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Leitura de Imagens no Ensino das Artes Visuais

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on 15 September 2015

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Transcript of Leitura de Imagens no Ensino das Artes Visuais

AULA 1
LEITOR X LEITORES
TIPOS DE LEITOR:
Leitor de desenho Leitor de gravura
Leitor de fotografia Leitor de gráfico
Leitor de jornal Leitor de revista
Leitor de mapas Leitor de símbolos
Leitor de sinais Leitor do cinema
Leitor do vídeo Leitor da televisão
Leitor do texto escrito Leitor do texto digital

IMAGEM?
TERRITÓRIOS DA IMAGEM:
1 – Imagens mentais, imaginadas e oníricas;
2 – Imagens diretamente perceptíveis;
3 – Imagens como representações visuais;
4 – Imagens verbais;
5 – Imagens ópticas;

IMAGEM COMO REPRESENTAÇÃO
PINTURA
GRAVURA
FOTOGRAFIA
ILUSTRAÇÃO
PUBLICIDADE
DESIGN

LEITURA?
Leitura X Leituras
Leitura de Imagens no Ensino das Artes Visuais
Leitores
LEITURA DE IMAGENS?
Subjetivo
Social
Estético
Antropológico
Tecnológico
ELEMENTOS FORMAIS
DA VISUALIDADE:
Ponto Linha
Contorno Direçao
Tom Cor Textura
Escala Dimensão
Movimento Ritmo
Equilíbrio Volume
Proporção
REPRESENTAÇÃO?

SIGNO
TÉCNICA/TECNOLOGIA
NO DESENHO
Carvão
Grafite
Sanguínea
Sépia
Pedra Negra
Giz
Pastéis secos
Pastéis a óleo
Tinta chinesa

PINTURA:
Afresco
Aquarela
Guache
Têmpera
Pintura a óleo
Acrílico
Colagem
Frottage

GRAVURA:
Em metal
Xilografia
Litografia
Linóleo
Serigrafia

MODALIDADES DA
LEITURA DE IMAGENS
1- Imagens em si
2- Imagens figurativas
3- Imagens simbólicas

LEITURA DE IMAGENS NO ENSINO DA ARTE
PROPOSTA TRIANGULAR
Apreciar
Contextualizar
Fazer
IMAGEM
METODOLOGIAS:
Edmund Feldman
Robert Ott
Michael Parsons
Abigail Housen
Método de leitura de
imagem de Edmund Feldman.

Estágios:
Descrever:
Identificar o que se vê na obra visual, apenas o que está evidente.
Analisar:
Identificar na obra elementos da composição visual, estabelecendo
relações entre os elementos.
Interpretar:
Dar sentido ao que observou na obra, procurando identificar quais
os sentidos, ideias, sentimentos e expressões intencionadas pelo
autor.
Julgar:
Emitir juízo de valor sobre a obra, se ela é importante ou não, se tem qualidade estética.

Método de leitura de imagem de Robert William Ott.

Estágios:
Aquecer/Sensibilizar
Preparação do material visual/obra de arte que será apreciado.
Descrever
Descrever os aspectos formais da imagem.
Analisar os conceitos formais da obra
Analisar visual, como o artista organizou a sua composição visual.
Interpretar
O leitor interpreta a obra visual, apontando que sentimentos lhe são
trazidos, ideias ou sensações.
Fundamentar
É ampliado ao leitor o conhecimento da obra visual por meio do contexto, da história da obra.
Revelar
O fazer artístico (produção) sobre a obra observada.

Método de leitura de imagem de Michael Parsons.

Método de leitura de imagem de
Abigail Housen.

Estágios:
Estágios:
Favoritismo/Preferência/Gosto Pessoal
Seleção de uma obra visual ou parte dela que goste.
Beleza/Realismo
Escolha de imagens ou obras visuais que são “bonitas” ou o tema é “bonito”.
Expressão
A expressão do artista é importante para compreender as intenções dele ao produzir a obra visual; que
sentimentos, ideias ou sensações a obra expressa.
Estilo/Forma
Interesse pelo estilo e composição visual da obra, buscando relacionar com a expressividade dela.
Juízo/ Interpretação/Autonomia
Entender a validade da obra segundo seu contexto social e histórico, buscando compreender
os sentidos e experiência que ela trazem ao leitor.

Descritivo/ Narrativo
Como a obra visual foi feita, sua composição, como o artista a produziu.
Classificativo
Quem é o artista que produziu a obra, em que ano e época a obra foi feita, quais os materiais
e procedimentos utilizados na sua produção.
Interpretativo
Que sensações, ideias ou sentimentos a obra expressa.
Recriativo
Fazer artístico baseado na mesma obra visual observada.

CULTURA VISUAL
SÍMBOLO?
Pioneiros
Rafael Sanzio. O Casamento da Virgem, 1504.
Jan van Eyck. O casamento Arnolfini.,1434.
JUAN MORENO AGUADO - Casamento - Óleo sobre tela - 130 x 195 - 2009
Casamento chuvoso — Espátula pintura a óleo sobre tela por Leonid Afremov 2013
Hélio Nunes. Casamento, 2002, óleo sobre tela, 80x100cm.
Cândido Portinari - Casamento na Roça - Óleo Sobre Tela. 1947
Letramento?
Alfbetização?
Tendência Pedagógica

PEDAGOGIA DA vIsuaLiDADE
É preciso saber escolher as imagens que são significativas para os alunos, no que elas podem contribuir para o processo de aprendizagem, ao mesmo tempo, elas devem falar à respeito de várias culturas, momentos históricos, fatos de relevância para a comunidade. O professor deve construir estratégias que possam levá-los a conhecer os elementos visuais, tendo seus objetivos bem claros, quanto ao que pretende ensinar e ao mesmo tempo possibilitar conexões com as outras disciplinas. Através dessas ações, afirmar que a sensibilidade artística não é inata e sim construída, pois as habilidades para a compreensão estética crescem cumulativamente à medida que o leitor vai evoluindo.


Visão
X
Visualidade

Na Cultura Visual, Hernandez propõe considerar:

ASPECTOS:
•Histórico-antropológico:
as representações e artefatos visuais são frutos de determinados contextos que os produzem e legitimam. Por isso, é necessário ir além de uma abordagem perceptiva daquilo que se vê na produção, para estabelecer conexões entre os significados dessa produção e a tradição :valores,costumes,crenças,idéias políticas e religiosas que as geraram.
•Estético- artístico:
este aspecto refere-se aos sistemas de representação. O aspecto estético-artístico é compreendido em relação à cultura de origem da produção, e não em termos universais, pois o código europeu ocidental não é o único válido para a compreensão crítica da cultura visual.
•Biográfico:
as representações e artefatos fomentam uma relação com os processos identitários, construindo valores e crenças, visões sobre a realidade.
•Crítico-social:
representações e artefatos têm contribuído para a configuração atual das políticas da diferença e das relações de poder


Tendências Formalistas:

Psicologia da Gestalt
Percepção Visual - Rudolf Arnheim
Alfabetização Visual - Donis Dondis

Tendências Documentalistas

Antropólogos, sociólogos e historiadores interessam-
se pelo uso de imagens como fonte documental, instrumento, produto
de pesquisa, ou ainda, como veículo de intervenção político-cultural
(Feldman-Bianco, Leite, 1998). Diante dessas novas perspectivas teórico-metodológicas,
reforça-se a tendência a construir o conhecimento utilizando a
dimensão imagética como documento. O uso de imagens na pesquisa histórica
é crescente, apesar do baixo número de pesquisadores “alfabetizados visualmente”
(Samain, 1998) e das dificuldades e limites que o âmbito acadêmico
impõe a esse tipo de pesquisa.


Tendências Semióticas

Denotação X Conotação

A leitura da imagem a partir dos seguintes códigos:
• espacial:
o ponto de vista do qual se contempla a realidade (acima/ abaixo; esquerda/direita; fidelidade/deformação);
• gestual e cenográfico:
sensações que produzem em nós os gestos das figuras que aparecem (tranqüilidade, nervosismo, vestuário, maquiagem,
cenário);
• lumínico:
a fonte de luz (de frente achata as figuras que ganham um aspecto irreal, de cima para baixo acentua os volumes, de baixo para
cima produz deformações inquietantes);
• simbólico:
convenções (a pomba simboliza a paz; a caveira, a morte);
• gráfico:
as imagens são tomadas de perto, de longe;
• relacional:
relações espaciais que criam um itinerário para o olhar no jogo de tensões, equilíbrios, paralelismos, antagonismos e complementaridades.

COMPREENSÃO CRÍTICA
Fernando Hernandez
As imagens são mediadoras de valores culturais e contém metáforas nascidas da necessidade social de construir significados. Reconhecer essas metáforas e seu valor em diferentes culturas,assim como estabelecer as possibilidades de produzir outras,é uma das finalidades da educação para a
compreensão da cultura visual.
Desta forma, é importante salientar que as imagens que o professor leva para seus alunos não devem ser utilizadas gratuitamente mas é preciso que sejam escolhidas adequando-as aos objetivos propostos a partir dos conteúdos
trabalhados,buscando uma “relação sócio-afetiva com a imagem em uma situação de cognição”

As imagens não cumprem apenas a função de informar ou ilustrar,mas também de educar e produzir conhecimento.
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