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Introdução à Teoria da Interatividade

- interatividade - interface - realidade virtual
by

César Moutinho

on 30 October 2012

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Transcript of Introdução à Teoria da Interatividade

Interface Introdução à Teoria da Interatividade Uma Interface, no uso
comum da palavra, é o ponto,
área ou superfície ao longo
da qual duas substâncias ou
outras coisas qualitativamente
diferentes se encontram, ou
seja, é uma camada situada
entre eles que trabalha como
um tradutor, fazendo com que
ambos se entendam, a fim de
se comunicarem. A nível da ciência da computação, é um circuito eletrónico que controla a interligação entre dois dispositivos hardwares e os ajuda a trocar dados de maneira confiável.

Pode ter o significado, na Informática, de interconexão entre dois equipamentos que possuem diferentes funções e que não se poderiam conectar diretamente, como, por exemplo, o modem. TUI (Text user interface)

Assim como na GUI, a TUI também tem à disposição um ambiente de trabalho composto por menus, janelas e botões, porém essas interfaces não têm a capacidade de reproduzir figuras, salvo as que são tratadas como caracteres ASCII. Essa interface, antes da popularização da GUI, tinha um uso difundido em aplicações baseadas no MS-DOS, que, aliás, nas versões mais recentes contava com um gerenciador de programas e arquivos baseados em TUI (o DOS Shell). As TUIs, ao contrário das GUIs, não dependem de um gerenciador de janelas específico para funcionar, podendo mesmo serem inicializadas a partir da linha de comando. Atualmente essa interface é muito rara, praticamente restrita a sistemas implementados na década de 1980 e início da década de 1990. GUI (Graphical user interface)
Nesse tipo de interface, o usuário tem à disposição um ambiente de trabalho composto por menus, ícones, janelas e outros itens. O usuário interage com esse tipo de interface usando o mouse, podendo também usar o teclado e teclas de atalho. É possível fazer todo tipo de tarefa usando interface gráfica, como edição de vídeos e imagens, sendo somente alguns tipos muito específicos de tarefas que se saem melhor em linha de comando. Acrescentar facilidade de uso e agilidade é o objetivo da GUI, tendo a desvantagem de consumir muito mais memória que interfaces de linha de comando. Em sistemas unix-likes, existe a possibilidade de escolher o gerenciador de janelas a utilizar, aumentando em muito a liberdade de escolha do ambiente. CUI (Command-line user interface)

Além da interface gráfica, existe a interface de linha de comando, que funciona basicamente com a digitação de comandos, sendo nesse relativamente pouco interativa. Os comandos digitados são interpretados por um interpretador de comandos, conhecidos também por shells, bastante comuns em sistemas unix-likes. Um exemplo de interpretador de comandos seria o Bash. Usada geralmente por usuários avançados e em atividades específicas, como gerenciamento remoto, utiliza poucos recursos de hardware em comparação a interface gráfica. Nesse tipo de ambiente, raramente se usa o mouse, embora seja possível através do uso da biblioteca ncurses no desenvolvimento dos softwares. Interatividade Possibilidade de o utilizador dar instruções ao sistema através de acções efectuadas e nos seus objectos.
O sistema, em função destas acções, transforma-se e adapta-se, criando novas situações ao utilizador.
Resumindo, é a capacidade de intervenção do utilizador durante a execução de programas de
computador. Comunicação (transmissão recíproca entre o utilizador e o
sistema, recorrendo a periféricos) Feedback
(regular a manipulação dos objectos do ambiente virtual a
partir de estímulos sensoriais) O tempo de resposta
(tempo que decorre entre a acção do
utilizador sobre um dos objectos do ambiente virtual) Controlo e Resposta
(regular e actuar nos
comportamentos do objectos do ambiente virtual) A adaptabilidade
(capacidade que o sistema possui de alterar o
ambiente virtual em função das acções do utilizador sobre os objectos) Realidade Virtual Realidade Virtual é uma forma das pessoas visualizarem, manipularem e interagirem com computadores e dados extremamente complexos. Exemplos
de equipamentos Oculus RIFT Uma espécie de versão melhorada em que pequenos displays mostram imagens diferentes em cada olho, passando a ilusão de 3D. Janela mágica A Microsoft está a desenvolver o projeto Magic Window. Através da utilização de sensores e monitores para criar uma espécie de janela em que as pessoas dos dois lados podem interagir com a interface como se estivessem uma de frente para a outra. Uma luva de dados é um dispositivo de interacção semelhante a uma luva comum que, facilita o controlo na robótica e nas aplicações de realidade virtual, normalmente de látex.

Uma das primeiras aplicações em âmbito mundial e que tornou famoso este dispositivo foi o filme Star Wars (1977). Mais tarde, vários filmes da Walt Disney passaram a usar esta tecnologia, e actualmente cerca de 98% dos filmes de animação, usando luvas e fatos virtuais. Caverna digital ou CAVE (Cave Automatic Virtual Environment) é uma pequena sala onde são projetados gráficos em 3 dimensões, em suas paredes, podendo ser visualizadas pelas pessoas dentro da caverna e através de um dispositivo, possam explorar e interagir com objetos, pessoas virtuais e outros para ter um ambiente virtual, desta forma megulhando num mundo virtual. Niveis de Interatividade Reativo Coativo Proativo O utilizador tem um controlo limitado sobre o ambiente virtual Ex: desfragmentar o disco O utilizador tem controlo da sequência, ritmo e estilo do ambiente virtual. Ex: Microsoft Word O utilizador controla dinamicamente o desenvolvimento do ambiente virtual. Ex: Microsoft Paint Um widget é um componente de uma interface gráfica do usuário (GUI), o que inclui janelas, botões, menus, ícones, barras de rolagem, etc..

Outro emprego do termo são os widgets da área de trabalho, pequenos aplicativos que flutuam pela área de trabalho e fornecem funcionalidade específicas ao utilizador (previsão do tempo, cotação de moedas, relógio,...) Caracteristicas
Imersão: O Utilizador tem a sensação real de estar dentro do mundo virtual e que é capaz de manipular os objetos ali presentes como se eles fossem reais, visto que com o desenvolvimento tecnológico, estes objetos passaram à responder às interações realizadas pelo usuário (deformação, quebra, etc. ).

Dispositivos que provocam esta sensação: p.ex: Capacetes digitais e Caverna digital.

Realidade Virtual não-imersiva é realizada com o uso de um monitor comum no qual o utilizador manipula o ambiente virtual através de um dispositivo de entrada (por exemplo: teclado, mouse,etc.). Interação: O utilizador manipula objetos virtuais.

Dispositivos que provocam esta sensação: Luvas digitais. Envolvimento: Exploração de um ambiente virtual. Tipos de Sistemas RV de Simulação: Utiliza-se, por exemplo, de dispositivos que façam com que o usuário se sinta no mundo virtual, quando na verdade não está.

RV de Projeção: O utilizador está fora do mundo virtual, mas pode se comunicar com personagens ou objetos virtuais.


RV Aumentada: Utiliza um capacete específico que combina imagens entre o mundo real com o mundo virtual.


RV de Mesa: Utiliza de monitores e óculos em conjunto com um projetor onde o utilizador vê o mundo virtual. Trabalho realizado por:
- Carlos Aguiar, nº3
- César Moutinho, nº4
12ºD Para clarificar a definição de Interface, vejamos o seguinte exemplo: Tem-se um relógio, que é um sistema cujo fim é contar um tempo, e uma dinamite, que é um sistema cujo fim é causar uma explosão. Para se criar uma bomba relógio é necessário que haja uma interface entre estes dois elementos ou sistemas. Após a adaptação dos sistemas, ou após interfaceados, o usuário obterá um sistema conjugado cujo fim é causar uma explosão num tempo determinado. Diminuem o esforço do utilizador, tanto físico como mental. Características Tipos de Interface A interface do usuário, ou interface do utilizador, é o conjunto de características com o qual os usuários interagem com as máquinas, dispositivos, programas de computador ou alguma outra ferramenta complexa. Uma interface física, ou conector, é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo, entre um computador e um periférico). Interface de programação - Um exemplo clássico de utilização de interfaces é o do sistema operacional que, através de uma interfaces de programação de aplicativos, permite que os programas utilizem os recursos do sistema (memória, CPU e etc) sem que os seus detalhes de implementação sejam conhecidos do programador. Interface de rede - A sua função é preparar, enviar e controlar os dados para a rede. Interface gráfica - GUI Interface textual - TUI Interface de linha de comando - CUI Exemplos de Interfaces Um exemplo de interfaces internacionais são às interfaces vinculadas aos serviços oferecidos pelo Google, que são adaptados as diversas línguas e legislações nos diversos países aonde estes serviços são fornecidos, entre eles estão: Gmail, Google Street View, Maps, Plus, Picasa. A interface engloba tanto software quanto hardware (dispositivos de entrada e saída, tais como: teclados, mouse, tablets, monitores, impressoras e etc.). Tornam a comunicação mais prática e organizada. Realidade Aumentada A Realidade Aumentada (RA) (augmented reality) é uma tecnologia, que combina elementos do mundo real com elementos virtuais em 3D, permitindo a interactividade entre objectos (reais e virtuais) em tempo real. Mais especificamente consiste na sobreposição – realizada por meio de algum dispositivo tecnológico – de objectos virtuais tridimensionais (gerados por computador) num ambiente real. Tem origem num campo específico das ciências da computação, que exploram a integração do mundo real com elementos virtuais ou dados criados por computador.
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