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Mercado de Capitais para Iniciantes

Introdução ao Mercado de Capitais e Análise de Ações
by

Rafael Falci

on 20 October 2012

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Transcript of Mercado de Capitais para Iniciantes

Rafael Falci Mercado de Capitais para iniciantes Sistema Financeiro Nacional Poupança e investimento O Sistema Financeiro Nacional (SFN) pode ser entendido como o conjunto de instituições, sejam elas financeiras ou não, que é responsável pela aplicação da política monetária do Governo Federal. Essas instituições atuam de modo a conciliar os interesses distintos entre os poupadores de recursos e os tomadores de recursos, além da conversão de poupança em investimento. Sistema Financeiro Nacional 1 Subsistema Normativo: órgãos responsáveis por expedir as leis do SFN, composto pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), Conselho nacional de Seguros Privados (CNSP) e o Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC).

2 Subsistema de Supervisão: responsáveis pela supervisão do bom andamento do sistema, juntamente aos órgãos normativos, composto pelo Banco Central do Brasil (Bacen), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

3 Subsistema de Operações: entidades que operam o SFN Poupança: parcela da renda não consumida disponível para aplicação Graduado em Administração de Empresas - UNA;
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos - PUC;
Mestrando em Administração de Empresas - UFMG

Analista Financeiro e de Investimentos 2004 a 2009
Auditor do Estado de Minas Gerais 2009...
Sócio-proprietário da Transportadora Falci 2012...

Professor de Mercado Financeiro e de Capitais - FEAD 2010 a 2011
Professor de Mercado de Capitais - UNA 2011... reserva para qualquer despesa imprevista e uma garantia para o futuro - SEGURANÇA;

boa remuneração - RENTABILIDADE;

esperança de ver crescer o capital empregado - VALORIZAÇÃO;

defesa contra eventual desvalorização do dinheiro - PROTEÇÃO;

oportunidade de associação com grandes empresas - DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO;

rápida disponibilidade do dinheiro aplicado - LIQUIDEZ. http://www.tvbmfbovespa.com.br/Videos/1534


Ações Risco x retorno Todo investidor busca a otimização de três aspectos básicos em um investimento: retorno, prazo e proteção. Ao avaliá-lo, portanto, deve estimar sua rentabilidade, liquidez e grau de risco.

A rentabilidade é sempre diretamente relacionada ao risco. Ao investidor cabe definir o nível de risco que está disposto a correr, em função de obter uma maior ou menor lucratividade. Política Monetária Oferta de moeda pelos bancos comerciais - efeito multiplicador Agente Superavitário intermediário Agente Deficitário Mercado de Crédito – supre as necessidades de curto e médio prazos, por exemplo: capital de giro para as empresas e consumo para as famílias.

Mercado de Capitais – supre as necessidades de financiamentos de longo prazo, por exemplo: investimentos para a empresa. Mercados Financeiros
Mercados Financeiros Mercado Monetário – supre as necessidades do governo de fazer política monetária e dos agentes e intermediários de caixa. Neste segmento são realizadas operações de curtíssimo e curto prazo é sua liquidez e regulada pelas autoridades monetárias

Mercado Cambial – supre as necessidades quanto à realização das operações de compra e venda de moeda estrangeira. Como exemplo destas necessidades, temos as importações (necessidade de compra de moeda estrangeira) e as exportações (necessidade de venda de moeda estrangeira) por parte das empresas. Participantes dos Mercados Financeiros Empresas

Famílias

Governo Motivos para participar deste mercado Obtenção de financiamento a custo baixo obtenção de ativos de alta rentabilidade;

opção de entrar diretamente num mercado de acesso difícil ou inacessível;

finalidades de caráter especulativo. Tipos de ativos financeiros Titulos de renda fixa

Títulos patrimoniais

Títulos derivativos Públicos
Privados Principais riscos nos títulos de renda fixa Risco de Crédito
Risco de Liquidez
Risco da Taxa de Juros
Risco de Inflação
Risco de Planos Econômicos Comercialização dos Títulos Públicos 1 - Oferta Pública realizada por meio de leilão 2 - Tesouro Direto Pessoas físicas podem adquirir títulos públicos federais pela internet Liquidez proporcionado pelas recompras semanais Disponibilizado pelo Bacen
Participantes: Instituições Financeiras (dealers) Mercado de Capitais Conceituação Sistema de distribuição de títulos e valores mobiliários, que tem o propósito de proporcionar liquidez aos títulos de emissão das empresas e viabilizar seu processo de capitalização Mercado Primário Criação de títulos;
capitalização das empresas Mercado Secundário negociação de títulos;
troca de propriedade do título;
proporciona liquidez aos títulos e incentiva o mercado primário. Mercado Secundário Características: Transparência: Acesso fácil e livre a informações sobre preços e volumes negociados

Liquidez: Facilidade de comprar e vender ações. Quanto menor a diferença de preço de compra e de venda das ações, maior será a eficiência desse mercado.

Eficiência: Quanto mais rápido se ajustem os preços, por qualquer motivo que seja Ampliação da base de captação de recursos financeiros e de seu potencial crescimento;
Desenvolvimentos da imagem institucional da empresa;
Criação de liquidez para os títulos de emissão da companhia, e conseqüentemente para o patrimônio dos acionistas;
Redução da dependência das instabilidades e imprevisibilidades do mercado financeiro (crédito);
Melhor solução para o problema de sucessão no caso de empresas familiares. Vantagens da abertura de capital É pela participação de novos sócios — os
acionistas — que uma empresa ganha condição
de obter novos recursos não exigíveis, como
contrapartida à participação no seu capital. Com os recursos necessários, as empresas têm
condições de investir em novos equipamentos ou
no desenvolvimento de pesquisas, melhorando seu
processo produtivo, tornando-o mais eficiente e
beneficiando toda a comunidade. O investidor em ações contribui assim para a produção de bens, dos quais ele também é consumidor. Como acionista, ele é sócio da empresa e se beneficia da distribuição de dividendos sempre que a empresa obtiver lucros. http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/ Pregão Local em que se reúnem os corretores, seus membros, para cumprir ordens de compra ou venda de ações emanadas de seus clientes; http://www.tvbvmf.com.br/Videos/888 índice Os índices da BM&FBOVESPA são indicadores de desempenho de um conjunto de ações, ou seja, mostram a valorização de um determinado grupo de papéis ao longo do tempo.

O Índice Bovespa é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro.

É o valor atual, em moeda corrente, de uma carteira teórica de ações constituída em 02/01/1968 (valor-base: 100 pontos) Índice Bovespa Características técnicas do IBOVESPA Participação do papel em função da liquidez;

Índice de retorno total;

Reavaliação Quadrimestral. Representar a média do comportamento do mercado

• Ser composto por papéis:
– de alta liquidez
– pertencentes a diversos setores
– ter história / tradição IBOVESPA se tornou um backmark por: Ações Como forma jurídica, as ações surgiram na Inglaterra, em 1.553, para financiar a Muscovy Company; Ações são considerados ativos de renda variável Tem como característica principal o direito ao voto. Numa sociedade anônima e por meio do voto que o acionista tem o direito legal de controle da organização. Ações ordinárias: tem como característica fundamental a prioridade sobre ações ordinárias no recebimento de dividendos e de receber, no caso de dissolução da sociedade, a sua parte; Podem existir diversas classe de ações preferências (Classe A, B) dependo das vantagens ou restrições que elas apresentam. Ações preferenciais Ganhos com ações Resultados da companhias

Subscrição;
Bonificações;
Dividendos;
Juros sobre capital próprio;
Desdobramento (split);
Agrupamento (inplit); Comercialização das ações

Lucro na venda; Subscrição – Emissão de novas ações, com o objetivo de captar os recursos necessários para novos investimentos. Comumente, dando prioridade para os seus acionistas na compra das novas ações a serem emitidas. Essa prioridade normalmente é dada aos acionistas para que não percam sua participação societária, através da diluição do capital.

Bonificação – Ações emitidas pelo emissor em decorrência do aumento de capital realizado por incorporação de reservas e/ou outros recursos e distribuídas gratuitamente aos acionistas, na proporção da quantidade de ações já possuídas. Dividendo – Parcela do lucro apurado pela empresa, que é distribuída aos acionistas por ocasião do encerramento do exercício social.

Juros sobre capital próprio – forma de remuneração ao acionista da empresa, originada pelo lucro retido em períodos anteriores.

Split – distribuição gratuita de novas ações aos acionistas pela diluição do capital em maior número de ações com o objetivo de dar liquidez aos títulos no mercado.

Inplit – condensação do capital em um menor número de ações com conseqüente aumento do valor patrimonial da ação. Resultados da Companhia As ações representam a menor fração do capital social de uma empresa, ou seja, é o resultado da divisão do capital social em partes iguais, sendo o capital social o investimento dos donos na empresa, ou seja, o patrimônio da empresa, esse dinheiro compra máquinas, paga funcionários etc. O capital social, assim, é a própria empresa Art. 2o São valores mobiliários sujeitos ao regime desta Lei: (Redação dada pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

I - as ações, debêntures e bônus de subscrição; (Redação dada pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

II - os cupons, direitos, recibos de subscrição e certificados de desdobramento relativos aos valores mobiliários referidos no inciso II; (Redação dada pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

III - os certificados de depósito de valores mobiliários; (Redação dada pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

IV - as cédulas de debêntures; (Inciso incluído pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

V - as cotas de fundos de investimento em valores mobiliários ou de clubes de investimento em quaisquer ativos; (Inciso incluído pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

VI - as notas comerciais; (Inciso incluído pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

VII - os contratos futuros, de opções e outros derivativos, cujos ativos subjacentes sejam valores mobiliários; (Inciso incluído pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

VIII - outros contratos derivativos, independentemente dos ativos subjacentes; e (Inciso incluído pela Lei nº 10.303, de 31.10.2001)

IX - quando ofertados publicamente, quaisquer outros títulos ou contratos de investimento coletivo, que gerem direito de participação, de parceria ou de remuneração, inclusive resultante de prestação de serviços, cujos rendimentos advêm do esforço do empreendedor ou de terceiros.
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