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hhjhl

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by

Maria Magalhães

on 23 July 2013

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em duas horas!
A importância da documentação na conservação de instalações
O que é
uma
instalação?

Instalação
vs.
obra de arte "tradicional"

Estratégias
de
conservação

Cristina
2005
2009
dissertação de mestrado: A preservação da arte efémera de Alberto Carneiro com aplicação ao caso de
«Árvore jogo/lúdico em sete imagens espelhadas»
2010
A arte da instalação em âmbito museológico: desafios e estratégias para o futuro.
Alberto Carneiro
instalação em 2009, no CAM - FCG para a exposição «Anos 70-Atravessar Fronteiras
«O Canavial: memória metamorfose de um corpo ausente» (1971)
«Linguagem e experiência - obras da Caixa geral de Depósitos, curador: Pedro Lapa. Museu Grão Vasco, Viseu, 2010
FCSH - UNL - doutoramento em história da arte, ventente de museologia e património artístico
OBJECTIVO:
entrada em conservação e restauro
o que é que eu estou aqui a fazer?
2004
performance
happenings
Allan kaprow, 1961
espectador
espaço
objecto
vários objectos
que funcionam como um todo
significação da obra construída em conjunto com factores exteriores
A obra apela a todos os sentidos do espectador (podendo incluir som, cheiro, temperatura, movimento...)
instalação
obra de arte "tradicional"
um único objecto
objecto auto-referêncial
(a significação está "dentro" da obra)
o espectador explora a obra
através da visão
obra = componente material + componente imaterial
relação entre os vários elementos entre si
relação da obra com o espectador
relação das diversas partes com o espaço
som
luz
movimento
interacção com o espectador
multiplas perspectivas
variabilidade
adaptação da obra ao espaço

obsolescência ou degradação dos materiais - necessidade de substituição

a variação da obra faz parte do seu conceito
1960
1970
1980
1990
2000
2010
o termo 'instalação' começa a ser utilizado pelas revistas de arte para descrever o arranjo de uma exposição.

O termo 'installation shot' é usado para a documentação fotográfica da exposição.

o termo 'ambiente' (environment) designa o tipo de obra que hoje em dia designaríamos por instalações.
coexistência dos termos 'instalação' e 'ambiente'
The Art Index volume 42 (Nov 1993-Out 1994) - o termo 'installation art' deixa de remeter para 'environment' e passa a ter uma lista de artigos prória. 'Environment' desaparece

1988 - Aparecimento do termo no «The Oxford Dictionary of Art»
Julie REISS (1999). From Margin to Center: The Spaces of Installation Art. London: MIT Press.
OLIVEIRA, N., OXLEY, N., PETRY, M., & ARCHER, M.
Julie REISS
ROSENTHAL, M.
OLIVEIRA, N., et al
Claire BISHOP
MALPAS, W.
On Installation Issue
Ran, F.,

A history of installation and the development of new art forms: technology and the hermeneutics of time and space in modern and postmodern art from cubism to installation
lista bibliográfica/reflexão curta e recente
tema relativamente recente
dificuldade inerente ao estudo do tema*
Forma de arte fugaz por natureza
deixa de existir no momento em que é “desfeita”
e colocada nas reservas de um museu
Logo

a oportunidade de experienciar directamente um conjunto de obras suficientemente alargado para um estudo aprofundado torna-se bastante longínqua.
os textos não se confrontam

fraca consolidação do tema
Meg Webster,
«Stick Spiral», 1986
Solomon R. Guggenheim Museum, New York
Panza Collection, Gift, 1992
1994
1999
2001
2003
2005
2009
2007
1997
Simpósio: Modern Art: Who Cares?
8-10 de Setembro de 1997, Amesterdão, Holanda
Organização:

Foundation for the Conservation of Modern Art
Netherlands Institute for Cultural Heritage
1999
estabelecimento da rede INCCA:
2001
The Variable Media Network
2004
Inside Installations
2007
2009
2011
PRACTICs
2010
Simpósio:
Contemporary Art Who Cares?
Reconhecimento da importância...

da documentação de materiais e técnicas usados pelos artistas e da sua significação, que deverá tornar-se uma parte estrutural da conservação da arte contemporânea

das entrevistas com os artistas para recolha de informação sobre as obras

Da investigação e documentação da componente imaterial das obras, e do desenvolvimento de métodos para o fazer

De uma colaboração mais eficiente entre museus, instituições e as várias disciplinas (conservadores, curadores, cientistas da conservação, artistas, gestores...)

Da partilha da investigação sobre técnicas e métodos de conservação e da informação recolhida acerca dos materiais e técnicas usadas pelos artistas.
Installation Art.
London: Thames and Hudson.
From Margin to Center:
The Spaces of Installation Art.
London: MIT Press.
2, 2001, Vol 24, Oxford Art Journal
Installation art in the new millenium: the empire of the senses
London: Thames and Hudson
Understanding installation art: from Duchamp to Holzer
Munich: Prestel Verlag.
2003
London: Tate Publishing.
Installation art:
a critical history.
Installation Art
in close up.
United Kingdom:
Crescent Moon.
objecto
os museus começam a
aperceber-se dos problemas levantados pela arte contemporânea, incluíndo a arte da instalação
"oficialização" do termo
'instalação'
International
Network for the Conservation of Contemporary
Art

Plataforma de informação e partilha de conhecimento

O website da INCCA contém informação acerca de actividades na área: projectos, seminários, conferências...
Inclui uma secção de recursos na qual se encontram documentos para boas práticas, guias práticos, artigos teóricos, casos de estudo, incluíndo teses de doutoramento e outros trabalhos de investigação.

Base de dados para os arquivos dos artistas

Permite o acesso a membros da rede a trabalhos não publicados de outros membros acerca de artistas , dos materiais e técnicas que usam, etc. Inclui por exemplo entrevistas.

Membros INCCA - Ser membro da INCCA implica uma participação activa. É exigido que os membros contribuam com pelo menos 5 registos para a base de dados por ano. No caso de vários membros da mesma organização, a contribuição dos 5 registos pode ser partilhada. No caso de projectos que possibilitem a submissão de um grande número de artigos, estes podem ser submetidos no mesmo ano, sem que haja submissões nos anos seguintes. Um professor pode tornar-se membro se incentivar os seus alunos a colocar documentos na rede, mesmo que ele próprio não cumpra a meta dos 5 registos/ano.


Os membros do INCCA trabalham em conjunto em diversos projectos.
on-line
• Netherlands Institute for Cultural Heritage / ICN, Amsterdam - IJsbrand Hummelen, Tatja Scholte, Dione Sillé

• Tate Gallery, London - Derek Pullen, Jo Crook, Byrony Bery, Jackie Heuman

• Stedelijk Museum voor Actuele Kunst, Ghent - Frederika Huys

• Restaurierungszentrum der Landeshauptstadt Düsseldorf - Cornelia Weyer & Gunnar Heydenreich

• Solomon Guggenheim Museum, New York/Bilbao - Carol Stringari

• Det Kongelige Danske Kunstakademi/ Konservatorskolen, Copenhagen - Mikkel Scharff, Bent Eshøy, Louise Cone

• Fundacio ‘La Caixa’ / Centre Cultural de Barcelona - Cecilia Illa Malvehy

• Galeria d’Arte Moderna, Turin - Antonio Rava

• Academy of Fine Art / Faculty of Conservation and Restoration of Works of Art, Warsaw - Iwona Szmelter, Monika Jadzinska

• Museum Moderner Kunst / Stiftung Ludwig, Vienna - Hester Stoebe

• Foundation for the Conservation of Contemporary Art / SBMK, The Netherlands - Andrée van de Kerckhove (Kröller-Müller Museum), Vincent de Keyzer (Gemeentemuseum Den Haag), Christiane Berndes (Van Abbemuseum), Lydia Beerkens (private conservator, on behalf of the Van Abbemuseum)
organização
Holanda
Inglaterra
Bélgica
Alemanha
EUA - Nova Iorque
Dinamarca
Espanha
Itália
Polónia
Áustria
A Variable Media Network, encoraja os artistas a definir as suas obras de forma independente do medium, de forma a que possam ser transferidas para outro, se o original se tornar obsoleto ou se degradar irreversivelmente.

Isto é feito através de um questionário, a ser preenchido pelos artistas, que se divide em duas partes fundamentais: a descrição da versão original da obra e as possibilidades futuras de apresentação da mesma. Embora esta iniciativa tenha sido pensada, sobretudo, para a media-art, pode ser aplicada a obras que não incluem elementos multimédia, mas têm uma materialidade efémera .
Museu Guggenheim - Nova Iorque,
Fundação Daniel Langois pour l'Art, la Sience et la Technologie - Montreal
2001 - Preserving the Immaterial,- Guggenheim, Nova Iorque
Primeira apresentação pública do paradigma do variable media’

2003 - Echoes of Art: Emulation As a Preservation Strategy, Guggenheim
Preservation and Presentation of Installation Art
Practices, Research, Access, Collaboration,
Teaching In Conservation of Contemporary Art
Objectivos do projecto:

• Aumentar o nível de excelência e a investigação interdisciplinar entre conservadores, curadores, artistas, técnicos e professores na Europa, através da partilha de boas práticas
• Aumentar a valorização, por parte do público da arte contemporânea e da sua conservação
• Estimular a colaboração entre programas educacionais na área
• Facilitar a colaboração continuada, através do estabelecimento de grupos afiliados à INCCA.
desde Modern Art Who Cares? Que evolução?...
aumento da partilha, através da colaboração entre profissionais e instituições, nomeadamente através da INCCA
é necessário documentar
como documentar?
como investigar para documentar?
integração dos métodos de investigação das ciências sociais e humanas,

comparação da investigação às metodologias da etnologia
evolução
Em Portugal...
@pha.boletim, nº 5, Dez 2007
«preservação da arte contemporânea»
criação do Centro de Investigação para a Arte Contemporânea, da FBA- UP
Rita Macedo, «Desafios da Arte Contemporânea à Conservação e Restauro, Documentar a Arte Portuguesa dos Anos 60/70», tese de doutoramento em Conservação e Restauro, FCT- UNL (2008)
Conferência:
A arte Efémera e a Conservação
Novembro de 2008
O paradigma da Arte Contemporânea e dos bens etnográficos
Aprovação para financiamento pela FCT do
Projecto «Documentar Arte Contemporânea»
Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest
Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação de Serralves
Museu Extremeño Ibero-Americano de Arte Contemporânea
constituição de um ramo do INCCA Ibero-Americano, que inclui uma secção portuguesa
Kurt Schwitters,
Merzbau, 1933
experiência
existe um ou alguns pontos de vista privilegiados
«If with most sculpture one is invited to anchor the ever shifting close views it offers in a single distanced, ostensibly framed view to be facing it had on, with installation work one is always close up

Alex POTTS, « Installation Art and Sculpture», Oxford Art Journal, Fevereiro, 2001
Quais os limites da variabilidade?

Quais as componentes fundamentais?

Quem assume a responsabilidade por esta variação, quando o artista já não está presente?
exposição
reservas
exposição
Noção de que a obra existe através da sua componente material, sendo esta o alvo de todas as atenções, no dia-a-dia do museu
+
=
como parte integrante da obra, a preservação da componente imaterial é também da responsabilidade do museu.
Sem ela a obra desaparece
Alberto Carneiro, «Árvore jogo/lúdico em sete imagens espelhadas», 1971-73, reinstalação para a Exposição Anos 70 – Atravessar Fronteiras, Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Outubro 2009
dificuldades na documentação visual
Vivian van Saaze
«From intention to interaction - Reframing the artist's interview in conservation research». Art d'aujourd'hui, patrimoine de demain - conservation-restauration des ouvres contemporaines. Paris : SFIIC, 2009, pp. 20-28.
«Installation Art, the love child of late 60's idealism, may be turning into the spoiled brat of the 90's, consuming quantities of materials, museum space and attention...»
Roberta Smith - «In Installation Art, a bit of the Spoiled Brat», New York Times, 3 de Janeiro de 1993
nascimento da instalação propriamente dita
1950
1940
1930
1920
1910
1900
Marcel Duchamp, Fountain, 1917
(exposição surrealista)
Marcel Duchamp, Mile of String.
1942, New York
Dada
ready-made
colagem
fotomontagem
assemblage
Surrealismo
"vanguardas históricas"
"primeiras vanguardas"
"neo-vanguardas"
"segundas vanguardas"
Quando surge a instalação?
O que é uma instalação?
caso de estudo
E quando a materialidade é passageira? A preservação de "Árvore Jogo/ Lúdico" de A. Carneiro, a apresentar no IV congresso do Grupo Espanhol do International Institute for Conservation of Historic and Artistic Works (GEIIC), sob o tema La Restauración en el Siglo XXI. Función, Estética e Imagen (Cáceres, 24-27 de Novembro de 2009)

Novos documentos na preservação do efémero, apresentada no Seminário de Investigação em museologia dos países de língua portuguesa e espanhola, organizado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (12 a 14 de Outubro 2009)

A arte efémera de Alberto Carneiro e a preservação de Árvore jogo/ lúdico…, Revista de História da Arte, nº8, Lisboa, Instituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – UNL, 2010 (aceite para publicação)
Publicações e Comunicações
Abandono do trabalho escultórico dos materiais
São obras “penetráveis”
São constituídas por um grande número de elementos que se distribuem pelo espaço, transformando-o
A distribuição espacial está directamente ligada ao seu sentido
Forte carga conceptual + multisensorialidade
Variação formal
Características do conjunto de obras efémeras de A. Carneiro
Não faz sentido preservar estas obras, uma vez que são constituídas por materiais naturais vulgares que se renovam todos os anos. Estas deverão ser refeitas a cada apresentação com base no projecto.
Posição do autor
Problematização da conservação da arte efémera de A. Carneiro
« a folhinha vai sendo o resultado de ideias, apontamentos, é uma síntese, no fundo, de todo o processo»

- Alberto Carneiro, entrevista presencial
Os projectos
Abandono do trabalho escultórico dos materiais
São obras “penetráveis”
São constituídas por um grande número de elementos que se distribuem pelo espaço, transformando-o
A distribuição espacial está directamente ligada ao seu sentido
Forte carga conceptual + multisensorialidade
Características do conjunto de obras efémeras de A. Carneiro
Maior volume de informação do que o necessário para obras de arte tradicionais.


Maior complexidade: informação em diferentes formatos: texto, fotografia, desenho, vídeo, áudio, etc.
Documentação das obras efémeras de Carneiro:
A documentação
Abandono do trabalho escultórico dos materiais
São obras “penetráveis”
São constituídas por um grande número de elementos que se distribuem pelo espaço, transformando-o
A distribuição espacial está directamente ligada ao seu sentido
Características do conjunto de obras efémeras de A. Carneiro
Abandono do trabalho escultórico dos materiais
São obras “penetráveis”
São constituídas por um grande número de elementos que se distribuem pelo espaço, transformando-o
Características do conjunto de obras efémeras de A. Carneiro
Projecto Departamento de Informática FCT-UNL :ligação de um modelo 3D da obra, outros tipos de informação, criando uma forma mais lúdica de explorar a documentação, que se adequaria muito bem a uma divulgação digital da obra (por exemplo, a nível da Internet).

Vantagens da documentação 3D:
Experiência mais próxima do real, do que pelo estudo das fontes bidimensionais (experiência física do espaço)

O uso de animações (ex: rotação no ecrã, fotografias panorâmicas, desmontagem dos objectos) permite uma visão mais completa das obras de arte.
A documentação: dossier digital
Parceria com Departamento de Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (DI-FCT-UNL)
Objectivo:
Conceber uma aplicação para a criação de dossiers digitais, que começou a ser desenvolvida no âmbito de uma dissertação de mestrado, neste departamento.
dossier digital :

agrupar grandes quantidades de informação, em diferentes formatos, organizando-a de forma mais flexível do que é possível em formatos tradicionais de documentação.

Facilitar a divulgação da informação ao público.
A documentação: dossier digital
Posição tradicional da Conservação
Problematização da conservação da arte efémera de A. Carneiro
Abandono do trabalho escultórico dos materiais
São obras “penetráveis”
Características do conjunto de obras efémeras de A. Carneiro
Promover novas formas de encarar estas obras, realçando a importância da documentação
Problematização da conservação da “arte efémera” de Alberto Carneiro
Reunião de um corpo de documentação fundamental para a preservação de Árvore jogo/lúdico…
Apresentação de novas soluções de documentação
Conclusões
Visualização dos ficheiros multimedia
Listagem de grafos de conceitos
Pré-visualização dos ficheiros multimedia
Criação do grafo de conceitos
Interface a ser criada pelo projecto no Departamento de informática (em desenvolvimento)
A documentação: dossier digital
Posição tradicional da Conservação
Problematização da conservação da arte efémera de A. Carneiro
•Uma instalação é geralmente constituída por mais do que um objecto/componente embora deve ser entendida como um todo. Isto significa que só existe quando exposta, desaparecendo quando é desmontada e colocada em reserva.


•Na arte da instalação as componentes intangíveis da obra têm um papel fundamental. A distribuição espacial dos diversos elementos, a interacção com espectador, o movimento, a luz, o som, etc. fazem parte da experiencia da obra e são fundamentais para a sua preservação.

•Este tipo de obras envolve, frequentemente, uma experiência multi-sensorial.

•A arte da instalação absorveu a quarta dimensão quer seja na utilização de elementos multimédia, no uso de elementos que se movimentam ou na integração de pessoas na obra. Esta quarta dimensão existe também na presença do observador, para quem o trabalho se revela à medida que se movimenta através dele.

•O resultado final de uma instalação é, em grande parte, uma resposta às circunstâncias (p.e. o espaço em que é mostrada ou as diversas imposições e limitações que podem existir) assim, tendem a variar ao longo do tempo. Esta variação pode ainda fazer parte da intenção artística. Determinar a latitude de variação da obra é por isso fundamental.
obra de arte tradicional
instalação
«umbrella concept»
«…the sheer diversity in terms of appearance, content and scope of the work produced today under this name, and the freedom with which the term is used, almost preclude it from having any meaning.»
Claire Bishop
certo?
Oh la la...Oh la Balançoire. 2004-2005, Susanne Themlitz, col. Caixa Geral de Depósitos
A obra de arte muda pouco

(muda apenas pelos efeitos da degradação dos materiais, controlados através da conservação preventiva)
na montagem de exposições...
complexo
dispendioso (mão de obra, transporte, materiais de embalagem etc...)
propenso a acidentes
relativamente simples
Maybe the sky is really green and we're just colorblind (1995 - ...)
Johan Grimonprez
«medium in evolution»
- Marina Pugliese
José Pedro Croft, S/titulo, 2002

Fusão arte - vida
crítica à institucionalização da arte (museus, galerias)


produção de obras não comercializáveis/ musealizáveis:

arte para além do objecto
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