garrafas de 600 ml;
Cada garrafa a um preço de R$ 15,00 (preço médio de mercado. Fonte: https://www.rotaartesanal.com.br, cerveja Rofer).

Orçamento de Vendas - MEI
Elaborado através de dados do mercado e enquadrado às limitações do MEI, levando em conta também a sazonalidade do produto. Ao lado estão as tabelas:

Quantidade de garrafas produzidos por ano por estilo (em garrafas de 600 ml);
Faturamento Bruto Anual que gerado pela venda esperada (em reais).

Sendo assim, vendendo 4.000 garrafas ao preço de R$ 15,00, será atingido o valor de R$ 60.000,00 ao fim do ano.
Orçamento de Produção - MEI
Premissas da elaboração do orçamento de produção:

Estoque de 10% em relação à estimativa de vendas do mês seguinte;
Espera-se que o mês de janeiro do ano seguinte repita a estimativa do mês de janeiro orçado.

Ao lado estão as estimativas de produção e de estoque para cada estilo de cerveja fabricado.
Investimento inicial - MEI
O valor total de investimento inicial será distribuído igualmente ao logo do primeiro ano da empresa a fim de amortizar o impacto que ele causará no caixa. Sendo assim, teremos como investimento inicial o custo de R$ 145,35 ao mês ao longo do ano analisado.
A tabela ao lado mostra os equipamentos necessários para a fabricação da cerveja artesanal, baseado no volume mensal já definido no orçamento de produção.
Consumo de Matéria-prima - MEI
O consumo da matéria prima utilizada tem como base os ingredientes e as quantidades necessárias para a elaboração de cada um dos três estilos de cervejas escolhidos para serem fabricados, conforme as receitas cervejeiras já citadas neste trabalho.
Compra de Matéria-prima - MEI
De acordo com a quantidade de matéria prima total necessária, e tendo em mãos o valor unitário de cada item cobrado pelo fornecedor cotado, consegue-se então estimar os custos totais para cada matéria prima. Ao lado está a tabela com o custo total de compra de matéria-prima anual.
Mão-de-obra - MEI
Por ser um processo artesanal de pequeno porte, faz-se necessário um único funcionário para executá-lo. A sequência das etapas produtivas e o tempo estimado em horas para a realização das mesmas foram feitos com base em experiências próprias realizadas pelo grupo. Ao lado está a tabelo do custo anual de um funcionário, contratado no regime C.L.T. a um salário mínimo determinado pelo Estado de São Paulo.
Custos Variáveis - MEI
Foi identificado como custos variáveis apenas a compra de matérias-prima, o investimento inicial e os impostos pagos por produto acabado. Ao lado está a tabela.
Custos Fixos - MEI
Como custo para manter a estrutura da fábrica artesanal de cervejas funcionando foram identificados os seguintes: o custo de mão de obra direta, o aluguel do espaço físico, o consumo de água, energia elétrica e gás, e os encargos sociais referentes ao funcionário ativo.
Ao lado está a tabela com os custos fixos discriminados.
Custo Total - MEI
O custo total se resume na consolidação dos custos fixos e varáveis, gerando assim um único montante de despesas a serem pagas.
Ao lado está a tabela do Custo Total.
Orçamento de Caixa - MEI
No orçamento de caixa, consegue-se identificar a variação entre entradas e saídas e o resultado da empresa para o período calculado.
A tabela ao lado mostra como ficaria o caixa da empresa no ano.
Como é possível observar, a modalidade escolhida MEI não é viável para a abertura da microcervejaria artesanal. Pois a limitação do teto bruto de recebimento em R$ 60.000 esta muito abaixo das despesas orçadas para abrir e manter a empresa.
Produtos e Receitas da Empresa
Cerveja IPA - Indian Pale Ale (fonte: Artebrew)
Características:
Surgiu Inglaterra durante a colonização da Índia;
Muito amargor devido à grande quantidade de lúpulo utilizada;
Maior tempo de conservação;
Graduação alcoólica moderada, variando de 4 a 7%.
Cerveja Stout (fonte: Artebrew)
Característica:
Surgiu na Irlanda;
Apresenta coloração escura devido ao malte torrado;
Aromas caracteristicos de cacau e café
Baixa carbonatação
Alto teor alcoólico, variando de 8 a 12%;
Ideal para países e períodos de baixas temperaturas.
Apresentação dos Custos do EMP
Demanda - EMP
Na simulação de viabilidade de custos para a categoria EMP, foi estimada a demanda de acordo com a produção da microcervejaria Rofer, localizada em Itupeva. A cervejaria Rofer produz atualmente uma média de 16.000 litros de cerveja por mês.
A escolha da microcervejaria Rofer como modelo para este estudo foi feita pela semelhança econômica entre o município que ela se localiza e o município de Caieiras.
Veja tabela comparativa ao lado.
Orçamento de Vendas - EMP
Mantendo a mesma sazonalidade considerada na categoria MEI, porém utilizando-se de uma escala maior de produção, estimamos a quantidade de garrafas de 600ml a serem produzidas e o nosso orçamento de vendas. Ao lado tabela com a estimativa de vendas.
Sendo a quantidade de garrafas produzidas por ano de 320.000 unidades e considerando novamente o valor médio de uma garrafa de cerveja artesanal vendida a R$ 15,00, é possível estimar o faturamento bruto anual desta empresa.
Orçamento de produção - EMP
No orçamento da produção novamente foram considerados que a previsão de estoque será de 10% em relação à estimativa de vendas do mês seguinte e que se espera que o mês de janeiro do ano seguinte repita a mesma estimativa de vendas para o mês de janeiro do mês orçado.
Ao lado tabela de estimativa de produção de cada estilo de cerveja.
Investimento Inicial - EMP
Devido as necessidades apresentadas, o melhor custo beneficio em equipamentos cervejeiros encontrado durante as cotações foi o da empresa Beer Training, localizada em Santa Catarina, conforme tabela ao lado.
Consumo de Matéria-prima - EMP
A partir do número necessário de garrafas a serem produzidas, foi calculado à quantidade de insumos necessários para atingir o nível de produção estimado, conforme tabela ao lado.
Seguindo a mesma linha do raciocínio utilizada anteriormente, foram estimados, a partir da quantidade necessária de matéria prima, os custos que deverão ser desembolsados para compra das mesmas.
Esta categoria permite um poder de negociação com os fornecedores, devido à alta quantidade de matéria-prima a ser comprada. Ao lado, tabela com o custo total de compras.
Compra de Matéria-prima - EMP
Mão-de-obra - EMP
Na categoria EMP, devido a grande quantidade a ser produzida, considera-se um maquinário totalmente automatizado e de maior capacidade produtiva.
Neste caso, consideramos apenas um supervisor com capacidade de operar e controlar o maquinário, de forma que, ele apenas supervisione o processo e interfira apenas quando extremamente necessário e também que possua conhecimento cervejeiro para realização de testes de qualidade e ajustes do processo ou receita.
Custos Variáveis - EMP
Os custos variáveis da categoria EMP são os mesmo da categoria MEI, porém com a sua devida proporção, como mostra a tabela ao lado.
Custos Fixos - EMP
Partindo das mesmas premissas da categoria anterior, temos os valores para custo fixos da categoria EMP, que, diferentemente da categoria anterior, não possui o custo fixo para consumo de gás, pois o mesmo não será utilizado neste estilo de maquinário. Portanto, temos os seguintes custos fixos:
Custo Total - EMP
O custo total da categoria EMP será a consolidação dos custos fixos e custos variáveis já estipulados.
Orçamento de Caixa - EMP
O recebimento e as despesas a serem pagas, formarão o orçamento de caixa da categoria EMP, conforme tabelas ao lado.
A partir do orçamento de caixa da categoria EMP, pode-se observar a um valor excedente, ou seja, a obtenção de lucro líquido no balanço entre os recebimentos e os custos da empresa.
Conclusão
Conclusão da categoria MEI
Concluiu-se que a modalidade MEI não era viável, pois limitava o faturamento bruto anual em R$60.000, acarretando em um baixo volume de produção (4.000 garrafas de 600 ml por mês, à R$ 15,00 a unidade), o que inviabilizava a amortização dos investimentos necessários para o empreendimento começar, somados às altas taxas tributárias e às compras de insumos que, juntos, totalizaram R$ 104.268,81.
No orçamento de caixa empresarial da modalidade MEI, constatou-se um déficit de R$ 44.268,81. Logo, essa categoria empresarial foi descartada.
Conclusão da categoria EMP
Concluiu-se que a modalidade empresarial EMP se mostrou viável, pois permite um faturamento bruto anual a partir de R$ 3.600.000, o que possibilitou um bom volume de produção (de 320.000 garrafas de 600 ml por ano, à R$ 15,00 a unidade), o que gerou um faturamento bruto anual de R$ 4.800.000.
Nesta modalidade, os custos a pagar, compostos por custos fixos, custos variáveis, taxas tributárias e investimentos iniciais para o empreendimento começar, totalizaram R$ 4.348.694.
Logo, a amortização de todos esses custos se mostrou viável, deixando um lucro líquido anual de R$ 451.306,00 no orçamento de caixa empresarial.
Conclusão Final
Tomando como base o cenário positivo às iniciativas empreendedoras no ramo de cervejas artesanais, constatado no estudo de mercado do capítulo II, este trabalho de conclusão de curso possibilitou duas análises econômico-financeiras que simularam a entrada nesse nicho de mercado, indicando a modalidade EMP como mais viável para se iniciar.
Contudo, esta análise não garante completamente o sucesso do empreendimento, apenas norteia um empresário que, por acaso, se mostrar interessado em se aventurar no mundo cervejeiro, aproveitando as boas condições mercadológicas constatadas no início desta década.
ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA A CRIAÇÃO DE UMA MICROCERVEJARIA NO MUNICÍPIO DE CAIEIRAS
Trabalho de Conclusão de Curso submetido à Faculdade de Tecnologia e Ciências Exatas da Universidade São Judas Tadeu, como requisito parcial para a aprovação dos proponentes no curso de Engenharia de Produção.

Alunos do 5AERN:
Eduardo Ferrari - 200900903
Lucas Pacola - 200901520
Renato Fernando C. Barreto - 200911143

Banca Examinadora:
Orientador:
Maxwell Lucena
Co-orientador:
Bernardo Goisman
Professores Convidados:
Ana Paula Gonçalves Serra
David Heidorne Cardoso Dantas

Realizado por:
Saúde e Obrigado!!
Bibliografia
Referências Bibliográficas

ARTE BREW – Receitas de Cerveja. [Consult. 28 Junho 2013]. <http://www.cervejaartesanal.com.br/receitasdecerveja.html>.
BARROS, Mariana. Geladas Caseiras: Os Fabricantes de Cerveja Premium Se Multiplicam ao Redor da Capital, São Paulo, p. 47-48, 13 de março de 2013.
BEAUMONT, S.; WEBB, T. O Atlas Mundial da Cerveja: O Guia Essencial da Cerveja ao Redor do Mundo. 1ª Edição. São Paulo: Nova Fronteira, 2012. 256 p.
BELTRAMELLI, M. Cervejas, Brejas e Birras. 1ª Edição. São Paulo: Leya Brasil, 2012. 320 p.
BRAGA, R. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. 1ª Edição. São Paulo: Atlas, 1989. 416p.
BREJAS – Estilos Cervejeiros. [Consult. 31 Agosto 2013]. <http://www.brejas.com.br/cerveja.html>.
COMO A CERVEJA SALVOU O MUNDO. Escrito por Martyn Ives. Australia: Beyond Productions, 2011. 1 DVD (60 min.): Legendado, Port.
GUIA DA CERVEJA. n. 07. São Paulo: Casa Dois Editora, 2008-2013. Anual.
GUIA DA CERVEJA. n. 08. São Paulo: Casa Dois Editora, 2008-2013. Anual.
HAMPSON, T. O Livro da Cerveja. 1ª Edição. São Paulo: Globo Estilo, 2012. 352 p.
LUCENA, M. A Gestão e Análise de Crédito. 1ª Edição. São Paulo: Editora Universidade São Judas Tadeu, 2010. 122 p.
MORADO, R. Larousse da Cerveja. 1ª Edição. São Paulo: Larousse do Brasil, 2009. 357 p.
PALMER, J. How To Brew: Everything You Need To Know To Brew Beer Tight The First Time. 3rd Edition. Colorado: Brewers Publications, 2006. 400p.
PEREIRA FILHO, J. Entre Umas e Todas: Meu Jeito de Fazer e Entender Cerveja. 2ª Edição. São Paulo: Editora Aegis, 2013. 128 p.
PORTAL DO EMPREENDEDOR – Micro Empreendedor Individual. [Consult. 12 Junho 2013]. <http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual>.
PORTAL DO EMPREENDEDOR – Microempresa e Empresa de Médio Porte. [Consult. 12 Junho 2013]. <http://www.portaldoempreendedor.gov.br/empresario-individual/me-microempresa-EMP-empresa-de-pequeno-porte>.
REINOLD, MATTHIAS. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <eduardo.ferrai@uol.com.br>. em 08 mar 2013.
SEADE. [Consult. 22 Junho 2013]. <http:// www.seade.gov.br>
Maiores Consumidores
Maiores Produtores
Maiores Cervejarias
Mercado recente;
Constante crescimento na categoria;
Crescimento de 8% em 2012 e estima-se 10% em 2013.
Aproximadamente 200 fábricas no Brasil entre cervejarias artesanais e microcervejarias;
Volume: 2 milhões de hectolitro/ano.
Microcervejarias ou Cervejarias Artesanais (fotes: Cervesia e Brewers Association)
Cerveja de Trigo - Weizenbier (fonte: Artebrew)
Características:
Surgiu no Sul da Alemanha;
Opaca e clara;
Feita a base de trigo;
Bastante refrescante;
Graduação alcoólica moderada, variando entre 5 a 6%;
Normalmente não filtradas;
Destacando-se pelos sabores frutados, cravo e florais;
Produzem em geral um creme denso e persistente.
Ingredientes:
3 kg de malte Pilsen;
2 kg de malte de Trigo;
150 g de malte Acidificado;
10 g de lúpulo H. Perle;
11,5 g de fermento Nottingham.
Ingredientes:
5 kg de malte Pilsen;
85 g de malte Munich;
115 g de malte de Trigo;
200 g de malte Caramunich;
30 g de lúpulo H. Perle;
30 g de lúpulo Magnum;
11,5 g de fermento Nottingham.
Ingredientes:
5 kg de malte Pilsen;
500 g de malte Caraaroma;
500 g de malte Carafa III;
20 g de lúpulo Magnum;
11,5 g de fermento Windsor.
"A cerveja é a prova viva de que Deus nos ama e nos que ver felizes" - Benjamin Franklin.
Eduardo:
Introdução;
História da cerveja;
Ingredientes;
Conclusão.

Renato:
Mercado cervejeiro;
Processo produtivo;
Estilos de cervejas.

Lucas:
Planejamento empresárial;
Categorias de empresas;
Apresentação de custos e resultados das categorias.
Sequência de Apresentação
Fonte: Revista Exame - Dados referentes ao ano de 2011.
Fonte: Revista Exame - Dados referentes ao ano de 2011.
Fonte: Revista Exame - Dados referentes ao ano de 2011.
Envase da garrafa;
Colocação da tampa;
Colagem do rótulo.
Envase
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