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Copy of Princípios de Paris e seus desdobramentos: evolução e anális

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tamara couto

on 23 October 2013

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Transcript of Copy of Princípios de Paris e seus desdobramentos: evolução e anális

Princípios de Paris e seus desdobramentos: evolução e análise
Objetivo principal:
propiciar uma forma de normalização internacional com o objetivo de facilitar o acesso a informação.
Destinando-se, essencialmente, a orientar o trabalho de quem elabora regras de catalogação, compreende um conjunto de princípios gerais conducentes a que os futuros códigos de catalogação sejam de fácil compreensão e providenciem os elementos de dados focados nas operações dos utilizadores.
Os princípios do uso comum, da suficiência e necessidade e da economia, que permitam fornecer dados precisos e os elementos mínimos necessários para identificar os recursos;
Os princípios da representação, exatidão e consistência e normalização para providenciar descrições e pontos de acesso fidedignos e normalizados, baseados num conjunto de regras comuns e abrangentes a todos os tipos de materiais.
Enunciados na Declaração
Ano 1961:
Surge a primeira conferência dos princípios de Paris que determinava que as publicações impressas seguir certos padrões de normalização.
Fica estabelecido 12 tópicos específicos que deveriam ser seguidos para permitir a elaboração de um catálogo eficiente.
Princípios formulados se aplicam unicamente a escolha de cabeçalhos e palavras de entrada, ou seja, aos principais elementos que determinam a ordem de entradas nos catálogos de livros impressos.
Histórico
2001
Reprodução da nova declaração de princípios que amplia os âmbitos de PARIS incluindo todos os tipos de materiais, além da forma simples de entrada. Destinados aos catálogos de bibliotecas para os utilizadores do OPAC (Online Public Access Catalogues).
2003
Servir a conveniência do utilizador do catálogo
• Estes novos princípios substituem e alargam os Princípios de Paris, consignando todos os tipos de materiais e não apenas as obras textuais e considerando a escolha e a forma de entrada para todos os aspectos dos registros bibliográficos e de autoridade utilizados em catálogos de bibliotecas.
• Espera-se que estes princípios potenciem a troca internacional de dados bibliográficos e de autoridade e orientem os que têm a missão de preparar regras de catalogação nos seus esforços para desenvolver um código internacional de catalogação.

Objetivo
Comparativo
1961 X 2003
Princípios Gerais
1961
Destina-se, a orientar o trabalho de quem elabora regras de catalogação, compreendendo um conjunto de princípios gerais conducentes aos futuros códigos de catalogação para que sejam de fácil compreensão e providenciem os elementos de dados focados nas operações dos utilizadores, a princípio destinado a grandes bibliotecas gerais, mas sua aplicação era destinada aos catálogos de biblioteca e listas alfabéticas.
2003
Destina-se a orientar o desenvolvimento de códigos de catalogação. Podendo ser aplicado em bibliotecas, arquivos, museus e outras comunidades.
Comparativo
1961 X 2009
Âmbito
1961
Inicialmente consideravam apenas publicações impressas.
2009
Aplica-se a registros bibliográficos e catálogos correntes levando a conveniência do usuário, uso comum (vocabulário usado na descrição e pontos de acesso), exatidão, Significância, Economia (formas alternativas de menores custos e abordagem simples), consistência e normalização, Integração.
Comparativo 1961 X 2009
Entidades, atributos e relações.
1961
2009
Representadas por dados (Obra, expressão, manifestação, item, pessoa, família, entidade, conceito, objetivo, evento e lugar), relações identificadas e atributos que identifiquem cada entidade.
Entrada de entidades coletivas e autor individual.
1º Encontro de Peritos sobre um Código de Catalogação Internacional,
Frankfurt, Alemanha, 2003
Propósito: servir, como base, para uma normalização internacional na Catalogação foi, incontestavelmente, alcançado: muitos dos códigos de catalogação que foram desenvolvidos em todo o mundo, desde essa altura, seguiram estritamente os Princípios ou, pelo menos, fizeram-no de uma forma expressiva.

Comparativo 19961 X 2009
Objetivos e Funções
1961
Propiciar uma forma de normalização internacional com o objetivo de facilitar o acesso a informação
2009
Ser um instrumento efetivo e eficiente que permita ao usuário: encontrar os recursos a serem utilizados, identifica-los, seleciona-los, obter os acessos (compra ou empréstimo) e boa navegação.
Comparativo 1991 X 2009
Descrição bibliográfica
1961
Permiti uma ou mais entradas para cada livro.
2009
Separada para cada manifestação, incluindo atributos e expressões, dados baseados em normas vigentes e contendo vários níveis de detalhes.
Comparativo
1991X 2009
Pontos de acesso
1961
Entradas principais, secundárias e remissivas.
2009
Pontos de acessos autorizados, controlados e não controlados.
Comparativo 1991 X 2003
Fundamentos para a funcionalidade de pesquisa
1961
Recuperação da Informação
2003
Pesquisa, Facilidades auxiliares de pesquisa, pontos de acessos essenciais e adicionais, Recuperação da Informação.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Escola de Ciência da Informação

Componetes:
Barbara Ribeiro
Clarice Diniz
Rodrigo Brainer
Talita Caroline Botelho
Tamara Couto Batista

Professora: Terezinha de Fátima Carvalho de Souza
Declaração de Princípios Internacionais de Catalogação 2009
Espera-se que esta declaração facilite o intercâmbio internacional de dados bibliográficos e de autoridade e oriente os criadores de regras de catalogação nos seus esforços para desenvolver um código internacional de catalogação.
Princípios Internacionais de Catalogação 2009
Os princípios aqui enunciados destinam-se a orientar o desenvolvimento de códigos de
catalogação. Aplicam-se a registos bibliográficos e de autoridade e a catálogos correntes de bibliotecas. Os princípios podem também ser aplicados a bibliografias e outros
ficheiros (arquivos) de dados criados por bibliotecas, arquivos, museus e outras
comunidades.


Descrição Bibliográfica

Pontos de Acesso
Considerações
Entidades, atributos e relações (Considera Os Modelos Frbr, Frar)


Um código de catalogação deve ter em conta as entidades, atributos e relações tal como
definido nos modelos conceptuais do universo bibliográfico.
Encontrar recursos bibliográficos numa coleção como resultado de uma pesquisa,
utilizando atributos e relações entre recursos: Identificar, selecionar,adquir, obter, navegar

Objetivos e Funções do Catálogo
De uma maneira geral, deve-se criar uma descrição bibliográfica separada para cada
manifestação.
As descrições podem ser feitas de acordo com vários níveis de detalhe, dependendo
dos objetivos do catálogo ou ficheiro (arquivo) bibliográfico. Do nível de detalhe deve ser informado o utilizador (usuário).

Os pontos de acesso para recuperar dados bibliográficos e de autoridade devem ser
formulados de acordo com os princípios gerais.
Escolha dos Pontos de Acesso
Devem ser incluídos, a um registo bibliográfico, os pontos de acesso autorizados para obras e expressões (controlados) contidas no recurso, o título da manifestação (normalmente não controlado) e os pontos deacesso autorizados para os criadores das obras.
Pesquisa
Os pontos de acesso são os elementos dos registos bibliográficos e de autoridade que 1)providenciam uma recuperação eficaz de registos bibliográficos e de autoridade e respectivos recursos bibliográficos associados e 2) delimitam os resultados da pesquisa.
Facilidades auxiliares de pesquisaNomes, títulos e assuntos devem ser pesquisáveis e recuperáveis através de qualquer facilidade disponível num dado catálogo de biblioteca ou arquivo (ficheiro) bibliográfico (por exemplo, pelas formas completas dos nomes, por
palavras-chave, por frases, por truncamento, por identificadores, etc.).
Pontos de acesso essenciais
Os pontos de acesso essenciais são os que se baseiam nos principais atributos
e nas relações de cada entidade no registo bibliográfico ou de autoridade.


Fundamentos para a funcionalidade de pesquisa
Entender o desenvolvimento dos códigos de catalogação e suas aplicações ao longo da história é de grande valia a nossa formação e para a aplicabilidade do modo de fazer bibliotecário que precisa estar atento e se adaptar aos novos paradigmas teóricos e práticos.
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