Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Untitled Prezi

No description
by

Helena Leal

on 28 May 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Untitled Prezi

Pepetela "O nosso país é bué" O autor Pepetela Este conto está inserido no livro “Contos de Morte” constituído por 5 histórias inéditas, estas estão organizadas da seguinte forma:

*A Revelação (1962)
*O Caixão do Molhado (2001)
*Mandioca de Feitiço - para Miguel Torga (2001)
*Estranhos Pássaros de Asas Abertas - introdução ao canto V de Os Lusíadas (2003)
*O Nosso País é Bué (1999) A obra Gostamos muito de trabalhar este conto e principalmente este autor, pois fez com que conhecesse-mos mais um escritor do séc.XX.
Descobrimos, que uma história pode ser muito simples e acessível, mas, ao mesmo tempo, estar carregada de simbologia relativa ao colonialismo e à condição do povo africano em geral, retratando a sua maneira de conviver em sociedade e o modo como foram explorados pelos colonizadores. A nossa opinião Contos Autores do séc. XX Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, conhecido pelo pseudónimo de Pepetela, é um escritor angolano. Pepetela é descendente de uma família colonial portuguesa, mas os seus pais eram, no entanto, já nascidos em Angola. Pepetela nasce em Benguela, Angola, em 29 de Outubro 1941 1963 Parte para Lisboa, onde ingressa no Instituto Superior Técnico de Engenharia Torna-se militante do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) 1958 Independência de Angola. Nomeado Vice-Ministro da Educação 1975 1997 Professor de Sociologia na Faculdade de Arquitectura de Luanda e escritor 2013 Ganha o Prémio Camões pelo conjunto da sua obra. Trabalho realizado por:

Helena Leal n.12
Jéssica Ferreira n.14
Marcelo Maia n.18
Pedro Monteiro n. 27 Análise do conto "O nosso país é bué" segundo as categorias da narrativa Narrador Presença:
Heterodiegético (discurso na 3ª pessoa) Ciência
Omnisciente (possui um conhecimento ilimitado de toda a história, bem como do intimo das personagens) As Personagens Principais: miúdo Lito e Dona Fefa

Secundárias: dona Isaura

Figurantes: pai do Pedro, Pedro, polícia e vizinhos

Está presente a caracterização direta (heterocaracterização)
Apenas faz a caracterização psicológica do miúdo Lito (gostava de ver futebol, entusiasmava-se facilmente, era nacionalista e patriota) e de Dona Fefa (era viúva, obrigada a trabalhar de lavadeira para criar o filho, sem mais família na cidade e sem saber onde andava a que deixou no mato, perdida pelas guerras).


Personagens principais- Redonda (modelada)
Figurantes- Plana Relevo Composição Caracterização Espaço Físico
A ação ocorre em Angola, provavelmente nos arredores de Luanda, e principalmente no exterior, nos quintais de algumas casas.

Social
As casas e o mercado Roque Santeiro Psicológico

Ao longo da história deparámo-nos com vários sentimentos vividos pelas personagens, desde medo, entusiasmo, até sentimentos de tristeza, como é o caso do miúdo Lito, que no final da história chega a concluir que o seu país não é tão "bué" como pensava. Título O título do conto está em concordância com a história pois ao longo da narrativa a expressão "O nosso país é bué" é utilizada muitas vezes por Lito.
A expressão utilizada por este é uma marca do seu patriotismo, e significa que aquele país para ele era o melhor, daí a utilização da palavra africana "bué". Elementos simbólicos e referências culturais Sonangol Estádio da Cidadela Clube desportivo
1º D'Agosto Feijão com Óleo de Palma Roque Santeiro É a companhia responsável pela administração e exploração de petróleo e gás natural em Angola. O Estádio da Cidadela é um estádio poli desportivo em Luanda, Angola. É atualmente mais utilizado para partidas de futebol. Tem a capacidade para 50.000 espectadores. Características das suas obras A sua obra reflete sobre a história contemporânea de Angola, e os problemas que a sociedade angolana enfrenta, sendo mencionados em quase todos os seus trabalhos elementos simbólicos e culturais. Clube Desportivo Primeiro de Agosto , é um clube multidesportivo de Luanda , Angola. Tem este nome porque foi fundado precisamente no dia 1 de Agosto de 1977.
Os desportos ativos são futebol, basquetebol, andebol, Voleibol e hóquei em patins. Feijão com óleo de palma ou feijão de óleo de palma é um prato tradicional da culinária de Angola.
Tal como o nome sugere, é preparado com feijão e óleo de palma, oferecendo este último um molho de tonalidade alaranjada escura ao prato. "Se não tem no Roque, é porque ainda não foi inventado." A afirmação do escritor Pepetela é categórica e permeada de admiração e intimidade. Em todas as suas obras, esse tal Roque é “personagem” constante.
O Roque Santeiro, principal mercado de Luanda, capital de Angola, não é um mercado qualquer. O nome grandioso foi inspirado no assunto que dominava as rodas de conversa da capital na época da sua fundação, a telenovela brasileira Roque Santeiro. É um apelido que pegou, ninguém sabe exatamente porquê. Este mercado tem tudo, sendo considerado o maior entreposto a céu aberto da África.
Nessas vielas encontra-se de tudo o que existe e pode ser comercializado. Parafusos, sexo, cigarros, bicicletas, aparelhos eletrónicos, dólares, euros, filmes, CDs e DVDs piratas, perfumes franceses, uísque escocês, roupa italiana, peças para carros do mundo inteiro, caixões feitos ali mesmo, legumes e verduras, peixe fresco recém-pescado do Atlântico, carne, tudo mesmo. Tudo o que existe lá tem.
No entanto, pelo facto de se situar numa excelente zona geográfica, corre perigo de desaparecer para dar lugar a um volumoso projeto urbanístico. Palavras desconhecidas Mandioqueira- farinheira, árvore que dá mandioca;
Kandengue- miúdo;
Mujimbo- boato;
Garimpo- contrabando de minério;
Roboteiro- trabalhador;
Latrina- sanitário um pouco primitivo feito à base de madeira e cimento;
Nababo- pessoa ou objeto muito rico, ostentador. Ação Tempo "U-Carmen e-Khayelitsha" Trailer do filme Relevo Há apenas uma ação- a descoberta de petróleo nos quintais de algumas casas, o espalho da notícia e respetivas consequências. Organização A articulação das sequências narrativas faz-se por encadeamento (ordenação cronológica). Delimitação

A narrativa é fechada (a história é contada até o desfecho final). Termina com a polícia a descobrir o que se passava e a intervir dando uma explicação para existir petróleo nos quintais. Havia sido devido a uma rotura de canos que levou a que se formasse um lençol subterrâneo de petróleo. O menino chega à conclusão que o seu país é como os outros e não melhor. Histórico
A ação ocorre após o colonialismo sendo ainda possível verificar as consequências provocadas na vida das pessoas. Da história
A ação desenrola-se num dia. Tempo da história = Tempo do discurso Isocronia
Full transcript