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Impacto ambiental do crescimento populacional

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by

Gambuzinos ♥

on 9 October 2014

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Transcript of Impacto ambiental do crescimento populacional

Consequências a nível ambiental
Esgotamento
dos recursos

Consequências a nível antropogénico
Crescimento
Populacional

Escassez de alimentos
Os alimentos estão mal distribuídos mundialmente. Em consequência disso existem países desenvolvidos com problemas de saúde por causa da má distribuição de alimentos. (obesidade e em contraste a subnutrição)
Impacto ambiental do crescimento populacional
12ºM

Se já com a população atual os problemas ambientais relacionados com a poluição são bastantes, então deduz-se que serão muito piores com uma população ainda maior e a produzir cada vez mais desperdícios, o que pode levar à degradação de muitos ecossistemas naturais.
A facilidade de propagação de epidemias é muito maior devido ao contacto entre indivíduos de todos os pontos do mundo, provocado pelo avanço dos meios de transporte e de comunicação. O facto de haver cada vez mais gente, para menos área habitável faz também com que comecem a surgir populações que habitam áreas perigosas do planeta, facilmente susceptíveis a catástrofes naturais (ex: actividade vulcânica, sismos).
Os problemas associados à criação de empregos, meios de habitação, transportes, educação e saúde, têm também preocupado as autoridades governamentais.
Propagação de epidemias
FIM
O crescimento demográfico atingiu demasiado o ambiente natural, fazendo com que inúmeras espécies animais desaparecessem e outras tantas ficassem sob ameaça de extinção.

Em relação à desflorestação, o mundo assistiu a uma assustadora destruição das florestas mundiais, sobretudo situadas em países tropicais.
Atividades agrícolas são fatores que contribuem para a formação de desertos, principalmente pelas práticas de pastoreio, em que inicialmente é realizado o abate de árvores para posterior exploração do solo.
Recursos naturais são todos os bens produzidos pela natureza - a energia solar, o ar, a água, as rochas e os minerais, o solo e os vegetais, entre outros. Podem ser:

Renováveis: aqueles que, embora utilizados pelo homem, não se esgotam, ou seja, são capazes de se auto-renovar.
Não-renováveis: constituem aqueles que, uma vez esgotados, não se renovam mais, isto é, não podem ser repostos.
Causas:

O abuso e destruição dos recursos naturais do nosso planeta pela mão do homem podem contribuir a curto prazo para o esgotamento dos recursos não renováveis da Terra.
Consequências:

Independentemente do grau de desenvolvimento das sociedades, os modelos de crescimento com base na exploração dos recursos naturais provocam um ciclo de degradação e destruição de todo o ecossistema terrestre.
Aumento da Poluição
Soluções para o crescimento populacional
Na década de 1970, o governo chinês lançou uma medida que ficou conhecida como política do filho único, segundo a qual é proibido que qualquer casal tenha mais do que um filho. Casais que não cumpram a lei são punidos com severas multas, mas, em muitos casos, em razão da implementação desta política restritiva, o número de casos de aborto e abandono de crianças aumentou significativamente (principalmente em bebés do sexo feminino).
Apesar de todas estas obrigatoriedades, as regras oferecem uma série de exceções e ambiguidades, algumas das quais existentes devido à ampla oposição ao limite.
Na China rural é permitido às famílias que tenham um segundo filho, principalmente se o primeiro for mulher.
Em 2011, as autoridades de saúde do Estado indiano do Rajastão, no oeste da Índia, lançaram uma campanha na qual ofereciam prémios a casais que se submetessem a um procedimento de esterilização.

“Para tentar reduzir as altas taxas de natalidade, as autoridades estão a incentivar os cidadãos para que se submetam às cirurgias, oferecendo em troca a possibilidade de participação num sorteio de carros, motas e televisões, entre outros prémios. Esta oferta está aberta não só aos moradores da região como todos os indianos, que podem ir até ao Rajastão, submeter-se ao procedimento e ganhar os prémios.”

De acordo com o correspondente da BBC que divulgou esta notícia, o aumento da população começou a assustar o Governo indiano, dado que as estatísticas afirmavam que em 2013, a população indiana ultrapassaria a chinesa (o que ainda não se verificou).

No entanto, esta não foi a primeira vez em que se adotaram campanhas de esterilização na Índia. Nos anos 70 foi levada a cabo uma destas leis, que teve de ser encerrada devido a queixas por parte de milhares de homens e mulheres em que a esterilização não foi voluntária.
Para nós, torna-se relativamente fácil saber que existe uma vasta oferta de métodos contracetivos e que estes têm vindo a melhorar em eficácia e comodidade. Também não é um problema para os habitantes de países desenvolvidos, adquirir um destes produtos.



O busílis da questão é que em países subdesenvolvidos (exemplo: Mali, Guiné Equatorial, Somália, Haiti, Bangladesh) esta informação/aquisição não é assim tão linear. Para além da falta de sensibilização relativamente ao uso de contracetivos, não existe controlo nem distribuição dos mesmos.

No entanto, este problema poderia ser revertido se se realizassem consultas de planeamento familiar que fizessem a população compreender qual o melhor método para cada situação, ou se simplesmente tentassem alertar os cidadãos para o perigo das relações sexuais desprotegidas. Os representantes de cada um destes países deveriam investir na distribuição de pílulas para as mulheres e preservativos, para assim gerirem o crescimento populacional e demonstrarem alguma pressa em lançar políticas de controlo de natalidade.


Vejamos: Nomeadamente na África Subsariana este domínio não está a avançar, mas sim a regredir. E no entanto, o sucesso deste objetivo determinaria praticamente todos os outros, tendo em conta o tremendo crescimento demográfico que ocorre no continente africano.
Para termos uma noção mais concreta do problema que se verifica em África, é de salientar que enquanto a Ásia e a América Latina mostram taxas de fecundidade de 2,3 e 2,2 respetivamente, a África Subsariana conta em média com 4,9 filhos por mulher, chegando a 5,4 na África Central e 5,1 na África Ocidental. Nestas regiões, a utilização de contraceção gira em torno dos 10%! Segundo o demógrafo Jean-Pierre Guengant, a África, que ultrapassava a marca de um bilião de habitantes em 2009, chegará aos 2 biliões em 2050. Este ritmo é sustentável? A resposta jé se sabe.
Chegámos à conclusão de que as economias recém desenvolvidas são fundamentais para o sucesso final. Se algumas nações seguirem o caminho das elevadas emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e do desenvolvimento não sustentável, tal como foi seguido no passado pelas nações industrializadas do mundo, o resultado será desconfortável para todos.

Por exemplo, se, através da combinação da industrialização e do crescimento económico durante o século XXI, a média da pegada ecológica dos africanos atingir o atual nível “modesto” dos asiáticos, a recém aumentada população negra estaria a acrescentar cerca de nove gigatoneladas por ano de GEE à atmosfera, o que perfaz cerca de um quarto das atuais emissões mundiais.

Através da aplicação de soluções de engenharia (como a biotecnologia, o aumento da mecanização e da automação), a redução dos desperdícios, a melhoria do armazenamento e da distribuição da água, é possível fornecer alimentos mais do que suficientes para ir ao encontro da procura prevista. De igual modo, as melhorias na gestão dos recursos aquíferos, na captação e armazenamento das águas das chuvas e na reciclagem e dessalinização das águas podem ir ao encontro do consumo futuro.
Os indícios atuais demonstram precisamente que existem soluções de engenharia sustentáveis para ir ao encontro de grande parte dos desafios que deverão surgir devido ao crescimento da população. Por exemplo, o emprego de tecnologias de gestão de energia, como electrodomésticos e contadores inteligentes, juntamente com a redução dos desperdícios, como foi dito anteriormente, através da construção de edifícios mais bem isolados e de utilizações mais eficazes do aquecimento, são exemplos de iniciativas de engenharia que poderiam aliviar alguns dos impactos da necessidade de fontes energéticas mais sustentáveis.

O que também é necessário é vontade política e social para corrigir erros de mercado, facultar mecanismos de financiamento inovadores e novos modelos de propriedade pessoal e comunitária, e a transferência de tecnologias limpas e de conhecimentos de melhores práticas através da localização, para se conseguir alcançar um resultado mais seguro.
Resumindo
, com mais seres humanos a viverem durante mais tempo, em dependência mútua, num planeta cada vez mais populado e com recursos finitos, os efeitos do aumento da população mundial far-se-ão sentir de algum modo na vida de toda a gente, onde quer que se viva. O impacto não irá respeitar as fronteiras. Não se trata de altruísmo. Trata-se de criar um quadro político e de implementar um caminho para a auto-defesa.

A desflorestação da Amazónia baixou para o seu menor nível desde 1988, quando começou a ser feita uma monitorização regular por satélites. A superfície destruída entre Agosto de 2011 e Julho de 2012 foi de 4656 quilómetros quadrados, o que equivale aproximadamente à área ardida em Portugal em 2003, o pior ano de incêndios florestais no país.


Houve uma redução de 27% em relação ao ano anterior, em que o abate de árvores tinha também chegado a um recorde mínimo, 6418 quilómetros quadrados.


Há três anos, o Brasil assumiu o compromisso voluntário de reduzir em 36% o aumento das suas emissões de CO2 até 2020, em comparação o que seria expectável. Uma grande fatia deste esforço seria, nos planos do Governo, atingida com uma descida de 80% do nível de desflorestação, em relação a 2005. Neste momento, já houve uma redução de 76%.


“O mundo deve encontrar urgentemente uma solução para a questão das alterações climáticas”, Izabella Teixeira.
Esgotamento de Recursos - Previsões:

Petróleo 41anos

Gás Natural 58 anos

Carvão 218 anos

Alumínio 224 anos

Cobre 41 anos

Chumbo 22 anos

Níquel 65 anos
Política do filho único
Esterilização na Índia – exemplo do Estado indiano do Rajastão
Divulgação dos métodos contracetivos
Então qual será o problema?
Soluções amigas do ambiente
AINDA É IMPORTANTE DIZER QUE...
Há esperança!
Conclusão
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