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LIBERDADE, PROPRIEDADE e FRATERNIDADE

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by

Renata Saggiomo

on 18 April 2016

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Transcript of LIBERDADE, PROPRIEDADE e FRATERNIDADE

LIBERDADE, PROPRIEDADE e FRATERNIDADE
SOCIEDADE e PROPRIEDADE
A sociedade é erguida por vários fatores, mais o principal é
a igualdade jurídica entre os indivíduos (pessoas que tem
suas próprias opiniões e decisões, não sendo influênciadas
por algum fator social...), que pode ser representada pela
seguinte frase “Todos são iguais perante a lei.”, claro que na
vida cotidiana algumas pessoas não seguem essa mesma
frase, hoje em dia é normal encontrarmos diferenças no
tratamento entre as pessoas ( por causa da cor, sexo, raça,
religião,opção sexual..).
Um outro fator que também ergue a sociedade é o respeito
aos direitos individuais de cada ser humano, entre esses
direitos encontramos a questão da propriedade privada
(o direito que dá ao seu titular diversos poderes, 
compreende o direito de usar e dispor de uma determinada 
coisa, de modo absoluto e exclusivo.​).
A constituição brasileira garante, sem ressalvas, o “direito à
propriedade”, isso apenas reforça que a propriedade é um
elemento social, que se mantém ao longo dos anos.

Mas como ela surgiu ??

Jean-Jacques Rousseau​
explica que, a partir do cultivo da
terra, os seres humanos instituíram a propriedade individual,
o que gerou a desigualdade, a concorrência, a rivalidade, o
orgulho, a inveja, a maldade, a guerra.Mas como ele
acreditava que os seres humanos,em seu estado de
natureza,eram bons, ele responsabilizava os progressos
humanos por essa degradação.
Essa idéia contribui para a origem do mito do “bom
selvagem”, ou seja, povos que não conhecessem esses
progressos não estariam degradados, não teriam esse
sentimento de propriedade e, por isso, ainda seriam
“naturalmente” bons
OUTRAS OPINIÕES
Na segunda metade do século XVIII, muitos teóricos de
inspiração liberal acreditavam que as liberdades individuais
só estaria protegido se houvesse respeito à propriedade.
Rousseau discordava disso, defendendo que o ser humano
só poderia ser livre se fossem iguais.
Sem igualdade não poderia haver liberdade.
Mesmo John Locke, teórico britânico considerado pai do
LIBERALISMO
​, tinha ideias semelhantes às de
Rousseau.Para Locke, não haveria afronta, não haveria
conflito, se não houvesse propriedade.

JUSNATURALISMO

Quando Rousseau fala dos indivíduos em seu “estado de
natureza”, sua intenção era decifrar a essência do que é ser
humano.Trata-se da base do que chamamos de
jusnaturalismo ou ‘’direito natural”. De acordo com essa
doutrina, haveria um conjunto de princípios e regras de
conduta que, independente das circunstâncias hístoricas,
daria origem a leis compatíveis com a essência da natureza
humana. Isso se opõe, por exemplo, ao direito positivo, que
contempla o sistema de leis estabelecidas pelo Estado.Para
Rousseau, o direito natural seria anterior e superior ao
direito positivo e deveria prevaler em caso de conflito.

Em sua visão de mundo idealizada, Rousseau distingue
então duas espécies de seres humanos:

O BOM SELVAGEM
ou
PRIMITIVO
: que preservou as
virtudes do estado de natureza.
★MAL

SELVAGEM
ou
BÁRBARO
: que assumiu o vícios da
sociedade corrompida sem equilibrá-los com as
vantagens da civilização.
---
O BOM e o MAL SELVAGEM
são categorias abstratas
polarizadas, que podem ajudar a entender o
comportamento humano, mas não correspondem a
indivíduos “reais”. Portanto em um caso como em outro
estamos sujeitos a nos comportar sobre a influência de uma
coersão, que pode ser “natural” ou não, mas sempre
influencia nosso modo de pensar e agir.
Friedrich Engels
(1820-1895), teórico alemão que foi parceiro
de Marx, também se envolveu sobre a questão da origem da
propriedade. Numa perspectiva histórica, ele fala sobre a
divisão do trabalho nas comunidade agrárias e de sua
relação com a propriedade no mundo moderno:

A divisão do trabalho é absolutamente espontânea: só
existe entre os dois sexos. O homem vai à guerra, se
encarrega da caça e a pesca.Já a mulher cuida da casa,
prepara a comida e confecciona as roupas.
Cada um manda em seu domínio: o homem na floresta e a
mulher em casa.
Cada um é proprietário dos instrumentos que elabora e usa:
os homens possuem armas e os petrechos de caça e de
pesca. As mulheres é donas dos utensílios caseiros.O resto é
feito e utilizado em comum, é de propriedade comum: a
casa, as canoas, as hortas.


Para Engels, há uma contraposição entre “a propriedade
fruto do trabalho pessoal” (armas, utensílios…), cuja a posse
seria espontânea, e a proriedade comum (casa,canoas..),
que engloba tudo que está ligado ao trabalho coletivo.
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