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Bacia Sedimentar do Amazonas

Seminário Geologia II, Universidade Santa Cecília
by

Juliana Policarpo

on 16 February 2015

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Transcript of Bacia Sedimentar do Amazonas

Geologia Do Petróleo I Bacia Sedimentar
Do
Amazonas Geologia
Estrutural http://www.comciencia.br/reportagens/petroleo/pet12.shtml

http://licenciamento.ibama.gov.br/Hidreletricas/Santo%20Antonio%20(Rio%20Jari)/Anexo3.3.8-1.pdf

http://www.sugeologia.org/documentos/ACTAS%20VI%20CONGRESO%20URUGUAYO/trabajos/050_Regina_Mendes_Cassiano_Karla.pdf

http://turmalina.igc.usp.br/img/revistas/rbg/v42n1/html/1a04f04.jpg

http://ppegeo.igc.usp.br/pdf/rbg/v41n1/v41n1a09.pdf

http://www.portalabpg.org.br/PDPetro/3/trabalhos/IBP0460_05.pdf

http://www.anp.gov.br Bibliografia Localização Área ~500.000 km²
Limites:
Norte: Escudo das Guianas Oeste: Bacia do Solimões
Sul: Escudo Brasileiro Leste:Bacia do Marajó Ínicio Gondwana Formação A história geológica da bacia do Amazonas teve início com a formação do Supercontinente Gondwana, no final do Pré-Cambriano, através da movimentação ecolisão das placas tectônicas compostas pelas atuais placas da América do Sul,África, Madagascar, Índia, Antártica e Austrália. Fonte: geology.com Esta colisão causou o levantamento dos Andes que interromperam o fluxo do Amazonas ao Pacífico. Em seguida, grandes lagos se formavam na parte oriental dos Andes. Uma leve inclinação do Continente Sul - Americano a leste, provocou a inversão do fluxo do Amazonas em direção ao Atlântico. Durante o Cenozóico, o Amazonas e seus tributários, gradualmente esculpiram a bacia atual da Amazônia composta de planaltos, planícies e depressões Rifte A origem da bacia está relacionada à dispersão dos esforços no fechamento do Ciclo Proterozóico Brasiliano.
A Faixa de dobramentos Araguaia-Tocantins está originalmente relacionada à Orogenia Brasiliana / Pan-Africana e sua vergência tectônica e feições estruturais apontam como leste-oeste a direção dos esforços compressivos e a direção norte-sul para a direção de alívio, provavelmente responsável pelas feições distensivas adjacentes ao cinturão.
Após o rifteamento ocorreu o resfriamento das massas plutônicas e teve início a subsidência térmica regional e o desenvolvimento de uma sinéclise intracontinental com sedimentação a partir do Ordoviciano.
Esses fenômenos orogênicos causaram movimentações epirogenéticas, intraplaca, o controle das ingressões marinhas que influenciaram nos ambientes deposicionais e as expressivas "quebras" nos registros sedimentares, as discordâncias. A direção da compressão é de noroeste para a região da Bacia do Amazonas. Sistema distensivo Formação Alter Chão associado às falhas normais sindeposicionais Falhas normais interagem com falhas transcorrentes destrais e sinistrais. Rochas Cretáceas deformadas por falhas inversas associadas a um regime transpressivo, relacionado à abertura do Atlântico Sul. Etapas de deformação tectônica: Carta Estratigráfica Grupo Purus Grupo Trombetas Sequência Ordoviana-Devoniana Prosprerança formada por arenitos aluviais e fluviais. Acari formado por carbonatos de planícies de mares. Autas-mirim composta por arenitos e folhelhos neríticos. Nhamundá edificada por arenitos neríticos e glaciogenicos. Pitinga formada por folhelhos e diamictitos marinhos. Manacapuru constituída por arenistos e pelitos neríticos. Sequência Devoniano- Carbonífera Grupo Curuá

O Grupo Curuá é separado do Grupo Tapajós, sobreposto, pela superfície erosiva relacionada à Orogenia Eo-Herciniana e novo rebaixamento eustático do nível do mar. Grupo Curuá Grupo Urupadi Maecuru constituída por arenitos e pelitos neríticos e deltaicos, praguianos a eo-eifelianos. Ererê constituída por siltitos e arenitos neríticos e deltaicos, neo-eifelianos a eo-givetianos. Após um pequeno pulso regressivo, seguiu-se a deposição do Grupo Curuá que teve sua fase inicial de deposição associada a rápida subida relativa do nível do mar. Barreirinha
Caracterizada por folhelhos cinza escuro/pretos altamente radioativos que gradam para folhelhos cinza, menos radioativos e siltitos, para o topo. enriquecidos em matéria orgânica, depositados durante a principal transgressão neo-frasniana. Curiri
Com folhelhos, siltitos e diamictitos de ambiente peri-glacial, de idade fameniana. Oriximiná
Constituída por depósitos arenosos fluviais regressivos, neo-fameniano/tournaisianos e Faro, compreendendo a arenitos flúvio-deltaicos sob influência de tempestades, datados do Viseano. Faro
O final da intensa fase regressiva iniciada com a deposição da Formação Curiri acontece com a deposição de espessos pacotes arenosos da Formação Faro, com intercalações de folhelhos na sua seção superior. Permo-Carbonífera Grupo Tapajós Itaituba Nova Olinda Andirá Posteriormente no período compreendido entre o Jurássico e Cretáceo, a Bacia do Amazonas sofreu intenso magmatismo do evento Penatecaua e o Diastrofismo Juruá que proporcionaram a intrusão de inúmeros diques básicos seguido por um relaxamento tectônico. Monte Alegre Carbonífero-Permiana Constituído de terrígenos, carbonatos e evaporitos de ambientes continental e marinho Formações Monte Alegre, Itaituba, Nova Olinda e Andirá Significativa mudança climática Seção basal do grupo Arenitos eólicos e de wadis (rios de deserto), intercalados por siltitos e folhelhos de interdunas e lagos Recobrem os clásticos da Formação Monte Alegre Carbonatos de inframaré Evaporitos de planície de sabkha, depositados durante o final do Carbonífero Fase final do ciclo Clásticos avermelhados eo-permianos (siltitos, arenitos e folhelhos avermelhados) Atestam a fase da continentalização da bacia Orogenia Tardi-Herciniana e efetivo rebaixamento eustático do nível do mar Hiato Jurássico à Cretáceo Web Map- CPRM Cretáceo-Terciário Grupo Javari Alter Do Chão
Contêm conglomerados, arenitos e pelitos, de sistema fluvial de alta energia. Solimões
Constituída por pelitos contendo níveis com restos vegetais e conchas de moluscos, em ambiente de lagos rasos de água doce, assoreados por rios meandrantes de baixa energia. Depositada diretamente sobre a superfície de discordância que marca o topo do Paleozóico da bacia Sedimentos flúvio-lacustre Sitema Petrolífero O interesse pela Bacia do Amazonas iniciou na primeira década do século XX (1917) com mapeamentos geológicos de superfície pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil(SGMB), com foco, principalmente,nas jazidas de carvão.
Em 1925, vieram os primeiros indícios de óleo e gás, nas proximidades de Itaituba.
Com a criação da Petrobras, em 1953, a exploração de petróleo nesta bacia teve um grande impulso, sendo dividida em três fases: 1953-1967 A partir de 1999 Neste período foram feitos levantamentos sísmicos sistemáticos e a perfuração de mais 36 poços exploratórios, que resultou em duas descobertas significativas: 1-LT-1-AM (Lago Tucunaré) e 1-ICA-1-AM (Igarapé Cuia), produtores de gás e óleo, respectivamente. Após a criação da ANP, a Petrobras em 1999, descobriu gás no poço 1-RUT-1-AM e que resultou nos campos, hoje em desenvolvimento, de Azulão e Japiim, respectivamente 1971–1990 Foram perfurados 53 poços estratigráficos e 58 poços pioneiros.
Resultado: descoberta subcomercial nos reservatórios Nova Olinda em três poços (1 NO-1, 1-NO-3 e 1-NO-4-AM), e alguns poços com indício de óleo e/ou gás. Rocha Geradora Rocha Reservatório Rocha Selante Principais Campos Azulão

Área: 21 km²
Reservatório: Arenitos da Nova Olinda
Fluido: gás + condensado
Profundidade: 1560 m Japiim

Área: 12,2 km²
Reservatório: Arenitos da Nova Olinda
Fluido: gás não associado
Profundidade: 1470 m Obrigado !
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