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Sofro, Lídia

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by

Filipa Medeiros

on 18 March 2013

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Transcript of Sofro, Lídia

photo (cc) Malte Sörensen @ flickr Análise do poema "Sofro, Lídia, do medo do destino"

"Deixem-me os deuses minha vida sempre sem renovar" Poema e sua análise Sofro, Lídia, do medo do destino Conclusion Contrato de Leitura Ricardo Reis heterónimo pessoano
personalidade clássica
muito conservador
grande capacidade de síntese discurso dialógico com Lídia TEMAS: Sofro, Lídia, do medo do destino.

A leve pedra que um momento ergue

As lisas rodas do meu carro, aterra

Meu coração.



Tudo quanto me ameace de mudar-me

Para melhor que seja, odeio e fujo.

Deixem-me os deuses minha vida sempre

Sem renovar



Meus dias, mas que um passe e outro passe

Ficando eu sempre quase o mesmo, indo

Para a velhice como um dia entra

No anoitecer. não quer o futuro

medo de não poder regressar ao passado feliz que conhecera o movimento que o faz avançar, arruína-lhe as esperanças (irrealizáveis) que ele constrói

movimento = dor Epicurismo: "a felicidade consegue-se com a fuga às agitações do mundo" despreza a mudança (boa ou má)

o que conhece é certo e controlável

o desconhecido é perigoso

prefere continuar a viver a vida como a conhece aceitação do destino
apatia recusa das paixões e do sofrimento exagerado deseja que a vida passe por si, sem que ele passe pela vida

só assim será possível não sofrer Epicurismo: indiferença perante a morte e os deuses Estoicismo acreditar que o verdadeiro prazer está numa vida calma Sofro, Lídia, do medo do destino 12 versos
3 quadras versos brancos Meu coração decassílabo trissílabo Discurso apostrófico com recetor intratextual - Lídia metáfora perífrase comparação tem medo do destino ultrapassa o seu medo
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