Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Povos em deslocamento

No description

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Povos em deslocamento

IMIGRAÇÕES ATUAIS, UMA CRISE HUMANITÁRIA
Povos em Deslocamento
História das Áfricas
- ÁFRICAS X ÁFRICA - 54 países
- Fronteiras atuais são da colonização tardia.

Contexto histórico
Divisão
Rotas Caravaneiras e o Domínio Árabe
CHEGADA DOS ÁRABES E DO ISLÃO:
Século VII - Chegada dos Árabes muçulmanos
Sociedade escravista - Escravo = mercadoria

CONQUISTA DAS ROTAS CARAVANEIRAS:
Beduínos - Árabes muçulmanos do deserto
Conquista de grupos Béberes no deserto
Domínio das rotas transaarianas e alteração da dinâmica dos povos africanos sob influencia dos árabes.

Nascimento do comércio de escravos
transcontinental
"O tráfico negreiro não foi uma invenção diabólica da Europa. Foi o Islã, desde muito cedo em contato com a África através dos países situados entre Níger e Darfur e de seus centros mercantis da África Oriental, o primeiro a praticar em grande escala o tráfico negreiro... O comércio de homens foi um fato geral e conhecido de todas as humanidades primitivas. O Islã, civilização escravista por excelência, não inventou, tampouco, nem a escravidão, nem o comércio de escravos."
Fernand Braudel

ESCRAVIDÃO - RAÍZES "PRIMITIVAS"
Diásporas Africanas
DIÁSPORA FORÇADA (1500 - 1900)
4 milhões - ilhas no Oceano Índico
8 milhões - países da zona do Mediterrâneo,
12 milhões - América
Destes 12 milhões, 5,5 milhões para o Brasil
Diáspora Africana
Prof. Michelle
O que está acontecendo na Europa?

Nos últimos meses, milhares de refugiados e pleiteantes de asilo chegaram às fronteiras europeias, oriundos de regiões do Oriente Médio e da África.

Trata-se de uma tendência que se verificava pelo menos desde o ano passado. Em 2014, o número de pessoas que chegou à Europa em busca de asilo e refúgio aumentou significativamente em relação aos anos anteriores.

Mais de 700 mil pessoas pediram asilo na Europa no ano passado, um aumento de 47% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

Circunstâncias:

MIGRAÇÃO PLANEJADA:
quando ela se dá de forma a cumprir um determinado objetivo.

MIGRAÇÃO CONTROLADA
: quando sua iniciativa faz parte da política ou do programa de governo, cabendo a este regular o fluxo de pessoas tanto para fora (emigrantes) quanto para dentro de suas fronteiras (imigrantes). A migração controlada se subdivide em:

Restringida
: quando o governo impõe restrições, dificultando a imigração. Exemplo: a política atual de imigração dos EUA e de muitos países europeus.
Estimulada:
quando o governo possibilita o fluxo de migrantes tanto interno quanto externamente (entrada de estrangeiros). Exemplo: Política brasileira de imigração para as fazendas de café em nosso território.

MIGRAÇÃO FORÇADA:
quando o indivíduo é obrigado, forçado a migrar, de acordo com o interesse de terceiros. Exemplo: o negro africano por ocasião do tráfico de escravos.

MIGRAÇÃO ESPONTÂNEA:
quando ela se dá por livre escolha do próprio migrante;




Migrações

Migrações

A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

Falta de unidade entre os países do continente na resposta tanto ao trânsito de refugiados, quanto aos pleitos de asilo.

De acordo com determinação da União Europeia, o pedido de asilo deve ser realizado no país em que o imigrante chega.


Por que a crise humanitária atingiu a proporção atual?

A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

Não hesitam em optar por rotas de alto risco, a pé ou pelo Mediterrâneo, na expectativa de uma vida melhor, na Europa.

Quem são esses refugiados?

Dentre os principais grupos de refugiados que chegam atualmente à Europa estão sírios, afegãos,  iraquianos,  paquistaneses, eritreus, somalianos e nigerianos.


A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

Globalização: mundo foi capaz de derrubar as barreiras para o alcance e livre circulação de capitais e de informação, mas multiplicou o número de muros e cercas divisórias entre fronteiras físicas e regiões de tensão.

A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

“Por muito tempo, migração tem sido uma questão pela qual políticos podem perder ou ganhar eleições. Políticos na Europa tem infelizmente culpado imigrantes por problemas estruturais e geopolíticos que não são sua culpa. Eles estão ganhando votos nas cotas de imigrantes e estão piorando o clima contra migração no continente”. Ryan Schroeder

Fatores da migração:
Fugindo de guerras, violência, pobreza e falta de perspectivas.


A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

Imigrações (forçadas e espontâneas): A queda das fronteiras e a questão dos refugiados.
Prof. Cléo
Definição:
Trata-se do deslocamento ou movimento do indivíduo ou de sociedades humanas de um lugar para outro.

Qualquer mobilidade espacial envolve duas áreas, de um lado se configura a saída (emigração) e do outro, o movimento de entrada (imigração).

O movimento migratório pode ser provocado por diferentes fatores, podendo estes serem de
 atração ou de expulsão
Imigrações (forçadas e espontâneas): A queda das fronteiras e a questão dos refugiados.
Prof. Cléo
A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

A Quebra das Fronteiras e a Questão dos Refugiados

Prof. Rodrigo
Intolerância e Construção dos Estados Religiosos no Oriente Médio
   Intolerância e construção dos Estados religiosos no Oriente Médio

Rodrigo Dalazen Veronez – Historiador


Islã: Um império nas mãos de outros impérios.
Os interesses britânicos e Estadunidenses.
O nacionalismo árabe.
A falência do antigo nacionalismo, da URSS, a Revolução Iraniana e a brutalidade do imperialismo explicam o fundamentalismo.
ISIS.





       As imigrações atuais e a expansão do ISIS - Rodrigo Dalazen Veronez – Historiador.


O que é Israel?


Imperialismo e o petróleo.
Israel e o Sionismo
Islamismo; Fundamentalismo religioso ou nacionalismo árabe
.

Questões importantes para entender o Oriente Médio

País libertado após a II Guerra Mundial como a Índia ou população colonizadora como os holandeses na África do Sul.

Estado democrático ou racista?
Anti -semitismo = anti – sionismo
?

Quem são os “terroristas da palestina?
Aliança entre Sionistas e Nazistas.

A solução; um estado judeu e um palestino ou uma palestina única, laica, democrática e não racista?



Primavera Árabe, onda revolucionária
Prof. Walbert
Mapa de Rafael Sanzio
Egito

Cronologia
:
Globalização:
Déc. de 90: Difusão de ideias ocidentais, decorrente das novas tecnologias.



Cronologia:
Conflitos árabe-israelenses:
Guerra de independência.
Conflito de Suez.
Guerra dos Seis Dias.
Guerra do Yom kippur.
Guerra do Líbano.
Intifada.

Países envolvidos
: Tunísia, Egito, Líbia, Argélia, Bahrein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Síria, Omã e Iémen e protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental.


Primavera Árabe

O acordo, proposto pelo CCG (Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico) e que previa a transferência do poder ao vice-presidente no prazo de um mês e a realização de eleições presidenciais e parlamentares dois meses depois, foi revogado. Dez dias depois da assinatura dos opositores, Saleh desistiu de firmá-lo mesmo após ter se comprometido.

O presidente iemenita foi ferido e teve 40% do corpo queimado em um ataque-surpresa que vitimou outras sete autoridades. Saleh foi submetido a cirurgias na Arábia Saudita e vice-presidente Abed Rabbo Mansour Hadi, assumiu o posto.


Iêmen

No Iêmen, militares se juntam a manifestantes em protestos que pedem a criação de um conselho governamental para comandar o país.

No final de janeiro os iemenitas reuniram-se em Sanaa, a capital do país, para exigir a renuncia de Ali Abdullah Saleh, no poder há 33 anos. Como resposta, o governo lançou uma forte repressão o que ocasionou confrontos com manifestantes em diversas cidades do país.






Iêmen

16 e 17 de junho de 2012: A Comissão Eleitoral do Egito declarou o candidato Mohamed Mursi, do Partido Liberdade e Justiça, braço político da Irmandade Muçulmana, vencedor das eleições presidenciais no país.

O país voltou-se contra seu presidente, Hosni Mubarak, no final de janeiro de 2011. Após uma intensa pressão popular concentrada na Praça Tahrir, no Cairo, e reprimidas por apoiadores do presidente, Mubarak renunciou ao poder em 11 de fevereiro.


"A revolta mais significativa aconteceu no Egito, por este ser o país central no mundo árabe, o mais populoso, com 80 milhões de habitantes, e de onde surgem as diretrizes culturais e políticas. É lá onde fica o principal cinema, a principal TV. O país é uma referência intelectual, então foi o que mais influenciou as outras nações da região para que o efeito dominó acontecesse",

Egito

Fatores:

1º) Desemprego.
2º) Os regimes corruptos e autoritários.
3º) Governos repressores que impediam a oposição política credível.
4º) Movimentos islamistas de diversas índoles.
5ª) Injustiça política e social desses governos,
6º) Falta de liberdades.
7º) Alta militarização dos países.
8º) Falta de infraestruturas em lugares onde todo o beneficio de economias em crescimento fica nas mãos de poucos e corruptos.
9º) Crise do subprime de 2008.


Tunísia

Onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010.


Protestos na Tunísia.
O presidente Zine El Abidine Ben Ali, foi deposto após 23 anos de ditadura


Nas eleições para a Constituinte, o partido islamista Ennahda (Renascimento) foi o vencedor.


Tunísia

Depois de 1979

Até 1978

Cronologia:
Guerra fria:
Alinhamento aos EUA ou à URSS, limitava a liberdade.


Após 1979
A recusa de Kadafi em deixar o país fez com que uma coalizão militar internacional interviesse no país em 19 de março. Doze dias depois, A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) assumiu as operações.

Na Líbia, Muamar Kadafi, há 42 anos no poder, teve um final trágico: capturado por rebeldes em 20 de outubro, foi executado e exibido como troféu.

Líbia

Bahrein

Caracterizado pela forte violência utilizada pelas forças de segurança para reprimir os manifestantes, os protestos no Bahrein, que eclodiram em meados de fevereiro, exigiam melhores condições de vida à população, a troca do sistema de governo do país, da monarquia constitucional por um sistema parlamentarista, além da não marginalização dos xiitas, que apesar de representarem 70% da população, estão submetidos a uma monarquia sunita.


Bahrein

As revoltas na região são extremamente importantes, já que colocam em risco a monarquia saudita e até mesmo operações norte-americanas.

A crise no Bahrein pode ter consequências imprevisíveis, já que o país é a sede de um quartel-general norte-americano que
é indispensável para a operação das forças de ocupação do Iraque. Além disso, o país pode ser fonte de inspiração para a população xiita da Arábia Saudita“.


Bahrein

Síria

Iniciados como uma mobilização social e midiática, exigindo maior liberdade de imprensa, as manifestações ganharam aos poucos um caráter atrelado aos direitos humanos e a uma nova legislação.

Iniciados em 26 de janeiro e influenciados por outros protestos simultâneos na região, os confrontos na Síria entre as forças de segurança e os manifestantes agravaram o estado de emergência instituído no país desde 1962.O dispositivo suspende as proteções constitucionais para a maioria dos cidadãos.

Os conflitos na Síria agravaram-se com a chegada de forças rebeldes à capital Damasco e a morte de autoridades do primeiro escalão do governo,
entre elas o ministro da Defesa e o cunhado do presidente Bashar Al Assad.

O que torna a crise na Síria mais difícil são as diferenças étnicas e religiosas. Os sunitas, que formam a maioria da população (74%) são governados pela minoria alauíta (12%).

A ONU tenta negociar uma saída diplomática para a crise. Porém, todas as propostas de sanções para forçar a renúncia do presidente foram emperradas pela Rússia, que tem poder de veto no Conselho de Segurança.



Síria

Oriente médio

Depostos pela revoltas árabes

Primavera árabe

Antiguidade: África Setentrional
Egito
Cartago
Antiguidade: África Subsaariana
Grandes reinos e sociedades africanas
Reino de Gana
Reino Mali
Reino Songai
Reinos Iorubá
Reino Benin
Congo
Reinos da África Oriental
ROTAS DE COMÉRCIO - ENTROCAMENTOS
As rotas entre África Transaariana e África do Norte eram utilizadas para o comércio.Nos entrocamentos das rotas nasciam cidades/aldeias.
Comércio Transatlântico e Partilha da África
Diásporas Africanas e Caribenhas atuais
Diásporas Haitianas - Caribenhas
Quando começou e motivos

Década de 50 .

Ditaduras e golpes de Estado.

Mais pobre das Américas.

Péssima infraestrutura.

Terremoto em 2010
Diáspora Haitiana
Quando começou.
Porque?
Principais locais e destinos econômicos.
Dados.
Dificuldade jurídica no país.
Como isso afeta o Brasil.
Dados
25 mil haitianos no país após 2010

Previsão para 2016 de 200 mil

1/3 da população no estrangeiro

IDH

Imigrantes Ilegais
Full transcript