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O discurso argumentativo: noções fundamentais
by

José Romerito Silva

on 30 January 2013

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Transcript of Copy of Copy of PLE II - Aula 1 - Turma 2

O discurso argumentativo: noções fundamentais UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA II (ECT 1205)‏
Profª Ada Lima, Profª Edna Rangel de Sá,
Profª Glícia Azevedo Tinoco e Prof. José Romerito Silva Bolsistas da turma 2

Marlyton Pereira
marlyton.let@gmail.com

Lúcia Chaves
luciachavess@hotmail.com Apresentação do plano de curso de PLE-II Ementa Práticas de leitura e escrita na área de Ciências e Tecnologia, concentrando-se nos processos de argumentação. Foco nos gêneros discursivos artigo de opinião, carta argumentativa, debate, em seus aspectos enunciativo-pragmáticos (subjetividade e viés temático, gerenciamento de vozes), bem como nos procedimentos de textualização e codificação léxico-gramaticais. Ênfase nos processos de escrita e reescrita. CRONOGRAMA

Encontros presenciais: 14, ou seja, 28h/a
AGOSTO: 06 – 13 – 20 – 27
SETEMBRO: 03 – 10 – 17 – 24
OUTUBRO: 01 – 08 – 15 – 22 – 29
NOVEMBRO: 05

Encontros a distância (via Sigaa): 03, ou seja, 06h/a
SETEMBRO: 11 – 18
OUTUBRO: 23

Avaliações culminativas
1ª avaliação (virtual) – Média das três atividades pelo Sigaa (peso 4);
2ª avaliação (presencial) – 01/10 (peso 5);
3ª avaliação (presencial) – Média das atividades em sala de aula (peso 6).

EXAME FINAL – 12/11 1. O discurso argumentativo: noções fundamentais.
1.1. Elementos centrais do texto argumentativo.
1.2. Estratégias de argumentação.
1.3. Problemas de argumentação.
2. Gêneros argumentativos: artigo de opinião, carta argumentativa, debate.
2.1. Aspectos enunciativo-pragmáticos do texto argumentativo.
2.1.1. Subjetividade e viés temático.
2.1.2. Modos de citação no discurso alheio e responsabilidade enunciativa.
2.2. Textualização e recursos léxico-gramaticais.
3. Processos de escrita e reescrita. Conteúdo Processual (contínua), considerando a participação e o desempenho do graduando nas atividades presenciais e a distância.

Nota 1 – Três atividades virtuais pelo Sigaa, peso 4.
Nota 2 – Uma avaliação presencial (01/10), peso 5.
Nota 3 – Atividades presenciais, peso 6.

Exame final – 12/11 Sistema de Avaliação REFERÊNCIAS

** Básicas
ABREU, A. S. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. SP: Ateliê Editorial, 2002.
BRANDÃO, T. Texto argumentativo: escrita e cidadania. Pelotas: LMP Rodrigues, 2001.
CARNIELLI, W. A.; EPSTEIN, R. L. Pensamento crítico: o poder da lógica e da argumentação. SP: Rideel, 2009.
CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. SP: Atual, 1999.
CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. SP: Scipione, 1994.
FARACO, C. A.; TEZZA, C. Oficina de textos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2003.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 2. ed. SP: Ática, 1997.
_______. Para entender o texto: leitura e redação. 6. ed. SP: Ática, 1998.
VIANA, A. C. (coord.) et al. Roteiro de redação: lendo e argumentando. SP: Scipione, 1998.

** Complementares
KOCH, I. G. V. Argumentação e linguagem. SP: Cortez, 1984.
_______. Desvendando os segredos do texto. SP: Cortez, 2002.
MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. SP: Cortez, 2001.
PECORA, A. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
PERELMAN, C. OLBRECHTS-TYTECA, L. Os âmbitos da argumentação. In: Tratado de argumentação: a nova retórica. SP: Martins Fontes, 1996. O que é argumentação?

Para que serve a argumentação?

Quais os tipos de argumentação?

Qual a relação entre argumentação e ética? Para levar uma pessoa a aderir a uma causa, a agir de determinada forma, a mudar um comportamento ou a aceitar uma situação, argumentamos, apresentando-lhe razões que entendemos ser plausíveis. Argumentação é, portanto, uma técnica que consiste em fazer uso da linguagem para convencer, persuadir ou coagir.
Argumentar é agir tentando modificar um estado de coisas preexistentes. (PERELMAN; TYTECA, 1996). Toda argumentação pressupõe a defesa de um ponto de vista, com um objetivo a ser alcançado. A argumentação é um meio poderoso para compartilhar uma opinião. Argumentação persuasiva é aquela que tem por objetivo levar alguém a crer em alguma coisa mediante um apelo passional. Argumentação convincente é aquela por meio da qual se procura obter a adesão do interlocutor mediante a atividade reflexiva, ponderada. Convencimento, persuasão, coerção

O convencimento requer a arregimentação de argumentos claros, plausíveis, sem apelo às emoções.
Daí a ênfase no raciocínio lógico.

A persuasão apela para as emoções, a afetividade,
o imediatismo, enfim, para a manipulação passional.
Na persuasão, não há compromisso com a racionalidade, tampouco com a sinceridade.

A coerção, por sua vez, visa à imposição de um ponto de vista por meio da obrigação ou repressão/proibição. Anti Smoking Awareness. Agência: Topnotch Jaipur. País: Índia. Ano: 2007. Diferentemente da demonstração de um teorema matemático, realizada por uma exposição puramente lógica, a demonstração de um argumento constrói-se em um processo de reflexão sobre um tema que admite diferentes pontos de vista. Ética e argumentação

A ética é uma necessidade vital para que a argumentação convincente possa existir. Ética e argumentação

A dimensão ética da argumentação é delimitada por três questões. Vejamos.

* Tudo é argumentável?
* Todos os argumentos são válidos para defender uma opinião?
* Há limites para a ação que se pode exercer sobre um auditório?

Dependendo das respostas a cada uma dessas três questões, poderemos nos situar no interior do espaço argumentativo ou sair dele. A argumentação convincente necessita de pilares éticos, tais como: a autenticidade dos argumentos, a relatividade das ideias (opiniões) defendidas e a liberdade de aderir (ou não) à opinião proposta. Argumentação e cidadania

Saber argumentar e contra-argumentar não é um luxo, mas uma necessidade para agir socialmente, sabendo lidar com as demandas da vida e suas lutas pelo poder. Argumentação e cidadania

Não saber fazer uso adequado da argumentação e/ou não dispor de condições para isso estão entre as grandes causas da dominação político-cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas. Na aula de hoje, observamos que argumentar bem não significa impor uma opinião, mas levantar razões convincentes para conseguir a adesão do(s) interlocutor(es). Essa ação requer um trabalho fundamentado em um raciocínio lógico e plausível.

Vimos também que convencer é diferente de persuadir e de coagir. O convencimento pauta-se pela racionalidade objetiva e pela demonstração de fatos. A persuasão, por sua vez, opera no plano das emoções, da passionalidade. Já a coerção depende unicamente da vontade do locutor, que atua impositivamente sobre o outro por meio de proibições, advertências, ameaças, entre outros recursos autoritários.

Outro ponto ressaltado nesta aula é a necessária relação entre argumentação convincente e postura ética.

Finalmente, vimos que dispor de condições para argumentar adequadamente bem como do direito de concordar ou não com um ponto de vista é uma questão de cidadania. PLE-II – AT 01 – Aula 01 (Argumentação: convencer, persuadir e coagir) – Atividade em trio – Fev. 2012

Analisem o fragmento textual a seguir. Que objetivo nele predomina: convencer, persuadir ou coagir?
Justifiquem sua resposta com pistas encontradas no próprio texto.

O texto lido trata de ................................................... O objetivo que nele predomina é o de ............................
Isso se justifica de diferentes formas. Vejamos algumas. ....................................................................................
....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................

Componentes Turma .....................

......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Escola de Ciências e Tecnologia
Práticas de Leitura e Escrita (ECT 1205)

Profa Ada Lima, Profa Edna Rangel de Sá,
Profa Glícia Azevedo Tinoco e Prof. José Romerito Silva

Natal/RN, 06 de agosto de 2012. REFERÊNCIAS Sim.
Existe a argumentação convincente e a argumentação persuasiva. O que é comum entre a argumentação convincente, a persuasiva e a coercitiva? Argumentar bem implica afastar-se do exercício da passionalidade persuasiva e da violência coercitiva. E nesse caso? O que temos? COERÇÃO! Agora, para praticar um pouco, vejam os textos que seguem e digam qual a tendência argumentativa em cada um deles. Metodologia * Aulas expositivo-interativas.
* Atividades presenciais e virtuais de leitura e produção de textos argumentativos na área de C&T.
* Desenvolvimento de estratégias de leitura.
* Atendimento individualizado e/ou em pequenos grupos (por agendamento).
* Explicitação de critérios de análise, produção, correção, revisão e reescrita de textos argumentativos, face às dimensões macro (de textualidade e de discursividade) e microtextual (adequações léxico-gramaticais).
* Processos de escrita e reescrita.
* Avaliação processual. As respostas a essas perguntas serão discutidas nesta aula. Texto 1 Texto 2 errado! Texto 3 Coerção. Persuasão. Convencimento e persuasão. Persuasão. Texto 4 Convencimento. Texto 5 Texto 1 Texto 2 Texto 3 Texto 4 Texto 5
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