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TTPP - Estudo de casos

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by

monique cabral

on 18 May 2014

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Transcript of TTPP - Estudo de casos


A
construção da praça da Liberdade
data da época da
fundação da nova capital mineira, entre 1895 e 1897
. Foi implantada numa
esplanada artificial
, obtida por meio de cortes e aterros no antigo
Alto da Boa Vista
, para adequar o local ao traçado urbanístico proposto. Na geografia inicial da cidade, ficaria assim em uma
posição elevada e estratégica
para abrigar o novo
palácio-sede do governo estadual
. No traçado geométrico inicial, a planta de Belo Horizonte continha três áreas concêntricas: urbana, suburbana e rural. A área urbana foi delimitada por uma avenida circundante, a avenida do Contorno, e teve seu interior organizado em uma malha em xadrez. A praça da Liberdade ocupa lugar de
irradiação
nesse traçado, como
símbolo urbanístico do centro do poder.
Todavia, a cidade possui um processo dinâmico, o que leva a novas relações entre as formas e os espaços. Com a
construção de inúmeros arranha-céus
em toda Belo Horizonte, hoje já não é tão perceptível a posição proeminente de relevo da Praça da Liberdade. Aliás, o crescimento da cidade tomou pontos bem mais altos, como, por exemplo, os bairros Serra e Mangabeiras, que escalam a Serra do Curral. Segundo os planos do Governo Estadual, em breve a Praça da Liberdade também deixará de ser a área central de governo, a qual será transferida para o novo Centro Administrativo, no Norte da cidade. No lugar das instituições públicas, a Praça da Liberdade ganhará em seu entorno
instituições relacionadas à cultura
, como mais museus e até um planetário.
TTPP
Estudo de Casos
Inhotim
Praça da Liberdade - Belo Horizonte
A
Praça da Liberdade
é um claro exemplo em que as
formas espaciais remetem a funções,no tempo passado e presente
. Sua instalação deu-se no primeiro plano de construção da cidade,quando Belo Horizonte ainda estava circunscrita à Avenida do Contorno. Dentro desse espaço, o
ponto de elevação mais alto
foi o escolhido para abrigar a praça, frente ao
Palácio do Governador
e

rodeada pelos prédios mais importantes da administração pública estadual. Tratava-se de uma intenção deliberada de conferir ao que seriam as estruturas mais importantes da cidade àquele local naturalmente privilegiado
Praça dos Cristais - Brasília
Bibliografia
A construção paisagística da Praça da Liberdade foi arquitetada em conjunto com as
funções e valores sócio-políticos das estruturas de seu entorno.
Quem enxerga a praça a partir da Avenida João Pinheiro consegue perceber com facilidade como as
linhas paisagísticas da praça convergem, em linha reta, para o Palácio do Governador
, praticamente conduzindo a vista do observador para essa última construção. Passa-se com isso uma ideia de que a praça seria algo como um
jardim do governo
.
Um olhar mais detalhado sobre as formas da Praça da Liberdade indica que existem diversos
sub-centros gravitacionais.
Ou seja, há diversos
ambientes intermediários
, como as fontes e o coreto, para os quais convergem os jardins, espaços abertos e direcionam-se os bancos. Esses ambientes proporcionam agradáveis
locais de lazer
, bem como possibilitam a realização de
eventos artísticos
. Contornando toda a praça, também temos uma
área de circulação
, utilizada para
corridas, caminhadas ou, simplesmente, para passeios.


A Praça da Liberdade – Forma e Função, Setembro de 2008, Vitor Vieira Vasconcelos
Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/106419440/A-Praca-da-Liberdade-Forma-e-Funcao
Acessado em: 09/01/2013
O complexo paisagistico e arquitetônico da Praça da Liberdade é uma síntese dos estilos que marcam a história de Belo Horizonte, e fica na região da Savassi, no encontro de quatro grandes avenidas:
Cristóvão Colombo, João Pinheiro, Brasil e Bias Fortes
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=930284
http://www.lacruzbh.com.br/2012/06/ferias-em-bh.html
Na década de
1940, o estilo art decó
com revestimento em pó de pedra do Palácio Cristo Rei. Nas décadas de
1950 e 1960
prédios modernos foram incorporados ao conjunto, como o
Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública
, ambos projetados por
Oscar Niemeyer
. Nos anos
1980, em estilo pós-moderno
, foi inaugurado o prédio conhecido como
"Rainha da Sucata"
, onde hoje funciona o
Memorial da Mineração.
O traçado e os jardins, inspirados no
Palácio de Versalhes
, são um convite aos passeios e caminhadas.
O
conjunto arquitetônico
e paisagístico da Praça da Liberdade foi tombado em 2 de junho de 1977 pelo IEPHA. A medida contempla, portanto, os edifícios do centro cívico – Palácio da Liberdade e antigas secretarias de Estado –, e estende-se aos jardins, lagos, alamedas, fontes e monumentos da praça, bem como as fachadas de diversas edificações do seu entorno.
Linhas retas que convergem para o palácio do governador
Portal do Governo - Praça da Liberdade
Disponível em: http://www.mg.gov.br/governomg/portal/c/governomg/conheca-minas/turismo/pontos-turisticos/10171-palacio-da-liberdade/53699-praca-da-liberdade/5146/5044
Acessado em 11/01/2013
Praça da Liberdade
Praça dos Cristais
Breve Histórico

Palmeiras imperiais cortam o centro da praça, formando uma alameda direcionada para o portão principal de entrada do palácio. O conjunto traz jardins com
gramado, árvores e plantas das mais diversas cores e espécies, flores, fontes, monumentos, bustos e um coreto em estrutura metálica.
Além do Palácio da Liberdade, podem ser vistos os prédios antigos das seguintes secretarias de Estado: Fazenda, Educação, Segurança e Viação e Obras Públicas. O modernismo está presente nas curvas do edifício Niemeyer, projetado por Oscar Niemeyer e bem destacado em um dos lados da praça.No local, encontram-se também o Palácio Cristo Rei, o Solar Narbona, a Biblioteca Pública Estadual Professor Luís de Bessa, a sede do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), a Reitoria da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), o edifício Mape, o Palácio dos Despachos e o comando da Polícia Militar. Um dos edifícios se destaca pela ousadia arquitetônica, com projeto do arquiteto Éolo Maia: o Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães, batizado popularmente de Rainha da Sucata, pela mescla de materiais empregados em sua construção pós-moderna.
A Praça
O
tratamento paisagístico original
seguiu a feição dos
jardins ingleses
, mais livres na distribuição da vegetação, a cargo do arquiteto-paisagista
Paul Villon
. Uma
reforma realizada em 1920
, para a visita dos reis belgas a Belo Horizonte, eliminou todos os vestígios daquele estilo, que, no entanto, subsistiu nos jardins dos fundos do Palácio da Liberdade. Na praça, o traçado original na linha inglesa foi substituído pelo - ainda hoje existente -
modelo de inspiração francesa
. O novo projeto, encomendado à empresa paulista
Dieberger & Companhia
e assinado pelo arquiteto-paisagista
Reginaldo Dieberger
, introduziu o
geometrismo
no traçado dos jardins, cujos contornos foram acentuados pela arte topiária (técnica de dar formas diversas às plantas). Em 1969, suprimiu-se o tráfego de veículos na alameda central e o traçado dos jardins ganhou fontes, espelhos d'água, cascata e vegetação intensa. Na década de 1980, novas intervenções foram realizadas. Em
1991
, a Prefeitura de Belo Horizonte restaurou a praça da Liberdade e
retomou o traçado original dos anos 1920
. O projeto de restauração esteve a cargo da equipe da arquiteta
Jô Vasconcelos
.

O conjunto da praça da Liberdade espelha a
evolução da arquitetura na cidade
, dos estilos neoclássico e eclético, da virada do século 19, ao pós-moderno.
Palco de acontecimentos políticos importantes na história de Minas Gerais, está localizada em frente ao Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, em uma área de 35 mil metros quadrados.
Vista das Palmeiras Imperiais da praça
Vista aérea da área do coreto e espelho d'agua da praça
Coreto em estrutura Metálica
Fonte da Praça
Busto de Azevedo Júnior - um de muitoas presentes na praça
Fontes do Espelho d'água
Espelho dágua envolto por topiaria
Os passeios foram recuperados mantendo seus seguimentos originais.
Estas fotos mostram a recuperação dos espelhos d’água, inclusive aqueles escondidos sob camadas de terra vermelha
Fotos da lavagem das pedra que pavimentam a praça dos cristais.

De acordo com o livro Burle Marx - Espaços da Arte Brasileira, segunda reimpressão 2004, Burle Marx afirmou que um jardim não era uma simples imitação do mundo natural e sim o diálogo entre a dinâmica da natureza e o gesto consciente de ordenação humana.
Figura que mostra o resgate de plantas das mesmas espécies de sua forma original



A criação da praça está inserida no contexto do Modernismo no Brasil, que com caráter nacionalista buscava a valorização do lazer e cultura e a ruptura com concepções tradicionais e com padrões estrangeiros. Desta maneira, Burle Marx se baseia em ambientes abertos e limpos, linhas soltas e em formas geométricas para o desenho da praça, sem se dissociar das intenções funcionais, e na aplicação da vegetação nativa.


A Praça dos Cristais está localizada em Brasília no Setor Militar Urbano, em frente ao Quartel General do Exército, foi projetada em 1965 e inaugurada cinco anos depois. Ela foi construída na forma de um triângulo e possui 102 mil metros quadrados.

O projeto da Praça dos Cristais em Brasília valoriza a rede de caminhos e os espelhos d’água e realiza um tratamento moderno com canteiros e paginações de piso, a partir das formas geométricas aplicadas nos desenhos. Também é interessante na praça o fato de ela ter um local para manifestações cívicas, por ficar diante do quartel.
O Projeto
Em uma viagem para Cristalina, os cristais encontrados em profusão no solo da nova capital conduziram o interesse de Burle Marx. Ele se impressionou com a forma dos enormes cristais e decidiu usar a ideia desses elementos. Durante a construção Roberto Burle Marx solicitou que seu assistente o Sr. Haruyoshi Ono fizesse uma maquete a partir de um croqui. Os cristais em concreto aparente foram implantados no espelho d'água principal, representando assim as riquezas existentes no Planalto Central. Por causa dessas esculturas, o local ficou conhecido popularmente como Praça dos Cristais.

Durante a execução dos projetos em Brasília, como a Praça das Fontes (no Parque da Cidade), os jardins externos e internos do Itamaraty, entre outros, Burle Marx procurou no cerrado espécies nativas que pudessem ser transplantadas para os jardins modernistas.

Ao criar o projeto de paisagismo da Praça, Burle Marx utilizou 53 tipos de plantas, sendo a maioria delas nativas do cerrado, como os buritis, que se encontram no local há 38 anos. Algumas espécies não se adaptaram ao clima de Brasília e não sobreviveram.
“No ano passado, a praça foi restaurada pelo Exército, com muito empenho de um coronel, que nos procurou para tirar algumas dúvidas. Os cristais também foram recuperados, porque o concreto estava comprometido. Só que eles não deveriam ter sido pintados, deveriam ter ficado na cor natural do concreto. Mas é só esperar um pouco que a tinta se desgasta novamente e fica como Roberto gostaria." Haruyoshi Onu, paisagista.
Outro detalhe interessante no projeto é a utilização de cores complementares (azuis e laranjas; verdes e vermelhos; roxos e amarelos), quentes (amarelo, laranja e vermelho) e frias com as duas tonalidades de água e o verde das vegetações. Essa aplicação variada de todas as cores do círculo cromático faz com que o jardim não torne-se monótono e que se transforme em cada estação do ano.
A Reforma
http://www.paisagismodigital.com/noticias/default.aspx?CodNot=154
http://www.pmb.eb.mil.br/pdc/index.html
http://www.thecoolist.com/brazilian-architecture-10-breathtaking-modern-monuments/brazils-civic-square-by-burle-marx-2/
http://www.arcoweb.com.br/especiais/brasilia-50-anos-parte-3-de-5-serie-especial-02-07-2010.html
http://www.fag.edu.br/professores/arquiteturaeurbanismo/TC%20CAUFAG/TC2012/Let%EDcia%20Teixeira%20Munaro/TC_Let%EDcia.pdf.
http://naterradoipe.wordpress.com/2011/08/06/burle-marx/
http://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha;jsessionid=7D98FA8810A8A1EF3827CCAD6363E607.lr1?p_p_id=arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_journalArticleId=1235845&_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_ano=2011&_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_mes=12&_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_dia=12&_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.action=%2Fview%2Farquivo!viewJournalArticle&_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.mode=view
Em novembro de 2007, com estímulo e apoio da Secretaria Geral do Exército, a Prefeitura Militar de Brasília começou um processo de revitalização do projeto original da Praça dos Cristais.

Os trabalhos de revitalização incluíram a lavagem das pedras; recuperação dos espelhos d’água, lagos, passeios e paisagismo originais; pintura dos cristais; recomposição dos sistemas de irrigação e de iluminação, entre outros.
GRUPO: Aline Barata, Amanda Ferreira, Luisa Feyo e Monique Cabral.
Inhotim

Inhotim caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, situadas em um Jardim Botânico, de rara beleza.

O paisagismo teve a influência inicial de Roberto Burle Marx (1909-1994) e em toda a área são encontradas espécies vegetais raras, dispostas de forma estética, em terreno que conta com cinco lagos e reserva de mata preservada.

O Instituto Inhotim, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, além desses espaços de fruição estética e de entretenimento - que lhe garantem um lugar singular entre outras instituições do gênero - desenvolve também pesquisas na área ambiental, ações educativas e um significativo programa de inclusão e cidadania para a população do seu entorno.


Arte Contemporânea

O acervo artístico abriga mais de 500 obras de artistas de renome nacional e internacional, como Adriana Varejão, Helio Oiticica, Cildo Meireles, Chris Burden, Matthew Barney, Doug Aitken, Janet Cardiff, entre outros. O Inhotim se diferencia de outros museus por oferecer ao artista condições para a realização de obras que apenas em seu parque poderiam ser construídas.


Jardim Botânico

Em uma área de 97 hectares, o Jardim Botânico conta com diversas coleções botânicas entre as quais se destacam a de Aráceas, uma coleção de orquídeas da espécie Vanda, com 350 indivíduos de diferentes espécies e, ainda, uma das maiores coleções de palmeiras do mundo com mais de 1.400 espécies. Pesquisas e projetos botânicos e paisagísticos são desenvolvidos em parceria com órgãos governamentais e privados.

Pretende-se manter, propagar e propiciar estudos com o maior número possível de espécies botânicas, com ênfase em espécies ameaçadas, conservando recursos genéticos e dispondo tais espécies paisagisticamente, como forma de divulgar e sensibilizar sobre importância da biodiversidade vegetal para a sobrevivência humana.
Começa a
partir

dos anos 1980
, com a introdução dos
conceitos ecológicos
no país e com a chegada de informações das novas obras feitas no exterior.

Considerada uma
segunda ruptura
, de caráter estritamente formal.

Valorizam-se os
cenários rústicos
, a
conservação
e o
contato
com a natureza e cênica, produzindo verdadeiras colagens, que vão de um radical, chegando a situações de
irreverência formal absoluta
.
Paisagismo Contemporâneo
Liberdade projetual;
Sem padrões rígidos;
Atividades esportivas e lazer são valorizados;
Parques temáticos;
Preservação de ecossistemas naturais.
Características do Paisagismo Contemporâneo
Projeto Rio-Cidade (1990);
Jardim Botânico de Curitiba;
Praça PIO XII em Florianópolis;
Praça Itália em Porto Alegre (Carlos Fayet e equipe - 1992, o marco desta nova geração projetual)
Exemplos
Inhotim
Instituto Inhotim
INHOTIM, Instituto. Informações sobre Inhotim. Disponível em: <http://www.inhotim.org.br/>. Acesso em: 10 jan, 2013.
 
______________. Mapa Ilustrativo de Inhotim. Disponível em: <http://www.inhotim.org.br/uploads/Noticias/mapa-parque.htm>. Acesso em: 10 jan, 2013.
 
HENRIQUE, Delei. Tendências Contemporâneas do Paisagismo. Disponível em: <http://historiadojardim.blogspot.com.br/2010/06/tendencias-contemporaneas-do-paisagismo.html>. Acesso em: 11 jan, 2013.

OLISA, Marcelo. Imagens de Inhotim. Disponível em: <http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1185267> Acesso em: 11 jan, 2013.
 
QUAPÀ, Quadro Do Paisagismo no Brasil. Sobre o Paisagismo Brasileiro. Disponível em: <http://winweb.redealuno.usp.br/quapa/PaisagismoBrasileiro.htm> Acesso em: 11 jan, 2013.

CURITIBA. Imagem do Jardim Botânico de Curitiba. Disponível em: <http://www.curitiba-parana.net/parques/jardim-botanico.htm>. Acesso em: 11 jan 2013.

PORTO ALEGRE. Imagem da Praça Itália em Porto Alegre. Disponível em: <http://forum.skyscraperpage.com/showthread.php?t=200572>. Acesso em: 11 jan, 2013.
1980 - O Instituto Inhotim foi
idealizado
pelo empresário
Bernardo Paz
.

1984 – O paisagista
Roberto Burle Marx
visita Inhotim e apresenta algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.

Com o tempo a
propriedade particular
se transformou e passou a ser um
grande espaço cultural
, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea.

Em 2002 foi
fundado o Instituto Cultural Inhotim
, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas e sociais.

2005 – O
acervo botâncico
cresceu com o
resgate
e a
introdução de coleções botânicas
de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.

2010 – Os jardins do Instituto Inhotim recebem o
título de Jardim Botânico
pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB).

Nos jardins de Inhotim, a preferência pelo uso de
grandes maciços
ou
manchas de espécies
é um dos princípios, que tira vantagem do efeito causado pelo agrupamento.

A surpresa como linguagem paisagística também é bastante utilizada, com
curvas
ou
passagens
que, subitamente, desfraldam
novas perspectivas
.

Busca permanente pela ampliação por vocabulário paisagístico, seja pela aquisição de
novas espécies usadas
com sucesso no paisagismo, seja no
uso de material
que possa ser incorporado na concepção de jardins.

Hoje, a introdução de
espécies pouco conhecidas
nos jardins é também uma prioridade, visando à apresentação de espécies que, apesar da rara beleza, quase não são usadas em projetos paisagísticos.

O paisagista responsável hoje, é
Pedro Nehring
.
Vista aérea de Inhotim.
Jardins e Espelhos D'água
Arquitetura
Obras de Arte Contemporânea
Jardim Botânico - Curitiba
Praça Itália - Porto Alegre
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