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ANSIEDADE INFANTIL E O CONTEXTO ESCOLAR

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souza keli

on 1 June 2015

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Transcript of ANSIEDADE INFANTIL E O CONTEXTO ESCOLAR

É uma combinação complexa de sentimentos de medo, apreensão, preocupação excessiva, e geralmente vem acompanhada de sintomas físicos, como calafrios, palpitações, náuseas, tremores, boca seca, dentre outros.

Busca de instrumentos psicometricos, para ajudar na identificação do fator.

Escala Multidimensional de Ansiedade para Crianças - MASC.

Escolha da MASC como instrumento de identificação e medida

Como Identificar e Medir??
Ansiedade
X
Contexto Escolar
O que é Ansiedade?
OBJETIVO GERAL
• Identificar fatores desencadeadores da ansiedade que interferem negativamente no desenvolvimento infantil, gerando diversos tipos de transtornos e diversas comorbidades.

• Medir o nível de ansiedade em escolas públicas e privada, utilizando a escala MASC e correlacionar esses dados.

JUSTIFICATIVA
Durante a infância há períodos críticos no desenvolvimento que podem aumentar ou diminuir a probabilidade do desenvolvimento de psicopatologias no decorrer da vida. Apenas recentemente, estudos começaram a examinar tal aspecto e focar nas diferenças individuais com o objetivo de aumentar o conhecimento em relação as fases iniciais de disfunções emocionais e comportamentais.
Segundo a teoria, o crescimento saudável no decorrer da vida requer o adequado cumprimento de uma série de tarefas que marcam cada estágio, como por exemplo, regulação emocional e apego durante a infância, manejo de impulsos durante a idade pré-escolar, ajuste ao ambiente escolar durante o inicio da fase escolar,
bem como a criação e manutenção.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Pesquisar e apresentar os conceitos de ansiedade e
suas implicações para o desenvolvimento cognitivo;

• Descrever a relação entre aprendizagem e ansiedade;

• Sistematizar propostas da psicologia comportamental para o trabalho com crianças que tem ansiedade.

Identificar os fatores desencadeadores da ansiedade que interferem negativamente no desenvolvimento infantil.

• Analisar e correlacionar os dados de duas escolas, identificando crianças com ansiedade através
da aplicação da escala MASC.

A concepção dos autores
comportamentais sugere, que é uma
resposta condicionada a estímulos
ambientais específicos, porque as contingencias
do ambiente tem forte influencia sobre a vida
do sujeito, de acordo com o ambiente esse sujeito
emite respostas.
Por exemplo, uma pessoa que tem medo de altura,
ao olhar a historia de vida dessa pessoa encontramos
que ela caiu de algum lugar relativamente alto,
quando ela tem a visão da altura, ou mesmo ouve falar que
precisa subir a determinada altura, o organismo dela já inicia
uma resposta antecipada a situação, o medo é sempre uma
ameaça concreta, e a ansiedade é um estado emocional
motivado por um estímulo ameaçador, nessa caso a
altura, que está antecipado o futuro. É a ideia de
"antecipação", ou seja, de "respostas antecipadas"
a eventos aprendidos como "traumáticos”
etimológica de "pré ocupar se" com alguma
coisa, ou seja ocupar antecipadamente
com alguma coisa.
CONCEITO DE ANSIEDADE
A palavra ansiedade vem do latim anxietas, anxietatis, que significa preocupar-se,
desejar. Em inglês o termo correspondente é anxiety, em francês anxieté e em alemão angst.

No dicionário da língua portuguesa, (Bueno, Silveira. 1989) vemos que o significado da palavra ansiedade é um estado emocional angustiante, de desejo ardente, incerteza aflitiva, que, segundo a literatura e pesquisas realizadas, está acompanhado de alterações somáticas (cardíacas, respiratórias, etc.) e em que se preveem situações desagradáveis, reais ou não.

Zamignani e Banaco (2005) definiu ansiedade:

"
A ansiedade tem sido definida como um estado emocional desagradável acompanhado
de desconforto somático, que guarda relação com outra emoção - o medo. Esse estado
emocional é geralmente relacionado a um evento futuro e, às vezes, considerado
desproporcional a uma ameaça real. O desconforto presente na ansiedade costuma
ser descrito pelo senso comum por meio de sensações físicas tais como “frio na
barriga”, “coração apertado”, “nó na garganta”, “mãos suadas” e é, além
disso, sentido como “paralisante"
.
(Zamignani; Banaco, 2005 apud Gentil, 1997)
Introdução
PROBLEMA

OBJETIVO

JUSTIFICATIVA

RESUMO REVISÃO LITERATURA
ANSIEDADE INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR
Projeto de Pesquisa Estágio III, pela PUC MINAS
Supervisionado pela Prof. Maristela Julia Fernandes
Alunas: Keli de Souza e
Erika Cristina

Como identificar?
Busca de sujeitos com faixa etária entre 9 e 10 anos.

Buscamos duas escolas

Escola C (não tem vulnerabilidade social)

Escola D ( tem vulnerabilidade social)
PROBLEMA:
Quais são os principais fatores desencadeadores da ansiedade infantil e suas relações com a aprendizagem?
E como as intervenções da psicologia comportamental e cognitiva podem contribuir nesse contexto?

Quais são os possíveis níveis de ansiedade no ambiente escolar, entre escolas da rede privada e pública da região de Belo Horizonte?

Mas, segundo Paul Stallard (2009/2010),
o envolvimento dos pais como “coclientes”, ajuda
na preservação e eficácia do tratamento:


"Os programas que envolvem os pais como
coclientes abordam diretamente os comportamentos
parentais os quais se acredita contribuírem para o desenvolvimento e manutenção da ansiedade do seu filho.
Enquanto a criança recebe a TCC para abordar seus problemas, os pais/família adquirem novas habilidades para tratar de dificuldades familiares ou pessoais importantes"
.
(Stallard, 2009/2010 p.61).
Em pesquisas realizadas por Lobo, Andretta e Flach (2011), identificaram que o ambiente familiar tem destaque sobre o desenvolvimento infantil, e a relação com os pais também, pela aproximação de pai e filho.
Arantes e Silva (2000),
descrevem que :

"
No ambiente em que a criança vive, ocorrem situações adversas, perpetradas por adultos, que são geradores de sentimentos citados como:

comportamento hostil em relação a criança, desrespeito, atitudes de desprezo, falta de calor humano, dominação direta e indireta, superproteção, isolamento, injustiça, discriminação, excesso ou ausência de admiração.
Esses fatores impedem o desenvolvimento
sadio da personalidade, e consequentemente geram uma ansiedade excessiva"
.

(Arnates e Silva, 2000).


Pois elas aprendem a conceituar os sentimentos de acordo com a comunidade verbal em que está inserida, como reforça Guilhardi (2002) descreve:

"
A comunidade social, verbal (pais, professores, amigos,etc) em que a pessoa está inserida é quem ensina seus membros (filhos, alunos, amigos, etc.) a usar palavras para se referir a esses estados e manifestações corporais, e tais palavras são os nomes de sentimentos: alegria, raiva, ansiedade, medo, auto-estima, responsabilidade são exemplos ilustrativos"
. (Guilhardi, 2002, p.02).

Vários autores e pesquisadores identificam a ansiedade
como um dos sentimentos desagradáveis, vago, de medo,
apreensão, tensão, derivado de uma antecipação de perigo,
alguma ameaça ao bem estar, uma inquietação interna, nervosismo,
e acompanhando esses sentimentos vem as sensações físicas, como boca seca, tremores, falta de ar, dentre outras.

Paul Stallard (2009/2010), ensina um método para ajudar as crianças a conceituar e identificar os sentimentos:

"
Um método comum para ajudar a criança a reconhecer as relações existentes entre as situações, pensamentos e sentimentos é usar um diário de sentimentos “quentes”.
Pede-se a criança para que registre qualquer situação “quente” em que ela observa uma resposta forte de ansiedade.
Ela descreve a situação resumidamente, como se sentiu e os pensamentos que passaram por sua cabeça quando o fato
ocorreu. Esse registro pode ser obtido através do uso de um
diário padronizado, ou a criança pode montar a sua
própria folha".
(Stallard, 2009/2010, p.123).

Um grupo de pesquisadores,
Assis e outros (2007) , constataram em suas
pesquisas que :


Além de resposta fisiológicas, mecanismos cognitivos (antecipação de consequências desastrosas), motivacionais (desejo de estar longe da situação traumática), afetivos ou emocionais (sentimento de terror) e comportamentais são ativados.

(Assis, et al. 2007, Pg.16).

Os comportamentos de ansiedade podem ser notados em todas as faixas etárias, mas em crianças e adolescentes esses comportamentos são mais comuns.

Podemos entender então, que a ansiedade assim
como um sentimento ou fenômeno pode nos beneficiar ou nos prejudicar, ela nos prejudica
a partir do momento em que se torna
patológica ao funcionamento
mental e corporal.

Stallard, 2009/2010, diz que da
mesma forma que os pais podem ser
parceiros no tratamento da ansiedade, eles
podem ser fatores causadores da ansiedade:

"
A negatividade parental é conceitualizada como critica excessiva ou rejeição e ausência de acolhimento emocional. Um ambiente negativo e critico pode resultar, para a criança, no desenvolvimento de cognições de que seu mundo é hostil e, através destas, aumentar a sensibilidade a aspectos pontencialmente ameaçadores da sua vida.

Outra forma pela qual os pais podem contribuir para o desenvolvimento da ansiedade do seu filho é através da modelagem do comportamento ansioso. Esse fator pode ser particularmente relevante quando o genitor tem um transtorno de ansiedade e verbaliza seus medos e modelas reações ansiosas e de esquiva. Além de modelar os pais podem reforçar a esquiva dos filhos"
.

(Stallard, 2009/2010 p. 58,59).
'
Em suas pesquisas,
Lobo, Andretta e Flach (2011),
também descreve como o ambiente e a
relação parental pode reforçar positivamente
ou negativamente a ansiedade:

"
Crianças expôstas à instabilidade familiar e experiências traumáticas têm maiores riscos para apresentarem comportamentos mal-adaptativos. A vivência de adversidades nos primeiros anos de vida apresenta forte associação com o desenvolvimento de transtornos com início na infância, com predição de 44,6%, e de 32,4% quanto ao desenvolvimento de transtornos psiquiátricos na idade adulta. Ainda, os transtornos disruptivos são os que mais fortemente apresentam relação com vivências infantis adversas, com 41,2% de predição. Paralelamente, práticas parentais coercitivas, incoerentes e ineficazes são mais frequentemente observáveis em famílias com crianças com transtornos de conduta, por exemplo. Pais que batem em seus filhos os tornam mais agressivos e, além disso, viabilizam que os mesmos aprendam a valorizar a força e o poder nos relacionamentos, ocasionando às crianças dificuldades interpessoais e comportamentais. Assim elas tendem a
reproduzir o comportamento de seus pais, sendo
menos capazes de compartilhar e de se
expressar verbalmente de maneira
assertiva".
Lobo, Andretta e Flach (2011).

Dessa maneira tendo uma visão
do conceito de ansiedade e como pode
surgir, podemos então classificar os tipos de
ansiedade e apontar alguns sintomas físicos.
De acordo com Nardi , (2000) podemos dividir em:

• Sistema somático: ruborização, suor, secura na boca, respiração leve, opressão de tórax, palpitação cardíaca, pulsação rápida, aumentos na pressão sanguínea, dores de cabeça, sensação de fraqueza e mau funcionamento intestinal.

• Sistema afetivo: agitação, pânico, depressão e irritabilidade.

• Sistema cognitivo: inquietude, receio, intenção, distração, esquecimento e pesadelos.

• Sistema motor: tensão muscular, tremores, reações de alarma, incoordenação e calafrios.
(Nardi, 2000).

Todos esses sintomas físicos estão
ligados aos diversos tipos de ansiedade
existentes e podem ser diagnosticados em crianças, adolescentes, jovens e adultos.

Além dos sintomas físicos, há também os distúrbios de comportamento.
Segundo Asbahr, , “metade das crianças que sofrem de algum tipo de transtorno de ansiedade, possui também outros distúrbios de comportamento”. (Assis, e outros, 2007 apud Asbahr, 2004).

Vamos destacar os transtornos mais comuns em crianças e classifica-los de acordo com a literatura e a leitura de alguns autores:

Transtorno de ansiedade de separação.

Transtorno de ansiedade generalizada.

Fobia específica.

Transtorno de estresse pós traumático.

Transtorno obsessivo compulsivo.

Fobia Social.

Transtorno do Pânico.

Dentre outros...
A literatura cognitiva comportamental apresenta
diversas formas de intervenção no tratamento da
ansiedade, sem uso de farmacológicos que podem
afetar o desenvolvimento físico, criando dependência,
e causas colaterais diversas.

Uma dessas formas é o método apresentado por Starllard (2009/2010), o “Parar”, Encontrar”, “Pensar”.

“Parar”:
Quando a criança aborda ou interpreta uma situação que percebeu como perigosa, ela pode ser encorajada a “parar”.
“Encontrar”
: Depois que a criança interrompeu a escalada da ansiedade cognitiva e fisiológica, a distorção em relação aos indícios de ameaça pode se contraposta através do incentivo para que ela ativamente encontre “segurança” ou informações úteis.
“Pensar”
: Depois que a criança direcionou sua atenção
para os estímulos neutros ou que reduzem a ansiedade,
ela é estimulada a reavaliar a situação
“pensando de novo”.
METODOLOGIA
TIPO DE PESQUISA:
Pesquisa bibliográfica para se obter base teórica e pesquisa em campo com caraceteristicas quali-quantitativa.

Iremos avaliar e medir o nível de ansiedade em ambiente escolar.

Será medido o nível de ansiedade em duas escolas da região metropolitana de Belo Horizonte.

Os dados das duas escolas serão correlacionados e publicados em artigo científico,

Caracterização do Campo de Pesquisa
Escolheremos duas escolas, sendo uma da rede publica, onde os alunos vivem em área de vulnerabilidade social.

E outra da rede privada, onde os alunos não estão expostos a vulnerabilidade social.
PARTICIPANTES
Nas duas escolas os participantes serão alunos com idade entre 09 e 11 anos.

Não tendo histórico de repetência escolar e que não estejam vivendo os sintomas da adolescencia.

Que saibam ler e escrever, com compreensão de texto.

Será mantido total sigilo quanto a participação.

Coleta de Dados
A coleta de dados será realizada atraves da Escala Multifatorial de Ansiedade para Criança - MASC.

É um questionário contendo 39 questões, que serão enumeradas de 0 à 3, de acordo com o nível de identificação com o sujeito.

Tratamento e Resultados
O tratamento desses dados serão estatísticos, apresentados em gráficos comparativos e correlacionados.

O resultado será a publicação de um artigo acadêmico em uma revista científica.

Embasado na teoria cognitiva comportamental,
buscamos identificar e medir o nível de ansiedade dentro desse contexto.

Skinner, Stallard, Shinohara, Caíres, e vários outros autores, são usados como nossa base teórica.


Literatura:
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