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Transtorno Explosivo Intermitente

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Raphaela Aragão

on 18 June 2015

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Transcript of Transtorno Explosivo Intermitente

Transtorno Explosivo Intermitente
Características Clínicas Principais
Características Epidemiológicas
Abordagem combinada:
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
• Excelente resposta no tratamento dos transtornos do controle de impulsos;

• Utiliza estratégias já testadas para tratamentos de dependências de substâncias;

• Maior eficácia na redução da intensidade e frequência dos episódios violentos;
Relevância do Problema na Comunidade
O transtorno pode ter como consequência a perda do emprego, suspensão escolar, divórcio, dificuldades com relacionamentos interpessoais, acidentes (por ex., em veículos), hospitalização (por ex., em virtude de ferimentos sofridos em lutas ou acidentes) ou detenções legais;

É bastante frequente a dificuldade em manter seus relacionamentos afetivos e muitos prejuízos no âmbito social e profissional;

Invariavelmente, enfrentam dificuldades na vida acadêmica, na carreira profissional e na vida familiar;
Diagnóstico
Critérios:
Explosões comportamentais recorrentes demonstrando uma falha ao controlar impulsos agressivos (tanto verbais como físicos) direcionados a propriedades, indivíduos e animais, podendo ou não apresentar danos e lesões físicas. Caso haja explosão comportamental sem danos e/ou lesões físicas isto tem que ocorrer em média duas vezes por semana em um período de 3 meses.


A agressão é desproporcional ao estimulo – provocação, geralmente mínima proveniente de um amigo intimo, ou estressores psicossociais -.


As explosões comportamentais ocorrem de forma inesperada, impulsiva, decorrentes de raiva e sem finalidades tangíveis (por exemplo: dinheiro e poder).

Causam sofrimento e prejuízo significativo, podendo estar associada com consequências financeiras e legais.


O sujeito tem que ter no mínimo 6 anos (cronológico ou em nível de desenvolvimento equivalente).


As explosões comportamentais não podem ser justificadas por outros transtornos mentais e/ou outra condição médica;
Referências
Prevalência;

Desenvolvimento e Curso;

Fatores de Risco;

Questões Diagnósticas Relativas à Cultura;

Questões Diagnósticas Relativas ao Gênero;

Consequências Funcionais do Transtorno Explosivo Intermitente;
TEI - Tratamento
Medicação (Estabilizantes do Humor);
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Abordagem familiar;
Psicofármacos

1ª abordagem de tratamento: tratar o “transtorno primário”;

• 2ª abordagem de tratamento: tratar o comportamento agressivo impulsivo como “primário” por ter origem neurobiológica independente do TEI;


ESTABILIZADORES DO HUMOR:

Lítio, Carbamazepina, Oxcarbazepina, Valproato, etc.
- Úteis no controle do comportamento agressivo;

ANTIDEPRESSIVOS:

Classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs):
- Redução da impulsividade e da agressividade;
- Tratamento dos sintomas depressivos ou ansiosos que podem acompanhar esses casos;


Outras drogas que podem ter efeito antiagressivo: ANTIPSICÓTICOS, ANTICONVULSIVOS, BLOQUEADORES BETA-ADRENÉRGICOS, BUSPIRONA, etc.
• Tratamentos multimodais: mais técnicas cognitivas ou mais técnicas comportamentais:


- Técnicas cognitivas:
educação sobre o modelo cognitivo, identificação de erros cognitivos e reestruturação cognitiva;


- Técnicas comportamentais:
realização de análise funcional, exposição e prevenção de resposta, diminuição do reforço positivo associado aos comportamentos impulsivos e o reforço positivo dos comportamentos não impulsivos;
• Incluem três componentes principais:

Desenvolvimento de habilidades de resolução de problemas para ajudar a gerar respostas variadas ao estresse;

Técnicas de reestruturação cognitiva para corrigir pensamentos irracionais associados ao comportamento impulsivo;

Prevenção de recaídas para ajudar a identificar situações de alto risco e gerar planos alternativos;


Importância do vínculo terapêutico e da reavaliação da motivação constantemente;
Outra Possibilidade



A psicoterapia individual e a de grupo podem ser úteis, assim como a terapia familiar, em particular quando o paciente que sofre do problema é adolescente ou adulto jovem. Uma das metas é fazer com que a pessoa reconheça e fale a respeito dos pensamentos ou sentimentos que precedem as explosões, em vez de agir em função deles” (Maranhão, 2013).

- Opinião do grupo:
Maranhão propõe uma forma de prever as explosões comportamentais através dos sinais manifestados no indivíduo.
Curiosidades
PRO-AMITI – Foi criado em 2005, por um grupo de profissionais da USP.

Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso no Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da USP: espaço para pacientes multi-impulsivos;

Conta com um grupo especificamente formado para pesquisa e tratamento do TEI;

• Tratamento realizado, concomitantemente, por uma equipe de psiquiatras e psicólogos;


• Trabalho psicoterapêutico desenvolvido através de um programa estruturado em grupo:
- 15 participantes;

- Sessões semanais de 01h30min de duração;

- Duração de 15 semanas;

- Programa de manutenção: 3 sessões quinzenais;

- Encontro para familiares e pessoas que querem entender melhor o transtorno;
Terapia Familiar
A convivência familiar normalmente é desastrosa culminando em brigas sérias e separações;

O isolamento social também pode estar presente, acabam se afastando dos parentes e amigos em função das recorrentes explosões de raiva, do sentimento de inadequação e vergonha;

Além disso, os portadores que costumam destruir objetos ou propriedades podem sofrer consequências legais, como processos, prejuízos financeiros e até prisões;

Problemas Sociais (perda de amigos ou parentes, instabilidade conjugal);

Financeira (causados pelo valor de objetos destruídos);

Legais (ações civis resultantes de comportamentos agressivos contra pessoas ou propriedades, ações criminais por violência);
Consequências
DSM - V
Comportamentos agressivos impulsivos problemáticos recorrentes e persistentes por muitos anos (crônico ou episódico);

Problemas:


- sociais (perda de amigos, instabilidade social);

- profissionais (perda do emprego);

- financeiros (ressarcimento das depredações);

- legais (ações civis ou ações criminais por violência);
Caso Clínico
Paciente do sexo masculino;
46 anos;
Casado há 25 anos;
Pai de três filhas;
Profissional autônomo há 3 anos;
Reside no interior de SP;
Características
do paciente:
Sintomas de ansiedade e cronicamente inseguro;
Instabilidade no humor;
Dificuldades de comunicação com figuras de autoridade e resolução de problemas;
Episódios frequentes de agressividade;
Mal estar orgânico;
Mudança de apetite;
Insônia com despertar repentino;
Problemas com a memória e concentração;
Queixa principal:
Infância caracterizada por comportamentos agressivos, com agressão verbal e física contra objetos e pessoas;

Relacionamento conjugal dos pais estável, porém relata problemas de relacionamento com a irmã mais velha;

O pai era policial e era frio, duro, repressor e violento na educação dos filhos;

A mãe era afetiva, atenciosa e ativa nos cuidados da vida conjugal e familiar;

Perdeu um irmão aos 8 anos de idade;

Aos 13 anos apresentou a primeira convulsão tônico-clônico generalizada (CTCG) com diagnóstico neurológico de Disritmia Cerebral;
História:
Aos 34 anos teve a segunda convulsão parcial complexa (CPC) com diagnóstico neurológico de Disfunção Neurovegetativa;

O paciente procurou espontaneamente atendimento (colocar em outra cor essa frase);
Estratégias e
Técnicas utilizadas:
Registro de pensamentos disfuncionais;
Reestruturação cognitiva;
Relaxamento;
Manejo de stress;
Treino de assertividade e de habilidade social;
Exposição e prevenção de resposta;
Treino em autoinstruções e solução de problemas;
“A terapia apresentou um impacto positivo no tratamento do Transtorno Explosivo Intermitente, buscando motivar o paciente a funcionar com menos ansiedade em situações específicas e em soluções adaptativas para um melhor funcionamento no trabalho, na família e na comunidade.” ( Barreto, 2009).
Maranhão, M. (2013). Síndrome de Hulk: impulsos agressivos e dificuldade de manter o controle [Web log post]. Retrieved from: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/sindrome-de-hulk-impulsos-agressivos-e-dificuldade-de-manter-o-controle.aspx. Acesso em: 30 de maio de 2015.
Prado-Lima, P. A. S. D. (2009). Tratamento farmacológico da impulsividade e do comportamento agressivo. Rev. bras. psiquiatr, 31(supl. 2), S58-S65. Retrieved from: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44462009000600004&script=sci_arttext. Acesso em: 09/06/2015.
Abreu, C. N., Goés, D. S., Karam, R. G. e Spritzer, D. T. (2008). Dependência de Internet e de jogos eletrônicos: uma revisão. Rev. bras. psiquiatr, 156-167. Retrieved from: http://www.scielo.br/readcube/epdf.php?doi=10.1590/S1516-44462008000200014&pid=S1516-44462008000200014&pdf_path=rbp/v30n2/a14v30n2.pdf. Acesso em: 31 de maio de 2015.
Associação Viver Bem, Síndrome do “pavio curto” (TEI) [Web log post]. Retrieved from: http://www.associacaoviverbem.org.br/anjotitranstorno_tei.html. Acesso em: 30 de maio de 2015.
Alarcão, G. & Tavares, H. (2008). Psicopatologia da impulsividade. Em C. N. Abreu, H. Tavares, T. A. Cordás (org) Manual clínico dos transtornos do controle dos impulsos, p. 19-36. Porto Alegre: Artmed. Retrieved from: https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=sTnJmTd5d98C&oi=fnd&pg=PR3&dq=tratamento+para+transtorno+explosivo+intermitente&ots=BdQqzuZM81&sig=z-227oGXt6NvcKFsYyaOQeCcNRg#v=onepage&q=tratamento%20para%20transtorno%20explosivo%20intermitente&f=false. Acesso em: 31 de maio de 2015.
Hodgins, D. C., & Peden, N. (2008). Tratamento cognitivo e comportamental para transtornos do controle de impulsos. Revista Brasileira de Psiquiatria, 30(Suppl. 1), S31-S40. Epub August 03, 2007. Retrieved from: http://www.scielo.br/readcube/epdf.php?doi=10.1590/S1516-44462006005000055&pid=S1516-44462008000500006&pdf_path=rbp/v30s1/art05.pdf. Acesso em: 7 de junho de 2015.
PRO-AMITI, Transtorno Explosivo Intermitente- TEI [Web log post]. Retrieved from: http://amiti.com.br/transtorno-explosivo-intermitente-tei. Acesso em: 30 de maio de 2015. PRO-AMITI, Histórico [Web log post]. Retrieved from: http://amiti.com.br/historico. Acesso em: 30 de maio de 2015.
DSM-5. (2014). American Psychiatric Association. 5ª edição. Porto Alegre, RS: Artmed.
A prevalência em um ano nos Estados Unidos é de 2,7%. É mais prevalente entre indivíduos mais jovens (idade inferior a 35 anos).
O início de comportamentos agressivos é mais comum na fase final da infância ou na adolescência e raramente inicia depois dos 40 anos de idade. As características centrais do transtorno explosivo intermitente seguem um curso crônico e persistente ao longo de muitos anos;

O curso do transtorno pode ser episódico, com períodos recorrentes de explosões de agressividade impulsivas e parece ser relativamente comum, independentemente da presença de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade ou transtornos disruptivos do controle de impulsos e da conduta;
Ambientais: Indivíduos com história de trauma físico e emocional durante as primeiras duas décadas de vida;

Genéticos e fisiológicos: Parentes de primeiro grau de indivíduos com transtorno explosivo intermitente têm uma pré-disposição para desenvolver o transtorno;
A prevalência mais baixa do transtorno explosivo intermitente em algumas regiões (Ásia, Oriente Média) ou países (Romênia, Nigéria), em comparação com os Estados Unidos, sugere que o transtorno tem menor probabilidade de estar presente devido a fatores culturais;
Em alguns estudos a prevalência é maior no sexo masculino do que no feminino; outros estudos não encontraram nenhuma diferença de gênero;
Problemas sociais (ex: instabilidade conjugal), profissionais (ex: perda de empregos), financeiros (ex: causado pelo valor de objetos destruídos) e legais;
Alessandra Poletto
Ana Carolina Passos
Ana Rosa Barrozo
Angeli Regiane Rocha
Jade Quadros
Jessica de Souza
Jessica Oliveira de Lima
Liana Paula Prestes
Maria Eduarda Heimoski
Nicolle Magagnin
Pamela Venancio
Raphaela A. D. Aragão
Tattyanna Sabbag

DSM-5. (2014). American Psychiatric Association. 5ª edição. Porto Alegre, RS: Artmed.
DSM-5. (2014). American Psychiatric Association. 5ª edição. Porto Alegre, RS: Artmed.
DSM-5. (2014). American Psychiatric Association. 5ª edição. Porto Alegre, RS: Artmed.
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Barreto, T. M., Domingos, N. A. e Zanin, C. R. (2009). Intervenção cognitivo-comportamental em transtorno explosivo intermitente: relato de caso. Rev. bras. ter. cogn. v.5 n.1 Rio de Janeiro.
Barreto, T. M., Domingos, N. A. e Zanin, C. R. (2009). Intervenção cognitivo-comportamental em transtorno explosivo intermitente: relato de caso. Rev. bras. ter. cogn. v.5 n.1 Rio de Janeiro.
Barreto, T. M., Domingos, N. A. e Zanin, C. R. (2009). Intervenção cognitivo-comportamental em transtorno explosivo intermitente: relato de caso. Rev. bras. ter. cogn. v.5 n.1 Rio de Janeiro.
Barreto, T. M., Domingos, N. A. e Zanin, C. R. (2009). Intervenção cognitivo-comportamental em transtorno explosivo intermitente: relato de caso. Rev. bras. ter. cogn. v.5 n.1 Rio de Janeiro.
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