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Escolas Literárias

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by

Diego Henrique

on 1 October 2013

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Transcript of Escolas Literárias

Escolas Literárias
Trovadorismo
Pré-Modernismo
(1189-1418)
(1418-1527)
Humanismo
(1601-1768)
Barroco
(1881-1922)
Realismo
(1902-1922)
Dionisíaco
O Trovadorismo é dionisíaco
porque tem: amor, maldade,
amizade...
Trovadorismo
Cantigas líricas e satíricas são as primeiras manifestações poéticas em límgua portuguesa, impregnados dos valores da Idade Média
Trovadores:
Afonso Sanches
Aires Corpancho
Aires Nunes
Bernardo Bonaval
Dom Dinis I de Portugal
D. Pedro, Conde de Barcelos
João Garcia de Guilhade
João Soares de Paiva ou João Soares de Pávia
João Zorro
Paio Gomes Charinho
Paio Soares de Taveirós (Cantiga da Garvaia)
Meendinho
Martim Codax
Nuno Fernandes Torneol
Guilherme IX, Duque da Aquitânia
Pedro III de Aragão
Obras Principais:
Cantigas de amor
Cantigas de amigo
Cantigas de escárnio
Cantigas de maldizer
Humanismo
Apolíneo e
Dionisíaco
Humanistas:
Gianozzo Manetti, 
Marsílio Ficino, 
Erasmo de Roterdão, 
Guilherme de Ockham, 
Carlos Bernardo González Pecotche,
Francesco Petrarca, 
François Rabelais, 
Pico de La Mirandola, 
Thomas Morus, 
Andrea Alciati, 
Auguste Comte.
Obras Principais:
Poesia palaciana
Teatro popular
Auto da Barca do Inferno
Farsa de Inês Pereira
Auto da Feira
Auto da Alma
Auto da Índia
Auto de Mofina Mendes
De teocentrismo
medieval ao
antropocentrismo
renascentista, um
rico período marcado
por autos e farsas
moralizantes.
Quinhentismo
Quinhentismo
(1500-1601)
Na época do descobrimento
do Brasil, a literatura
compreende a produção
informativa dos cronistas e
os textos catequéticos
dos missionários jesuítas.
Quinhentistas:
Frei Vicente de Salvador
Jean de Lery
Pero Vaz de Caminha
Padre José de Anchieta
Obras Principais:
Os feitos de Mem de Sá
Poema à virgem
Carta de Pero Vaz de Caminha
Arte de gramática da língua
mais usada na costa do Brasil.
Classicismo
Classicismo
(1527-1580)
A Valorização da cultura
grecoromana traz nova fase
de racionalismo. O grande
nome é o poeta camões
Características:
Universalismo
Racionalismo
Antropocentrismo
Paganismo
Neoplatonismo
Referência à cultura grega
Classicistas
FRANCISCO DE SÁ DE MIRANDA
LUÍS VAZ DE CAMÕES
Obras Principais:
Amor é fogo que arde sem se ver
Eu cantarei o amor tão docemente
Verdes são os campos
Que me quereis, perpétuas saudades?
Sobolos rios que vão
Auto de Filodemo
Anfitriões
Barroco
No contexto da
contrarreforma
Católica, as ideias
antagônicas, os
paradoxos e as
antíteses presentes
na obra do movimento
revelam a tentativa
do homem de
conciliar razão e fé.
Barroquistas:
Gregório de Matos Guerra
Manuel Botelho de Oliveira
Padre Antônio Vieira
Obras Principais:
Prosopopeia
Música do Parnaso
Eustáquidos
Sermão da Sexagésima
História do Futuro
Esperanças de Portugal
Arcadismo
Arcadismo
(1768-1836)
Os ideais libertários do
Iluminismo impulsionaram
uma produção poética
que valoriza a harmonia
do homem com a natureza
e o resgate de elementos
da Antiguidade clássica
Autores
Cláudio Manuel da Costa
Inácio José de Alvarenga Peixoto
José Basílio da Gama
José de Santa Rita Durão
Tomás Antônio Gonzaga
Obras Principais:
O Desertor das Letras
O Uraguai
Vila Rica
Cartas Chilenas
Marília de Dirceu
Caramuru
Romantismo
Romantismo
(1836-1881)
Subjetividade, semtimentarismo
e liberdade formal são elementos
centrais da literatura ligado à
ascenção burguesa.
Autores:
Casimiro de Abreu
Castro Alves
Fagundes Varela
Gonçalves Dias
Gonçalves de Magalhães
Junqueira Freire
Álvares de Azevedo
Obras Principais:
Camões e o Jau
Espumas Flutuantes
Leito de folhas verdes
Sextilhas de Frei Antão
Inspirações do claustro
A Virgem Loura
O Conde Lopo
Realismo
O mundo em
desencanto
substitui a
idealização
romântica
pela crença
na visão
racional e
materialista.
Autores:
Machado de Assis
Aluísio de Azevedo
Obras Principais:
O mulato
Casa de pensão
O cortiço
Memórias póstumas de Brás Cubas
Quincas Borba
Dom Casmurro
Naturalismo
Naturalismo
(1881-1922)
A produção
literária,
impulsionada
pelo avanço da
ciência, põe o
escritor como
observador
imparcial
diante das
personagens.
Autores:
Adolfo Caminha
Aluísio de Azevedo
Domingos Olímpio
Raul Pompéia
Obras Principais:
A Normalista
Judith
Vôos Incertos
Luzia-Homem
O Almorante
Uma Tragédia no Amazonas
O Ateneu
Memórias de um Condenado
Mistério da Tijuca
Casa de Pensão
Parnasianismo
Parnasianismo
(1882-1922)
A exaltação da objetividade
e a busca pela forma
perfeita, numa reação aos
excessos de forma e
conteúdo do Romantismo
Autores:
Alberto de Oliveira
Olavo Bilac
Raimundo Correia
Vicente de Carvalho
Obras Principais:
Rosa, Rosa de Amor
Profissão de Fé
As Pombas
Panóplias
A Sesta de Nero
O Incêndio de Roma
Lendo a Ilíada
Alma Inquieta e Viagens
Simbolismo
Simbolismo
(1893-1922)
A poética
espiritualizada
e centrada
no poder da
sugestão e da
transcendência
reage aos
avanços da
tecnologia.
Autores:
Alphonsus de Guimaraens
Cruz e Sousa
Pedro Kilkerry
Obras Principais:
Setenário das Dores de Nossa Senhora
Tropos e Fantasias
Dona Mística
Câmara Ardente
Pré-Modernismo
O nacionalismo
crítico é o
olhar sobre os
problemas
sociais do Brasil
unem obras de
características
diversas.
Autores:
Augusto dos Anjos
Euclides da Cunha
Graça Aranha
Lima Barreto
Monteiro Lobato
Simões Lopes Neto
Obras Principais:
O Macaco que se Fez Homem
O Choque das Raças ou O Presidente Negro
Sonhos do Romualdo
Numa e Ninfa
Os Bruzundangas
Canaã
Constrastes e Confrontos
Modernismo 1ª fase
Modernismo 1ª Fase
(1922-1930)
Uma arte não
sentimental
e não realista,
que exige a
participação
ativa do leitor,
promove uma
revolução na
literatura e nas
artes plásticas
Autores:
Antônio de Alcântara Machado
Cassiano Ricardo
Guilherme de Almeida
Juó Bananére
Manuel Bandeira
Mário de Andrade
Menotti del Plcchia
Oswald de Andrade
Plínio Salgado
Raul Bopp
Ronald de Carvalho
Obras Principais:
Macunaína
Pau-Brasil
Os condenados
A escada vermelha
O homem e o cavalo
A cinza das horas
Bexiga e barra funda
Dentro da noite
O Brasil no original
Flama e Argila
O pão de Moloch
Toda nua
A mulher que pecou
No país das formigas
A dança das horas
Modernismo 2ª fase
Modernismo 2ª fase
(1930-1945)
A geração de
30 busca expor
as mútiplas
faces que
compõem o
painel da
população
brasileira,
numa literatura
engajada e
regionalista.
Autores:
Carlos Drummond De Andrade
Murilo Monteiro Mendes
Jorge Mateus De Lima
Cecília Meireles Benevides
Marcus Vinícius da Cruz de Mello Morais
Rachel De Queiroz
José Lins do Rego
Graciliano Ramos
Erico Lopes Veríssimo
João Guimarães Rosa
Clarise Lispector
Obras Principais:
Brejo das Almas
Bumba meu Poeta
XIV Alexandrinos
Orfeu da Conceição
O Amor dos Homens
O Quinze
Menino de Engenho
A Donzela e a Moura Torta
Caetés
Linhas Tortas
Música ao Longe
Laços de Família
Mistério do Coelhinho Pensante
Sagarana
Modernismo 3ª fase
Modernismo 3ª fase
A partir de 1945
Três grandes nomes da
literatura brasileira têm
destaque: Guimarães Rosa,
Clarise Lispector e
João Cabral de Melo Neto.
Autores:
Antonio Olinto
Ariano Suassuna
Clarice Lispector
Domingos Carvalho da Silva
Elisa Lispector
Ferreira Gullar
Geraldo Vidigal
Guimarães Rosa
João Cabral de Melo Neto
Mauro Mota
Nelson Rodrigues
Obras Principais:
A Mulher sem Pecado
Vestido de Noiva
Doroteia
A falecida
O beijo no asfalto
Pedra do Sono
O Engenheiro
Quaderna
A Escola das Facas
Magma
Campo Geral
Ave, Palavra
Com o Vaqueiro Mariano
DIONISÍACO
APOLÍNEO
APOLÍNEO
APOLÍNEO
APOLÍNEO
DIONISÍACO
APOLÍNEO E
DIONISÍACO
APOLÍNEO
APOLÍNEO
APOLÍNEO E
DIONISIACO
APOLÍNEO
APOLÍNEO
A arte classicista procura
a pureza formal, o equilíbrio,
o rigor ou, segundo a
nomenclatura proposta por
Friedrich Nietzsche:
pretende ser mais apolínea
que dionisíaca.
DIONISÍACO
A característica principal da
Poesia Romântica é a expressão
plena dos sentimentos pessoais,
com os autores voltados para o
seu mundo interior e fazendo da
literatura um meio de desabafo
e confissão. A vida passa a ser
encarada de um ângulo pessoal,
em que se sobressai um intenso
desejo de liberdade.
Uma das principais
características do
Humanismo é a
crescente valorização
do ser humano e uma
diminuição na importância
de Deus para a explicação
das coisas que acontecem
no mundo.
Apolíneo porque
no quinhentismo
usavam a
informação e
luz.
O Barroco é Dionisíaco
porque os autores
usavam emoção para
criar suas obras
A religiosidade também se
expressa de outra maneira,
sendo amenizada. O deus
dos autores árcades se
encontra nos elementos da
Natureza. São extremamente
valorizadas a Razão e a
Simplicidade.
Os naturalistas abordam a
existência humana de forma
materialista. O homem é
encarado como produto
biológico passando a agir de
acordo com seus instintos,
chegando a ser comparado
com os animais.
O naturalismo
tenta explicar
que o homem é
modificado pelo
ambiente em
que vive e que
a natureza
influi na razão.
Apolíneo pois
leva pro lado da
objetividade.
O simbolismo é contra a
ciência e assim é dionisíaco
O Pré-Modernismo é a
transição entre
simbolismo e modernismo
portanto esta entre
Dionisíaco e Apolíneo.
O Modernismo
1ª fase é Apolíneo
pois não é
sentimental
A poesia da segunda
fase do Modernismo
representa um
amadurecimento e
um aprofundamento
das conquistas da
geração de 1922
Nesse período é
misturado a razão
com emoção por
isso Dionisíaco e
Apolíneo.
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