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Endoparasitas em Suínos

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by

Pedro Assunção

on 16 May 2014

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Transcript of Endoparasitas em Suínos

Principais Parasitas de Suínos
Visão Geral
Endoparasitas de Suínos
Parasitoses Gastrointestinais em Suínicultura
Endoparasitas de Suínos - Parasitoses Gastrointestinais

Estrongiloidose
Esofagostomose
Parasitas Gastrointestinais
Bibliografia
Hiostrongilose
Filo:

N
emathelmintes
Classe:
Nematodo
Sub-Classe
: Secernentea
Ordem
: Strongylida
Familia:
Trichostrongylidae
Género:

Hyostrongylus
Hyostrongylus rubidus
Ciclo de Vida
Sinais Clínicos
Diagnóstico e Patogenia
Tratamento
Profilaxia
Estômago
Trichostrongylus
Hyostrongylus
Ascarops
Physocephalus
Intestino Delgado
Ascaris
Macracanthorhynchus
Globocephalus
Strongyloides
Intestino Grosso
Oesophagostomum
Trichuris
Strongyloides ransomi
Ciclo de Vida
Estrongiloidoses
Sinais Clínicos
Diagnóstico e Patogenia
Tratamento e Profilaxia
Oesophagostomum
dentatum
Ciclo de Vida
Sinais Clínicos
Diagnóstico e Patogenia
Tratamento
Profilaxia
Pequena linha vermelha / "Verme Vermelho do Estômago"
Macho 0,4 - 0,7cm
Fêmea 0,5 - 1cm
+++ Fêmeas > 6 meses
Fig. 2 - Imagem microscópica de L3 -
H.rubidus
Epidemiologia
Distribuição mundial
Varia com a temperatura e tipo de exploração:
- Países com influência marítima
- Húmidade relativa
- Alterações de temperatura pouco bruscas
- Explorações familiares/extensivo: pisos de terra,
pastos e higiene deficiente
Larvas (+++ 15-20ºC), pouco resistentes a <5ºC, e sensiveis à luz solar.
Fig. 3 - Ciclo de vida do parasita
Hyostrongylus rubidus
Ciclo directo
Período latente de 2-3 semanas
Gastrite catarral crónica
Anemia
Inapetência
Melena Ocasional com hemorragia gástrica
Anorexia
Emaciação
Desidratação
Perda de Peso
Atraso no crescimento
Vómitos
Diminuição da produção de leite (porcas)
Fig.4 - Anorexia e atraso no crescimento em Suínos
Exames coprológicos
- técnica de flutuação utilizando soluções saturadas, para pesquisa de ovos tipo estrongilídeo
Necropsia:
Observam-se os parasitas, hiperémia da mucosa gástrica, ulcerações e hemorragias das lesões nodulares da parede gástrica.


Fig. 5 e 6 - Ulcerações e hemorragias presentes na mucosa gástrica dos Suínos afectados por
H.rubidus
Benzimidazois:
febendazol (10mg/80kg na ração), Oxfendazol
Probenzimidazóis:
Febantel
Ivermectina
(0,3mg/Kg SC ou IM) +++ adultos e estádios larvares
Doramectina (0,3 mg/kg IM)
Levamisol (1ml/20kg IM ou SC)

Fig. 7 e 8 - Apresentações de duas marcas comerciais de Ivermectina e Doramectina (Ivomec e Dectomax respectivamente)
Tratamentos na Primavera (antes da entrada dos animais nas pastagens) e no Outono
Desinfecção e limpeza das instalações
Manutenção dos parques limpos e secos
Rotação de pastos
Aragem dos solos
Fig.9 - Suínos em regime extensivo, em solo, propício à Hiostrongilose
Filo:

Nemathelmintes
Classe:

Nematoda
Sub-classe
: Secernentea
Ordem:

Rhabditida
Familia:

Strongyloididae
Género:

Strongyloides
< 1 cm
Ovos de casca fina e larvados quando eliminados nas fezes
Pequena linha fina
Machos não parasitam/Fêmeas parasitam
Leitões mais susceptiveis que os adultos (2-3 semanas)
Mortalidade neonatal pode chegar a 75%
"Verme fio"
Capilariformes

Fig.10 - Representação microscópica do parasita
S.ransomi (L3)
Epidemiologia
Larvas sensíveis a condições climáticas extremas
Mais frequentes em países tropicais e subtropicais.
- falta de higiene
- solos ricos em matéria orgânica
- ambientes quentes e húmidos
- instalações não ventiladas (zona de descanso dos leitões)
- explorações intensivas
Distribuição mundial
Prevalência muito variável (1,3 a 2,5 até 33%) conforme o clima e o sistema de exploração

Potencial zoonótico (larva
migrans
cutânea)

penetração cutânea
HOMEM
Ciclo de vida - uma fase de vida livre e outra parasitária
Transmissão:

- Oral
- Transcutânea
- Intramamária
Ciclo de Vida
Fig.11 - Ciclo de vida do Strongyloides ransomi
Fezes amarelas ou sanguinolentas (+ grave)
Enterite aguda com diarreia
Dermatite, erupções percutâneas, e eritema (transmissão percutânea)
Anorexia
Desidratação
Atraso no cresimento
Perda de peso
Apatia
Aumento do índice de conversão alimentar


(Mais frequentes na 2ª semana de vida)
Exame coprológico:
Usando o método de flutuação e utilizando sulfato de zinco, podem ser encontradas altas
contagens de ovos embrionados, ovais
Recorrendo ao aparelho de Baerman, encontram-se L1 características do género
Strongyloides
para diferenciar do género
Metastrongylus
.
Necrópsia:
Podem identificar-se as lesões da mucosa intestinal (duodeno).
- Enterite catarral com atrofia das vilosidades
- Úlceras

Diagnóstico Diferencial
Patologias causadoras de Diarreias Neonatais:

Coccidiose
Colibacilose
Enterite Viral
Salmonelose
Ivermectina (0,3 mg/Kg SC e na comida) - reduzir infecção nos leitões através do tratamento das mães.
Levamisol (5-8mg/Kg PO) - após jejum noturno
Doramectina (0,3mg/Kg IM)
Febendazol

Profilaxia:

Desinfecção de instalações
Tratamento de porcas gestantes com Ivermectina (uma a duas semanas antes do parto)
Desmame precoce

Fig. 12 - L3 de
Oesophagostomum dentatum
Nematodos de ciclo direto
Machos medem de 1-1,5 cm
Visiveis a olho nu
Cordão branco rosado
"Verme Nodular"
Animais de recria, engorda e adultos (>6meses, + porcas reprodutoras)
Oesophagostomum quadrispinulatum
Imp. economicamente - rejeição tripas/matadouro

Epidemiologia
Distribuição mundial
Regiões tropicais e sub tropicais (estação das chuvas > pastagens > humidade)
Resistem bem às baixas temperaturas - Destruídas a temperaturas inferiores a -15 ºC durante 1 mês (+ Escandinávia, - Canada)
Temperaturas >10ºC e Humidade > 75% (Ovos eclodem no meio ambiente)
Sazonal (ocorrência - Primavera, Verão e principios do Outono)
Larvas mais de 8 meses na pastagem
Mais comuns em regisme extensivo/
outdoor
do que intensivo/
indoor
(+ Dinamarca)
Presença em Porcos Ibéricos 12%
Depois do
A.suum
considera-se o parasita mais dificil de controlar

Fig.13 - Porcos
outdoor
mais susceptíveis
Ciclo de vida directo
Infecção por ingestão de L3 no pasto
Pode ocorrer penetração percutânea - Larvas em fezes aderidas ao corpo do animal
TRANSMISSÃO - MOSCAS - POCILGA - POCILGA
Fig.14 - Ciclo de vida Oesophagostomum dentatum
São raros / parasitose é subclínica,
Baixa Mortalidade mas diminui a produção leiteira
Feses diarreicas ou sanguinolentas
Diminuição de peso
Atraso no crescimento
Diminuição da fertilidade
Interfere no crescimento dos leitões jovens
Enterite catarral fétida
Porcas em lactação/Síndrome da Porca Magra: inaptencia, perda de peso, pós-parto produção de leite cai

Fig.14 - Porca a amamentar, em caso de Síndrome a produção de leite cai, o que se vai refletir na CC dos leitões
Exames coprológicos:
Utilizando técnicas de flutuação, podem observar-se os típicos ovos de estrongílideos nas fezes, em caso de doença crónica, os quais podem ser diferenciados dos ovos de Hyostrongylus através de coproculturas.

Filo:

Nemathelmintes
Classe:

Nematoda
Sub-Classe:

Secernentea
Ordem:

Strongylida
Familia:

Chabertidae
Género:

Oesophagostomum
Necropsia:
Encontram-se, por vezes, elevados números de adultos, sendo visíveis nódulos na mucosa intestinal.
Enterite Nodular
Halos Hemorragicos na submucosa
Edema
Engrossamento da mucosa






Fig.15 - Nódulos na mucosa intestina típico de Esofagostomose
PCR
Elisa
Doramectina (0,3 mg/Kg IM)
Febendazol (3 mg/Kg PO - comida) a cada 24h por um período de três dias
Ivermectina (0,3 mg/Kg IM, SC ou no alimento)
Levamisol (5-8 mg/Kg PO – após jejum nocturno)
Higromicina B
Tartarato de Pirantel (comida)
Piperazina (água - menos eficaz)

Desparasitação das porcas antes do parto
Lavagem das porcas antes da entrada na maternidade
Desinfecção e limpeza das instalações
Tartarato de Pirantel pode ser utilizado na profilaxia

Fig.16 - Lavagem das porcas antes da entrada na maternidade
Fig.1 - Principais parasitas de Suínos
Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro
Mestrado Integrado em Medicina Veterinária
Doenças Parasitárias II

Trabalho realizado por:
Marlisa Reis nº34872;
Pedro Assunção nº34875
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