Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of Herr Freud - Życie i twórczość

Czyli podstawa współczesnej psychologii w... 20 minut.
by

Sofia Marques

on 3 June 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Herr Freud - Życie i twórczość

Sigmund Freud Agrupamento De Escolas De Trancoso PSICOLOGIA Inês Sarmento Miguel Lourenço
Sofia Antunes O objeto da Trabalho elaborado por: Dados
biográficos: Sigmund Freud e O incosciente Sisgmund Freud nasceu em Greiberg, Morávia, Império Austríaco (atualmente pertencente à República checa) O pai era comerciante de lãs e Freud o mais velho de oito irmãos, a sua mãe tinha-o como o filho preferido.
A família reconhecendo as suas capacidades intelectuais desde cedo, procuraram apoiá-lo nos estudos, em que se revelou um aluno excelente. 1856 1896 1881 Formou-se em medicina, na Universidade de Viena, e desenvolveu trabalhos experimentais em biologia e fisiologia.
Ainda lecionou durante algum tempo uma cadeira que abordava as perturbações do sistema nervoso, mas as dificuldades económicas e o facto de ser judeu levaram-no a exercer clínica privada como neurologista.
Durante de cerca de um ano estudou em Paris, com o professor Jean Charcot, que recorria a hipnose para tratar a histeria. Na época dominava a convicção de que as histeria era uma perturbação exclusivamente feminina. Manifestava-se por um conjunto de sintomas orgânicos, como paralisias, desmaios, perda de memória, da fala, cegueira ect, mas que não tinham origem no sistema nervoso.
São as experiências com Jean que levam Freud a pôr a hipótese da existência do inconsciente, isto é, de uma instância do psiquismo que se desconhece.
Sozinho, vai desenvolver um conjunto de conceções que vão constituir uma teoria sobre o psiquismo humano e uma técnica terapeuta :
Psicoanálise A Wundt Perspetiva: Introspeção
controlada Processos
mentais Freud Inconsciente Psicoanalítico Sexualidade Perspetiva: Método: Consciente Perspetiva: Perspetiva: Método: três níveis da Inconsciente: Inconsciente: Refere-se ao material não disponível na consciência. quando um pensamento ou sentimento parece não estar relacionado aos pensamentos e sentimentos que o precedem. Pré-cosciente: Relaciona-se com os conteúdos que podem facilmente chegar à consciência. As porções da memória que nos são facilmente acessíveis fazem parte do Pré-Consciente. Estas podem incluir lembranças de ontem, o segundo nome, as ruas onde moramos, certas datas comemorativas, etc. O Pré-Consciente é como uma vasta área de posse das lembranças de que a consciência precisa para desempenhar suas funções. É uma pequena parte da mente, incluindo tudo do que estamos cientes num dado momento. consciencia O Divã de Freud: O psicanalista não opina, não defende, não moraliza e sobretudo, não julga. Ele ocupa o papel de veículo, e limita-se apenas a ser o condutor de emoções e elaborações, empresta a sua figura para a transição de material psíquico e a promoção da “transferência” em Psicanálise.
Ele escuta, questiona, investiga e fomenta, tudo o que for necessário para permitir fluidez as emoções e as questões psicossomáticas. Às vezes ele é odiado, amado, confundido, “confiado e desconfiado”, mas isso tudo é apenas o seu papel. Papel do psicanalista - Freud Freud desenvolveu a técnica de trabalho do psicanalista com o divã (o paciente deita-se no divã para que se senta mais à vontade para falar livremente e ficar distante dos estímulos, por exemplo, o olhar do analista ou suas expressões faciais eventuais que ocorrem durante a sessão).

  O psicanalista deve ouvir o paciente e manter a "atenção flutuante", interpretar a fala do paciente, suas atitudes na sessão, seus sonhos, quando necessário. O paciente realiza um trabalho de recordação, não só da origem dos sintomas, mas da sua própria história particular; e para isso ele deve falar. O divã como elemento da Psicanálise Ser humano Existem diferentes conceções de ser humano. Há autores que colocam a ênfase nos processos mentais, no interior do ser humano. Wundt e Freud. Mas apesar de ambos defenderem que o que é determinante no ser humano são os processos mentais, existe uma enorme diferença nas suas conceções. A experiência com charlot e sobretudo com Breuer leva Freud a concluir que não é posível compreender muitos aspetos do comportamento humano, designadamente certas patologias, se só se admitisse a existência do consciênte. A ideias de que o ser humano é racional e que através da introspeção conheceria o fundamental de si próprio - a consciência- vai ser negado por Freud. Para se compreender o ser humano, tem de se admitir a existência do inconsciente, que define como uma zona do psiquismo constituida por desejos, pulsões, tendências e recordações recalcadas, fundamentalmente de carácter sexual. O incosciente A sexualidade forma parte integral da personalidade de cada um.
É uma necessidade básica e um aspeto do ser humano que não pode ser separado dos outros aspetos da vida.
Sexualidade não é sinônimo de relação sexual e não se limita à presença ou não do orgasmo. Sexualidade é muito mais do que isso, é a energia que motiva a encontrar o amor, o contato e a intimidade e se expressa na forma de sentir e na forma com as pessoas tocam e são tocadas. O fundador da psicanálise expõe que desde o nascimento, o indivíduo é dotado de afeto, desejo e conflitos.
Depois de aceitarmos a existência da sexualidade infantil torna-se importante compreender a diferença entre “sexo” e “sexualidade”. Enquanto o Sexo é entendido a partir do biológico, remetendo-se a ideia de gênero, feminino e masculino, a sexualidade vai além das partes do corpo, constituindo-se como uma característica que está estabelecida e está presente na cultura e história do homem. O reconhecimento da importância da sexualidade na vida psíquica humana e a afirmação da existência de uma sexualidade infantil vão provocar um enorme escândalo.
Freud esclarece que a sexualidade não pode ser associada á genitalidade, mas sim pode corresponder ao prazer que tem origem no corpo e suprime a tensão.(Libio) Muitos desses conflitos remetiam para a experiências traumáticas vividas na infância e recalcadas no inconsciente.

Recalcamento: mecanismo de defesa do ego em que os impulsos, desejos e sentimentos inaceitáveis ou desagradáveis são mantidos no inconsciente, sendo impedidos de aceder ao ego, são afastados da consciência. A sexualidade é uma dimensão humana essencial, e deve ser entendida na totalidade dos seus sentidos como tema e área de conhecimento. O primeiro a falar sobre a sexualidade infantil foi Sigmund Freud.
De acordo com Freud a sexualidade acompanha-nos desde o nascimento até a morte.
Na análise que desenvolve com os seus doentes, Freud conclui que muitos dos sintomas por eles apresentados eram manifestações de conflitos psíquicos relacionados com a sexualidade, sujeita á repressão.
Repressão : é o termo utilizado pela psicologia para se designar o ato de reprimir um desejo ou impulso. SEXUALIDADE SEXUALIDADE SEXUALIDADE SEXUALIDADE SEXUALIDADE É nos primeiros anos de vida que a criança tem as suas mais puras reações.
Sabem expressar dor e alegria, demonstram amor, ciúmes e outros sentimentos que vivenciam com muita intensidade.

Desta forma pode se observar que em nenhuma outra fase da vida a capacidade de receção e imitação é maior do que na infância.
O ser humano nasce sexuado e desde bebé tem início seu autoconhecimento, de forma natural e espontaneamente, mas ele necessita da ajuda do meio em que se está inserido para encontrar as respostas das questões que tanto lhe angustiam. Segundo Freud a sexualidade é construída durante as primeiras experiências afetivas do bebé.
Quando nasce, a perceção do bebé é sensorial, todo contato com os pais ou cuidadores passa a compor as primeiras sensações sexuais e será a base para a construção dos vínculos afetivos e do desejo de aprender.
Essa construção ocorrerá por meio da energia afetiva, que levará o organismo a perseguir seus objetivos. A essa energia, Freud denominou de libido, que é sinônimo de energia sexual. Construção da identidade Construção da identidade O consciente O consciente é racional, só os humanos têm consciência daquilo que são. É na racionalidade e consciência que nos diferenciamos dos animais, mas por muito racionais que sejamos, o nosso inconsciente será sempre maior que o nosso consciente, porque antes de nós pensarmos, já sentimos. Tudo aquilo que nós fazemos sem nos apercebermos que estamos a fazer, tal como respirar, ver, ouvir, cheirar, dormir, etc., são reações produzidas no nosso corpo devido a ordens dadas pelo nosso cérebro inconscientemente, embora posteriormente possamos ter consciência disso. O inconsciente é irracional, os animais também o têm.
O inconsciente é importante porque nos defende dos perigos e nos guarda toda a informação do nosso passado. Tem uma capacidade infinita se pensarmos que cada segundo o nosso cérebro recebe dezenas de estímulos ou mensagens, permanentemente, sendo a maior parte delas armazenadas diretamente na memória inconsciente, sem nos apercebermos delas. O Inconsciente Segunda tópica Primeira tópica Freud apresenta duas representações do psiquismo da mente humana O Inconsciente – CONCEÇÃO DO PSIQUISMO Parte invisível.
Zona muito maior do que a consciente e tem uma forte influencia no comportamento Parte visível.
É possível aceder ao consciente através da introspeção. Primeira tópica CONSCIENTE PRÉ-CONSCIENTE INCONSCIENTE O Inconsciente – CONCEÇÃO DO PSIQUISMO superego ego id Constituída por: Segunda tópica O Inconsciente – CONCEÇÃO DO PSIQUISMO id

Zona inconsciente, a partir do qual se forma o ego e o superego. Esta zona existe desde que nascemos e é constituída por pulsões, instintos e desejos.

Rege-se pelo principio do prazer, tendo assim como objetivo a realização e a satisfação imediata dos desejos e pulsões. A maior parte destes desejos são de natureza sexual. Segunda tópica O Inconsciente – CONCEÇÃO DO PSIQUISMO ego

Zona consciente, esta zona forma-se a partir do id.

O ego é um mediador entre as pulsões inconscientes e a realidade do meio.

Forma-se durante o primeiro ano de vida.

Rege-se pelo principio da realidade, decidindo assim, quais os desejos e impulsos do id que se podem realizar. Segunda tópica O Inconsciente – CONCEÇÃO DO PSIQUISMO superego

Zona que corresponde à interiorização das normas e dos valores sociais e morais.
O superego é resultando do processo de socialização.

Forma-se entre os 3 e os 5 anos de idade. Segunda tópica O Inconsciente – CONCEÇÃO DO PSIQUISMO Estádios Psicosexuais ESTÁDIO ORAL Até aos 12/18 messes Até aos 5/6 anos ESTÁDIO ANAL ESTÁDIO FÁLICO Até 2/3 anos ESTÁDIO DE LATÊNCIA Até á
puberdade ESTÁDIO GENITAL a partir da puberdade Portanto o desenvolvimento da personalidade é explicado por Freud pela evolução da forma como a pessoa procura obter prazer – a sexualidade –, que na infância (sexualidade infantil) é sobretudo autoerótica (dirigida a si mesma), e só a partir da adolescência passa a ser essencialmente voltada para os outros.
Esta evolução permite definir estágios de desenvolvimento psicossexual, que se caracterizam por mudanças da zona erógena e por conflitos entre a busca de prazer a realidade que o limita, que vão condicionar a criação de estruturas do aparelho psíquico (instâncias) e a relação dinâmica entre elas. A zona erógena é a boca o bebé obtém prazer ao mamar, ao levar objetos á boca, bem como através de estimulações corporais.

É durante o ato de “mamar”, quando a criança busca a preservação do equilíbrio vital, que surgem as primeiras experiências de prazer. Pois, ao sugar o seio da mãe sua boca entra em contato com a pele dela e seus lábios se comportam como transmissores de sensações prazerosas.
A sexualidade é autoerótica, porque a criança obtém o próprio prazer. O desmame corresponde a um dos primeiros conflitos vividos. Enquanto o id, que é herança biológica do ser humano, é orientado pelo principio do prazer, o ego rege-se pelo principio da realidade, que corresponde ás normas e ás exigências da vida em sociedade.
É neste estádio que o ego se forma. ESTÁDIO ORAL A zona erógena é a região anal. A criança obtém prazer pela estimulação do ânus ao reter e expulsar as fezes. ESTÁDIO ANAL É nessa fase que a criança começa a estabelecer o controle das suas fezes. Neste período as crianças começam a criar suas fantasias sobre o que produzem, ou seja, as fezes. Essa produção tem para ela um grande valor, porque são objetos que vem de dentro de seu corpo e que lhe proporcionam prazer ao serem produzidas.

Neste período, as crianças, para tirar proveito da estimulação erógena da zona anal, retém as fezes, até que este acúmulo proporcione violentas cólicas e ao passar pelo ânus, ocorrera uma estimulação intensa na mucosa, dando-lhes sensações de alívio e prazer. A zona erógena é a região genital, os órgãos sexuais são estimulados ela criança, que assim obtém prazer. ESTÁDIO FÁLICO A curiosidade sobre as diferenças sexuais é grande. É neste estádio que surge o complexo de Édipo, que consiste na atração da criança pelo progenitor do sexo oposto e agressividade para com o progenitor do mesmo sexo. É com este, que surge como modelo, que se vai identificar.

A identificação leva a criança a adotar os seus comportamentos, valores e atitudes. É a sua interiorização que conduz á formação do superego. É através de processo de identificação que se supera o complexo de Édipo. Este período é caracterizado por uma aparente atenuação da atividade sexual. A zona erógena é a região genital. ESTÁDIO DE LATÊNCIA Seria neste estádio que ocorreria amnésia infantil: a criança reprime no inconsciente as experiências que a perturbam no estádio fálico.

A criança investe a sua energia nas atividades escolares, ganhando especial importância as relações que estabelece entre os colegas e os professores. ESTÁDIO GENITAL É o ultimo estádio de desenvolvimento da personalidade, em que há uma ativação da sexualidade que esteve latente no período anterior.
Apesar de os investimentos afetivos se desenrolam fora da família, há uma reativação do complexo de Édipo.
O processo de autonomia relativamente aos pais passa por os encarar de forma mais realista (luto das imagens idealizadas dos pais que caracterizam os estádios anteriores).
O prazer sexual envolve todo o corpo, integrando todas as zonas erógenas. Conflitos (Desmame) Se a criança for desmamada demasiado cedo ou demasiado tarde, desenvolverá uma fixação, isto é, as necessidades características do desenvolvimento foram excessiva ou insuficientemente satisfeitas.
Assim na sua personalidade adulta vai ter tendência para obter gratificação oral: fumar, beber, comer exageradamente, consumir frequentemente pastilhas elásticas.
Pode também apresentar características, quando adulta, como a crueldade, humor sarcástico, grande capacidade de argumentação ou obstinação na defesa das suas ideias. Conflitos (Tendência para a falta
de maturidade no plano afetivo ) Se o complexo de Édipo não for bem-sucedido / resolvido, o individuo adulto poderá desenvolver certas características.
Os homens têm tendência a seduzir várias mulheres, sendo pais de muitos filhos, sucesso na carreira profissional, insucesso na vida sexual e profissional em virtude de sentimentos de culpa, podem também procurar em cada mulher com quem se relacionam a imagem da mãe. No caso das mulheres também apresentam um estilo sedutor mas não têm qualquer contacto sexual, procuram também um homem que esteja ligado à imagem do pai. 1º Associação livre
(livre de censura/critérios/lógica) de ideias: Processo ou técnica de análise dos conteúdos inconscientes sem qualquer restrição de ordem lógica ou moral. Processo de exposição livre.
Freud adoptou pelo método psicanalítico. O método psicanalítico consistia num método consciente que chega ao inconsciente ultrapassando as barreiras/resistências (principio fundamental do método psicanalítico). O inconsciente revela-se por atitudes sem que o sujeito se dê conta. O psicanalista tenta perceber as suas atitudes. Metodologia de
investigação
2º Interpretação dos sonhos:
Os sonhos são a realização simbólica de desejos recalcados. Conteúdo manifesto:
aquilo que nós sonhamos
Conteúdo latente: Significado daquilo que nós sonhamos.
Cabe ao psicanalista interpreta-os.
3ºAnálise dos actos falhados: O psicanalista procura interpretar os esquecimentos, lapsos e erros de linguagem, leitura ou audição do analisado. Estes erros involuntários manifestam desejos recalcados no inconsciente.
4º Análise de transferência: transferência de emoções, vivências, sentimentos, recalcamentos da sua fonte original para a relação com o psicanalista. Compete ao psicanalista perceber se o indivíduo está ou não a fazer transferência. Revolução seria protagonizada por si próprio, quando afirma que não é a razão, a consciência que controla a vida humana, mas sim as forças do inconsciente que ele desconhece e pouco controla. A terceira Foi no séc. XVI, quando Nicolau Copérnico conseguiu demonstrar que a Terra não era o centro do universo, mas sim que integrava num conjunto de planetas que giravam em torno do Sol. A primeira: Freud reconhece três grandes revoluções na forma como encaramos o ser humano. Conclusão : ao longo do tempo, sendo superada através das múltiplas aplicações da psicanalise. A sua influência faz-se sentir através do cinema, da literatura, do teatro, entre outras manifestações artísticas. Afetou, e ainda afeta diversas ciências como a sociologia, a medicina, etc. A contestação foi: a abrir uma nova perspetiva, que pouco ou nada tem a ver com a psicologia que toma como centro da consciência. Na perspetiva freudiana, nos primeiros meses de vida de uma criança esta sente pulsões, sobretudo de carácter sexual, que se manifestavam no seu dia-a-dia. “A criança é o pai do homem.”, afirmava Freud, querendo com isto dizer que o desenvolvimento cognitivo e social, bem como a sua personalidade seriam influenciados por aquilo que foram nos primeiros meses de vida. Freud ajuda-nos Ocorreu no séc. XIX, quando Darwin mostrou que nós seres humanos não pertencemos a uma espécie diferente da dos outros animais, mas sim que somos uma espécie que evoluiu a partir de outras. A segunda:
Full transcript