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Trem/CPTM X Metrô - SP

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by

Matheus Bastos Xavier

on 12 November 2014

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Transcript of Trem/CPTM X Metrô - SP

Trem X Metrô
Tipo de combustível utilizado
Ambos são movidos a energia elétrica, andam sobre o mesmo tipo de trilhos e são parecidos até no interior.
Emissão de poluentes e perdas energéticas

No Metrô de São Paulo o grande consumidor de energia é o trem, que utiliza exclusivamente energia elétrica para sua movimentação. Dessa forma, o Metrô é um dos sistemas de transporte com consumo de energia mais limpa em relação a outros metrôs e ferrovias do mundo.

Isso, por dois motivos: primeiramente a matriz de geração de energia elétrica no Brasil é em sua maioria composta de fontes hidroelétricas e também porque o Metrô adquire sua eletricidade de empresas geradoras que operam na modalidade hidroelétrica.

Riscos de acidentes
Metrô
Como lista de acidentes no Metrô SP, temos 6 ocorrências de 1981 a 1997:
Extensão Norte da Linha Norte Sul (1981), Extensão Leste, Túnel Itaquera (1989), Linha
Paulista 1ª Etapa - Túnel Cardoso de Almeida – Poço Sorocaba (1989), Linha Paulista 1ª Etapa
- Túnel de Acesso – Cardoso de Almeida (1989), Linha Paulista 2ª Etapa - Estação Vila
Madalena - Poço Cristovam de Burgos (1991), Linha Paulista 2ª Etapa - Túnel Jaciporã entre
Estação Sumaré e Vila Madalena(1997)

Velocidade média nos horários de pico
Metrô
Cada vagão do metrô tem dois motores (com 170 hp de potência cada um) que funcionam com a energia elétrica enviada pelo terceiro trilho. Os motores impulsionam as oito rodas do vagão e podem fazer a composição chegar a 100 km/h. Entretanto, por segurança, a velocidade máxima usada no metrô de São Paulo é 87 km/h, atingida no percurso entre as estações mais distantes.

Atualmente, a velocidade média em dias secos, em São Paulo, da Linha-1 é de 33km/h e a da Linha-3 é de 42 km/h. Nos dias chuvosos, a umidade deixa os trilhos escorregadios e, para se adequar aos padrões de segurança, a velocidade é reduzida. Passa para uma média de 23 km/h na Linha-3 e para 29,4 km/h na Linha-1. Atualmente, uma viagem em dias secos entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Corinthians-Itaquera é feita em aproximadamente 37 minutos, nos horários de pico.

Eficiência energética
Sistema de Frenagem
Riscos de acidentes
Com percurso médio maior, na CPTM, o gasto é de: 0,9 quilowatts pessoa hora.

Já o metrô tem menor consumo: 0,5 Kw passageiro hora.

No caso do automóvel, o consumo é de 13 Kw por hora por passageiro: 26 vezes mais do que no metrô e 15 vezes mais do que na CPTM
Metrô
Tração:
- Motores por carro: 4 motores de 180 kW
– 750 Vcc
- Controle: inversor estático de tração (VVVF)
- Captação de energia: sapata coletora (4 por carro)

Freio:
2 freios a disco por eixo

Desempenho:
- Aceleração máxima: 1,12 m/s²

Desaceleração:
o Freio de serviço: 1,20 m/s²
o Freio de emergência: 1,50 m/s²
- Velocidade máxima: 100 km/h

O rendimento do metrô é de, aproximadamente, 95%, visto que a diferença entre a potência útil e a potência total é pouco

Comparação de tempo num dado deslocamento
Fenômenos de ótica
geométrica utilizados
Tipo de farol e
lanternas utilizadas
Viabilidade
No Metrô de São Paulo o grande consumidor de energia é o trem, que utiliza exclusivamente energia elétrica para sua movimentação. Dessa forma, o Metrô é um dos sistemas de transporte com consumo de energia mais limpa em relação a outros metrôs e ferrovias do mundo. Isso, por dois motivos: primeiramente a matriz de geração de energia elétrica no Brasil é em sua maioria composta de fontes hidroelétricas e também porque o Metrô adquire sua eletricidade de empresas geradoras que operam na modalidade hidroelétrica.

Vale ressaltar que o Metrô de São Paulo se utiliza de um recurso muito importante e eficiente de economia de energia, a regeneração, recurso este em que parte da energia que seria dissipada (em forma de calor) durante a frenagem dos trens retorna ao sistema para alimentar outros trens próximos e que se encontram em aceleração. Em situações de baixo intervalo entre trens, essa taxa de regeneração pode chegar a 50%.

Trem
O rendimento de um trem com motor à diesel de combustão interna é de aproximadamente 80%
Trem


A possibilidade de ocorrer um acidente de trem é de 1 entre 156.169 o que mostra que as chances são pequenas
Os trens operem com motores a diesel ou outro combustível fóssil, mas alguns de alta velocidade também operam com energia elétrica. Há duas possibilidades para alimentar os comboios: cabos de alta tensão suspensos sobre a linha, como os utilizados nos “trólebus”.
É composto por subestações transformadoras/retificadoras, capazes de rebaixar conveniente a energia em alta tensão, recebida da concessionária. A energia elétrica é então retificada através de diodos retificadores, para que esteja disponível na forma de corrente contínua.

Finalmente, a energia elétrica é distribuída ao longo de toda a via metroviária, através de condutores elétricos aéreos (catenária) para alimentar os motores elétricos dos trens.
• Número de subestações: 04
• Potência total instalada: 40 MVA (10 MVA por subestação)
• Tensão de entrada: 69.000 VAC ou 138.000 VAC
• Tensão nominal de saída: 3000 VCC

A velocidade média operacional dos trens da CPTM em dias secos é de 36 km por hora, enquanto nos dias chuvosos esse velocidade cai para 29 km por hora.
Metrô:
O freio a disco é muito parecido com o freio de uma bicicleta. Os freios de uma bicicleta têm um pinça, que comprime as sapatas de freio contra o aro de roda. Em um freio a disco, as pastilhas de freio comprimem o disco, em vez da roda, e a força é transmitida hidraulicamente em vez de através de um cabo. O atrito entre as pastilhas e o disco reduzem a velocidade deste último.
Como é que os freios param o trem? Quando o trem é freado, os freios convertem a energia cinética em calor, gerado pelo atrito entre as pastilhas e o disco. Por isso, na maioria dos freios a disco, os discos são ventilados.
A rapidez média é calculada em metros por segundo.
A velocidade máxima de um metrô em São Paulo é de 87 km/h, ou seja 24,16 metros por segundo. Supondo que a distância dada é 1km (1000 metros) o tempo levado será de 41,39 segundos
O trem da CPTM possui de velocidade máxima 90km/h, ou 25m/s. Considerando a distância de 1km, o tempo levado é de 40 segundos.
Concluindo, então, que o primeiro a chegar será o trem da CPTM, seguido do metrô de São Paulo.

Comparação de tempo num dado deslocamento
Os metrôs e trens (da CPTM) utilizam espelhos planos apenas nas estações, para que, assim, seja possível ver o número de passageiros entrando.

Atualmente, tais espelhos estão sendo trocados por câmeras.
Os atuais faróis utilizados nos veículos ferroviários seguem um padrão antigo de
lâmpadas incandescentes
de filamento interno. São alimentados por uma fonte de corrente alternada, sendo, então, dependentes de um motor alternador ou inversor, que, se desligado, corta essa alimentação de energia.

É comum haver uma elevada queima desses faróis, já que, devido às imperfeições na via permanente (trilhos e dormentes), o trem sofre uma trepidação intensa e constante, provocando avarias em seu filamento e trazendo uma série de prejuízos para as empresas no que se refere à manutenção, operação, meio ambiente e satisfação do cliente.

Esse é um problema persistente e que está sendo solucionado com a aplicação de um novo farol composto por LEDs (Light Emitting Diode) de alto brilho, que supre a deficiência mecânica dos faróis incandescentes, pois não possui filamento e não queima devido à trepidação.

Sobre o desgaste do condutor:
Não há condutor.
Sobre a questão do conforto:
O metrô, durante os horários de pico, é desconfortável; Como o fluxo de passageiros é intenso, ele acaba ficando cheio, e todos os bancos são ocupados. Muitos passageiros, então, são obrigados a ficarem de pé, aguardando a estação na qual vão descer. Além disso, a maioria dos trens do metrô possuem bancos sem aconchego, sendo feitos de plástico.

Transporte de objetos de mão:
Não existe nenhum lugar para armazenamento de objetos de mão, tais como malas, bolsas, ou sacolas.
T
ransporte de equipamentos, como bicicletas:
Não existem vagões especiais para o armazenamento de equipamentos ou bicicletas. Durante os finais de semana, porém, é permitida a entrada de bicicletas nos vagões com o pagamento de uma taxa.

A rapidez média é calculada em metros por segundo

Sobre o desgaste do condutor:
A CPTM recruta maquinistas de tempos em tempos, para operação de 13 séries distintas de trens, espalhados por suas seis linhas. Para se tornar um operador de trens, a pessoa deverá ter mais de 18 anos, ensino médio completo, curso de 40h de eletricidade básica e ser aprovado em concurso público. Após aprovado, passa por treinamentos específicos de combate aos incêndios, certificação NR-10, conhecimentos básicos de ferrovia e estágio supervisionado, até que recebe as chaves dos trens.

A carga horária é de 8 horas por dia, em escalas 4x2x3x1 (trabalha-se quatro dias, folgando dois e após mais três dias, folga-se um). O salário-base gira em torno de R$ 2 mil, mais benefícios.

Sobre a questão do conforto:
Não existem muitas diferenças entre o metrô e os trens da CPTM neste quesito.
Transporte de objetos de mão:
Não existem locais para armazenamento de objetos de mão, tais como malas, bolsas, etc.
Transporte de instrumentos, como bicicletas
: Não existem vagões especiais para bicicletas ou outros equipamentos. Relativo às bicicletas, porém, a CPTM permite que os passageiros embarquem com suas bicicletas com o pagamento de uma taxa apenas nos finais de semana.
Trem:
São três sistemas, acionados por uma única alavanca na cabine do maquinista. Primeiro é acionado o freio de segurança, ou dinâmico, como classificam os funcionários da CPTM.

Esse sistema reduz de cerca de 100 km/h para aproximadamente 12 km/h a velocidade do trem.

Na fase seguinte, entra em ação o sistema de serviço, ou sapata. Ele fará os vagões pararem na estação. Quando o comboio já está na estação, é acionado, automaticamente, o freio de estacionamento.


Calcula-se que, em 2011, se não existisse o sistema metroferroviário, a Região Metropolitana de São Paulo consumiria mais 927 milhões de litros de derivados de petróleo ou 5,9 milhões de barris e sofreria com congestionamentos e mais emissão de poluentes.


Os benefícios sociais proporcionados por trem e metrô são estimados em R$ 12,5 bilhões ao ano, valor equivalente a quase 30 km de novas linhas de metrô.
Maria Camila, nº20
Matheus Xavier, nº21
Sofia Perez, nº24
Alexia Kohan, nº26

Sem contar os casos de suicídio!
Trem
Metrô
Metrô
Metrô
Emite aproximadamente 30 vezes menos que os automóveis e 15 vezes menos que os ônibus paulistanos, em média
É portanto um sistema de transporte estratégico para cenários de desenvolvimento de baixo carbono por ser movido à energia elétrica potencialmente mais limpa, o que reforça a importância dos investimentos na ampliação da rede metroviária.
Metrô
Em 2013, esses benefícios em termos de emissões de gases de feito estufa significaram um balanço líquido de
820 mil toneladas de CO2e evitadas
, considerando as emissões evitadas com a existência da rede metroviária operada pelo Metrô e as emissões geradas em decorrência do consumo de energia elétrica para tra-ção dos trens.
Metrô
Metrô
Metrô
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